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Q3817855 Pedagogia
O Projeto Político Pedagógico orienta decisões e práticas da escola, incluindo seu processo de planejamento. Assinale a afirmação que caracteriza corretamente o papel do planejamento educacional em relação ao PPP.
Alternativas
Q3817834 Pedagogia
Leia o texto e responda à questão.

A EDUCAÇÃO INCLUSIVA É PARA TODAS AS PESSOAS.

Quando o Brasil aprovou, em 2008, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, muita gente começou a olhar para os estudantes com deficiência de outra maneira. Em vez de enxergar só limitações, as escolas passaram a ser convidadas a perceber potenciais, modos diferentes de aprender e formas novas de participar. A ideia era simples e, ao mesmo tempo, revolucionária: em vez de adaptar o aluno a uma escola rígida, é a escola que precisa se transformar para acolher e ensinar todo mundo.
    Essa mudança de olhar não acontece de um dia para o outro. Ela exige revisão profunda dos objetivos da educação, da forma de organizar o currículo, do jeito de avaliar e até da postura política da escola. Em vez de uma educação “bancária”, na qual o professor deposita conteúdos em alunos passivos, defende-se uma educação libertadora, que reconhece cada estudante como sujeito de direitos, com voz, história e contexto próprios. Isso vale tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles que, por outros motivos, também foram historicamente excluídos.
    Nos últimos anos, porém, surgiram tentativas de recuo. A política publicada em 2020, depois considerada inconstitucional, retomava uma visão que separava alunos em espaços diferentes, como se a solução estivesse em decidir “onde” cada um deve estudar. Essa lógica “posicional” reduz a discussão a um endereço físico e desvia o foco do que realmente importa: “como” a escola organiza sua prática pedagógica para garantir participação e aprendizagem para todos. Ao fazer isso, corre o risco de reforçar práticas segregadoras travestidas de proteção.
    Educação inclusiva, nessa perspectiva, não é sinônimo de educação especial em classe comum, nem um arranjo pensado apenas para estudantes com deficiência. Trata-se de um novo paradigma de escola, que se pergunta o tempo todo quais barreiras impedem cada pessoa de participar e aprender, e como essas barreiras podem ser removidas. Essas barreiras podem ser arquitetônicas, comunicacionais, atitudinais ou curriculares, e muitas vezes atingem também estudantes negros, indígenas, pobres, com dificuldades de aprendizagem ou pertencentes a outros grupos marginalizados.
    Ainda existe a crença de que classes ou escolas separadas garantiriam melhor rendimento acadêmico, tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles sem deficiência. Estudos recentes, porém, têm mostrado o contrário. Pesquisas de larga escala e meta-análises indicam que ambientes inclusivos, bem organizados, favorecem tanto o desenvolvimento de quem apresenta necessidades educacionais específicas quanto o aprendizado de colegas que não têm deficiência. Quando a escola se adapta, todos ganham: a turma aprende a conviver com a diferença, a flexibilizar estratégias e a colaborar mais.
    Os resultados positivos ficam ainda mais claros quando a educação inclusiva é entendida como mudança de paradigma e não como um “programa” paralelo dentro da escola. Isso implica investir em formação continuada, trabalho coletivo, escuta das famílias e participação dos estudantes nas decisões do cotidiano. Também significa abandonar a ideia de que inclusão é um favor, um gesto de boa vontade, e assumir que é uma obrigação ética e legal. Ao tratar a educação inclusiva como eixo central do projeto pedagógico, a escola se aproxima daquilo que a legislação brasileira e os tratados internacionais de direitos humanos defendem: educação de qualidade para todas as pessoas, em espaços compartilhados e com oportunidades reais de aprender.

(Texto adaptado para fins didáticos a partir de Galery, Augusto. “A educação inclusiva é para todas as pessoas”. Diversa, Instituto Rodrigo Mendes, 2022.)
No trecho “Essa mudança de olhar não acontece de um dia para o outro”, é possível inferir que o autor pressupõe que a educação inclusiva 
Alternativas
Q3817832 Pedagogia
Leia o texto e responda à questão.

A EDUCAÇÃO INCLUSIVA É PARA TODAS AS PESSOAS.

Quando o Brasil aprovou, em 2008, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, muita gente começou a olhar para os estudantes com deficiência de outra maneira. Em vez de enxergar só limitações, as escolas passaram a ser convidadas a perceber potenciais, modos diferentes de aprender e formas novas de participar. A ideia era simples e, ao mesmo tempo, revolucionária: em vez de adaptar o aluno a uma escola rígida, é a escola que precisa se transformar para acolher e ensinar todo mundo.
    Essa mudança de olhar não acontece de um dia para o outro. Ela exige revisão profunda dos objetivos da educação, da forma de organizar o currículo, do jeito de avaliar e até da postura política da escola. Em vez de uma educação “bancária”, na qual o professor deposita conteúdos em alunos passivos, defende-se uma educação libertadora, que reconhece cada estudante como sujeito de direitos, com voz, história e contexto próprios. Isso vale tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles que, por outros motivos, também foram historicamente excluídos.
    Nos últimos anos, porém, surgiram tentativas de recuo. A política publicada em 2020, depois considerada inconstitucional, retomava uma visão que separava alunos em espaços diferentes, como se a solução estivesse em decidir “onde” cada um deve estudar. Essa lógica “posicional” reduz a discussão a um endereço físico e desvia o foco do que realmente importa: “como” a escola organiza sua prática pedagógica para garantir participação e aprendizagem para todos. Ao fazer isso, corre o risco de reforçar práticas segregadoras travestidas de proteção.
    Educação inclusiva, nessa perspectiva, não é sinônimo de educação especial em classe comum, nem um arranjo pensado apenas para estudantes com deficiência. Trata-se de um novo paradigma de escola, que se pergunta o tempo todo quais barreiras impedem cada pessoa de participar e aprender, e como essas barreiras podem ser removidas. Essas barreiras podem ser arquitetônicas, comunicacionais, atitudinais ou curriculares, e muitas vezes atingem também estudantes negros, indígenas, pobres, com dificuldades de aprendizagem ou pertencentes a outros grupos marginalizados.
    Ainda existe a crença de que classes ou escolas separadas garantiriam melhor rendimento acadêmico, tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles sem deficiência. Estudos recentes, porém, têm mostrado o contrário. Pesquisas de larga escala e meta-análises indicam que ambientes inclusivos, bem organizados, favorecem tanto o desenvolvimento de quem apresenta necessidades educacionais específicas quanto o aprendizado de colegas que não têm deficiência. Quando a escola se adapta, todos ganham: a turma aprende a conviver com a diferença, a flexibilizar estratégias e a colaborar mais.
    Os resultados positivos ficam ainda mais claros quando a educação inclusiva é entendida como mudança de paradigma e não como um “programa” paralelo dentro da escola. Isso implica investir em formação continuada, trabalho coletivo, escuta das famílias e participação dos estudantes nas decisões do cotidiano. Também significa abandonar a ideia de que inclusão é um favor, um gesto de boa vontade, e assumir que é uma obrigação ética e legal. Ao tratar a educação inclusiva como eixo central do projeto pedagógico, a escola se aproxima daquilo que a legislação brasileira e os tratados internacionais de direitos humanos defendem: educação de qualidade para todas as pessoas, em espaços compartilhados e com oportunidades reais de aprender.

(Texto adaptado para fins didáticos a partir de Galery, Augusto. “A educação inclusiva é para todas as pessoas”. Diversa, Instituto Rodrigo Mendes, 2022.)
Considerando todas as ideias apresentadas no texto, percebemos a posição do autor sobre a educação inclusiva na proposição:
Alternativas
Q3817821 Pedagogia
A organização do trabalho pedagógico nas instituições escolares envolve ações articuladas que asseguram a coerência entre planejamento, prática e avaliação. O principal objetivo dessa organização é:
Alternativas
Q3817820 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) estabelece 6 (seis) direitos de aprendizagem e desenvolvimento na Educação Infantil que devem ser assegurados às crianças. Esses direitos incluem:
Alternativas
Q3817819 Pedagogia
A execução do Plano Nacional de Educação (PNE) e o cumprimento de suas metas devem ser objeto de monitoramento contínuo e de avaliações periódicas. De acordo com o Art. 5º da Lei n.º 13.005/2014, uma das instâncias responsáveis por esse acompanhamento é o:
Alternativas
Q3817818 Pedagogia
De acordo com o Art. 12 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei n.º 9.394/1996), os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de:
Alternativas
Q3817817 Pedagogia
A Constituição Federal de 1988 estabelece que a educação é direito de todos e dever do Estado e da família, devendo ser promovida com a colaboração da sociedade. É finalidade da educação:
Alternativas
Q3817661 Pedagogia
A transição entre a Educação Infantil e o Ensino Fundamental deve ser planejada para assegurar a continuidade do processo educativo. Assinale a alternativa que melhor expressa essa articulação. 
Alternativas
Q3817659 Pedagogia
O clima institucional é um elemento decisivo para o sucesso das ações escolares. Assinale a alternativa que mais contribui para a promoção de um clima institucional positivo. 
Alternativas
Q3817658 Pedagogia
A liderança do gestor escolar é fundamental para o bom funcionamento da equipe. Assinale a alternativa que melhor representa uma prática de liderança eficaz. 
Alternativas
Q3817657 Pedagogia
A promoção da formação continuada dos docentes é uma das responsabilidades da gestão pedagógica. Assinale a alternativa que apresenta uma estratégia eficaz de formação continuada.
Alternativas
Q3817655 Pedagogia
A organização e o funcionamento da escola pública exigem o cumprimento de rotinas administrativas que garantam a regularidade institucional. Assinale a alternativa que melhor exemplifica uma rotina administrativa escolar.  
Alternativas
Q3817654 Pedagogia
O planejamento pedagógico escolar é um processo coletivo que orienta as práticas docentes. Assinale a alternativa que expressa corretamente uma característica essencial do planejamento pedagógico. 
Alternativas
Q3817488 Pedagogia
Um ambiente seguro e inclusivo é fundamental para a qualidade da educação. Assinale a prática que contribui direta mente para a gestão da convivência escolar.  
Alternativas
Q3817487 Pedagogia
O gestor escolar exerce papel central na liderança de equipes escolares. Assinale a alternativa que representa uma atribuição típica do gestor escolar. 
Alternativas
Q3817486 Pedagogia
A cultura escolar é composta por valores, crenças, práticas e relações sociais no cotidiano escolar. Assinale a alternativa que melhor expressa uma estratégia de fortalecimento da identidade institucional.  
Alternativas
Q3817485 Pedagogia
O clima organizacional é determinante para a eficácia da gestão escolar. Assinale a estratégia que contribui para a melhoria do clima institucional.  
Alternativas
Q3817483 Pedagogia
O Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) é um dos principais mecanismos de repasse de recursos para as escolas públicas. Assinale a alternativa que representa corretamente uma obrigatoriedade na execução dos recursos do PDDE. 
Alternativas
Q3817482 Pedagogia
A gestão pedagógica deve promover formação continuada para o aprimoramento docente. Assinale a alternativa que expressa uma diretriz eficaz para a formação continuada. 
Alternativas
Respostas
11781: E
11782: B
11783: D
11784: B
11785: D
11786: B
11787: A
11788: C
11789: B
11790: B
11791: C
11792: D
11793: B
11794: C
11795: B
11796: A
11797: C
11798: B
11799: B
11800: C