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Q3543989 Museologia
Sobre a coleção entomológica do Museu de Zoologia, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3543981 Museologia
No processo de digitalização de um acervo biológico, há duas categorias de dados relacionados a um determinado espécime a serem considerados: metadados e dados taxonômicos (Miralles et al. 2020, Syst. Biol., 69, 1231-1253). Classifique as informações listadas abaixo como metadado (1) ou dado taxonômico (2), conforme proposto por Miralles et al. (2020), e em seguida selecione a alternativa que apresenta a ordem correta:

( ) número de tombo
( ) imagem de estruturas morfológicas
( ) nome do coletor
( ) sequência genética
( ) nome da espécie
( ) nome do gênero 
Alternativas
Q3543954 Museologia
Assinale a alternativa correta considerando os caminhos disponíveis para a identificação taxonômica de insetos. 
Alternativas
Q3543920 Museologia
Leia o trecho a seguir:

     “No entanto, percebemos as obras de arte como uma categoria especial de documento. Diferentes dos objetos históricos, que são criados inicialmente para uma função utilitária e quando investidos de valor simbólico são afastados desta função original para se tornarem documento, podemos considerar que as obras de arte nascem como objetos estéticos. O objeto de arte é criado a fim de possibilitar a experiência estética, e essa função é mantida no ambiente do museu. Uma obra de arte no contexto museológico não passa a ser somente um objeto histórico ou um documento, mas continua sendo apresentada e fruída pelo público como objeto estético. Desta forma, o objeto artístico musealizado sobrepõe duas dimensões: a estética e a documental.”

SILVA, Mariana Estellita Lins. A documentação museológica e os novos paradigmas da arte contemporânea. Museologia & Interdisciplinaridade, Brasília, v. 3, n. 5, 2014.

Neste excerto a autora, Mariana Estellita, apresenta as relações entre obras de arte, documentos e coleções museológicas. De acordo com a autora, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3543919 Museologia
Leia o trecho a seguir:

   “Aqui há uma inversão do que poderíamos chamar obra de arte. Tradicionalmente, ela estava relacionada ao espaço e à materialidade; a delimitação física de um objeto fazia a separação da arte e da realidade. Para a estética relacional, essa relação é substituída, e a delimitação da obra de arte passa a ser uma duração momentânea. O que se considera obra não é mais o espaço físico a ser percorrido (mesmo que em alguns casos apenas com os olhos), mas se torna um tempo a ser vivenciado. Para o autor “[...] Já não se pode considerar a obra contemporânea como um espaço a ser percorrido [...]. Agora ela se apresenta como uma duração a ser experimentada, como uma abertura para a discussão ilimitada” (BOURRIAUD, 2009a, p. 20-21).
    Esse tipo de linguagem, frequente na arte contemporânea, depende do trabalho da documentação para existir, ainda que somente enquanto memória ou informação de uma obra definitivamente acabada.
   No entanto, quando a arte contemporânea desloca a lógica de produção e compreensão da obra de arte e se desvincula da materialidade, ela produz um impacto na documentação museológica, que está estruturada sobre uma lógica moderna, hierárquica e linear. É precisamente esta diferença entre a lógica moderna da documentação - que trabalha a noção de documento e de obra de arte a partir da materialidade do suporte - e a nova concepção de obra trazida pela arte contemporânea, que provoca uma desarticulação estrutural que pode dificultar o acesso à informação. Com relação às obras tradicionais, cujo processo de comunicação se dá através da contemplação visual, o sistema de documentação e recuperação da informação é funcional e está adequado a esta tipologia de acervo. No caso das obras de arte contemporânea, há demandas por novas estratégias de documentação museológica que viabilizem a permanência destas linguagens independente de sua materialidade.”

SILVA, Mariana Estellita Lins. A documentação museológica e os novos paradigmas da arte contemporânea. Museologia & Interdisciplinaridade, Brasília, v. 3, n. 5, 2014. 

Considerando as reflexões sobre acervo, documentação e arte contemporânea nos excertos do texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3543916 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


   “A documentação museológica se estrutura a partir do conceito de documento. Ao contrário de Jesse Shera e Louis Shores que restringem esta noção aos registros gráficos e textuais produzidos intencionalmente com tal finalidade, utilizaremos a definição de Paul Otlet (Smit, 2008), que considera que um objeto também pode ser um documento, na medida em que é deslocado de sua função ordinária e é colocado em uma coleção museológica por ser considerado um testemunho de um tempo e lugar. Desta forma, mesmo que não tenha sido produzido com este propósito, um objeto pode desempenhar a função de documento. Briet trabalha o conceito de documento vinculado à existência de uma evidência material. A autora sintetiza três aspectos estruturantes para a caracterização de um documento:


(1) A materialidade: a noção de documento se aplica apenas a sinais físicos;

(2) A intencionalidade: pretende- se que o objeto seja tratado como evidência;

(3) O processamento: os objetos devem ter sido processados, ou seja, devem ter sido tornados documentos (BRIET apud LOUREIRO, 2008, p. 105).


   Diante desta perspectiva, podemos observar que a materialidade é condição fundamental para a existência de um documento. É a partir do suporte material que são desdobrados os potenciais simbólicos e informacionais de um objeto.”


SILVA, Mariana Estellita Lins. A documentação museológica e os novos
paradigmas da arte contemporânea. Museologia & Interdisciplinaridade,
Brasília, v. 3, n. 5, 2014. 
Briet, que considera que objetos podem ser considerados como documentos, trabalha o conceito de documento vinculado à existência de uma evidência material. A autora sintetiza três aspectos estruturantes para a caracterização de um documento. São eles: 
Alternativas
Q3543915 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


   “A documentação museológica se estrutura a partir do conceito de documento. Ao contrário de Jesse Shera e Louis Shores que restringem esta noção aos registros gráficos e textuais produzidos intencionalmente com tal finalidade, utilizaremos a definição de Paul Otlet (Smit, 2008), que considera que um objeto também pode ser um documento, na medida em que é deslocado de sua função ordinária e é colocado em uma coleção museológica por ser considerado um testemunho de um tempo e lugar. Desta forma, mesmo que não tenha sido produzido com este propósito, um objeto pode desempenhar a função de documento. Briet trabalha o conceito de documento vinculado à existência de uma evidência material. A autora sintetiza três aspectos estruturantes para a caracterização de um documento:


(1) A materialidade: a noção de documento se aplica apenas a sinais físicos;

(2) A intencionalidade: pretende- se que o objeto seja tratado como evidência;

(3) O processamento: os objetos devem ter sido processados, ou seja, devem ter sido tornados documentos (BRIET apud LOUREIRO, 2008, p. 105).


   Diante desta perspectiva, podemos observar que a materialidade é condição fundamental para a existência de um documento. É a partir do suporte material que são desdobrados os potenciais simbólicos e informacionais de um objeto.”


SILVA, Mariana Estellita Lins. A documentação museológica e os novos
paradigmas da arte contemporânea. Museologia & Interdisciplinaridade,
Brasília, v. 3, n. 5, 2014. 
De acordo com o texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3543914 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


   “Documentar é um ato de informação e conformação porque é um ato de atribuição de valor. Só há documento porque há a intenção de informar, de produzir conhecimento sobre um determinado conjunto de bens culturais. Nesse sentido, os documentos produzidos ao longo da atividade de documentação museológica são instauradores do próprio processo de musealização. Musealizar, portanto, também é um ato de informação. Nas palavras dos autores, “[...] estas instituições, ao criarem um corpus documental em papel, criam um corpus patrimonial, na medida em que dão origem a objetos patrimoniais que se tornam documentos históricos, artísticos.” (GRIGOLETO; MARAÑON, 2009: 06)”


Museologia & Interdisciplinaridade. vol. 11, Especial. Dossiê: Perspectivas de
Documentação Museológica: Competências, Formações, Experiências e
Reflexões. Brasília: Unb, 2022. 
Segundo o texto, documentar é atribuir valor. Dessa forma, podemos afirmar que o sentido de “atribuir valor” que mais se aproxima da ideia dos autores seria: 
Alternativas
Q3543912 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


   “Portanto, o objeto museológico possui caráter dual, que diz respeito às suas características intrínsecas (físicas) e extrínsecas (que ultrapassam a materialidade do objeto em si). Isto torna a pesquisa extremamente necessária para a recuperação e o processamento técnico das informações sobre o acervo e é determinante para o estabelecimento dos critérios de crescimento das coleções. Somente por meio da pesquisa é que se torna possível explorar exaustivamente os diferentes aspectos dos objetos, proporcionando a produção e a difusão de conhecimento a partir deles e com eles. Isso impede a fragmentação do seu sentido e o consequente esvaziamento de seu valor de memória.

  O reflexo direto da dualidade objetual é a necessidade de o mesmo ser referenciado peça a peça nos instrumentos de documentação museológica. Ou seja, cada peça deve ter seu próprio registro e sua numeração individual. Em outras palavras, cada objeto museológico deve ser considerado único, pois sua origem (ou sua fonte) e procedência são geralmente diversas.”


Associação Cultural de Amigos do Museu da Casa de Portinari
(Brodowski,SP) Documentação e conservação de acervos museológicos:
diretrizes/ACAM Portinari:[orientação]Governo de Estado de São
Paulo;textos Angelica Fabri.[et al.]; revisão de texto Josias A.Silva –
Brodowski: Associação Cultural de Amigos do Museu Casa de Portinari; São
Paulo: Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, 2010 
Assinale a alternativa que apresenta o procedimento que permite explorar os diferentes aspectos dos objetos. 
Alternativas
Q3543911 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


   “Portanto, o objeto museológico possui caráter dual, que diz respeito às suas características intrínsecas (físicas) e extrínsecas (que ultrapassam a materialidade do objeto em si). Isto torna a pesquisa extremamente necessária para a recuperação e o processamento técnico das informações sobre o acervo e é determinante para o estabelecimento dos critérios de crescimento das coleções. Somente por meio da pesquisa é que se torna possível explorar exaustivamente os diferentes aspectos dos objetos, proporcionando a produção e a difusão de conhecimento a partir deles e com eles. Isso impede a fragmentação do seu sentido e o consequente esvaziamento de seu valor de memória.

  O reflexo direto da dualidade objetual é a necessidade de o mesmo ser referenciado peça a peça nos instrumentos de documentação museológica. Ou seja, cada peça deve ter seu próprio registro e sua numeração individual. Em outras palavras, cada objeto museológico deve ser considerado único, pois sua origem (ou sua fonte) e procedência são geralmente diversas.”


Associação Cultural de Amigos do Museu da Casa de Portinari
(Brodowski,SP) Documentação e conservação de acervos museológicos:
diretrizes/ACAM Portinari:[orientação]Governo de Estado de São
Paulo;textos Angelica Fabri.[et al.]; revisão de texto Josias A.Silva –
Brodowski: Associação Cultural de Amigos do Museu Casa de Portinari; São
Paulo: Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, 2010 
Assinale a alternativa que contemple corretamente as ideias contidas no texto. 
Alternativas
Q3543910 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


   “Portanto, o objeto museológico possui caráter dual, que diz respeito às suas características intrínsecas (físicas) e extrínsecas (que ultrapassam a materialidade do objeto em si). Isto torna a pesquisa extremamente necessária para a recuperação e o processamento técnico das informações sobre o acervo e é determinante para o estabelecimento dos critérios de crescimento das coleções. Somente por meio da pesquisa é que se torna possível explorar exaustivamente os diferentes aspectos dos objetos, proporcionando a produção e a difusão de conhecimento a partir deles e com eles. Isso impede a fragmentação do seu sentido e o consequente esvaziamento de seu valor de memória.

  O reflexo direto da dualidade objetual é a necessidade de o mesmo ser referenciado peça a peça nos instrumentos de documentação museológica. Ou seja, cada peça deve ter seu próprio registro e sua numeração individual. Em outras palavras, cada objeto museológico deve ser considerado único, pois sua origem (ou sua fonte) e procedência são geralmente diversas.”


Associação Cultural de Amigos do Museu da Casa de Portinari
(Brodowski,SP) Documentação e conservação de acervos museológicos:
diretrizes/ACAM Portinari:[orientação]Governo de Estado de São
Paulo;textos Angelica Fabri.[et al.]; revisão de texto Josias A.Silva –
Brodowski: Associação Cultural de Amigos do Museu Casa de Portinari; São
Paulo: Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, 2010 
No texto, Juliana Monteiro afirma que o objeto museológico tem um caráter dual, pode-se dizer que a razão deste caráter deve: 
Alternativas
Q3543909 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


O Apagamento dos Índios da América do Norte: A Cegueira do Colonialismo Baseado em Texto.


    “É claro que tem havido esforços sérios por parte de bibliotecários, catalogadores, arquivistas, classificacionistas e curadores para corrigir a flagrante ausência de vozes marginalizadas em todos os tipos de catálogos. Algumas delas passaram por apelos à mudança de práticas padrão, à adoção de novos termos, à criação de novas classes e ao investimento na ligação de tecnologias. Acadêmicos e profissionais identificaram maneiras comuns pelas quais os trabalhos de, para e sobre povos marginalizados são repetidamente segregados e “guetizados” por meio de catalogação institucional e práticas de classificação. Mais comumente, essas práticas consistem em (1) nomear erroneamente ou usar termos centrados no Ocidente para descrever fenômenos indígenas; (2) usar partes para descrever fenômenos mais holísticos, ou a redução, remoção e desvinculação de uma parte de um sistema de conhecimento de uma ontologia maior; (3) ênfase na periodização nacionalista moderna, incluindo a noção de que a história tal como é escrita pelos colonizadores não pode ser alterada; e (4) ênfase na proibição de alterações em práticas que perturbariam a eficiência do esquema padronizado existente. O efeito global é a subjugação contínua dos sistemas de conhecimento nativos em favor de um sistema ocidental moderno e centralizado de conhecimento, ao qual todas as outras ontologias que tenham o potencial para descrever o mundo devem aderir.”


(Tradução livre). Duarte, Marisa Elena, and Miranda Belarde-Lewis.
"Imagining: Creating spaces for indigenous ontologies."Cataloging &
Classification Quarterly 53, no. 5-6 (2015): 677-702
O texto “O Apagamento dos Índios da América do Norte: A Cegueira do Colonialismo Baseado em Texto” apresenta as seguintes formas de segregacionismo nas atividades de documentação e catalogação, nas instituições: 
Alternativas
Q3543907 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


O Apagamento dos Índios da América do Norte: A Cegueira do Colonialismo Baseado em Texto.


    “É claro que tem havido esforços sérios por parte de bibliotecários, catalogadores, arquivistas, classificacionistas e curadores para corrigir a flagrante ausência de vozes marginalizadas em todos os tipos de catálogos. Algumas delas passaram por apelos à mudança de práticas padrão, à adoção de novos termos, à criação de novas classes e ao investimento na ligação de tecnologias. Acadêmicos e profissionais identificaram maneiras comuns pelas quais os trabalhos de, para e sobre povos marginalizados são repetidamente segregados e “guetizados” por meio de catalogação institucional e práticas de classificação. Mais comumente, essas práticas consistem em (1) nomear erroneamente ou usar termos centrados no Ocidente para descrever fenômenos indígenas; (2) usar partes para descrever fenômenos mais holísticos, ou a redução, remoção e desvinculação de uma parte de um sistema de conhecimento de uma ontologia maior; (3) ênfase na periodização nacionalista moderna, incluindo a noção de que a história tal como é escrita pelos colonizadores não pode ser alterada; e (4) ênfase na proibição de alterações em práticas que perturbariam a eficiência do esquema padronizado existente. O efeito global é a subjugação contínua dos sistemas de conhecimento nativos em favor de um sistema ocidental moderno e centralizado de conhecimento, ao qual todas as outras ontologias que tenham o potencial para descrever o mundo devem aderir.”


(Tradução livre). Duarte, Marisa Elena, and Miranda Belarde-Lewis.
"Imagining: Creating spaces for indigenous ontologies."Cataloging &
Classification Quarterly 53, no. 5-6 (2015): 677-702
Ao ler o texto de autoria de Duarte e Miranda, pode-se concluir: 
Alternativas
Q3543905 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


   “Segundo Lara Filho (2009) toda atividade de documentação museológica é argumentativa e ideológica, assim as instituições museológicas desenvolvem seus sistemas de informação para a organização, tratamento, segurança e disponibilização de seus acervos salvaguardados e, consequentemente, as informações vinculadas a eles. Para o autor, os museus buscam sentidos por meio de contextos, informação e participação dos públicos para gerar sistemas informacionais que atendam às necessidades de registro, controle e guarda.

   Para tanto, cabe à gestão de acervos as diretrizes para alinhamento legal e ético para a organização, preservação e acesso as coleções, bem como para as formas de aquisição e descarte dos acervos museológicos da instituição. Isto é desenvolvido por meio da elaboração de um dos instrumentos mais importantes dos museus, a política de gestão de acervos. A política de gestão de acervos é um documento essencial para a salvaguarda dos acervos museológicos na instituição, por isso, [...] deve abordar uma ampla variedade de assuntos que serão escolhidos e descritos especificamente para servir às necessidades do museu. (LADKIN, 2004: 15)”


A transformação da documentação museológica pela perspectiva da cultura
digital. Renata Cardozo Padilha. MUS. & INTERDIS. Vol. 11, 2022. 
Considerando as ideias contidas no texto de Lara Filho, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3543904 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


   “Segundo Lara Filho (2009) toda atividade de documentação museológica é argumentativa e ideológica, assim as instituições museológicas desenvolvem seus sistemas de informação para a organização, tratamento, segurança e disponibilização de seus acervos salvaguardados e, consequentemente, as informações vinculadas a eles. Para o autor, os museus buscam sentidos por meio de contextos, informação e participação dos públicos para gerar sistemas informacionais que atendam às necessidades de registro, controle e guarda.

   Para tanto, cabe à gestão de acervos as diretrizes para alinhamento legal e ético para a organização, preservação e acesso as coleções, bem como para as formas de aquisição e descarte dos acervos museológicos da instituição. Isto é desenvolvido por meio da elaboração de um dos instrumentos mais importantes dos museus, a política de gestão de acervos. A política de gestão de acervos é um documento essencial para a salvaguarda dos acervos museológicos na instituição, por isso, [...] deve abordar uma ampla variedade de assuntos que serão escolhidos e descritos especificamente para servir às necessidades do museu. (LADKIN, 2004: 15)”


A transformação da documentação museológica pela perspectiva da cultura
digital. Renata Cardozo Padilha. MUS. & INTERDIS. Vol. 11, 2022. 
De acordo com o texto apresentado, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3543903 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


   “Segundo Lara Filho (2009) toda atividade de documentação museológica é argumentativa e ideológica, assim as instituições museológicas desenvolvem seus sistemas de informação para a organização, tratamento, segurança e disponibilização de seus acervos salvaguardados e, consequentemente, as informações vinculadas a eles. Para o autor, os museus buscam sentidos por meio de contextos, informação e participação dos públicos para gerar sistemas informacionais que atendam às necessidades de registro, controle e guarda.

   Para tanto, cabe à gestão de acervos as diretrizes para alinhamento legal e ético para a organização, preservação e acesso as coleções, bem como para as formas de aquisição e descarte dos acervos museológicos da instituição. Isto é desenvolvido por meio da elaboração de um dos instrumentos mais importantes dos museus, a política de gestão de acervos. A política de gestão de acervos é um documento essencial para a salvaguarda dos acervos museológicos na instituição, por isso, [...] deve abordar uma ampla variedade de assuntos que serão escolhidos e descritos especificamente para servir às necessidades do museu. (LADKIN, 2004: 15)”


A transformação da documentação museológica pela perspectiva da cultura
digital. Renata Cardozo Padilha. MUS. & INTERDIS. Vol. 11, 2022. 
Segundo o texto, os sistemas de informação de um museu executam as seguintes ações com seus acervos salvaguardados e as informações vinculadas a ele: 
Alternativas
Q3543902 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


   “Segundo Lara Filho (2009) toda atividade de documentação museológica é argumentativa e ideológica, assim as instituições museológicas desenvolvem seus sistemas de informação para a organização, tratamento, segurança e disponibilização de seus acervos salvaguardados e, consequentemente, as informações vinculadas a eles. Para o autor, os museus buscam sentidos por meio de contextos, informação e participação dos públicos para gerar sistemas informacionais que atendam às necessidades de registro, controle e guarda.

   Para tanto, cabe à gestão de acervos as diretrizes para alinhamento legal e ético para a organização, preservação e acesso as coleções, bem como para as formas de aquisição e descarte dos acervos museológicos da instituição. Isto é desenvolvido por meio da elaboração de um dos instrumentos mais importantes dos museus, a política de gestão de acervos. A política de gestão de acervos é um documento essencial para a salvaguarda dos acervos museológicos na instituição, por isso, [...] deve abordar uma ampla variedade de assuntos que serão escolhidos e descritos especificamente para servir às necessidades do museu. (LADKIN, 2004: 15)”


A transformação da documentação museológica pela perspectiva da cultura
digital. Renata Cardozo Padilha. MUS. & INTERDIS. Vol. 11, 2022. 
A partir do texto de Lara Filho, pode-se afirmar: 
Alternativas
Q3543901 Museologia
    “Enfatizando que o objeto não é um fim, mas um meio de conhecimento, Bellaigue (1984, p.81) afirma que em suas três dimensões, por sua materialidade, o objeto não somente serve à informação, mas também é a informação.”

Loureiro, 2016: p.95.

Podemos então concluir que os objetos e documentos de um acervo museológico 
Alternativas
Q3543897 Museologia
     “A musealização consiste em um conjunto de processos seletivos de caráter infocomunicacional baseados na agregação de valores a coisas de diferentes naturezas às quais é atribuída a função de documento, e que por esse motivo tornam-se objeto de preservação e divulgação.”

Loureiro, 2016: p.101.

Partindo desta afirmação, pode-se inferir que 
Alternativas
Q3543895 Museologia
   “Aquisição é um Procedimento Primário SPECTRUM. Isto significa dizer que, para satisfazer as exigências de documentação o Museum Accreditation Schime (Sistema de Acreditação de Museus), a instituição organização deve manter a Norma Mínima do SPECTRUM para este procedimento”.

SPECTRUM, 2014: p.40.

Com base no texto, assinale a alternativa que contém ações pertinentes que devam fazer parte do procedimento de documentar e gerenciar as aquisições de objetos. 
Alternativas
Respostas
221: E
222: B
223: D
224: C
225: C
226: C
227: B
228: D
229: E
230: C
231: D
232: C
233: D
234: B
235: B
236: D
237: D
238: A
239: D
240: E