Questões de Concurso
Foram encontradas 231.397 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Texto II para responder a questão
Compreensão de texto está relacionada à baixa leitura
Para educadora, no Brasil há diminuição no número de leitores, inclusive dentro do ambiente escolar
Um relatório do Banco Mundial apontou que o Brasil ainda levará 260 anos para atingir níveis de compreensão de leitura iguais aos de países ricos. Para índices de resolução de problemas de matemática, a previsão é de 75 anos. Para Filomena Elaine Paiva Assolini, doutora em Ciências, mestre em Psicologia e professora do Departamento de Educação, Informação e Comunicação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, os dados são assustadores, apesar de questionáveis.
Na educação, o País avança, mas muito lentamente, segundo dados da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Uma das grandes conquistas dos últimos anos foi a inserção da criança na escola. Ao mesmo tempo, os investimentos no ensino primário e na formação inicial e continuada dos professores são baixos, avalia Filomena.
O problema mais grave está na interpretação de texto. Segundo a professora, o que ocorre no Brasil é uma diminuição no número de leitores, inclusive dentro do ambiente escolar. Nesse sentido, a capacitação do docente se coloca como central, já que são os professores que podem despertar o gosto e estimular os alunos à leitura, ensiná-los a ir além da decodificação dos símbolos e buscar novos sentidos na redação. Os problemas da educação se encontram na base e a responsabilidade é coletiva: cabe às gestões públicas, às escolas e às famílias a reversão desse quadro, conclui Filomena.
Fonte: https://jornal.usp.br/atualidades/compreensao-de-texto-esta-relacionada-a-baixa leitura/
Texto I para responder a questão
O povo precisa de educação política e interpretação de texto
A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos
A pressão popular tem desempenhado um papel crucial na busca por uma política mais ética. O crescente uso das redes sociais como plataforma de denúncia e mobilização também é uma ferramenta poderosa. A população não está mais passiva; ela exige respostas e ações concretas.
Entretanto, ainda falta muita intepretação de texto e educação política para que todos acompanham e entendam o que acontece no próprio país. Um eleitorado bem informado é menos suscetível a manipulações e promessas vazias. Promover a cidadania ativa e a participação política consciente são passos fundamentais para a construção de um cenário político mais ético.
Muitas pessoas acreditam que a corrupção e os escândalos são inerentes ao sistema, outros veem esperança em movimentos de renovação e transparência. A realidade é que a ética e a moral na política brasileira enfrentam desafios profundos. Principalmente depois da grande polarização, que evita diálogos importantes.
Além disso, os dois maiores líderes populistas do Brasil, Bolsonaro e Lula, têm uma imagem manchada com opositores e apoiadores. Talvez, de fato, já tenha passado da hora de nascer uma nova geração política. Essa ideia parece utópica, quando existem exemplos como Nicolas Ferreira e Carla Zambelli, que utilizam o espaço da tribuna para propagar suas opiniões preconceituosas.
Esses eventos criaram uma sensação de desilusão e desconfiança generalizada na população. A cada nova notícia, a esperança de um governo honesto e que saia dessa polarização parece se esvair. Assim como aconteceu recentemente com o engano repetido de Zambelli, ao se referir à deputada federal Benedita da Silva pelo nome da escrava histórica, Chica da Silva.
Mesmo assim, é injusto afirmar que todos os políticos brasileiros são corruptos e nefastos. Há aqueles que, mesmo dentro de um sistema comprometido, lutam por mudanças e trabalham com integridade. Exemplos de governantes que promovem transparência, ética e responsabilidade são frequentemente ofuscados pelos casos de corrupção, mas eles existem e fazem diferença.
O Ministério Público, a Polícia Federal e o Judiciário têm desempenhado papéis fundamentais na investigação, punição e manutenção da funcionalidade pública. A independência dessas instituições é vital para a manutenção da ética na política e para punir aqueles que infringem as regras. Ainda assim, essas instituições democráticas seguem consistentemente enfrentando golpes à sua credibilidade perante o povo.
A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos. A corrupção é uma realidade, mas a esperança e a possibilidade de mudança também são. Cabe à sociedade brasileira escolher bons representantes, ainda mais nas eleições municipais, para construir um futuro onde a ética e a moral sejam pilares indissociáveis da política.
Fonte: https://www.jornalopcao.com.br/colunas-e-blogs/faltou-dizer-colunas-e-blogs/o-povo precisa-de-educacao-politica-e-interpretacao-de-texto-618436/
Texto I para responder a questão
O povo precisa de educação política e interpretação de texto
A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos
A pressão popular tem desempenhado um papel crucial na busca por uma política mais ética. O crescente uso das redes sociais como plataforma de denúncia e mobilização também é uma ferramenta poderosa. A população não está mais passiva; ela exige respostas e ações concretas.
Entretanto, ainda falta muita intepretação de texto e educação política para que todos acompanham e entendam o que acontece no próprio país. Um eleitorado bem informado é menos suscetível a manipulações e promessas vazias. Promover a cidadania ativa e a participação política consciente são passos fundamentais para a construção de um cenário político mais ético.
Muitas pessoas acreditam que a corrupção e os escândalos são inerentes ao sistema, outros veem esperança em movimentos de renovação e transparência. A realidade é que a ética e a moral na política brasileira enfrentam desafios profundos. Principalmente depois da grande polarização, que evita diálogos importantes.
Além disso, os dois maiores líderes populistas do Brasil, Bolsonaro e Lula, têm uma imagem manchada com opositores e apoiadores. Talvez, de fato, já tenha passado da hora de nascer uma nova geração política. Essa ideia parece utópica, quando existem exemplos como Nicolas Ferreira e Carla Zambelli, que utilizam o espaço da tribuna para propagar suas opiniões preconceituosas.
Esses eventos criaram uma sensação de desilusão e desconfiança generalizada na população. A cada nova notícia, a esperança de um governo honesto e que saia dessa polarização parece se esvair. Assim como aconteceu recentemente com o engano repetido de Zambelli, ao se referir à deputada federal Benedita da Silva pelo nome da escrava histórica, Chica da Silva.
Mesmo assim, é injusto afirmar que todos os políticos brasileiros são corruptos e nefastos. Há aqueles que, mesmo dentro de um sistema comprometido, lutam por mudanças e trabalham com integridade. Exemplos de governantes que promovem transparência, ética e responsabilidade são frequentemente ofuscados pelos casos de corrupção, mas eles existem e fazem diferença.
O Ministério Público, a Polícia Federal e o Judiciário têm desempenhado papéis fundamentais na investigação, punição e manutenção da funcionalidade pública. A independência dessas instituições é vital para a manutenção da ética na política e para punir aqueles que infringem as regras. Ainda assim, essas instituições democráticas seguem consistentemente enfrentando golpes à sua credibilidade perante o povo.
A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos. A corrupção é uma realidade, mas a esperança e a possibilidade de mudança também são. Cabe à sociedade brasileira escolher bons representantes, ainda mais nas eleições municipais, para construir um futuro onde a ética e a moral sejam pilares indissociáveis da política.
Fonte: https://www.jornalopcao.com.br/colunas-e-blogs/faltou-dizer-colunas-e-blogs/o-povo precisa-de-educacao-politica-e-interpretacao-de-texto-618436/
Texto I para responder a questão
O povo precisa de educação política e interpretação de texto
A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos
A pressão popular tem desempenhado um papel crucial na busca por uma política mais ética. O crescente uso das redes sociais como plataforma de denúncia e mobilização também é uma ferramenta poderosa. A população não está mais passiva; ela exige respostas e ações concretas.
Entretanto, ainda falta muita intepretação de texto e educação política para que todos acompanham e entendam o que acontece no próprio país. Um eleitorado bem informado é menos suscetível a manipulações e promessas vazias. Promover a cidadania ativa e a participação política consciente são passos fundamentais para a construção de um cenário político mais ético.
Muitas pessoas acreditam que a corrupção e os escândalos são inerentes ao sistema, outros veem esperança em movimentos de renovação e transparência. A realidade é que a ética e a moral na política brasileira enfrentam desafios profundos. Principalmente depois da grande polarização, que evita diálogos importantes.
Além disso, os dois maiores líderes populistas do Brasil, Bolsonaro e Lula, têm uma imagem manchada com opositores e apoiadores. Talvez, de fato, já tenha passado da hora de nascer uma nova geração política. Essa ideia parece utópica, quando existem exemplos como Nicolas Ferreira e Carla Zambelli, que utilizam o espaço da tribuna para propagar suas opiniões preconceituosas.
Esses eventos criaram uma sensação de desilusão e desconfiança generalizada na população. A cada nova notícia, a esperança de um governo honesto e que saia dessa polarização parece se esvair. Assim como aconteceu recentemente com o engano repetido de Zambelli, ao se referir à deputada federal Benedita da Silva pelo nome da escrava histórica, Chica da Silva.
Mesmo assim, é injusto afirmar que todos os políticos brasileiros são corruptos e nefastos. Há aqueles que, mesmo dentro de um sistema comprometido, lutam por mudanças e trabalham com integridade. Exemplos de governantes que promovem transparência, ética e responsabilidade são frequentemente ofuscados pelos casos de corrupção, mas eles existem e fazem diferença.
O Ministério Público, a Polícia Federal e o Judiciário têm desempenhado papéis fundamentais na investigação, punição e manutenção da funcionalidade pública. A independência dessas instituições é vital para a manutenção da ética na política e para punir aqueles que infringem as regras. Ainda assim, essas instituições democráticas seguem consistentemente enfrentando golpes à sua credibilidade perante o povo.
A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos. A corrupção é uma realidade, mas a esperança e a possibilidade de mudança também são. Cabe à sociedade brasileira escolher bons representantes, ainda mais nas eleições municipais, para construir um futuro onde a ética e a moral sejam pilares indissociáveis da política.
Fonte: https://www.jornalopcao.com.br/colunas-e-blogs/faltou-dizer-colunas-e-blogs/o-povo precisa-de-educacao-politica-e-interpretacao-de-texto-618436/
Texto I para responder a questão
O povo precisa de educação política e interpretação de texto
A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos
A pressão popular tem desempenhado um papel crucial na busca por uma política mais ética. O crescente uso das redes sociais como plataforma de denúncia e mobilização também é uma ferramenta poderosa. A população não está mais passiva; ela exige respostas e ações concretas.
Entretanto, ainda falta muita intepretação de texto e educação política para que todos acompanham e entendam o que acontece no próprio país. Um eleitorado bem informado é menos suscetível a manipulações e promessas vazias. Promover a cidadania ativa e a participação política consciente são passos fundamentais para a construção de um cenário político mais ético.
Muitas pessoas acreditam que a corrupção e os escândalos são inerentes ao sistema, outros veem esperança em movimentos de renovação e transparência. A realidade é que a ética e a moral na política brasileira enfrentam desafios profundos. Principalmente depois da grande polarização, que evita diálogos importantes.
Além disso, os dois maiores líderes populistas do Brasil, Bolsonaro e Lula, têm uma imagem manchada com opositores e apoiadores. Talvez, de fato, já tenha passado da hora de nascer uma nova geração política. Essa ideia parece utópica, quando existem exemplos como Nicolas Ferreira e Carla Zambelli, que utilizam o espaço da tribuna para propagar suas opiniões preconceituosas.
Esses eventos criaram uma sensação de desilusão e desconfiança generalizada na população. A cada nova notícia, a esperança de um governo honesto e que saia dessa polarização parece se esvair. Assim como aconteceu recentemente com o engano repetido de Zambelli, ao se referir à deputada federal Benedita da Silva pelo nome da escrava histórica, Chica da Silva.
Mesmo assim, é injusto afirmar que todos os políticos brasileiros são corruptos e nefastos. Há aqueles que, mesmo dentro de um sistema comprometido, lutam por mudanças e trabalham com integridade. Exemplos de governantes que promovem transparência, ética e responsabilidade são frequentemente ofuscados pelos casos de corrupção, mas eles existem e fazem diferença.
O Ministério Público, a Polícia Federal e o Judiciário têm desempenhado papéis fundamentais na investigação, punição e manutenção da funcionalidade pública. A independência dessas instituições é vital para a manutenção da ética na política e para punir aqueles que infringem as regras. Ainda assim, essas instituições democráticas seguem consistentemente enfrentando golpes à sua credibilidade perante o povo.
A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos. A corrupção é uma realidade, mas a esperança e a possibilidade de mudança também são. Cabe à sociedade brasileira escolher bons representantes, ainda mais nas eleições municipais, para construir um futuro onde a ética e a moral sejam pilares indissociáveis da política.
Fonte: https://www.jornalopcao.com.br/colunas-e-blogs/faltou-dizer-colunas-e-blogs/o-povo precisa-de-educacao-politica-e-interpretacao-de-texto-618436/
Texto I para responder a questão
O povo precisa de educação política e interpretação de texto
A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos
A pressão popular tem desempenhado um papel crucial na busca por uma política mais ética. O crescente uso das redes sociais como plataforma de denúncia e mobilização também é uma ferramenta poderosa. A população não está mais passiva; ela exige respostas e ações concretas.
Entretanto, ainda falta muita intepretação de texto e educação política para que todos acompanham e entendam o que acontece no próprio país. Um eleitorado bem informado é menos suscetível a manipulações e promessas vazias. Promover a cidadania ativa e a participação política consciente são passos fundamentais para a construção de um cenário político mais ético.
Muitas pessoas acreditam que a corrupção e os escândalos são inerentes ao sistema, outros veem esperança em movimentos de renovação e transparência. A realidade é que a ética e a moral na política brasileira enfrentam desafios profundos. Principalmente depois da grande polarização, que evita diálogos importantes.
Além disso, os dois maiores líderes populistas do Brasil, Bolsonaro e Lula, têm uma imagem manchada com opositores e apoiadores. Talvez, de fato, já tenha passado da hora de nascer uma nova geração política. Essa ideia parece utópica, quando existem exemplos como Nicolas Ferreira e Carla Zambelli, que utilizam o espaço da tribuna para propagar suas opiniões preconceituosas.
Esses eventos criaram uma sensação de desilusão e desconfiança generalizada na população. A cada nova notícia, a esperança de um governo honesto e que saia dessa polarização parece se esvair. Assim como aconteceu recentemente com o engano repetido de Zambelli, ao se referir à deputada federal Benedita da Silva pelo nome da escrava histórica, Chica da Silva.
Mesmo assim, é injusto afirmar que todos os políticos brasileiros são corruptos e nefastos. Há aqueles que, mesmo dentro de um sistema comprometido, lutam por mudanças e trabalham com integridade. Exemplos de governantes que promovem transparência, ética e responsabilidade são frequentemente ofuscados pelos casos de corrupção, mas eles existem e fazem diferença.
O Ministério Público, a Polícia Federal e o Judiciário têm desempenhado papéis fundamentais na investigação, punição e manutenção da funcionalidade pública. A independência dessas instituições é vital para a manutenção da ética na política e para punir aqueles que infringem as regras. Ainda assim, essas instituições democráticas seguem consistentemente enfrentando golpes à sua credibilidade perante o povo.
A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos. A corrupção é uma realidade, mas a esperança e a possibilidade de mudança também são. Cabe à sociedade brasileira escolher bons representantes, ainda mais nas eleições municipais, para construir um futuro onde a ética e a moral sejam pilares indissociáveis da política.
Fonte: https://www.jornalopcao.com.br/colunas-e-blogs/faltou-dizer-colunas-e-blogs/o-povo precisa-de-educacao-politica-e-interpretacao-de-texto-618436/
Os versos da música a seguir são referência para a questão.
Voando Pro Pará Joelma
Eu vou tomar um tacacá
Dançar, curtir, ficar de boa
Pois quando chego no Pará
Me sinto bem, o tempo voa
Chegou o mês de férias, vou voando pro Pará
Vou direto ao Ver-o-Peso apurar meu paladar
Ficar bem à vontade e fazer o que quiser
E matar minha saudade da pupunha com café
Eu vou
Na Estação das Docas, vou
Ver o Re x Pa no estádio
Vou sair à noite com os amigos, eu vou me jogar
Eu vou
Lá no Mangal das Garças, vou
No Forte do Presépio
E, depois do Point do Açaí, eu quero me divertir
Disponível em: https://www.letras.mus.br/joelma/voando-pro-para/print.html.
Leia o trecho da letra a seguir:
Deslocado
Conto os dias para mim / Com a mala arrumada
Já quase não cabia a saudade acumulada
Do azul, vejo o jardim / Mesmo por trás da asa
Mãe, olha à janela, que eu tou a chegar a casa
Por mais que possa parecer
Eu nunca vou pertencer àquela cidade
O mar de gente, o Sol diferente, o monte de betão
Não me provoca nada / Não me convoca casa
Disponível em: https://www.letras.mus.br/napa/deslocado/print.html.
Considerando os aspectos comuns às letras de “Deslocado” e “Voando Pro Pará”, o eu lírico de cada canção expressa:
1. Relação afetiva com um lugar de pertencimento.
2. Desejo de retorno a um lugar significativo.
3. Valorização do distanciamento como forma de liberdade pessoal.
4. Valorização de experiências ligadas à memória afetiva.
Assinale a alternativa correta.
Os versos da música a seguir são referência para a questão.
Voando Pro Pará Joelma
Eu vou tomar um tacacá
Dançar, curtir, ficar de boa
Pois quando chego no Pará
Me sinto bem, o tempo voa
Chegou o mês de férias, vou voando pro Pará
Vou direto ao Ver-o-Peso apurar meu paladar
Ficar bem à vontade e fazer o que quiser
E matar minha saudade da pupunha com café
Eu vou
Na Estação das Docas, vou
Ver o Re x Pa no estádio
Vou sair à noite com os amigos, eu vou me jogar
Eu vou
Lá no Mangal das Garças, vou
No Forte do Presépio
E, depois do Point do Açaí, eu quero me divertir
Disponível em: https://www.letras.mus.br/joelma/voando-pro-para/print.html.
Considere o seguinte trecho da música:
“E, depois do Point do Açaí, eu quero me divertir (...)”
O termo “point”, grifado no texto, é classificado como:
Os versos da música a seguir são referência para a questão.
Voando Pro Pará Joelma
Eu vou tomar um tacacá
Dançar, curtir, ficar de boa
Pois quando chego no Pará
Me sinto bem, o tempo voa
Chegou o mês de férias, vou voando pro Pará
Vou direto ao Ver-o-Peso apurar meu paladar
Ficar bem à vontade e fazer o que quiser
E matar minha saudade da pupunha com café
Eu vou
Na Estação das Docas, vou
Ver o Re x Pa no estádio
Vou sair à noite com os amigos, eu vou me jogar
Eu vou
Lá no Mangal das Garças, vou
No Forte do Presépio
E, depois do Point do Açaí, eu quero me divertir
Disponível em: https://www.letras.mus.br/joelma/voando-pro-para/print.html.
O texto a seguir é referência para a questão.
Lojas de conveniência para combater a solidão? Em Seul, tem
Quando se pensa numa loja de conveniência, a imagem que logo vem à cabeça é a de um quebra-galho para comer um sanduíche ou comprar algum item de emergência de madrugada. No entanto, em Seul, capital da Coreia do Sul, foi criada uma nova modalidade: as “lojas de conveniência para a mente”. O país enfrenta uma severa epidemia de solidão e está investindo num programa de locais acolhedores para quem se sente muito só.
Seul tem perto de dez milhões de habitantes e, nas últimas duas décadas, o número de lares com apenas um morador passou de 16% para 40% dos domicílios da cidade. Em 2022, uma pesquisa revelou que 62% se queixavam do isolamento e, mesmo entre os jovens, o índice era bastante alto. Em todo o país, foram computadas 3.600 “mortes solitárias” em 2023 – quando as pessoas morrem e ninguém se dá conta do ocorrido por semanas e até meses.
Para utilizar o espaço, os visitantes precisam apenas preencher um questionário com cinco perguntas. Ali, é possível fazer uma massagem nos pés, tomar uma sopa de noodles, assistir a um filme, ou simplesmente passar um tempo na companhia de outras pessoas. Ninguém é obrigado a conversar ou interagir. Para os idealizadores do projeto, estar próximo de outros seres humanos é o suficiente. Assistentes sociais estão disponíveis para quem precisa de um apoio maior.
No ano passado, o prefeito da cidade lançou “Seul sem solidão”, um programa com cinco anos de duração ao qual foram destinados 1.8 bilhão de reais. Em março, foram abertas as primeiras quatro lojas de conveniência para a mente. Em abril, foi disponibilizada uma linha direta que, em julho, já tinha recebido mais dez mil chamadas – o triplo do previsto. Desse total, 63% eram de gente de meia-idade; 31%, jovens adultos; e apenas 5% idosos.
Disponível em: https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2025/07/24/lojas-de-conveniencia-para-combater-a-solidao-em-seultem.ghtml. Adaptado.
O texto a seguir é referência para a questão.
Lojas de conveniência para combater a solidão? Em Seul, tem
Quando se pensa numa loja de conveniência, a imagem que logo vem à cabeça é a de um quebra-galho para comer um sanduíche ou comprar algum item de emergência de madrugada. No entanto, em Seul, capital da Coreia do Sul, foi criada uma nova modalidade: as “lojas de conveniência para a mente”. O país enfrenta uma severa epidemia de solidão e está investindo num programa de locais acolhedores para quem se sente muito só.
Seul tem perto de dez milhões de habitantes e, nas últimas duas décadas, o número de lares com apenas um morador passou de 16% para 40% dos domicílios da cidade. Em 2022, uma pesquisa revelou que 62% se queixavam do isolamento e, mesmo entre os jovens, o índice era bastante alto. Em todo o país, foram computadas 3.600 “mortes solitárias” em 2023 – quando as pessoas morrem e ninguém se dá conta do ocorrido por semanas e até meses.
Para utilizar o espaço, os visitantes precisam apenas preencher um questionário com cinco perguntas. Ali, é possível fazer uma massagem nos pés, tomar uma sopa de noodles, assistir a um filme, ou simplesmente passar um tempo na companhia de outras pessoas. Ninguém é obrigado a conversar ou interagir. Para os idealizadores do projeto, estar próximo de outros seres humanos é o suficiente. Assistentes sociais estão disponíveis para quem precisa de um apoio maior.
No ano passado, o prefeito da cidade lançou “Seul sem solidão”, um programa com cinco anos de duração ao qual foram destinados 1.8 bilhão de reais. Em março, foram abertas as primeiras quatro lojas de conveniência para a mente. Em abril, foi disponibilizada uma linha direta que, em julho, já tinha recebido mais dez mil chamadas – o triplo do previsto. Desse total, 63% eram de gente de meia-idade; 31%, jovens adultos; e apenas 5% idosos.
Disponível em: https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2025/07/24/lojas-de-conveniencia-para-combater-a-solidao-em-seultem.ghtml. Adaptado.
Leia o período a seguir:
Hospital que cobrava pacientes do SUS terá de ressarcir os pacientes em dobro.
Assinale a alternativa que reescreve corretamente o período de acordo com a norma padrão do português escrito, mantendo seu sentido original.
No CRA-PR, a equipe de tecnologia utiliza documentação técnica em inglês para apoiar atividades de monitoramento da infraestrutura de rede. Nesse contexto, analise o fragmento a seguir.
Network administrators collect information from routers, switches, servers, and other managed devices. Measurements such as interface usage, packet loss, error counters, and system availability become more useful when compared with a baseline that represents the network’s usual behavior. Devices may also send notifications when specific events occur, drawing attention to conditions that should be looked into. However, notifications do not replace periodic monitoring, since they may be delayed, lost, or provide insufficient context. During an investigation, administrators may combine measurements, logs, alerts, and recent configuration changes. Eventually, this information may help them narrow down the possible causes of a problem and choose an appropriate corrective action.
Analise as afirmativas a seguir.
I. The text indicates that collected measurements can be better interpreted when compared with the network’s usual operating pattern.
II. The expression “looked into” indicates that the reported condition should be examined.
III. According to the text, event notifications can replace periodic monitoring because they provide sufficient information about network problems.
IV. The word “eventually” indicates that the investigation may ultimately help reduce the set of possible causes.
Com base na interpretação do texto técnico em inglês, está correto o que se afirma apenas em
A palavra destacada no pensamento acima tem natureza: