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Q4066932 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Novo exame de sangue pode melhorar diagnóstico da hanseníase

Trabalho premiado abre perspectivas animadoras para flagrar mais cedo esta infecção que ainda acomete muitos brasileiros

-

A hanseníase persegue o homem desde a Antiguidade, e, mesmo com tantos avanços da medicina, ainda é um problema de saúde pública no mundo. No Brasil, são 30 mil novos casos por ano [*] o país é o segundo com maior incidência da doença.

Identificá-la o mais cedo possível é a chave para interromper a cadeia de transmissão e prevenir as lesões e sequelas.

Hoje [*] esse processo é eminentemente clínico, quando já existem alterações na sensibilidade e na estrutura da pele. E a confirmação muitas vezes depende da baciloscopia, método que permite enxergar o patógeno no microscópio, ou da biópsia, uma técnica mais invasiva. Ocorre que nem sempre elas estão disponíveis nos postos do SUS.

Esses obstáculos motivaram uma equipe da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) a pesquisar biomarcadores presentes no sangue para descobrir mais rápido a hanseníase — antes mesmo de aparecerem os primeiros sinais [*]

Para criar um novo método, os pesquisadores avaliaram o potencial de anticorpos contra uma proteína específica da bactéria Mycobacterium leprae. Os resultados promissores já encorajam a preparação de um kit de baixo custo e fácil execução a ser empregado em unidades básicas de saúde (UBS) de todo o país.

Esse é um passo significativo para a redução no número de contágios, infecções e reincidências da moléstia, que ainda é cercada de estigma e desinformação.
Os símbolos [*] do texto podem ser substituídos, respectivamente, por:
Alternativas
Q4066931 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Novo exame de sangue pode melhorar diagnóstico da hanseníase

Trabalho premiado abre perspectivas animadoras para flagrar mais cedo esta infecção que ainda acomete muitos brasileiros

-

A hanseníase persegue o homem desde a Antiguidade, e, mesmo com tantos avanços da medicina, ainda é um problema de saúde pública no mundo. No Brasil, são 30 mil novos casos por ano [*] o país é o segundo com maior incidência da doença.

Identificá-la o mais cedo possível é a chave para interromper a cadeia de transmissão e prevenir as lesões e sequelas.

Hoje [*] esse processo é eminentemente clínico, quando já existem alterações na sensibilidade e na estrutura da pele. E a confirmação muitas vezes depende da baciloscopia, método que permite enxergar o patógeno no microscópio, ou da biópsia, uma técnica mais invasiva. Ocorre que nem sempre elas estão disponíveis nos postos do SUS.

Esses obstáculos motivaram uma equipe da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) a pesquisar biomarcadores presentes no sangue para descobrir mais rápido a hanseníase — antes mesmo de aparecerem os primeiros sinais [*]

Para criar um novo método, os pesquisadores avaliaram o potencial de anticorpos contra uma proteína específica da bactéria Mycobacterium leprae. Os resultados promissores já encorajam a preparação de um kit de baixo custo e fácil execução a ser empregado em unidades básicas de saúde (UBS) de todo o país.

Esse é um passo significativo para a redução no número de contágios, infecções e reincidências da moléstia, que ainda é cercada de estigma e desinformação.
No trecho "esse processo é eminentemente clínico", o termo destacado é classificado como:
Alternativas
Q4066930 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Novo exame de sangue pode melhorar diagnóstico da hanseníase

Trabalho premiado abre perspectivas animadoras para flagrar mais cedo esta infecção que ainda acomete muitos brasileiros

-

A hanseníase persegue o homem desde a Antiguidade, e, mesmo com tantos avanços da medicina, ainda é um problema de saúde pública no mundo. No Brasil, são 30 mil novos casos por ano [*] o país é o segundo com maior incidência da doença.

Identificá-la o mais cedo possível é a chave para interromper a cadeia de transmissão e prevenir as lesões e sequelas.

Hoje [*] esse processo é eminentemente clínico, quando já existem alterações na sensibilidade e na estrutura da pele. E a confirmação muitas vezes depende da baciloscopia, método que permite enxergar o patógeno no microscópio, ou da biópsia, uma técnica mais invasiva. Ocorre que nem sempre elas estão disponíveis nos postos do SUS.

Esses obstáculos motivaram uma equipe da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) a pesquisar biomarcadores presentes no sangue para descobrir mais rápido a hanseníase — antes mesmo de aparecerem os primeiros sinais [*]

Para criar um novo método, os pesquisadores avaliaram o potencial de anticorpos contra uma proteína específica da bactéria Mycobacterium leprae. Os resultados promissores já encorajam a preparação de um kit de baixo custo e fácil execução a ser empregado em unidades básicas de saúde (UBS) de todo o país.

Esse é um passo significativo para a redução no número de contágios, infecções e reincidências da moléstia, que ainda é cercada de estigma e desinformação.
No trecho "Os resultados promissores já encorajam a preparação de um kit de baixo custo", o termo destacado pode ser substituído, sem prejuízo ao sentido do texto, por: 
Alternativas
Q4066929 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Novo exame de sangue pode melhorar diagnóstico da hanseníase

Trabalho premiado abre perspectivas animadoras para flagrar mais cedo esta infecção que ainda acomete muitos brasileiros

-

A hanseníase persegue o homem desde a Antiguidade, e, mesmo com tantos avanços da medicina, ainda é um problema de saúde pública no mundo. No Brasil, são 30 mil novos casos por ano [*] o país é o segundo com maior incidência da doença.

Identificá-la o mais cedo possível é a chave para interromper a cadeia de transmissão e prevenir as lesões e sequelas.

Hoje [*] esse processo é eminentemente clínico, quando já existem alterações na sensibilidade e na estrutura da pele. E a confirmação muitas vezes depende da baciloscopia, método que permite enxergar o patógeno no microscópio, ou da biópsia, uma técnica mais invasiva. Ocorre que nem sempre elas estão disponíveis nos postos do SUS.

Esses obstáculos motivaram uma equipe da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) a pesquisar biomarcadores presentes no sangue para descobrir mais rápido a hanseníase — antes mesmo de aparecerem os primeiros sinais [*]

Para criar um novo método, os pesquisadores avaliaram o potencial de anticorpos contra uma proteína específica da bactéria Mycobacterium leprae. Os resultados promissores já encorajam a preparação de um kit de baixo custo e fácil execução a ser empregado em unidades básicas de saúde (UBS) de todo o país.

Esse é um passo significativo para a redução no número de contágios, infecções e reincidências da moléstia, que ainda é cercada de estigma e desinformação.
Segundo informações do texto, o novo método de detecção da hanseníase desenvolvido pela USP tem como objetivo:
Alternativas
Q4066928 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Novo exame de sangue pode melhorar diagnóstico da hanseníase

Trabalho premiado abre perspectivas animadoras para flagrar mais cedo esta infecção que ainda acomete muitos brasileiros

-

A hanseníase persegue o homem desde a Antiguidade, e, mesmo com tantos avanços da medicina, ainda é um problema de saúde pública no mundo. No Brasil, são 30 mil novos casos por ano [*] o país é o segundo com maior incidência da doença.

Identificá-la o mais cedo possível é a chave para interromper a cadeia de transmissão e prevenir as lesões e sequelas.

Hoje [*] esse processo é eminentemente clínico, quando já existem alterações na sensibilidade e na estrutura da pele. E a confirmação muitas vezes depende da baciloscopia, método que permite enxergar o patógeno no microscópio, ou da biópsia, uma técnica mais invasiva. Ocorre que nem sempre elas estão disponíveis nos postos do SUS.

Esses obstáculos motivaram uma equipe da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) a pesquisar biomarcadores presentes no sangue para descobrir mais rápido a hanseníase — antes mesmo de aparecerem os primeiros sinais [*]

Para criar um novo método, os pesquisadores avaliaram o potencial de anticorpos contra uma proteína específica da bactéria Mycobacterium leprae. Os resultados promissores já encorajam a preparação de um kit de baixo custo e fácil execução a ser empregado em unidades básicas de saúde (UBS) de todo o país.

Esse é um passo significativo para a redução no número de contágios, infecções e reincidências da moléstia, que ainda é cercada de estigma e desinformação.
De acordo com o texto, atualmente o diagnóstico da hanseníase:
Alternativas
Q4066063 Português
A deficiência intelectual (DI) é um transtorno do neurodesenvolvimento que, em geral, se manifesta antes da criança iniciar suas atividades escolares. A pessoa com DI apresenta déficits nas funções intelectuais e adaptativas, ou seja, enfrenta dificuldades no raciocínio, no pensamento abstrato, na aprendizagem acadêmica, na resolução de problemas, no julgamento, no planejamento, na aprendizagem por experiência e em relação à independência pessoal e à responsabilidade social. Esses déficits podem afetar, na maioria das vezes, a vida independente, a comunicação e a participação social. A DI é classificada quanto à gravidade em quatro níveis: leve, moderada, grave e profunda. Um dos métodos de alfabetização e prática da leitura e escrita é aquele que utiliza o (X), cujo objetivo principal é enfatizar a relação entre sons e letras. Nesse método, inicialmente, ensina-se a forma e o som das vogais e, posteriormente, das consoantes, seguindo um grau de dificuldade crescente. Dessa forma, o estudante é estimulado a combinar fonemas, compreendendo que, assim, é possível formar sílabas e palavras.

Fonte: MUNHOZ, Juliana de Souza Borges; DIAS, Carmen Lúcia; DOS SANTOS, Daniela Ferreira. A leitura e a escrita na deficiência intelectual: experiências que favoreceram o processo de alfabetização. In: Colloquium Humanarum. ISSN: 1809-8207. 2022. p. 66-85.

Assinale a alternativa que substitui corretamente o (X) do texto.
Alternativas
Q4066062 Libras
A Língua Brasileira de Sinais (Libras) foi oficialmente reconhecida como língua no Brasil em 24 de abril de 2002, por meio da Lei nº 10.436, regulamentada posteriormente pelo Decreto nº 5.626/2005. O artigo 2º desse Decreto define a pessoa surda como "aquela que, a partir da perda auditiva, compreende e interage com o mundo por meio de experiências visuais, manifestando sua cultura principalmente pelo uso da língua de sinais". Com base nesses dispositivos legais, a Libras passou a ser compreendida como a língua materna dos indivíduos com algum grau de perda auditiva, constituindo-se como seu principal canal de comunicação com o mundo.


BRASIL, 2005 apud DE MELLO, Cassiane Ribeiro; ORZECHOSKI, Tâmaris Tainá Schuh; GRAFF, Patrícia. Inclusão de Surdos no Ensino Comum: uma Análise a Partir de Pesquisas Acadêmicas e das Políticas Educacionais. Revista de Ensino, Educação e Ciências Humanas, v. 24, n. 1, p. 106-114, 2023.
Considerando a Libras como a língua materna (L1) dos surdos e a Língua Portuguesa escrita como segunda língua (L2), assinale a alternativa que melhor expressa o papel da Libras no processo de escolarização dos alunos surdos:
Alternativas
Q4066061 Libras
A Língua Brasileira de Sinais (Libras) foi oficialmente reconhecida como língua no Brasil em 24 de abril de 2002, por meio da Lei nº 10.436, regulamentada posteriormente pelo Decreto nº 5.626/2005. O artigo 2º desse Decreto define a pessoa surda como "aquela que, a partir da perda auditiva, compreende e interage com o mundo por meio de experiências visuais, manifestando sua cultura principalmente pelo uso da língua de sinais". Com base nesses dispositivos legais, a Libras passou a ser compreendida como a língua materna dos indivíduos com algum grau de perda auditiva, constituindo-se como seu principal canal de comunicação com o mundo.


BRASIL, 2005 apud DE MELLO, Cassiane Ribeiro; ORZECHOSKI, Tâmaris Tainá Schuh; GRAFF, Patrícia. Inclusão de Surdos no Ensino Comum: uma Análise a Partir de Pesquisas Acadêmicas e das Políticas Educacionais. Revista de Ensino, Educação e Ciências Humanas, v. 24, n. 1, p. 106-114, 2023.
Considerando que alunos surdos não adquirem a língua oral da mesma forma que alunos ouvintes e que necessitam de recursos especializados para compensar a perda auditiva, assinale a alternativa que apresenta a abordagem mais adequada para promover a inclusão escolar efetiva desses alunos na escola comum:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: PM-SP Prova: FGV - 2025 - PM-SP - Aluno-Oficial PM (Inglês) |
Q4064611 Inglês

Text I


         Understanding bias in facial recognition technologies


    Over the past couple of years, the growing debate around automated facial recognition has reached a boiling point. As developers have continued to swiftly expand the scope of these kinds of technologies into an almost unbounded range of applications, an increasingly strident chorus of critical voices has sounded concerns about the injurious effects of the proliferation of such systems on impacted individuals and communities. Critics argue that the irresponsible design and use of facial detection and recognition technologies (FDRTs) threaten to violate civil liberties, infringe on basic human rights and further entrench structural racism and systemic marginalisation. In addition, they argue that the gradual creep of face surveillance infrastructures into every domain of lived experience may eventually eradicate the modern democratic forms of life that have long provided cherished means to individual flourishing, social solidarity and human self-creation. 


    Defenders, by contrast, emphasise the gains in public safety, security and efficiency that digitally streamlined capacities for facial identification, identity verification and trait characterisation may bring. These proponents point to potential real-world benefits like the added security of facial recognition enhanced border control, the increased efficacy of missing children or criminal suspect searches that are driven by the application of brute force facial analysis to largescale databases and the many added conveniences of facial verification in the business of everyday life.


    Whatever side of the debate on which one lands, it would appear that FDRTs are here to stay.   


Adapted from: understanding_bias_in_facial_recognition_technology.pdf

The word “like” in “like the added security of facial recognition” (2nd paragraph) introduces a(n) 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: PM-SP Prova: FGV - 2025 - PM-SP - Aluno-Oficial PM (Inglês) |
Q4064610 Inglês

Text I


         Understanding bias in facial recognition technologies


    Over the past couple of years, the growing debate around automated facial recognition has reached a boiling point. As developers have continued to swiftly expand the scope of these kinds of technologies into an almost unbounded range of applications, an increasingly strident chorus of critical voices has sounded concerns about the injurious effects of the proliferation of such systems on impacted individuals and communities. Critics argue that the irresponsible design and use of facial detection and recognition technologies (FDRTs) threaten to violate civil liberties, infringe on basic human rights and further entrench structural racism and systemic marginalisation. In addition, they argue that the gradual creep of face surveillance infrastructures into every domain of lived experience may eventually eradicate the modern democratic forms of life that have long provided cherished means to individual flourishing, social solidarity and human self-creation. 


    Defenders, by contrast, emphasise the gains in public safety, security and efficiency that digitally streamlined capacities for facial identification, identity verification and trait characterisation may bring. These proponents point to potential real-world benefits like the added security of facial recognition enhanced border control, the increased efficacy of missing children or criminal suspect searches that are driven by the application of brute force facial analysis to largescale databases and the many added conveniences of facial verification in the business of everyday life.


    Whatever side of the debate on which one lands, it would appear that FDRTs are here to stay.   


Adapted from: understanding_bias_in_facial_recognition_technology.pdf

In the first sentence, when the author says that the debate “has reached a boiling point”, he means that the debate is
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: PM-SP Prova: FGV - 2025 - PM-SP - Aluno-Oficial PM (Inglês) |
Q4064609 Inglês

Text I


         Understanding bias in facial recognition technologies


    Over the past couple of years, the growing debate around automated facial recognition has reached a boiling point. As developers have continued to swiftly expand the scope of these kinds of technologies into an almost unbounded range of applications, an increasingly strident chorus of critical voices has sounded concerns about the injurious effects of the proliferation of such systems on impacted individuals and communities. Critics argue that the irresponsible design and use of facial detection and recognition technologies (FDRTs) threaten to violate civil liberties, infringe on basic human rights and further entrench structural racism and systemic marginalisation. In addition, they argue that the gradual creep of face surveillance infrastructures into every domain of lived experience may eventually eradicate the modern democratic forms of life that have long provided cherished means to individual flourishing, social solidarity and human self-creation. 


    Defenders, by contrast, emphasise the gains in public safety, security and efficiency that digitally streamlined capacities for facial identification, identity verification and trait characterisation may bring. These proponents point to potential real-world benefits like the added security of facial recognition enhanced border control, the increased efficacy of missing children or criminal suspect searches that are driven by the application of brute force facial analysis to largescale databases and the many added conveniences of facial verification in the business of everyday life.


    Whatever side of the debate on which one lands, it would appear that FDRTs are here to stay.   


Adapted from: understanding_bias_in_facial_recognition_technology.pdf

In the last sentence, the author states that facial detection and recognition technologies
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: PM-SP Prova: FGV - 2025 - PM-SP - Aluno-Oficial PM (Inglês) |
Q4064607 Português
Os vocábulos abaixo aparecem acentuados, mas um deles está acentuado de forma incorreta
Assinale a opção em que esse vocábulo aparece. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: PM-SP Prova: FGV - 2025 - PM-SP - Aluno-Oficial PM (Inglês) |
Q4064605 Português
Assinale a frase em que há erro no emprego do acento grave indicativo da crase.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: PM-SP Prova: FGV - 2025 - PM-SP - Aluno-Oficial PM (Inglês) |
Q4064604 Português
Assinale a frase em que “um/uma” é classificado como numeral e não como artigo.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: PM-SP Prova: FGV - 2025 - PM-SP - Aluno-Oficial PM (Inglês) |
Q4064603 Português
Assinale a frase a seguir em que a troca de posição entre substantivo e adjetivo provoca modificação de sentido. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: PM-SP Prova: FGV - 2025 - PM-SP - Aluno-Oficial PM (Inglês) |
Q4064602 Português
Assinale a frase em que a expressão “graças a” está empregada de forma adequada. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: PM-SP Prova: FGV - 2025 - PM-SP - Aluno-Oficial PM (Inglês) |
Q4064601 Português
Assinale a afirmativa correta sobre os elementos de uma das frases a seguir.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: PM-SP Prova: FGV - 2025 - PM-SP - Aluno-Oficial PM (Inglês) |
Q4064600 Português
Assinale a frase em que a forma sublinhada está grafada corretamente. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: PM-SP Prova: FGV - 2025 - PM-SP - Aluno-Oficial PM (Inglês) |
Q4064598 Português

Assinale a frase em que o termo, de valor adverbial, foi corretamente substituído por um advérbio de sentido equivalente. 

Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: PM-SP Prova: FGV - 2025 - PM-SP - Aluno-Oficial PM (Inglês) |
Q4064597 Português
Assinale a opção em que a palavra “só” é classificada como na frase “Para assistirem a este filme, só entram os maiores de dezoito anos”. 
Alternativas
Respostas
17701: E
17702: A
17703: C
17704: B
17705: B
17706: C
17707: A
17708: D
17709: E
17710: A
17711: B
17712: B
17713: D
17714: A
17715: B
17716: B
17717: B
17718: E
17719: C
17720: D