Questões de Concurso
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Com base nas novas normas ortográficas estabelecidas pelo acordo, assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas de acordo com as regras vigentes da ortografia atual.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como foi o roubo da "Mona Lisa" em 1911
O chocante roubo da "Mona Lisa" — na época, uma obra pouco conhecida de Leonardo da Vinci — ocorreu na manhã de 11 de agosto de 1911. Era um dia de semana, e Vincenzo Peruggia, um imigrante italiano que havia trabalhado brevemente no museu construindo molduras e caixas, vestiu seu antigo uniforme de trabalho e entrou no Louvre sem ser questionado.
Na época, a pintura estava pendurada em uma parede no Salon Carré, mas era normal que as pinturas fossem removidas brevemente para conservação ou fotografia. Portanto, ninguém percebeu que a pintura havia desaparecido até mais de 24 horas depois que Peruggia saiu do museu com a pintura debaixo de seu avental.
O crime só foi descoberto quando um patrono rico apareceu no Salon Carré para trabalhar em uma pintura da galeria. Tudo o que restou da Mona Lisa foram os ganchos que prendiam sua caixa especial — quase certamente construída pelo próprio Peruggia — à parede.
A caçada humana que se seguiu para procurar o quadro foi de grande magnitude — e, como escreveu o historiador Aaron Freundschuh em um artigo de 2006 na revista acadêmica Urban History, "fantasticamente infrutífera".
Uma das reviravoltas mais estranhas na investigação envolveu o jovem Pablo Picasso, que foi brevemente interrogado sobre o roubo da obra de arte. Embora Picasso não tivesse roubado a "Mona Lisa", foi revelado que ele tinha ligações com um roubo anterior no Louvre: ele havia comprado um par de cabeças de estátuas ibéricas antigas que haviam sido roubadas do museu alguns anos antes e as entregou à polícia por medo de ser processado durante o caso da "Mona Lisa".
A Mona Lisa só foi recuperada em 1913, quando Peruggia tentou vendê-la a outro museu. Descobriu-se que Peruggia tinha escondido a pintura em seu apartamento em Paris.
Durante o julgamento, Peruggia alegou que tinha roubado a pintura de Da Vinci como um gesto patriótico para com seu país natal, a Itália, embora a pintura tivesse sido concluída na França e comprada pelo monarca francês Francisco 1º em 1518. Enquanto isso, o roubo aumentou a visibilidade da pintura, tornando a Mona Lisa um nome conhecido por todos.
https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2025/10/o-louvre-tem-um-historico-conturbado-de-roubos-em-plena-luz-do-dia-inclusive-envo lvendo-a-mona-lisa
Qual aspecto do texto demonstra a contradição na alegação de Peruggia?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como foi o roubo da "Mona Lisa" em 1911
O chocante roubo da "Mona Lisa" — na época, uma obra pouco conhecida de Leonardo da Vinci — ocorreu na manhã de 11 de agosto de 1911. Era um dia de semana, e Vincenzo Peruggia, um imigrante italiano que havia trabalhado brevemente no museu construindo molduras e caixas, vestiu seu antigo uniforme de trabalho e entrou no Louvre sem ser questionado.
Na época, a pintura estava pendurada em uma parede no Salon Carré, mas era normal que as pinturas fossem removidas brevemente para conservação ou fotografia. Portanto, ninguém percebeu que a pintura havia desaparecido até mais de 24 horas depois que Peruggia saiu do museu com a pintura debaixo de seu avental.
O crime só foi descoberto quando um patrono rico apareceu no Salon Carré para trabalhar em uma pintura da galeria. Tudo o que restou da Mona Lisa foram os ganchos que prendiam sua caixa especial — quase certamente construída pelo próprio Peruggia — à parede.
A caçada humana que se seguiu para procurar o quadro foi de grande magnitude — e, como escreveu o historiador Aaron Freundschuh em um artigo de 2006 na revista acadêmica Urban History, "fantasticamente infrutífera".
Uma das reviravoltas mais estranhas na investigação envolveu o jovem Pablo Picasso, que foi brevemente interrogado sobre o roubo da obra de arte. Embora Picasso não tivesse roubado a "Mona Lisa", foi revelado que ele tinha ligações com um roubo anterior no Louvre: ele havia comprado um par de cabeças de estátuas ibéricas antigas que haviam sido roubadas do museu alguns anos antes e as entregou à polícia por medo de ser processado durante o caso da "Mona Lisa".
A Mona Lisa só foi recuperada em 1913, quando Peruggia tentou vendê-la a outro museu. Descobriu-se que Peruggia tinha escondido a pintura em seu apartamento em Paris.
Durante o julgamento, Peruggia alegou que tinha roubado a pintura de Da Vinci como um gesto patriótico para com seu país natal, a Itália, embora a pintura tivesse sido concluída na França e comprada pelo monarca francês Francisco 1º em 1518. Enquanto isso, o roubo aumentou a visibilidade da pintura, tornando a Mona Lisa um nome conhecido por todos.
https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2025/10/o-louvre-tem-um-historico-conturbado-de-roubos-em-plena-luz-do-dia-inclusive-envo lvendo-a-mona-lisa
Dessa forma, o que o texto sugere sobre a segurança e o controle do Louvre naquele período?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como foi o roubo da "Mona Lisa" em 1911
O chocante roubo da "Mona Lisa" — na época, uma obra pouco conhecida de Leonardo da Vinci — ocorreu na manhã de 11 de agosto de 1911. Era um dia de semana, e Vincenzo Peruggia, um imigrante italiano que havia trabalhado brevemente no museu construindo molduras e caixas, vestiu seu antigo uniforme de trabalho e entrou no Louvre sem ser questionado.
Na época, a pintura estava pendurada em uma parede no Salon Carré, mas era normal que as pinturas fossem removidas brevemente para conservação ou fotografia. Portanto, ninguém percebeu que a pintura havia desaparecido até mais de 24 horas depois que Peruggia saiu do museu com a pintura debaixo de seu avental.
O crime só foi descoberto quando um patrono rico apareceu no Salon Carré para trabalhar em uma pintura da galeria. Tudo o que restou da Mona Lisa foram os ganchos que prendiam sua caixa especial — quase certamente construída pelo próprio Peruggia — à parede.
A caçada humana que se seguiu para procurar o quadro foi de grande magnitude — e, como escreveu o historiador Aaron Freundschuh em um artigo de 2006 na revista acadêmica Urban History, "fantasticamente infrutífera".
Uma das reviravoltas mais estranhas na investigação envolveu o jovem Pablo Picasso, que foi brevemente interrogado sobre o roubo da obra de arte. Embora Picasso não tivesse roubado a "Mona Lisa", foi revelado que ele tinha ligações com um roubo anterior no Louvre: ele havia comprado um par de cabeças de estátuas ibéricas antigas que haviam sido roubadas do museu alguns anos antes e as entregou à polícia por medo de ser processado durante o caso da "Mona Lisa".
A Mona Lisa só foi recuperada em 1913, quando Peruggia tentou vendê-la a outro museu. Descobriu-se que Peruggia tinha escondido a pintura em seu apartamento em Paris.
Durante o julgamento, Peruggia alegou que tinha roubado a pintura de Da Vinci como um gesto patriótico para com seu país natal, a Itália, embora a pintura tivesse sido concluída na França e comprada pelo monarca francês Francisco 1º em 1518. Enquanto isso, o roubo aumentou a visibilidade da pintura, tornando a Mona Lisa um nome conhecido por todos.
https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2025/10/o-louvre-tem-um-historico-conturbado-de-roubos-em-plena-luz-do-dia-inclusive-envo lvendo-a-mona-lisa
Considerando a estrutura narrativa do texto, qual é o efeito produzido pela revelação final sobre o paradeiro da obra?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como foi o roubo da "Mona Lisa" em 1911
O chocante roubo da "Mona Lisa" — na época, uma obra pouco conhecida de Leonardo da Vinci — ocorreu na manhã de 11 de agosto de 1911. Era um dia de semana, e Vincenzo Peruggia, um imigrante italiano que havia trabalhado brevemente no museu construindo molduras e caixas, vestiu seu antigo uniforme de trabalho e entrou no Louvre sem ser questionado.
Na época, a pintura estava pendurada em uma parede no Salon Carré, mas era normal que as pinturas fossem removidas brevemente para conservação ou fotografia. Portanto, ninguém percebeu que a pintura havia desaparecido até mais de 24 horas depois que Peruggia saiu do museu com a pintura debaixo de seu avental.
O crime só foi descoberto quando um patrono rico apareceu no Salon Carré para trabalhar em uma pintura da galeria. Tudo o que restou da Mona Lisa foram os ganchos que prendiam sua caixa especial — quase certamente construída pelo próprio Peruggia — à parede.
A caçada humana que se seguiu para procurar o quadro foi de grande magnitude — e, como escreveu o historiador Aaron Freundschuh em um artigo de 2006 na revista acadêmica Urban History, "fantasticamente infrutífera".
Uma das reviravoltas mais estranhas na investigação envolveu o jovem Pablo Picasso, que foi brevemente interrogado sobre o roubo da obra de arte. Embora Picasso não tivesse roubado a "Mona Lisa", foi revelado que ele tinha ligações com um roubo anterior no Louvre: ele havia comprado um par de cabeças de estátuas ibéricas antigas que haviam sido roubadas do museu alguns anos antes e as entregou à polícia por medo de ser processado durante o caso da "Mona Lisa".
A Mona Lisa só foi recuperada em 1913, quando Peruggia tentou vendê-la a outro museu. Descobriu-se que Peruggia tinha escondido a pintura em seu apartamento em Paris.
Durante o julgamento, Peruggia alegou que tinha roubado a pintura de Da Vinci como um gesto patriótico para com seu país natal, a Itália, embora a pintura tivesse sido concluída na França e comprada pelo monarca francês Francisco 1º em 1518. Enquanto isso, o roubo aumentou a visibilidade da pintura, tornando a Mona Lisa um nome conhecido por todos.
https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2025/10/o-louvre-tem-um-historico-conturbado-de-roubos-em-plena-luz-do-dia-inclusive-envo lvendo-a-mona-lisa
Com base nessa perspectiva, qual é o principal efeito simbólico do roubo mencionado no texto?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como foi o roubo da "Mona Lisa" em 1911
O chocante roubo da "Mona Lisa" — na época, uma obra pouco conhecida de Leonardo da Vinci — ocorreu na manhã de 11 de agosto de 1911. Era um dia de semana, e Vincenzo Peruggia, um imigrante italiano que havia trabalhado brevemente no museu construindo molduras e caixas, vestiu seu antigo uniforme de trabalho e entrou no Louvre sem ser questionado.
Na época, a pintura estava pendurada em uma parede no Salon Carré, mas era normal que as pinturas fossem removidas brevemente para conservação ou fotografia. Portanto, ninguém percebeu que a pintura havia desaparecido até mais de 24 horas depois que Peruggia saiu do museu com a pintura debaixo de seu avental.
O crime só foi descoberto quando um patrono rico apareceu no Salon Carré para trabalhar em uma pintura da galeria. Tudo o que restou da Mona Lisa foram os ganchos que prendiam sua caixa especial — quase certamente construída pelo próprio Peruggia — à parede.
A caçada humana que se seguiu para procurar o quadro foi de grande magnitude — e, como escreveu o historiador Aaron Freundschuh em um artigo de 2006 na revista acadêmica Urban History, "fantasticamente infrutífera".
Uma das reviravoltas mais estranhas na investigação envolveu o jovem Pablo Picasso, que foi brevemente interrogado sobre o roubo da obra de arte. Embora Picasso não tivesse roubado a "Mona Lisa", foi revelado que ele tinha ligações com um roubo anterior no Louvre: ele havia comprado um par de cabeças de estátuas ibéricas antigas que haviam sido roubadas do museu alguns anos antes e as entregou à polícia por medo de ser processado durante o caso da "Mona Lisa".
A Mona Lisa só foi recuperada em 1913, quando Peruggia tentou vendê-la a outro museu. Descobriu-se que Peruggia tinha escondido a pintura em seu apartamento em Paris.
Durante o julgamento, Peruggia alegou que tinha roubado a pintura de Da Vinci como um gesto patriótico para com seu país natal, a Itália, embora a pintura tivesse sido concluída na França e comprada pelo monarca francês Francisco 1º em 1518. Enquanto isso, o roubo aumentou a visibilidade da pintura, tornando a Mona Lisa um nome conhecido por todos.
https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2025/10/o-louvre-tem-um-historico-conturbado-de-roubos-em-plena-luz-do-dia-inclusive-envo lvendo-a-mona-lisa
Nesse contexto, qual é o papel do episódio envolvendo Picasso na narrativa?
Com base nas regras da nova ortografia, relacione corretamente as palavras da Coluna 01 às explicações correspondentes na Coluna 02.
Coluna 01
(__)Anti-inflamatório
(__)Veem
(__)Ideia
(__)Super-homem
(__)Autoescola
Coluna 02
I.Perde o acento no hiato ee, conforme a nova regra sobre o acento circunflexo.
II.O hífen é empregado porque o prefixo termina com a mesma letra que inicia o segundo elemento.
III.Não recebe hífen porque o prefixo termina em vogal diferente da que inicia o segundo elemento.
IV.Mantém o hífen por o segundo elemento iniciar com "h".
V.Perde o acento do ditongo aberto éi nas paroxítonas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Analise as afirmativas a seguir e identifique em quais há uso e classificação correta das preposições.
I.O avião partiu de São Paulo às seis horas da manhã. — indica lugar de origem, logo trata-se de preposição de lugar.
II.Cortou o pão com a faca. — indica instrumento, configurando preposição de instrumento.
III.Estudou para ser aprovado no concurso. — expressa finalidade, logo é preposição de finalidade.
IV.A ponte fica a dois quilômetros daqui. — expressa tempo, logo é preposição de tempo.
V.Meu coração dói de saudade. — expressa causa, logo é preposição de causa.
Em quais afirmativas o uso e a classificação das preposições estão corretos?
Nesse contexto, a obra de Vonnegut é apresentada como:
Considerando essa discussão, o autor parece sugerir que o verdadeiro obstáculo das previsões tecnológicas está relacionado:
Com base nessa ideia, qual é o principal ponto de equilíbrio proposto pelo autor para enfrentar os dilemas do progresso?
A partir dessa ideia, o que o texto sugere sobre o comportamento humano diante da tecnologia?
Considerando essa passagem, qual é a mensagem central transmitida por ela?
A homonímia é um fenômeno lexical que, embora pareça simples à primeira vista, exige atenção à relação entre forma, som e sentido das palavras. A classificação correta das palavras homônimas e parônimas é essencial para o uso preciso da língua e para a compreensão das sutilezas semânticas que podem gerar ambiguidades no discurso. Analise as afirmativas a seguir e, com base nas regras gramaticais e nos exemplos tradicionais da norma culta, identifique quais estão corretas.
I.As palavras "colher" (verbo) e "colher" (substantivo) são exemplos de homônimos homógrafos, pois possuem a mesma grafia, mas pronúncia e sentido diferentes.
II.As palavras "conserto" e "concerto" são exemplos de homônimos homófonos, pois possuem a mesma pronúncia, mas grafia e significado distintos.
III.As palavras "livre" (adjetivo) e "livre" (verbo) constituem homônimos perfeitos, uma vez que coincidem na escrita e na pronúncia, embora apresentem significados diferentes.
IV.As palavras "descrição" e "discrição" são homônimos homófonos, pois, embora parecidas na grafia e na sonoridade, pertencem a classes gramaticais diferentes.
V.As palavras "absolver" e "absorver" são parônimos, que apresentam grafia e som semelhantes, mas significados diferentes.
Com base nas informações acima, assinale a alternativa em que estão todas as afirmativas corretas:
COLUNA 01
(__)O aluno demonstrou intuito de aprimorar seus conhecimentos. → O aluno demonstrou propósito de aprimorar seus conhecimentos.
(__)O motorista faleceu após o acidente. → O motorista morreu após o acidente.
(__)Ela aprendeu o alfabeto quando era criança. → Ela aprendeu o abecedário quando era criança.
(__)O professor pediu que os alunos apagassem os arquivos. → O professor pediu que os alunos extinguissem os arquivos.
COLUNA 02
I.Sinônimos perfeitos — apresentam o mesmo sentido em todos os contextos de uso.
II.Sinônimos imperfeitos — possuem sentido apenas aproximado, variando conforme o contexto.
Correlacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta:
COLUNA 01 − PALAVRAS OXÍTONAS
(__)O jovem herói foi homenageado pela bravura demonstrada no resgate.
(__)Todos disseram "amém" ao final da celebração.
(__)O tradicional mocotó nordestino é servido bem quente durante o inverno.
(__)Vocês deveriam revisar o relatório antes de enviá-lo ao diretor.
(__)Os alunos mais fiéis permaneceram até o encerramento da palestra.
COLUNA 02 − REGRAS DE ACENTUAÇÃO
I.Oxítonas terminadas em -a, -e ou -o, seguidas ou não de -s, são acentuadas.
II.Oxítonas terminadas em ditongo aberto -éu, -éi ou -ói, seguidas ou não de -s, são acentuadas.
III.Oxítonas terminadas em ditongo nasal -em ou -ens são acentuadas.
IV.Oxítonas terminadas em vogal tônica -e no plural recebem acento gráfico.
V.Oxítonas terminadas em ditongo aberto -éi são acentuadas.
Correlacione corretamente as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta:
Nesse contexto, o que se pode inferir sobre a importância atribuída à observação clínica da criança?
Nesse sentido, o que essa informação acrescenta à compreensão médica sobre o diagnóstico?