Questões de Concurso

Foram encontradas 229.354 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Ano: 2026 Banca: FRONTE Órgão: Prefeitura de Otacílio Costa - SC Provas: FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1° ao 5° ano - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Matemática - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Educação no Campo - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Apoio Pedagógico de Língua Portuguesa - Habilitado |
Q3934964 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FRONTE Órgão: Prefeitura de Otacílio Costa - SC Provas: FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1° ao 5° ano - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Matemática - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Educação no Campo - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Apoio Pedagógico de Língua Portuguesa - Habilitado |
Q3934963 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.



A Escola como Espaço de Tecituras Éticas


A democratização do ensino, para além da garantia do acesso físico aos bancos escolares, pressupõe uma reconfiguração profunda na arquitetura das relações pedagógicas. Não basta que o estudante ocupe uma cadeira; é imperativo que ele ocupe o lugar de sujeito no processo de construção do conhecimento. Nesse prisma, a escola contemporânea é convocada a abandonar o modelo de "transmissão bancária", onde o saber é depositado em mentes passivas, para se assumir como um organismo vivo, pautado pelo diálogo e pela pluralidade de vozes que compõem o tecido social.


Nesse contexto, a figura do docente transita da autoridade autocrática para a liderança mediadora. Esse movimento não implica a renúncia ao rigor ou ao domínio dos conteúdos, mas sim a compreensão de que o aprendizado é uma tecitura coletiva. Ao validar a bagagem cultural do aluno, o professor não está "facilitando" o currículo no sentido de empobê-lo, mas sim ancorando os conceitos científicos em realidades palpáveis. É nessa zona de intersecção entre o saber acadêmico e a vivência comunitária que a educação ganha sentido e potência transformadora.


Entretanto, a implementação de uma gestão verdadeiramente democrática esbarra em atavismos estruturais que ainda assombram o cotidiano escolar. O burocratismo excessivo e a fragmentação do trabalho pedagógico muitas vezes sufocam a criatividade e a autonomia. Superar tais obstáculos exige mais do que diretrizes legais; requer um compromisso ético de todos os atores envolvidos — gestores, professores, pais e alunos — no sentido de transformar a escola em um laboratório de cidadania, onde o erro é visto como degrau e o dissenso como oportunidade de crescimento.


Por fim, cabe ressaltar que a educação do século XXI não pode se esquivar do debate sobre a inclusão e a diversidade. Uma escola que não se reconhece na diferença é uma instituição fadada ao anacronismo. Acolher a pluralidade não é um ato de benevolência, mas uma exigência da justiça social e um pressuposto para a excelência acadêmica. Somente através de uma prática docente reflexiva e humanizada será possível forjar cidadãos capazes de navegar em um mundo complexo, marcado por mudanças vertiginosas e pela necessidade constante de reinvenção.



No trecho "...onde o erro é visto como degrau e o dissenso como oportunidade de crescimento", a palavra destacada pode ser substituída, sem perda de sentido, por:
Alternativas
Q3933845 Português

Texto CB3A1-II


Diferentemente do modelo linear de produção e consumo — baseado em extração, uso e descarte —, a economia circular propõe uma abordagem que prioriza a reutilização, a reciclagem e o prolongamento do ciclo de vida dos produtos. Em 2024, foi instituída a Estratégia Nacional de Economia Circular, com a finalidade de promover a transição do modelo de produção linear para uma economia circular, de modo a incentivar o uso eficiente dos recursos naturais e das práticas sustentáveis ao longo da cadeia produtiva. A estratégia define economia circular como o sistema econômico de produção que mantém o fluxo circular de recursos e associa a atividade econômica à gestão circular dos recursos, por meio da adição, retenção ou recuperação de seus valores, e que se baseia nos princípios da não geração de resíduos, da circulação de produtos e materiais e da regeneração.


No Brasil, a economia circular é vista como uma ferramenta para alavancar a eficiência dos recursos e mitigar os impactos ambientais da atividade produtiva. Contudo, sua aplicação deve considerar as particularidades nacionais, como a elevada geração de resíduos urbanos, a estrutura informal de coleta e reciclagem e os desafios socioeconômicos associados à inclusão de catadores e cooperativas no processo produtivo. Na política externa, o Brasil sustenta que a economia circular é importante ferramenta disponível para o alcance de padrões de consumo e produção sustentáveis e defende a valorização da dimensão social, levando em conta, por exemplo, o importante papel dos catadores para a promoção de padrões de consumo e produção sustentáveis.


Internet: <gov.br> (com adaptações)

Em cada uma das opções a seguir, é apresentada uma proposta de reescrita para o trecho “Em 2024, foi instituída a Estratégia Nacional de Economia Circular, com a finalidade de promover a transição do modelo de produção linear para uma economia circular” (segundo período do primeiro parágrafo do texto CB3A1-II). Assinale a opção que apresenta proposta de reescrita que preserva os sentidos originais e a correção gramatical do texto.
Alternativas
Q3933844 Português

Texto CB3A1-II


Diferentemente do modelo linear de produção e consumo — baseado em extração, uso e descarte —, a economia circular propõe uma abordagem que prioriza a reutilização, a reciclagem e o prolongamento do ciclo de vida dos produtos. Em 2024, foi instituída a Estratégia Nacional de Economia Circular, com a finalidade de promover a transição do modelo de produção linear para uma economia circular, de modo a incentivar o uso eficiente dos recursos naturais e das práticas sustentáveis ao longo da cadeia produtiva. A estratégia define economia circular como o sistema econômico de produção que mantém o fluxo circular de recursos e associa a atividade econômica à gestão circular dos recursos, por meio da adição, retenção ou recuperação de seus valores, e que se baseia nos princípios da não geração de resíduos, da circulação de produtos e materiais e da regeneração.


No Brasil, a economia circular é vista como uma ferramenta para alavancar a eficiência dos recursos e mitigar os impactos ambientais da atividade produtiva. Contudo, sua aplicação deve considerar as particularidades nacionais, como a elevada geração de resíduos urbanos, a estrutura informal de coleta e reciclagem e os desafios socioeconômicos associados à inclusão de catadores e cooperativas no processo produtivo. Na política externa, o Brasil sustenta que a economia circular é importante ferramenta disponível para o alcance de padrões de consumo e produção sustentáveis e defende a valorização da dimensão social, levando em conta, por exemplo, o importante papel dos catadores para a promoção de padrões de consumo e produção sustentáveis.


Internet: <gov.br> (com adaptações)

A correção gramatical e os sentidos originais do texto seriam mantidos caso a palavra “Contudo” (segundo período do segundo parágrafo) fosse substituída por
Alternativas
Q3933843 Português

Texto CB3A1-II


Diferentemente do modelo linear de produção e consumo — baseado em extração, uso e descarte —, a economia circular propõe uma abordagem que prioriza a reutilização, a reciclagem e o prolongamento do ciclo de vida dos produtos. Em 2024, foi instituída a Estratégia Nacional de Economia Circular, com a finalidade de promover a transição do modelo de produção linear para uma economia circular, de modo a incentivar o uso eficiente dos recursos naturais e das práticas sustentáveis ao longo da cadeia produtiva. A estratégia define economia circular como o sistema econômico de produção que mantém o fluxo circular de recursos e associa a atividade econômica à gestão circular dos recursos, por meio da adição, retenção ou recuperação de seus valores, e que se baseia nos princípios da não geração de resíduos, da circulação de produtos e materiais e da regeneração.


No Brasil, a economia circular é vista como uma ferramenta para alavancar a eficiência dos recursos e mitigar os impactos ambientais da atividade produtiva. Contudo, sua aplicação deve considerar as particularidades nacionais, como a elevada geração de resíduos urbanos, a estrutura informal de coleta e reciclagem e os desafios socioeconômicos associados à inclusão de catadores e cooperativas no processo produtivo. Na política externa, o Brasil sustenta que a economia circular é importante ferramenta disponível para o alcance de padrões de consumo e produção sustentáveis e defende a valorização da dimensão social, levando em conta, por exemplo, o importante papel dos catadores para a promoção de padrões de consumo e produção sustentáveis.


Internet: <gov.br> (com adaptações)

No primeiro período do segundo parágrafo do texto CB3A1-II, o verbo “mitigar” é empregado com o mesmo sentido de
Alternativas
Q3933842 Português

Texto CB3A1-II


Diferentemente do modelo linear de produção e consumo — baseado em extração, uso e descarte —, a economia circular propõe uma abordagem que prioriza a reutilização, a reciclagem e o prolongamento do ciclo de vida dos produtos. Em 2024, foi instituída a Estratégia Nacional de Economia Circular, com a finalidade de promover a transição do modelo de produção linear para uma economia circular, de modo a incentivar o uso eficiente dos recursos naturais e das práticas sustentáveis ao longo da cadeia produtiva. A estratégia define economia circular como o sistema econômico de produção que mantém o fluxo circular de recursos e associa a atividade econômica à gestão circular dos recursos, por meio da adição, retenção ou recuperação de seus valores, e que se baseia nos princípios da não geração de resíduos, da circulação de produtos e materiais e da regeneração.


No Brasil, a economia circular é vista como uma ferramenta para alavancar a eficiência dos recursos e mitigar os impactos ambientais da atividade produtiva. Contudo, sua aplicação deve considerar as particularidades nacionais, como a elevada geração de resíduos urbanos, a estrutura informal de coleta e reciclagem e os desafios socioeconômicos associados à inclusão de catadores e cooperativas no processo produtivo. Na política externa, o Brasil sustenta que a economia circular é importante ferramenta disponível para o alcance de padrões de consumo e produção sustentáveis e defende a valorização da dimensão social, levando em conta, por exemplo, o importante papel dos catadores para a promoção de padrões de consumo e produção sustentáveis.


Internet: <gov.br> (com adaptações)

De acordo com o texto CB3A1-II, a economia circular é
Alternativas
Q3933841 Português

Texto CB3A1-I



Internet: <instagram.com>.

Assinale a opção correta a respeito de aspectos linguísticos do texto CB3A1-I.
Alternativas
Q3933840 Português

Texto CB3A1-I



Internet: <instagram.com>.

No texto CB3A1-I, o termo “sustentável”, em “Uma iniciativa voltada à valorização das nossas florestas e ao desenvolvimento sustentável da Amazônia”, exerce função sintática de
Alternativas
Q3933839 Português

Texto CB3A1-I



Internet: <instagram.com>.

No texto CB3A1-I, a forma verbal “Conheça” é empregada na
Alternativas
Q3933778 Inglês
Text CB1A6


    First established in 2002 by the Brazilian government, and later expanded with the support of WWF and private donors, the conservation program known as ARPA helps protect 120 conservation areas spanning more than 60 million hectares — about the size of Ukraine — of the Brazilian Amazon. The program initially worked on creating new protected areas and then on designing a durable financial mechanism to support their protection.

    A new phase, called ARPA Comunidades (Communities), is now shifting the focus to the traditional communities who live within the forest and help protect it. Half of the conservation areas covered by ARPA are sustainable-use conservation units like the Chico Mendes Extractive Reserve, inhabited by local communities who live sustainably off the forest‘s resources.

    Announced during the COP30 climate summit in the Amazonian city of Belém, ARPA Comunidades will focus on these 60 sustainable-use reserves, which together cover an area of 23.7 million hectares, nearly the size of the U.K. The aim is to help reduce deforestation and improve the well-being of the local populations by supporting the development of local bioeconomies. Over 15 years, the program hopes to directly impact 130,000 people. It will also seek to add a further 3 million hectares of protected areas.

    A 2023 paper by the Escolhas Institute, a Brazilian research organization, found that a 1% reduction in extreme poverty in the Brazilian Amazon has the potential to reduce deforestation by 27,000 hectares in the region.

    Greater recognition of local communities‘ needs and role in protecting the forest is not a new demand, said Carlos Durigan, a researcher at the Amazon Environmental Research Institute (IPAM).


Internet: <https://news.mongabay.com> (adapted).
Based on the information provided in text CB1A6 and on its linguistic aspects, judge the following items.

I The announcement of ARPA Comunidades marked the first time that greater recognition of local communities‘ needs and their role in forest protection was demanded.
II It is correct to infer that both ARPA and ARPA Comunidades aim to help reduce deforestation in the Brazilian Amazon.
III In the second paragraph of the text, the phrase "local communities who live sustainably off the forest‘s resources" (second sentence) can be correctly rephrased as local communities that rely on forest resources for their livelihoods in a sustainable manner.

Choose the correct option. 
Alternativas
Q3933777 Inglês
Text CB1A6


    First established in 2002 by the Brazilian government, and later expanded with the support of WWF and private donors, the conservation program known as ARPA helps protect 120 conservation areas spanning more than 60 million hectares — about the size of Ukraine — of the Brazilian Amazon. The program initially worked on creating new protected areas and then on designing a durable financial mechanism to support their protection.

    A new phase, called ARPA Comunidades (Communities), is now shifting the focus to the traditional communities who live within the forest and help protect it. Half of the conservation areas covered by ARPA are sustainable-use conservation units like the Chico Mendes Extractive Reserve, inhabited by local communities who live sustainably off the forest‘s resources.

    Announced during the COP30 climate summit in the Amazonian city of Belém, ARPA Comunidades will focus on these 60 sustainable-use reserves, which together cover an area of 23.7 million hectares, nearly the size of the U.K. The aim is to help reduce deforestation and improve the well-being of the local populations by supporting the development of local bioeconomies. Over 15 years, the program hopes to directly impact 130,000 people. It will also seek to add a further 3 million hectares of protected areas.

    A 2023 paper by the Escolhas Institute, a Brazilian research organization, found that a 1% reduction in extreme poverty in the Brazilian Amazon has the potential to reduce deforestation by 27,000 hectares in the region.

    Greater recognition of local communities‘ needs and role in protecting the forest is not a new demand, said Carlos Durigan, a researcher at the Amazon Environmental Research Institute (IPAM).


Internet: <https://news.mongabay.com> (adapted).
It is correct to conclude that the main function of the fourth paragraph of text CB1A6 is to
Alternativas
Q3933775 Inglês
Text CB1A6


    First established in 2002 by the Brazilian government, and later expanded with the support of WWF and private donors, the conservation program known as ARPA helps protect 120 conservation areas spanning more than 60 million hectares — about the size of Ukraine — of the Brazilian Amazon. The program initially worked on creating new protected areas and then on designing a durable financial mechanism to support their protection.

    A new phase, called ARPA Comunidades (Communities), is now shifting the focus to the traditional communities who live within the forest and help protect it. Half of the conservation areas covered by ARPA are sustainable-use conservation units like the Chico Mendes Extractive Reserve, inhabited by local communities who live sustainably off the forest‘s resources.

    Announced during the COP30 climate summit in the Amazonian city of Belém, ARPA Comunidades will focus on these 60 sustainable-use reserves, which together cover an area of 23.7 million hectares, nearly the size of the U.K. The aim is to help reduce deforestation and improve the well-being of the local populations by supporting the development of local bioeconomies. Over 15 years, the program hopes to directly impact 130,000 people. It will also seek to add a further 3 million hectares of protected areas.

    A 2023 paper by the Escolhas Institute, a Brazilian research organization, found that a 1% reduction in extreme poverty in the Brazilian Amazon has the potential to reduce deforestation by 27,000 hectares in the region.

    Greater recognition of local communities‘ needs and role in protecting the forest is not a new demand, said Carlos Durigan, a researcher at the Amazon Environmental Research Institute (IPAM).


Internet: <https://news.mongabay.com> (adapted).
As used in the third sentence of the third paragraph of text CB1A6, the phrase "Over 15 years"
Alternativas
Q3933774 Inglês
Text CB1A6


    First established in 2002 by the Brazilian government, and later expanded with the support of WWF and private donors, the conservation program known as ARPA helps protect 120 conservation areas spanning more than 60 million hectares — about the size of Ukraine — of the Brazilian Amazon. The program initially worked on creating new protected areas and then on designing a durable financial mechanism to support their protection.

    A new phase, called ARPA Comunidades (Communities), is now shifting the focus to the traditional communities who live within the forest and help protect it. Half of the conservation areas covered by ARPA are sustainable-use conservation units like the Chico Mendes Extractive Reserve, inhabited by local communities who live sustainably off the forest‘s resources.

    Announced during the COP30 climate summit in the Amazonian city of Belém, ARPA Comunidades will focus on these 60 sustainable-use reserves, which together cover an area of 23.7 million hectares, nearly the size of the U.K. The aim is to help reduce deforestation and improve the well-being of the local populations by supporting the development of local bioeconomies. Over 15 years, the program hopes to directly impact 130,000 people. It will also seek to add a further 3 million hectares of protected areas.

    A 2023 paper by the Escolhas Institute, a Brazilian research organization, found that a 1% reduction in extreme poverty in the Brazilian Amazon has the potential to reduce deforestation by 27,000 hectares in the region.

    Greater recognition of local communities‘ needs and role in protecting the forest is not a new demand, said Carlos Durigan, a researcher at the Amazon Environmental Research Institute (IPAM).


Internet: <https://news.mongabay.com> (adapted).
Considering text CB1A6, choose the option that presents the word closest in meaning to "nearly" in the phrase "nearly the size of the U.K." (first sentence of the third paragraph). 
Alternativas
Q3933773 Inglês
Text CB1A6


    First established in 2002 by the Brazilian government, and later expanded with the support of WWF and private donors, the conservation program known as ARPA helps protect 120 conservation areas spanning more than 60 million hectares — about the size of Ukraine — of the Brazilian Amazon. The program initially worked on creating new protected areas and then on designing a durable financial mechanism to support their protection.

    A new phase, called ARPA Comunidades (Communities), is now shifting the focus to the traditional communities who live within the forest and help protect it. Half of the conservation areas covered by ARPA are sustainable-use conservation units like the Chico Mendes Extractive Reserve, inhabited by local communities who live sustainably off the forest‘s resources.

    Announced during the COP30 climate summit in the Amazonian city of Belém, ARPA Comunidades will focus on these 60 sustainable-use reserves, which together cover an area of 23.7 million hectares, nearly the size of the U.K. The aim is to help reduce deforestation and improve the well-being of the local populations by supporting the development of local bioeconomies. Over 15 years, the program hopes to directly impact 130,000 people. It will also seek to add a further 3 million hectares of protected areas.

    A 2023 paper by the Escolhas Institute, a Brazilian research organization, found that a 1% reduction in extreme poverty in the Brazilian Amazon has the potential to reduce deforestation by 27,000 hectares in the region.

    Greater recognition of local communities‘ needs and role in protecting the forest is not a new demand, said Carlos Durigan, a researcher at the Amazon Environmental Research Institute (IPAM).


Internet: <https://news.mongabay.com> (adapted).
In the first sentence of text CB1A6, the word "spanning" can be correctly replaced, without altering the meanings of the text, with
Alternativas
Q3933748 Português
Texto CB1A1-II


    O Collège de France, uma das instituições de ensino superior e pesquisa científica mais prestigiosas da França, recebeu, em abril de 2025, o único imortal indígena da Academia Brasileira de Letras, o escritor Ailton Krenak. O filósofo emocionou a plateia de acadêmicos com uma visão singular sobre a crise climática e a destruição dos recursos naturais do planeta.

    O escritor alertou que, diante das evidências científicas sobre o impacto das ações humanas sobre o clima, como o uso de combustíveis fósseis, a humanidade "está experimentando a imensa perda da qualidade da experiência de estar viva". Segundo ele, "não estamos só ameaçados pelo clima, mas pela imobilidade".

    Na sua palestra, Krenak incitou os presentes a "cogitarem outros mundos, além dessa experiência quase terminal que nós passamos a experimentar no século 21". Segundo ele, "estamos provocando o colapso do mundo que nós habitamos, o seu empobrecimento, e não estamos sendo capazes de cogitar outros".

    Nesses outros mundos, que o escritor reporta à floresta, o modo de vida e os hábitos de consumo dos centros urbanos não são mais o foco. "Nós somos a presença mais efêmera da Terra, e estamos causando um dano irreparável a outras formas de vida, como se nós tivéssemos a Terra à nossa disposição", constatou.

    O filósofo brasileiro apresentou ao público seus conceitos de "florestania" (da junção de "floresta" com "cidadania") e "floricidade" ("floresta" e "cidade"). Em plena capital francesa, erguida sobre pedras e concreto e que hoje briga para devolver os espaços verdes aos seus moradores, as palavras de Krenak inspiram.

    "Na maioria das cidades, jazem os rios debaixo das calçadas e estruturas que vão erigindo essa paisagem tão atraente que são as cidades. Como pensar uma floricidade? Como pensar num lugar onde um rio e uma floresta possam conviver com essa nossa disposição para nos socializarmos e reunirmos em espaços tão acolhedores e seguros que são as cidades?", indagou.


Internet:  <www.noticias.uol.com.br> (com adaptações).
Assinale a opção em que é corretamente identificada a função sintática do termo ou segmento destacado do texto CB1A1-II.
Alternativas
Q3933747 Português
Texto CB1A1-II


    O Collège de France, uma das instituições de ensino superior e pesquisa científica mais prestigiosas da França, recebeu, em abril de 2025, o único imortal indígena da Academia Brasileira de Letras, o escritor Ailton Krenak. O filósofo emocionou a plateia de acadêmicos com uma visão singular sobre a crise climática e a destruição dos recursos naturais do planeta.

    O escritor alertou que, diante das evidências científicas sobre o impacto das ações humanas sobre o clima, como o uso de combustíveis fósseis, a humanidade "está experimentando a imensa perda da qualidade da experiência de estar viva". Segundo ele, "não estamos só ameaçados pelo clima, mas pela imobilidade".

    Na sua palestra, Krenak incitou os presentes a "cogitarem outros mundos, além dessa experiência quase terminal que nós passamos a experimentar no século 21". Segundo ele, "estamos provocando o colapso do mundo que nós habitamos, o seu empobrecimento, e não estamos sendo capazes de cogitar outros".

    Nesses outros mundos, que o escritor reporta à floresta, o modo de vida e os hábitos de consumo dos centros urbanos não são mais o foco. "Nós somos a presença mais efêmera da Terra, e estamos causando um dano irreparável a outras formas de vida, como se nós tivéssemos a Terra à nossa disposição", constatou.

    O filósofo brasileiro apresentou ao público seus conceitos de "florestania" (da junção de "floresta" com "cidadania") e "floricidade" ("floresta" e "cidade"). Em plena capital francesa, erguida sobre pedras e concreto e que hoje briga para devolver os espaços verdes aos seus moradores, as palavras de Krenak inspiram.

    "Na maioria das cidades, jazem os rios debaixo das calçadas e estruturas que vão erigindo essa paisagem tão atraente que são as cidades. Como pensar uma floricidade? Como pensar num lugar onde um rio e uma floresta possam conviver com essa nossa disposição para nos socializarmos e reunirmos em espaços tão acolhedores e seguros que são as cidades?", indagou.


Internet:  <www.noticias.uol.com.br> (com adaptações).
Entende-se da leitura do texto CB1A1-II que Ailton Krenak
Alternativas
Q3933746 Português
Texto CB1A1-II


    O Collège de France, uma das instituições de ensino superior e pesquisa científica mais prestigiosas da França, recebeu, em abril de 2025, o único imortal indígena da Academia Brasileira de Letras, o escritor Ailton Krenak. O filósofo emocionou a plateia de acadêmicos com uma visão singular sobre a crise climática e a destruição dos recursos naturais do planeta.

    O escritor alertou que, diante das evidências científicas sobre o impacto das ações humanas sobre o clima, como o uso de combustíveis fósseis, a humanidade "está experimentando a imensa perda da qualidade da experiência de estar viva". Segundo ele, "não estamos só ameaçados pelo clima, mas pela imobilidade".

    Na sua palestra, Krenak incitou os presentes a "cogitarem outros mundos, além dessa experiência quase terminal que nós passamos a experimentar no século 21". Segundo ele, "estamos provocando o colapso do mundo que nós habitamos, o seu empobrecimento, e não estamos sendo capazes de cogitar outros".

    Nesses outros mundos, que o escritor reporta à floresta, o modo de vida e os hábitos de consumo dos centros urbanos não são mais o foco. "Nós somos a presença mais efêmera da Terra, e estamos causando um dano irreparável a outras formas de vida, como se nós tivéssemos a Terra à nossa disposição", constatou.

    O filósofo brasileiro apresentou ao público seus conceitos de "florestania" (da junção de "floresta" com "cidadania") e "floricidade" ("floresta" e "cidade"). Em plena capital francesa, erguida sobre pedras e concreto e que hoje briga para devolver os espaços verdes aos seus moradores, as palavras de Krenak inspiram.

    "Na maioria das cidades, jazem os rios debaixo das calçadas e estruturas que vão erigindo essa paisagem tão atraente que são as cidades. Como pensar uma floricidade? Como pensar num lugar onde um rio e uma floresta possam conviver com essa nossa disposição para nos socializarmos e reunirmos em espaços tão acolhedores e seguros que são as cidades?", indagou.


Internet:  <www.noticias.uol.com.br> (com adaptações).
Da organização das ideias do texto CB1A1-II entende-se que a condição humana a que se refere Krenak no segmento 'não estamos sendo capazes de cogitar outros‘ (último período do terceiro parágrafo) é uma referência
Alternativas
Q3933745 Português
Texto CB1A1-I


    A 30.ª Conferência do Clima da ONU (COP 30), realizada em Belém – PA, em novembro de 2025, terminou com decisões consideradas insuficientes diante da gravidade da crise climática. Temas centrais como a eliminação dos combustíveis fósseis e o enfrentamento ao desmatamento ficaram de fora dos resultados, enquanto o financiamento climático — elemento crucial para reparação histórica e apoio aos países em desenvolvimento — avançou pouco e segue distante do que seria um compromisso justo, público e acessível.

    Por outro lado, a COP 30 registrou conquistas históricas. Após quatro conferências com restrições à participação social, Belém se tornou palco de uma mobilização global inédita. A Cúpula dos Povos reuniu 25 mil pessoas e mais de mil organizações do mundo inteiro em cinco dias de plenárias, debates e articulações na Universidade Federal do Pará. A presença indígena também foi marcante: cerca de 3 mil representantes formaram uma grande aldeia na cidade. A Marcha Global pelo Clima levou 70 mil pessoas às ruas sob o lema "A resposta somos nós!".

    Também, pela primeira vez na história das COP, o tema do racismo ambiental ganhou destaque oficial. A presidência brasileira publicou uma declaração conclamando todas as nações a enfrentar as desigualdades que impactam de forma desproporcional pessoas negras, povos indígenas e comunidades tradicionais. O termo "afrodescendente" apareceu em documentos oficiais relativos à Transição Justa, ao Plano de Ação de Gênero e aos Objetivos Globais de Adaptação — um marco sem precedentes. O tema também foi transversal em diversos eixos da Cúpula dos Povos.

    Outro avanço importante foi a aprovação do Plano de Ação de Gênero 2026-2034, com vitórias importantes após forte atuação de movimentos feministas, negros e latino-americanos. O documento reconhece defensoras ambientais, o trabalho de cuidados, a violência de gênero e, pela primeira vez, mulheres e meninas afrodescendentes como centrais na ação climática.

    Apesar dos avanços históricos em temas como justiça de raça e gênero, participação social e transição justa, o resultado final ficou longe da urgência necessária para o enfrentamento da crise climática, sobretudo no que diz respeito à eliminação dos combustíveis fósseis, ao combate ao desmatamento e ao financiamento climático. "As divisões geopolíticas ficaram expostas", afirmou Cristiane Ribeiro, do colegiado de gestão do Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC).


Internet:  <www.inesc.org.br> (com adaptações).
Cada uma das próximas opções apresenta uma proposta de reescrita para o seguinte trecho do texto CB1A1-I: "Outro avanço importante foi a aprovação do Plano de Ação de Gênero 2026- 2034" (primeiro período do quarto parágrafo). Assinale a opção em que a proposta apresentada é gramaticalmente correta, coesa e coerente com as ideias do texto.
Alternativas
Q3933744 Português
Texto CB1A1-I


    A 30.ª Conferência do Clima da ONU (COP 30), realizada em Belém – PA, em novembro de 2025, terminou com decisões consideradas insuficientes diante da gravidade da crise climática. Temas centrais como a eliminação dos combustíveis fósseis e o enfrentamento ao desmatamento ficaram de fora dos resultados, enquanto o financiamento climático — elemento crucial para reparação histórica e apoio aos países em desenvolvimento — avançou pouco e segue distante do que seria um compromisso justo, público e acessível.

    Por outro lado, a COP 30 registrou conquistas históricas. Após quatro conferências com restrições à participação social, Belém se tornou palco de uma mobilização global inédita. A Cúpula dos Povos reuniu 25 mil pessoas e mais de mil organizações do mundo inteiro em cinco dias de plenárias, debates e articulações na Universidade Federal do Pará. A presença indígena também foi marcante: cerca de 3 mil representantes formaram uma grande aldeia na cidade. A Marcha Global pelo Clima levou 70 mil pessoas às ruas sob o lema "A resposta somos nós!".

    Também, pela primeira vez na história das COP, o tema do racismo ambiental ganhou destaque oficial. A presidência brasileira publicou uma declaração conclamando todas as nações a enfrentar as desigualdades que impactam de forma desproporcional pessoas negras, povos indígenas e comunidades tradicionais. O termo "afrodescendente" apareceu em documentos oficiais relativos à Transição Justa, ao Plano de Ação de Gênero e aos Objetivos Globais de Adaptação — um marco sem precedentes. O tema também foi transversal em diversos eixos da Cúpula dos Povos.

    Outro avanço importante foi a aprovação do Plano de Ação de Gênero 2026-2034, com vitórias importantes após forte atuação de movimentos feministas, negros e latino-americanos. O documento reconhece defensoras ambientais, o trabalho de cuidados, a violência de gênero e, pela primeira vez, mulheres e meninas afrodescendentes como centrais na ação climática.

    Apesar dos avanços históricos em temas como justiça de raça e gênero, participação social e transição justa, o resultado final ficou longe da urgência necessária para o enfrentamento da crise climática, sobretudo no que diz respeito à eliminação dos combustíveis fósseis, ao combate ao desmatamento e ao financiamento climático. "As divisões geopolíticas ficaram expostas", afirmou Cristiane Ribeiro, do colegiado de gestão do Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC).


Internet:  <www.inesc.org.br> (com adaptações).
Acerca do emprego dos sinais de pontuação no texto CB1A1-I, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3933743 Português
Texto CB1A1-I


    A 30.ª Conferência do Clima da ONU (COP 30), realizada em Belém – PA, em novembro de 2025, terminou com decisões consideradas insuficientes diante da gravidade da crise climática. Temas centrais como a eliminação dos combustíveis fósseis e o enfrentamento ao desmatamento ficaram de fora dos resultados, enquanto o financiamento climático — elemento crucial para reparação histórica e apoio aos países em desenvolvimento — avançou pouco e segue distante do que seria um compromisso justo, público e acessível.

    Por outro lado, a COP 30 registrou conquistas históricas. Após quatro conferências com restrições à participação social, Belém se tornou palco de uma mobilização global inédita. A Cúpula dos Povos reuniu 25 mil pessoas e mais de mil organizações do mundo inteiro em cinco dias de plenárias, debates e articulações na Universidade Federal do Pará. A presença indígena também foi marcante: cerca de 3 mil representantes formaram uma grande aldeia na cidade. A Marcha Global pelo Clima levou 70 mil pessoas às ruas sob o lema "A resposta somos nós!".

    Também, pela primeira vez na história das COP, o tema do racismo ambiental ganhou destaque oficial. A presidência brasileira publicou uma declaração conclamando todas as nações a enfrentar as desigualdades que impactam de forma desproporcional pessoas negras, povos indígenas e comunidades tradicionais. O termo "afrodescendente" apareceu em documentos oficiais relativos à Transição Justa, ao Plano de Ação de Gênero e aos Objetivos Globais de Adaptação — um marco sem precedentes. O tema também foi transversal em diversos eixos da Cúpula dos Povos.

    Outro avanço importante foi a aprovação do Plano de Ação de Gênero 2026-2034, com vitórias importantes após forte atuação de movimentos feministas, negros e latino-americanos. O documento reconhece defensoras ambientais, o trabalho de cuidados, a violência de gênero e, pela primeira vez, mulheres e meninas afrodescendentes como centrais na ação climática.

    Apesar dos avanços históricos em temas como justiça de raça e gênero, participação social e transição justa, o resultado final ficou longe da urgência necessária para o enfrentamento da crise climática, sobretudo no que diz respeito à eliminação dos combustíveis fósseis, ao combate ao desmatamento e ao financiamento climático. "As divisões geopolíticas ficaram expostas", afirmou Cristiane Ribeiro, do colegiado de gestão do Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC).


Internet:  <www.inesc.org.br> (com adaptações).
Pelos sentidos do texto CB1A1-I, depreende-se que a palavra "crucial" (segundo período do primeiro parágrafo) está empregada com o sentido de
Alternativas
Respostas
6681: E
6682: B
6683: A
6684: D
6685: A
6686: A
6687: C
6688: D
6689: C
6690: D
6691: A
6692: C
6693: B
6694: E
6695: D
6696: E
6697: E
6698: C
6699: A
6700: E