Questões de Concurso
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I. Na oração “Mais de um candidato apresentou recurso contra o resultado preliminar”, o emprego do verbo apresentar no singular está de acordo com a norma-padrão.
PORQUE
II. Na oração “A maioria dos candidatos apresentou recurso contra o resultado preliminar”, admite-se também, de acordo com a norma-padrão, a concordância do verbo no plural — “A maioria dos candidatos apresentaram recurso contra o resultado preliminar” — em razão da presença do especificador plural ligado ao núcleo coletivo.
A respeito dessas afirmativas, assinale a alternativa correta.
A formação de palavras em língua portuguesa ocorre por diferentes processos, entre os quais se destacam a derivação e a composição. Considerando a estrutura e os processos de formação das palavras, analise as afirmativas a seguir.
I - Em infelizmente, ocorre derivação prefixal e sufixal, pois os afixos in- e -mente podem ser acrescentados em etapas distintas, sendo possível reconhecer na língua as formas infeliz e felizmente.
II - Em entristecer, ocorre derivação parassintética, uma vez que a formação do verbo depende do acréscimo simultâneo de prefixo e sufixo à base triste, não se reconhecendo, com o mesmo sentido e categoria pretendidos, as formas tristecer e entriste.
III - Em passatempo, ocorre composição por justaposição, pois os elementos que constituem a palavra mantêm sua integridade fonética, sem perda de sons.
IV - Em planalto, ocorre composição por justaposição, já que as palavras plano e alto permanecem foneticamente inalteradas após a formação do novo vocábulo.
Está correto o que se afirma em:
O texto a seguir refere-se à questão.
Nunca foi tão simples encontrar uma informação. Em poucos segundos, uma dúvida pode conduzir a dezenas de páginas, vídeos, comentários e explicações. Essa facilidade costuma ser associada à ideia de que vivemos em uma sociedade mais bem informada. A associação parece lógica: se a informação está disponível em quantidade inédita, seria razoável imaginar que também compreendemos melhor o mundo. No entanto, disponibilidade de informação e construção de conhecimento não são processos equivalentes.
A informação pode ser recebida rapidamente; compreendê-la exige operações mais demoradas. É preciso selecionar o que é relevante, estabelecer relações entre ideias, confrontar fontes, reconhecer contradições e integrar o conteúdo novo àquilo que já se sabe. Quando essas etapas são substituídas pelo contato sucessivo com fragmentos de informação, pode surgir uma impressão de domínio que não corresponde necessariamente a uma compreensão efetiva. Reconhecer um assunto, afinal, não significa ser capaz de explicá-lo, analisá-lo ou utilizá-lo em uma situação diferente daquela em que foi apresentado.
Isso não significa que a abundância de informações seja, por si mesma, um problema. Ao contrário, a ampliação do acesso criou possibilidades de aprendizagem antes restritas a determinados espaços e grupos. O desafio está na maneira como lidamos com esse acesso. Se a quantidade disponível estimula apenas o consumo acelerado de novos conteúdos, a facilidade de encontrar respostas pode reduzir justamente o tempo dedicado à formulação de perguntas, à comparação de perspectivas e à elaboração das próprias conclusões.
Nesse sentido, talvez uma das competências mais importantes para o leitor contemporâneo seja saber interromper o fluxo. Diante de uma oferta praticamente inesgotável de conteúdos, selecionar também significa renunciar: deixar algumas informações de lado para examinar outras com maior profundidade. Tal escolha pode parecer contraditória em uma época que valoriza a atualização constante, mas é justamente ela que permite transformar o acesso à informação em uma experiência efetiva de aprendizagem.
O texto a seguir refere-se à questão.
Nunca foi tão simples encontrar uma informação. Em poucos segundos, uma dúvida pode conduzir a dezenas de páginas, vídeos, comentários e explicações. Essa facilidade costuma ser associada à ideia de que vivemos em uma sociedade mais bem informada. A associação parece lógica: se a informação está disponível em quantidade inédita, seria razoável imaginar que também compreendemos melhor o mundo. No entanto, disponibilidade de informação e construção de conhecimento não são processos equivalentes.
A informação pode ser recebida rapidamente; compreendê-la exige operações mais demoradas. É preciso selecionar o que é relevante, estabelecer relações entre ideias, confrontar fontes, reconhecer contradições e integrar o conteúdo novo àquilo que já se sabe. Quando essas etapas são substituídas pelo contato sucessivo com fragmentos de informação, pode surgir uma impressão de domínio que não corresponde necessariamente a uma compreensão efetiva. Reconhecer um assunto, afinal, não significa ser capaz de explicá-lo, analisá-lo ou utilizá-lo em uma situação diferente daquela em que foi apresentado.
Isso não significa que a abundância de informações seja, por si mesma, um problema. Ao contrário, a ampliação do acesso criou possibilidades de aprendizagem antes restritas a determinados espaços e grupos. O desafio está na maneira como lidamos com esse acesso. Se a quantidade disponível estimula apenas o consumo acelerado de novos conteúdos, a facilidade de encontrar respostas pode reduzir justamente o tempo dedicado à formulação de perguntas, à comparação de perspectivas e à elaboração das próprias conclusões.
Nesse sentido, talvez uma das competências mais importantes para o leitor contemporâneo seja saber interromper o fluxo. Diante de uma oferta praticamente inesgotável de conteúdos, selecionar também significa renunciar: deixar algumas informações de lado para examinar outras com maior profundidade. Tal escolha pode parecer contraditória em uma época que valoriza a atualização constante, mas é justamente ela que permite transformar o acesso à informação em uma experiência efetiva de aprendizagem.
Coluna 1
1. Formalidade.
2. Coesão e coerência.
3. Impessoalidade.
Coluna 2
( ) Favorece a conexão, a ligação, a harmonia entre os elementos de um texto.
( ) A redação oficial é elaborada sempre em nome do serviço público e sempre em atendimento ao interesse geral dos cidadãos.
( ) Não se trata somente do correto emprego deste ou daquele pronome de tratamento para uma autoridade de certo nível, mais do que isso: diz respeito à civilidade no próprio enfoque dado ao assunto do qual cuida a comunicação.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
( ) La enseñanza de ELE fue obligatoria desde el año 2005, cuando se firmó la ley que instituía la obligatoriedad de la enseñanza de ELE en las escuelas públicas de Brasil, hasta el año 2022, cuando dicha ley fue revocada.
( ) Los Institutos Federales de Brasil cuentan con una legislación propia, la cual determina la obligatoriedad de la oferta y enseñanza de ELE.
( ) Los Institutos Federales de Brasil cuentan con currículos de cursos técnicos que proponen un abordaje instrumental de la enseñanza de ELE según las necesidades específicas de dichos cursos.
( ) Hay Institutos Federales de Brasil que ofrecen cursos de nivel superior para la formación de profesores de lengua española.
El orden correcto de relleno de los paréntesis, de arriba a abajo, es:
I. Los docentes deben desarrollar su propia competencia intercultural, tanto durante como después de su formación inicial, de tal manera que puedan contribuir posteriormente al desarrollo de esta competencia por parte de sus alumnos.
II. Las decisiones didácticas de los docentes deben ser conscientes y apropiadas para favorecer la inserción de la dimensión intercultural en las clases de lengua extranjera, considerando concepciones de lengua y de enseñanza que contribuyan a la formación de hablantes interculturales.
III. El desarrollo de la competencia intercultural depende principalmente de las decisiones individuales de los docentes, por lo que no es necesario que sus acciones estén respaldadas por las orientaciones de los documentos oficiales para la enseñanza de lenguas extranjeras.
¿Cuáles están correctas?
Assinale a opção que apresenta análise correta do texto.
Assinale a opção que apresenta análise correta do texto.
Assinale a opção que apresenta análise correta do texto.
• Quero falar dos balanços que as instituições e os poderes políticos, desde governos a comissões de moradores de prédios, fazem anualmente. (1º parágrafo)
• … por que resmungamos com a carestia da vida, ou a opacidade do futuro? (2º parágrafo)
• Ultimamente surgiram balanços em muitos jornais. (4º parágrafo)
O par de preposições “desde ... a” e as preposições “com” e “em” estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de:
• Felizmente para nós, pobres cidadãos que deles dependemos... (1º parágrafo)
• Pois então não ouvimos as notas positivas emanadas dos balanços? (2º parágrafo)
• … alcançando resultados de que só o futuro mostrará a magnitude. (3º parágrafo)
• Nesta década gozamos finalmente de paz. (5º parágrafo)
No contexto em que estão empregados, os termos destacados significam, correta e respectivamente: