Foram encontradas 3.790 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3874841 Português
Analise as afirmações e assinale a afirmativa CORRETA:

I - A palavra município é acentuada por ser uma proparoxítona.

II - A palavra estudantes possui sufixo.

III - O termo em destaque no período “O prefeito Eduardo Pimentel formalizou, nesta segunda-feira (1/12), o projeto para incluir o ensino do idioma ucraniano nas escolas da rede municipal de Curitiba.” é uma preposição.
Alternativas
Q3874840 Português
Assinale a alternativa cuja palavra seja acentuada pela mesma regra que justifica a acentuação da palavra honorário: 
Alternativas
Q3874839 Português
Assinale a alternativa na qual a crase seja empregada pela mesma justificativa do seu emprego no período: A Embaixada da Ucrânia também formalizou a doação de dez exemplares de livros, que serão recebidos pela escola e posteriormente encaminhados às bibliotecas da rede. 
Alternativas
Q3874836 Português

Prefeitura inclui ensino de ucraniano em escolas municipais de Curitiba 


    O prefeito Eduardo Pimentel formalizou, nesta segunda-feira (1/12), o projeto para incluir o ensino do idioma ucraniano nas escolas da rede municipal de Curitiba. Ao lado do cônsul honorário da Ucrânia em Curitiba, Mariano Czaikowski, o prefeito assinou o memorando de entendimento entre o Município de Curitiba e a Embaixada da Ucrânia, juntamente com Oleg Vlasenko, encarregado de Negócios, autoridade maior da Ucrânia no Brasil.
    A capital do Paraná concentra uma população aproximada de 70 mil descendentes de ucranianos. Para organizar e viabilizar a ação, este ano foi realizado um projeto-piloto com o ensino do idioma na Escola Municipal Papa João XXIII, no bairro Portão. O ucraniano é falado por cerca de 45 milhões de pessoas no mundo, sendo a segunda língua eslava mais falada.
    A Embaixada da Ucrânia também formalizou a doação de dez exemplares de livros, que serão recebidos pela escola e posteriormente encaminhados às bibliotecas da rede.
    O secretário municipal da Educação, Jean Pierre Neto, explicou que o projeto começou pequeno, como piloto, mas já mostra grandes resultados. “Já temos cerca de 400 estudantes interessados”, afirmou o secretário.
     Segundo Rodolpho Zannin Feijó, chefe de Relações Internacionais da Prefeitura, esta parceria é mais uma maneira de estreitar os laços com toda a comunidade ucraniana. “ A solicitação para o ensino do idioma partiu da própria comunidade e a Prefeitura atendeu”, pontuou Rodolpho.
       A rede municipal de ensino oferta aulas gratuitas de Língua Estrangeira em extensão de carga horária aos estudantes. Este ano, além de inglês, espanhol, italiano e francês, o programa contou com o ucraniano.
    As aulas de língua ucraniana ocorrem uma vez por semana, das 13h às 17h, sempre às quintas-feiras, desde o mês de outubro, na Escola Municipal Papa João XXIII. A metodologia abrange conteúdos linguísticos, culturais, artísticos e conhecimentos de mundo para maior compreensão e assimilação dos estudantes, proporcionando uma visão abrangente da língua e da cultura ucraniana.

Fonte: Prefeitura inclui ensino de ucraniano em escolas municipais de Curitiba - Prefeitura de Curitiba 


Assinale a alternativa que apresente termo que possa substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido: Segundo Rodolpho Zannin Feijó, chefe de Relações Internacionais da Prefeitura, esta parceria é mais uma maneira de estreitar os laços com toda a comunidade ucraniana.
Alternativas
Q3874835 Português

Prefeitura inclui ensino de ucraniano em escolas municipais de Curitiba 


    O prefeito Eduardo Pimentel formalizou, nesta segunda-feira (1/12), o projeto para incluir o ensino do idioma ucraniano nas escolas da rede municipal de Curitiba. Ao lado do cônsul honorário da Ucrânia em Curitiba, Mariano Czaikowski, o prefeito assinou o memorando de entendimento entre o Município de Curitiba e a Embaixada da Ucrânia, juntamente com Oleg Vlasenko, encarregado de Negócios, autoridade maior da Ucrânia no Brasil.
    A capital do Paraná concentra uma população aproximada de 70 mil descendentes de ucranianos. Para organizar e viabilizar a ação, este ano foi realizado um projeto-piloto com o ensino do idioma na Escola Municipal Papa João XXIII, no bairro Portão. O ucraniano é falado por cerca de 45 milhões de pessoas no mundo, sendo a segunda língua eslava mais falada.
    A Embaixada da Ucrânia também formalizou a doação de dez exemplares de livros, que serão recebidos pela escola e posteriormente encaminhados às bibliotecas da rede.
    O secretário municipal da Educação, Jean Pierre Neto, explicou que o projeto começou pequeno, como piloto, mas já mostra grandes resultados. “Já temos cerca de 400 estudantes interessados”, afirmou o secretário.
     Segundo Rodolpho Zannin Feijó, chefe de Relações Internacionais da Prefeitura, esta parceria é mais uma maneira de estreitar os laços com toda a comunidade ucraniana. “ A solicitação para o ensino do idioma partiu da própria comunidade e a Prefeitura atendeu”, pontuou Rodolpho.
       A rede municipal de ensino oferta aulas gratuitas de Língua Estrangeira em extensão de carga horária aos estudantes. Este ano, além de inglês, espanhol, italiano e francês, o programa contou com o ucraniano.
    As aulas de língua ucraniana ocorrem uma vez por semana, das 13h às 17h, sempre às quintas-feiras, desde o mês de outubro, na Escola Municipal Papa João XXIII. A metodologia abrange conteúdos linguísticos, culturais, artísticos e conhecimentos de mundo para maior compreensão e assimilação dos estudantes, proporcionando uma visão abrangente da língua e da cultura ucraniana.

Fonte: Prefeitura inclui ensino de ucraniano em escolas municipais de Curitiba - Prefeitura de Curitiba 


Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3852860 Agropecuária
No Manejo Integrado de Pragas (MIP), a tomada de decisão sobre o controle é baseada em limites populacionais. A densidade populacional da praga em que o custo do controle se torna igual ao prejuízo causado é denominada: 
Alternativas
Q3852849 Segurança e Saúde no Trabalho
O Equipamento de Proteção Individual (EPI) considerado obrigatório e de uso indispensável durante o manuseio e preparo da calda de defensivos agrícolas é:
Alternativas
Q3852848 Agropecuária
O principal objetivo da aplicação de corretivos como o calcário no solo é:
Alternativas
Q3851497 Sistemas Operacionais
Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta sobre a área de trabalho no sistema operacional Windows: 
Alternativas
Q3851491 Português
Assinale a frase em que há erro ortográfico.
Alternativas
Q3851490 Português
Assinale a alternativa que indica o emprego correto de crase.
Alternativas
Q3851489 Português
Leia o trecho a seguir:
“O contador consultado ___________ as contas da empresa apresentou um relatório muito completo.”
Em relação à regência nominal do termo “consultado”, assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna. 
Alternativas
Q3851488 Português
Assinale a afirmativa em que o termo em destaque é um pronome possessivo.
Alternativas
Q3851487 Português
Assinale a alternativa em que o vocábulo “a” em destaque NÃO exerce a função de artigo. 
Alternativas
Q3851486 Português
Assinale a alternativa que contém a frase correta em relação à pontuação.
Alternativas
Q3851485 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


O Risadinha (I)


        Seria melhor dizer que ele não teve infância. Mas não é verdade. Eu o conheci menino, trepando às árvores, armando alçapão para canários-da-terra, bodoqueando as rolinhas, rolando pneu velho pelas ruas, pegando traseira de bonde, chamando o Professor Asdrúbal de Jaburu. Foi este último um dos mais divertidos e perigosos brinquedos da nossa infância: o velho corria atrás da gente brandindo a bengala, seus bastos bigodes amarelos fremindo sob as ventas vulcânicas. 


        Nestor, em suma, teve a meninice normal de um filho de funcionário público em nosso tempo, tempo incerto, pois os recursos da Fazenda na província eram magros, e os pagamentos se atrasavam, enervando a população.


        Seus companheiros talvez nem soubessem que se chamasse Nestor; era para todos o Risadinha. Falava pouco e ria muito, um riso de fato diminutivo, nascido de reservados solilóquios, quase extemporâneo. Certa feita, na aula de francês, quando entoávamos em coro o presente do subjuntivo do verbo s'en aller, Risadinha pespegou uma bólide de papel bem na ponta do nariz do professor, que era muito branco, pedante a capricho e tinha o nome de Demóstenes. O rosto do mestre passou do pálido ao rubro das suas tremendas cóleras. Um dos seus prazeres, sendo-lhe vetado por lei castigar-nos com o bastão, era desfiar em cima do culpado uma série de insultos preciosos, que ele ia escandindo um por um, sem pressa e com ódio. 


        — Levante-se, seu Nestor! Sa-cri-pan-ta! Ne-gli-gen-te! Si-co-fan-ta! Tu-nan-te! Man-drião! Ca-la-cei-ro! Pan-di-lha! Bil-tre! Tram-po-linei-ro! Bar-gan-te! Es-trói-na! Val-de-vi-nos! Va-ga-bun-do!...


        Pegando a deixa da única palavra inteligível, Risadinha erguia o dedo no ar e protestava, com ar ofendido:


        — Vagabundo, não, professor. 


        Era um artista do cinismo, e sua momice de inocência era de tal arte que até mesmo seu Demóstenes não conseguia conter o riso. Como também somente ele já arrancara uma gargalhada do padre-prefeito, um alemão da altura da catedral de Colônia, num dia em que vinha caminhando lento e distraído, fora da forma.


        — Por que o senhorr não está na forma? — perguntou-lhe rosnando o padre, como se estivesse de promotor da Inquisição, diante de um herege horripilante.


        — É porque estou com meu pezinho machucado, respondeu com doçura o Risadinha.


        — E por que senhorr não está mancando? Risadinha olhou com espanto para os seus próprios pés, começando a mancar vistosamente:


        — Desculpe, seu padre, é porque eu tinha esquecido.


CAMPOS, Paulo Mendes. O risadinha. In: Para Gostar de Ler. São Paulo: Ática, 1992. p. 62. (Volume 2 – Crônicas).

Assinale a alternativa INCORRETA a respeito da concordância no seguinte parágrafo do texto:
“Foi este último um dos mais divertidos e perigosos brinquedos da nossa infância: o velho corria atrás da gente brandindo a bengala, seus bastos bigodes amarelos fremindo sob as ventas vulcânicas.”
Alternativas
Q3851484 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


O Risadinha (I)


        Seria melhor dizer que ele não teve infância. Mas não é verdade. Eu o conheci menino, trepando às árvores, armando alçapão para canários-da-terra, bodoqueando as rolinhas, rolando pneu velho pelas ruas, pegando traseira de bonde, chamando o Professor Asdrúbal de Jaburu. Foi este último um dos mais divertidos e perigosos brinquedos da nossa infância: o velho corria atrás da gente brandindo a bengala, seus bastos bigodes amarelos fremindo sob as ventas vulcânicas. 


        Nestor, em suma, teve a meninice normal de um filho de funcionário público em nosso tempo, tempo incerto, pois os recursos da Fazenda na província eram magros, e os pagamentos se atrasavam, enervando a população.


        Seus companheiros talvez nem soubessem que se chamasse Nestor; era para todos o Risadinha. Falava pouco e ria muito, um riso de fato diminutivo, nascido de reservados solilóquios, quase extemporâneo. Certa feita, na aula de francês, quando entoávamos em coro o presente do subjuntivo do verbo s'en aller, Risadinha pespegou uma bólide de papel bem na ponta do nariz do professor, que era muito branco, pedante a capricho e tinha o nome de Demóstenes. O rosto do mestre passou do pálido ao rubro das suas tremendas cóleras. Um dos seus prazeres, sendo-lhe vetado por lei castigar-nos com o bastão, era desfiar em cima do culpado uma série de insultos preciosos, que ele ia escandindo um por um, sem pressa e com ódio. 


        — Levante-se, seu Nestor! Sa-cri-pan-ta! Ne-gli-gen-te! Si-co-fan-ta! Tu-nan-te! Man-drião! Ca-la-cei-ro! Pan-di-lha! Bil-tre! Tram-po-linei-ro! Bar-gan-te! Es-trói-na! Val-de-vi-nos! Va-ga-bun-do!...


        Pegando a deixa da única palavra inteligível, Risadinha erguia o dedo no ar e protestava, com ar ofendido:


        — Vagabundo, não, professor. 


        Era um artista do cinismo, e sua momice de inocência era de tal arte que até mesmo seu Demóstenes não conseguia conter o riso. Como também somente ele já arrancara uma gargalhada do padre-prefeito, um alemão da altura da catedral de Colônia, num dia em que vinha caminhando lento e distraído, fora da forma.


        — Por que o senhorr não está na forma? — perguntou-lhe rosnando o padre, como se estivesse de promotor da Inquisição, diante de um herege horripilante.


        — É porque estou com meu pezinho machucado, respondeu com doçura o Risadinha.


        — E por que senhorr não está mancando? Risadinha olhou com espanto para os seus próprios pés, começando a mancar vistosamente:


        — Desculpe, seu padre, é porque eu tinha esquecido.


CAMPOS, Paulo Mendes. O risadinha. In: Para Gostar de Ler. São Paulo: Ática, 1992. p. 62. (Volume 2 – Crônicas).

Assinale a alternativa que contém um sinônimo do termo “vetado” destacado no trecho do texto a seguir:
“Um dos seus prazeres, sendo-lhe vetado por lei castigar-nos com o bastão, era desfiar em cima do culpado uma série de insultos preciosos, que ele ia escandindo um por um, sem pressa e com ódio.”
Alternativas
Respostas
281: E
282: B
283: B
284: E
285: A
286: C
287: D
288: D
289: D
290: C
291: A
292: D
293: B
294: E
295: D
296: A
297: E
298: B
299: E
300: E