Questões de Concurso Comentadas para engenheiro agrônomo

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Ano: 2010 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Curitiba - PR
Q1234021 Português
Olhos de insulfilm
1 Aprendi, no exercício do jornalismo, que olhar para ver é um ato de resistência cotidiana. O mais fácil, sempre, é não ver. 2 Ou enxergar apenas aquilo que nos dão para ver, como se essa fosse toda a verdade. Existe aquilo que não vemos, mas 3 gostaríamos de ter visto. E existe aquilo que não vemos porque escolhemos não ver. Como quando fechamos o vidro do carro 4 para impedir o contato com as pessoas que nos pedem alguma coisa do lado de fora. E colocamos insulfilm nos vidros, quanto 5 mais escuro melhor, para que nem mesmo elas possam nos ver. É mais fácil quando aqueles que querem entrar não enxergam 6 nosso rosto assustado, culpado ou com raiva. Nosso desamparo diante da dor do outro é oculto por camadas de insulfilm. E um 7 pouco mais: a película que permite a nossa cegueira impede os que pertencem ao lado de fora de ver que não estamos vendo.
8 Nos iludimos que estamos protegidos, mas a escolha de não ver – assim como a de não ser visto – vai nos brutalizando. E 9 logo nem precisamos mais da película sintética na janela. Porque um insulfilm orgânico já cobre nossos olhos, faz parte de nós. 10 Não ligamos mais. Os que querem entrar já não importam, porque nos iludimos que são tão diferentes de nós, que temos a sorte 11 de estar dentro, que não faz mais diferença.
12 Todos os genocídios da história foram cometidos por poucos, mas só puderam ser consumados porque muitos fingiram não 13 ver. E fingiram com tanta ênfase que acabaram por acreditar que não viam. Às vezes, contra todos os meus esforços, acontece 14 comigo. Sucumbo à banalidade, me distraio e permito que o insulfilm me cubra os olhos. Iludo-me que estou vendo, mas não 15 estou.
(Eliane Brum – Revista Época, 29 jun. 2009, adaptado.)
Assinale a alternativa correta acerca das relações sintáticas presentes no período que segue: “Os que querem entrar já não importam, porque nos iludimos que são tão diferentes de nós, que temos a sorte de estar dentro, que não faz mais diferença” (linhas 10-11).
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1225095 Português
A urna e a escola A parte menos informada do eleitorado é em tese a mais sujeita à manipulação. Isso é um problema para a democracia porque, segundo escreveu o cientista político Leonardo Barreto na Folha de S. Paulo, “ela é um sistema interminável que funciona na base da tentativa e erro: punindo os políticos ruins e premiando os bons”. O melhor da frase de Barreto é a classificação da democracia como um “sistema interminável”. Ela não fecha. Quem fecha, e afirma-se como ponto final das possibilidades de boa condução das sociedades, é a ditadura. Por sua própria natureza, a democracia convida a um perpétuo exercício de reavaliação. Isso quer dizer que, para bem funcionar, exige crítica. Ora, mais apto a exercer a crítica é em tese – sempre em tese – quem passou pela escola. Como resolver o problema do precário nível educacional do eleitorado? Solução fácil e cirúrgica seria extirpar suas camadas iletradas. Cassem-se os direitos políticos dos analfabetos e semianalfabetos e pronto: cortou-se o mal pela raiz. A história eleitoral do Brasil é um desfile de cassações a parcelas da população. No período colonial, só podiam eleger e ser eleitos os “homens bons”, curiosa e maliciosa expressão que transpõe um conceito moral – o de “bom” – para uma posição social. “Homens bons” eram os que não tinham o “sangue infecto” – não eram judeus, mouros, negros, índios nem exerciam “ofício mecânico” – não eram camponeses, artesãos nem viviam de alguma outra atividade manual. Sobravam os nobres representantes da classe dos proprietários e poucos mais. No período imperial, o critério era a renda; só votava quem a usufruísse a partir de certo mínimo. As mulheres só ganharam direito de voto em 1932. Os analfabetos, em 1985. Sim, cassar parte do eleitorado se encaixaria na tradição brasileira. Mas, ao mesmo tempo – que pena –, atentaria contra a democracia. Esta será tão mais efetiva quanto menos restrições contiver à participação popular. Quanto mais restrições, mais restritiva será ela própria. Outra solução, menos brutal, e por isso mesmo advogada, esta, sim, amplamente, é a conversão do voto obrigatório em voluntário. A suposição é que as camadas menos educadas são as mais desinteressadas das eleições. Portanto, seriam as primeiras a desertar. O raciocínio é discutível. Por um lado, o ambiente em que se pode ou não votar pode revelar-se muito mais favorável à arregimentação de eleitores em troca de favores, ou a forçá-los a comparecer às urnas mediante ameaça. Por outro, a atração da praia, do clube ou da viagem, se a eleição cai num dia de sol, pode revelar-se irresistível a ponto de sacrificar o voto mesmo entre os mais bem informados. A conclusão é que o problema não está no eleitorado. Não é nele que se deve mexer. Tê-lo numeroso e abrangente é uma conquista da democracia brasileira. O problema está na outra ponta – a da escola. Não tê-la, ou tê-la em precária condição, eis o entrave dos entraves, o que expõe o Brasil ao atraso e ao vexame. (Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, 28 de julho de 2010, ed. 2175, p. 162. Fragmento, com adaptações)
A expressão destacada está corretamente analisada em: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Itabaiana - SE
Q1211708 Português
TEXTO: Sobre simplicidade e sabedoria 
Pediram-me que escrevesse sobre simplicidade e sabedoria. Aceitei alegremente o convite sabendo que, para que tal pedido me tivesse sido feito, era necessário que eu fosse velho.
Os jovens e os adultos pouco sabem sobre o sentido da simplicidade. Os jovens são aves que voam pela manhã: seus voos são flechas em todas as direções. Seus olhos estão fascinados por dez mil coisas. Querem todas, mas nenhuma lhes dá descanso. Estão sempre prontos a de novo voar. Seu mundo é o mundo da multiplicidade. Eles a amam porque, nas suas cabeças, a multiplicidade é um espaço de liberdade. Com os adultos acontece o contrário. Para eles, a multiplicidade é um feitiço que os aprisionou, uma arapuca na qual nunca caíram. Eles a odeiam, mas não sabem como se libertar. Se, para os jovens, a multiplicidade tem o nome de liberdade, para os adultos, a multiplicidade tem o nome de dever. Os adultos são pássaros presos nas gaiolas do dever. A cada manhã dez mil coisas os aguardam com as suas ordens (para isso existem as agendas, lugar onde as dez mil coisas escrevem as suas ordens!). Se não forem obedecidas haverá punições. 
No crepúsculo, quando a noite se aproxima, o voo dos pássaros fica diferente. Em nada se parece com o seu voo pela manhã. Já observaram o voo das pombas no fim do dia? Elas voam numa única direção. Voltam pra casa, o ninho. As aves, ao crepúsculo, são simples. Simplicidade é isso: quando o coração busca uma coisa só.  
(...)   Na multiplicidade nos perdemos: ignoramos o nosso desejo. Movemo-nos fascinados pela sedução das dez mil coisas. Acontece que, como diz o segundo poema do Tao-Te-Ching, “as dez mil coisas aparecem e desaparecem sem cessar”. O caminho da multiplicidade é um caminho sem descanso. Cada ponto de chegada é um ponto de partida. Cada reencontro é uma despedida. É um caminho onde não existe casa ou ninho. 
(...)   O caminho da ciência e dos saberes é o caminho da multiplicidade. (...) Não há fim para as coisas que podem ser conhecidas e sabidas. O mundo dos saberes é um mundo de somas sem fim. É um caminho sem descanso para a alma. Não há saber diante do qual o coração possa dizer: “Cheguei, finalmente, ao lar”. Saberes não são lar. 
(...)   Diz o Tao-Te-Ching: “Na busca do conhecimento a cada dia se soma uma coisa. Na busca da sabedoria a cada dia se diminui uma coisa.” (...) Sabedoria é a arte de degustar. A arte de degustar, distinguir, discernir. O homem dos saberes, diante da multiplicidade, “precipita-se sobre tudo o que é possível saber, na cega avidez de querer conhecer a qualquer preço”. Mas o sábio está à procura das “coisas dignas de serem conhecidas”. (...). A sabedoria é a arte de reconhecer e degustar a alegria. Nascemos para a alegria. 
(...)   A saudade é o bolso onde a alma guarda aquilo que ela provou e aprovou. Aprovadas foram as expectativas que deram alegria. O que valeu a pena está destinado à eternidade. A saudade é o resto da eternidade refletido no rio do tempo. 
Ando pelas cavernas da minha memória. Há muitas coisas maravilhosas. Mas essas memórias, a despeito do seu tamanho, não me fazem nada. Não sinto vontade de chorar. Não sinto vontade de voltar. 
Aí eu consulto o meu bolso da saudade. Lá se encontram pedaços do meu corpo, alegrias. Observo atentamente, e nada encontro que tenhas brilho no mundo da multiplicidade. São coisas pequenas, que nem foram notadas por outras pessoas. 
Diz Guimarães Rosa que “felicidade só em raros momentos de distração...” Certo. Ela vem quando não se espera, em lugares que não se imagina. Dito por Jesus: “É como o vento: sopra onde quer, não sabe donde vem nem para onde vai...” Sabedoria é arte de provar e degustar a alegria, quando ela vem. Mas só dominam essa arte aqueles que têm a graça da simplicidade. Porque a alegria só mora nas coisas simples. (Adaptação, Rubem Alves, in Concerto para Corpo e Alma)
Está correta a seguinte afirmativa:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: BIO-RIO Órgão: Prefeitura de Barra Mansa - RJ
Q1209776 Noções de Informática
No Microsoft Excel 2003 o resultado da função =SOMA(E3;E9) é: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IDECAN Órgão: Prefeitura de Ipatinga - MG
Q1208185 Português
TEXTO II: 
Nunca participei de tantas reuniões quanto agora. Mas há uma em especial de que gosto muito. Participo de um grupo que conversa sobre sustentabilidade e propõe ações de comunicação. 
Partimos de uma ideia simples: ambiente, economia e sociedade são interdependentes, causam e sofrem impactos e devem ser considerados também a médio e longo prazos. Numa dessas reuniões, redigimos títulos, que ocupariam buttons e manifestos. O futuro a gente faz agora, diz um dos slogans.
Talvez, de tão trivial, essa fosse uma daquelas verdades que nem precisassem ser lembradas. Talvez não se deva dizer ideias tão óbvias como “cada efeito corresponde a uma causa”. Mas, observando como nós somos negligentes diante dessa formulação básica, talvez faça sentido lembrar o óbvio, sim. 
Por exemplo, que o abuso dos recursos naturais e o modo como produzimos lixo hoje terão consequências para a natureza, a sociedade e a economia, agora e no futuro. Alguém já definiu esse tipo de consciência como “solidariedade para com os descendentes”. Mas poucos pensam para além de seu próprio período de existência.    Sucumbimos em um torvelinho do cotidiano que parece nos dar todas as falsas justificativas por não termos tempo de ver os filhos crescer, plantar árvores ou ser gentis. Não temos tempo para o presente e, ainda assim, parecemos tão despreocupados com o futuro. Não se trata de pensar só no presente ou só no futuro, mas de pensar no presente e no futuro.
Depreende-se do texto que:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IDECAN Órgão: Prefeitura de Ipatinga - MG
Q1199027 Português
TEXTO II: 
Nunca participei de tantas reuniões quanto agora. Mas há uma em especial de que gosto muito. Participo de um grupo que conversa sobre sustentabilidade e propõe ações de comunicação. 
Partimos de uma ideia simples: ambiente, economia e sociedade são interdependentes, causam e sofrem impactos e devem ser considerados também a médio e longo prazos. Numa dessas reuniões, redigimos títulos, que ocupariam buttons e manifestos. O futuro a gente faz agora, diz um dos slogans.
Talvez, de tão trivial, essa fosse uma daquelas verdades que nem precisassem ser lembradas. Talvez não se deva dizer ideias tão óbvias como “cada efeito corresponde a uma causa”. Mas, observando como nós somos negligentes diante dessa formulação básica, talvez faça sentido lembrar o óbvio, sim. 
Por exemplo, que o abuso dos recursos naturais e o modo como produzimos lixo hoje terão consequências para a natureza, a sociedade e a economia, agora e no futuro. Alguém já definiu esse tipo de consciência como “solidariedade para com os descendentes”. Mas poucos pensam para além de seu próprio período de existência.    Sucumbimos em um torvelinho do cotidiano que parece nos dar todas as falsas justificativas por não termos tempo de ver os filhos crescer, plantar árvores ou ser gentis. Não temos tempo para o presente e, ainda assim, parecemos tão despreocupados com o futuro. Não se trata de pensar só no presente ou só no futuro, mas de pensar no presente e no futuro.
A expressão “sucumbimos em um torvelinho do cotidiano” possui a seguinte conotação no contexto no qual está inserida:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IF-RJ Órgão: IF-RJ Prova: IF-RJ - 2010 - IF-RJ - Engenheiro Agrônomo |
Q562152 Engenharia Agronômica (Agronomia)
As principais condições que influenciam na qualidade pós-colheita das frutas são a temperatura, a umidade relativa e o período de armazenamento.


As condições ideais de armazenamento para garantir a qualidade pós-colheita da goiaba são:

Alternativas
Ano: 2010 Banca: IF-RJ Órgão: IF-RJ Prova: IF-RJ - 2010 - IF-RJ - Engenheiro Agrônomo |
Q562151 Engenharia Agronômica (Agronomia)
O tomateiro apresenta algumas anomalias fisiológicas que afetam os frutos e as folhas.


Dentre as anomalias fisiológicas, tem-se o lóculo aberto que é caracterizado por (pela),

Alternativas
Ano: 2010 Banca: IF-RJ Órgão: IF-RJ Prova: IF-RJ - 2010 - IF-RJ - Engenheiro Agrônomo |
Q562150 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A compostagem é um processo biológico no qual microorganismos degradam a matéria orgânica e disponibilizam os nutrientes para as plantas. Para a decomposição microbiana são necessários muitos elementos, entretanto os mais importantes são o nitrogênio e o carbono.


Quando a relação carbono/nitrogênio for alta, a decomposição do material é,

Alternativas
Ano: 2010 Banca: IF-RJ Órgão: IF-RJ Prova: IF-RJ - 2010 - IF-RJ - Engenheiro Agrônomo |
Q562149 Engenharia Agronômica (Agronomia)
O feijão-vagem é uma planta anual, pertencente à família Fabaceae, muito utilizada na alimentação humana e é a principal leguminosa hortícola.


No manejo orgânico da cultura, os tratos culturais mais utilizados são,

Alternativas
Ano: 2010 Banca: IF-RJ Órgão: IF-RJ Prova: IF-RJ - 2010 - IF-RJ - Engenheiro Agrônomo |
Q562148 Engenharia Agronômica (Agronomia)

Para Zambolim (2008), a resistência é uma característica ou uma alteração herdável e estável em um fungo em resposta à aplicação de um fungicida geralmente sistêmico, resultando numa redução da sensibilidade ao produto.

A respeito da resistência, analise estas afirmações.

I – A qualitativa se refere à resistência a um fungicida com aumento da sensibilidade a outro fungicida.

II – A múltipla se refere à resistência a dois ou mais fungicidas conferida por diferentes fatores genéticos.

III – A cruzada negativamente é governada por um ou poucos genes dominantes e é suplantada quando fungicidas com modo de ação específicos são empregados continuamente no campo.

IV – A quantitativa é governada por um conjunto de genes com efeitos menores e relaciona-se mais a fungicidas com risco moderado.

Portanto, a alternativa que contém somente as proposições corretas é a seguinte:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IF-RJ Órgão: IF-RJ Prova: IF-RJ - 2010 - IF-RJ - Engenheiro Agrônomo |
Q562146 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Segundo Lespch (2002), as práticas conservacionistas permitem o cultivo do solo sem depauperá-lo, permitindo um equilíbrio entre o homem e o meio ambiente.
De acordo com esse autor, as práticas conservacionistas de caráter edáfico baseiam-se em medidas, como o (a)
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IF-RJ Órgão: IF-RJ Prova: IF-RJ - 2010 - IF-RJ - Engenheiro Agrônomo |
Q562145 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Para implantar um pomar de fruticultura, deve-se levar em consideração uma série de características locais como,
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IF-RJ Órgão: IF-RJ Prova: IF-RJ - 2010 - IF-RJ - Engenheiro Agrônomo |
Q562144 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Um solo que apresenta horizonte diagnóstico subsuperficial B textural, com atividade alta da argila, saturação de bases alta imediatamente abaixo de qualquer tipo de horizonte A, exceto A chernozêmico, ou sob horizonte E, sendo que horizontes plínticos, vérticos e plânicos, se presentes, não satisfazem os critérios para serem Plintossolos, Vertissolos ou Planossolos, respectivamente.
Assim, essa afirmação se refere ao solo:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IF-RJ Órgão: IF-RJ Prova: IF-RJ - 2010 - IF-RJ - Engenheiro Agrônomo |
Q562143 Engenharia Agrícola
Um agroecossistema é um local de produção agrícola que se baseia em princípios ecológicos.
Dessa forma, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IF-RJ Órgão: IF-RJ Prova: IF-RJ - 2010 - IF-RJ - Engenheiro Agrônomo |
Q562141 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Entre os benefícios relacionados à utilização do adubo verde em associação com a lavoura cafeeira, pode-se afirmar que os adubos verdes:

I – aumentam os teores de matéria orgânica, a disponibilidade de macro e micronutrientes, a CTC efetiva e o pH.

II – reduzem os efeitos tóxicos do Al (alumínio) e Mn (manganês), por meio de formação de complexos.

III – melhoram a textura do solo e protegem a planta de café contra os impactos diretos dos agrotóxicos.

IV– liberam certas substâncias químicas (efeito alelopático), inibindo o desenvolvimento de certas ervas consideradas indesejáveis, como o caso da Crotalaria juncea sobre a tiririca (Cyperus rotundus).
Portanto, a alternativa que contempla somente as alternativas corretas é:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IF-RJ Órgão: IF-RJ Prova: IF-RJ - 2010 - IF-RJ - Engenheiro Agrônomo |
Q562140 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Considerando que uma das características morfológicas para identificação dos solos é a estrutura, analise estas proposições.

I – O horizonte Cg de Gleissolos normalmente apresenta estrutura maciça, resultado da saturação de água constante, menor atividade microbiana e amplitudes térmicas.

II – Latossolos de textura franco-arenosa tendem a apresentar estrutura fraca pequena granular ou fraca pequena ou média blocos subangulares.

III – Os mais oxídicos (“pó de café”) apresentam estrutura forte pequena granular, justificada pela presença de Al ou Fe.

IV – Aqueles mais cauliníticos, argilosos ou muito argilosos, normalmente, apresentam estrutura em blocos subangulares fraca ou moderadamente desenvolvidas.
Assim, a alternativa que contempla todas as afirmações corretas é a seguinte:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IF-RJ Órgão: IF-RJ Prova: IF-RJ - 2010 - IF-RJ - Engenheiro Agrônomo |
Q562139 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A erosão dos solos tem sido uma preocupação mundial, originando problemas ambientais tanto em países desenvolvidos, como naqueles em desenvolvimento. O Programa das Nações Unidas para Meio Ambiente (PNUMA) criou um projeto de Avaliação Global da Degradação dos Solos, denominado Global Assessment of Soil Degradation (GLASOD).
Nesse projeto, estão quantificados os impactos das atividades humanas prejudiciais, classificando-os nas seguintes categorias:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IF-RJ Órgão: IF-RJ Prova: IF-RJ - 2010 - IF-RJ - Engenheiro Agrônomo |
Q562138 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Uma característica muito importante na arborização de pastagens num modelo de sistema silvipastoril é a arquitetura das árvores.
Essas árvores devem ter características como,
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IF-RJ Órgão: IF-RJ Prova: IF-RJ - 2010 - IF-RJ - Engenheiro Agrônomo |
Q562137 Engenharia Agronômica (Agronomia)
As plantas frutíferas podem ser dispostas em diferentes alinhamentos que formam figuras geométricas.
Então, o número de plantas por hectare, cultivadas em alinhamento em formato de triângulo, no espaçamento de 7m x 7m é:
Alternativas
Respostas
10201: E
10202: E
10203: B
10204: E
10205: E
10206: C
10207: A
10208: B
10209: D
10210: C
10211: E
10212: C
10213: D
10214: A
10215: E
10216: D
10217: E
10218: C
10219: B
10220: B