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Observe os enunciados abaixo:
I. Júlia, a bebê da Mariana, nasceu esta manhã.
II. Júlia, a bebê da Mariana nasceu esta manhã.
Analise o emprego das vírgulas e assinale a alternativa que apresenta correta e respectivamente a classificação dos termos destacados.
Analise os enunciados e assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas abaixo.
I. Sem hesitar, pressiona ___ primeiras teclas e da sua boca irrompe um som profundíssimo.
II. As vendas começarão ___ partir das 8h e os clientes poderão pagar ___ vista ou ___ prazo.
III. Ele mandou suas condolências ____ insegurança e saiu ____ procura daquilo que um dia lhe causou medo.
Analise as afirmativas abaixo e dê valores (V) Verdadeiro ou (F) Falso.
( ) A Tipologia Textual considera a estrutura, o conteúdo e a forma de como um texto se apresenta.
( ) Considera-se texto injuntivo aquele que
apresenta, em sua estrutura, características
que indicam uma exposição de um assunto ou
tema.
( ) A dissertação é a tipologia textual em que o escritor disserta sobre algo, ou seja, explica ou apresenta o resultado comprovado de um estudo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas abaixo.
“Na _____ de vendas da empresa, houve o crime de _____. A polícia participou da _____ das 15:00, com os funcionários, e _____ a delação dos criminosos.”
“Dá pra viver
Mesmo depois de descobrir que o mundo ficou mau
É só não permitir que a maldade do mundo
Te pareça normal
Pra não perder a magia de acreditar
Na felicidade real
E entender que ela mora no caminho
E não no final” (Kell Smith)
“Dá pra viver
Mesmo depois de descobrir que o mundo ficou mau
É só não permitir que a maldade do mundo
Te pareça normal
Pra não perder a magia de acreditar
Na felicidade real
E entender que ela mora no caminho
E não no final” (Kell Smith)
De acordo com o texto, analise as afirmativas abaixo.
I. Descobrir que o mundo ficou ruim é triste e torna quimérica a possibilidade de viver nele.
II. A felicidade verdadeira está no dia a dia; é vivida na trajetória que é construída dia após dia.
III. Não devemos permitir que a maldade do mundo nos pareça anômala e lesiva.
Assinale a alternativa correta.
“Era uma vez
O dia em que todo dia era bom
Delicioso gosto e o bom gosto das nuvens serem feitas
de algodão
Dava pra ser herói no mesmo dia em que escolhia ser vilão
E acabava tudo em lanche
Um banho quente e talvez um arranhão” (Kell Smith)
(Fonte: Vagalume)
“Era uma vez
O dia em que todo dia era bom
Delicioso gosto e o bom gosto das nuvens serem feitas
de algodão
Dava pra ser herói no mesmo dia em que escolhia ser vilão
E acabava tudo em lanche
Um banho quente e talvez um arranhão” (Kell Smith)
(Fonte: Vagalume)
NASSAR, Raduan. Obra completa. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
”Que rostos mais coalhados, nossos rostos adolescentes em volta daquela mesa: o pai à cabeceira, o relógio de parede às suas costas, cada palavra sua ponderada pelo pêndulo, e nada naqueles tempos nos distraindo tanto como os sinos graves marcando as horas...”
Quanto à tipologia textual, o trecho acima, retirado do texto, é predominantemente:
Será que eu me tornei um sintoma da minha época ou essa é uma indisposição que só diz respeito a mim?
Seja como for, tenho achado cada vez mais difícil ler. Neste ano li menos livros do que no ano passado; no ano passado, li menos que no anterior; no ano anterior, menos que no ano que vinha antes. Todo mundo conhece o fenômeno do bloqueio criativo, a angústia do escritor diante da página em branco – eu, porém, fui acometido por um bloqueio de leitor. Trata-se de um problema que se manifesta de forma gradativa, de diferentes maneiras, nas mais variadas circunstâncias. Numa viagem recente às Bahamas, por exemplo, eu decidi que devia fazer um esforço para deixar de lado a leitura porque, afinal, pode-se ler um livro em qualquer lugar, mas aquele talvez fosse um dos poucos momentos em que eu teria a oportunidade de ver um mar tão turquesa, uma areia tão rosada. De maneira um pouco grandiloquente e pomposa, batizei essa minha condição de síndrome de Mir, a estação espacial russa: um cosmonauta que passou por lá declarou não ter lido uma única página do livro que levara na bagagem porque se deu conta de que aproveitaria melhor o seu tempo livre se simplesmente olhasse pela janela.
Muitas vezes acontece de eu estar com preguiça de ler, preferindo ver tevê. Ocorre também, com mais frequência, que eu me sinta autoconsciente diante da página. Ler nunca me pareceu algo trabalhoso – ao contrário de escrever –, de modo que, quando sinto que deveria estar trabalhando, associo essa obrigação à escrita. Pelo menos em teoria, quando não estou escrevendo estou livre para ler, mas nessas horas sinto uma culpa vaga, e no fim das contas, em vez de escrever (trabalhar) ou ler (relaxar), acabo não fazendo nem uma coisa nem outra: fico zanzando à toa, reorganizando os livros. Ou seja, não faço nada. (...)
Retirado de: DYER, Geoff. Déficit de atenção. Revista Piauí, n. 128. Editora Abril, 2017. p. 60.
Nos trechos abaixo, retirados do Texto, há alguns elementos que estabelecem relações anafóricas com termos anteriores. Entre os elementos destacados, aquele que não se refere a um termo anterior é: