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Q3705519 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.



 A IA como curadora do saber acadêmico

e o risco da superficialidade



Desde o conto A Biblioteca de Babel, escrito em 1941 por Jorge Luis Borges — escritor argentino que transformou labirintos, espelhos e bibliotecas em metáforas do infinito —, a ideia de uma biblioteca interminável vive como um fantasma luminoso na imaginação: corredores sem fim, estantes que se multiplicam até o horizonte, o murmúrio incessante de páginas que se respondem através dos séculos. Agora, esse sonho parece ter encontrado corpo — não em pedra, papel ou poeira, mas em linhas de código. A inteligência artificial generativa, com sua pressa eletrônica, atravessa em segundos o que equivaleria a anos de leitura. Não se limita a encontrar: seleciona, resume, organiza e até reescreve. O pesquisador, que antes percorria pacientemente rios de referências, tem diante de si um oceano que se deixa atravessar num sopro. Há algo de embriagante nessa promessa: conceitos densos surgem destilados, revisões bibliográficas se resolvem num clique e o labirinto do conhecimento se apresenta com um mapa pronto.


Mas mapas mentem. A bússola que a IA oferece aponta para direções já traçadas, não para territórios por descobrir. É um saber filtrado por modelos treinados em bases enviesadas, guiados por critérios invisíveis e pela lógica da predição — que não é a da compreensão. Ao assumir o papel de “curadora”, a IA decide o que merece ser visto. A seleção, antes fruto do olhar crítico do pesquisador, é terceirizada a um mecanismo que opera segundo estatísticas de co-ocorrência, padrões de popularidade e frequência de citações. O que não aparece nessa paisagem algorítmica evapora como se nunca tivesse existido. É um “epistemicídio” silencioso: não se queima o livro, apenas se apaga sua presença.


O perigo maior talvez seja a ilusão de completude. As respostas da IA, coesas e repletas de referências plausíveis, transmitem a sensação de que tudo foi coberto, que não resta brecha no campo investigado. Mas o que elas contêm não é o universo do saber, e sim o recorte que o capital digital lhes permitiu ver. Essa completude falsa é terreno fértil para uma ciência rasa, que replica consensos e esquece o que não cabe na moldura. A “biblioteca infinita” pode degenerar numa prateleira giratória de lugares-comuns.


 [...]


A biblioteca infinita é sedutora, mas não inocente. Pode ser portal ou jaula, abertura ou repetição. A pesquisa como prática emancipadora exige desconfiar das respostas fáceis, recusar o conforto da completude e reivindicar o direito de errar de corredor, tropeçar em prateleiras invisíveis, surpreender-se pelo que não se procurava. Porque, no fim, o valor de uma biblioteca não está em caber inteira na palma da mão, mas em continuar sendo um território onde a busca transforma quem busca.



TELES, Gabriel. A IA como curadora do saber acadêmico e

o risco da superficialidade. Jornal da USP. Disponível em:

https://jornal.usp.br/?p=931123. Acesso em: 9 set. 2025. 

No trecho “A inteligência artificial generativa, com sua pressa eletrônica, atravessa em segundos o que equivaleria a anos de leitura.”, o uso do pronome em destaque contribui para o sentido do texto ao
Alternativas
Q3705518 Português

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 A IA como curadora do saber acadêmico

e o risco da superficialidade



Desde o conto A Biblioteca de Babel, escrito em 1941 por Jorge Luis Borges — escritor argentino que transformou labirintos, espelhos e bibliotecas em metáforas do infinito —, a ideia de uma biblioteca interminável vive como um fantasma luminoso na imaginação: corredores sem fim, estantes que se multiplicam até o horizonte, o murmúrio incessante de páginas que se respondem através dos séculos. Agora, esse sonho parece ter encontrado corpo — não em pedra, papel ou poeira, mas em linhas de código. A inteligência artificial generativa, com sua pressa eletrônica, atravessa em segundos o que equivaleria a anos de leitura. Não se limita a encontrar: seleciona, resume, organiza e até reescreve. O pesquisador, que antes percorria pacientemente rios de referências, tem diante de si um oceano que se deixa atravessar num sopro. Há algo de embriagante nessa promessa: conceitos densos surgem destilados, revisões bibliográficas se resolvem num clique e o labirinto do conhecimento se apresenta com um mapa pronto.


Mas mapas mentem. A bússola que a IA oferece aponta para direções já traçadas, não para territórios por descobrir. É um saber filtrado por modelos treinados em bases enviesadas, guiados por critérios invisíveis e pela lógica da predição — que não é a da compreensão. Ao assumir o papel de “curadora”, a IA decide o que merece ser visto. A seleção, antes fruto do olhar crítico do pesquisador, é terceirizada a um mecanismo que opera segundo estatísticas de co-ocorrência, padrões de popularidade e frequência de citações. O que não aparece nessa paisagem algorítmica evapora como se nunca tivesse existido. É um “epistemicídio” silencioso: não se queima o livro, apenas se apaga sua presença.


O perigo maior talvez seja a ilusão de completude. As respostas da IA, coesas e repletas de referências plausíveis, transmitem a sensação de que tudo foi coberto, que não resta brecha no campo investigado. Mas o que elas contêm não é o universo do saber, e sim o recorte que o capital digital lhes permitiu ver. Essa completude falsa é terreno fértil para uma ciência rasa, que replica consensos e esquece o que não cabe na moldura. A “biblioteca infinita” pode degenerar numa prateleira giratória de lugares-comuns.


 [...]


A biblioteca infinita é sedutora, mas não inocente. Pode ser portal ou jaula, abertura ou repetição. A pesquisa como prática emancipadora exige desconfiar das respostas fáceis, recusar o conforto da completude e reivindicar o direito de errar de corredor, tropeçar em prateleiras invisíveis, surpreender-se pelo que não se procurava. Porque, no fim, o valor de uma biblioteca não está em caber inteira na palma da mão, mas em continuar sendo um território onde a busca transforma quem busca.



TELES, Gabriel. A IA como curadora do saber acadêmico e

o risco da superficialidade. Jornal da USP. Disponível em:

https://jornal.usp.br/?p=931123. Acesso em: 9 set. 2025. 

No trecho “Mas mapas mentem. A bússola que a IA oferece aponta para direções já traçadas, não para territórios por descobrir.”, a manutenção da coerência textual garante-se, principalmente, pelo uso de
Alternativas
Q3705517 Português

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 A IA como curadora do saber acadêmico

e o risco da superficialidade



Desde o conto A Biblioteca de Babel, escrito em 1941 por Jorge Luis Borges — escritor argentino que transformou labirintos, espelhos e bibliotecas em metáforas do infinito —, a ideia de uma biblioteca interminável vive como um fantasma luminoso na imaginação: corredores sem fim, estantes que se multiplicam até o horizonte, o murmúrio incessante de páginas que se respondem através dos séculos. Agora, esse sonho parece ter encontrado corpo — não em pedra, papel ou poeira, mas em linhas de código. A inteligência artificial generativa, com sua pressa eletrônica, atravessa em segundos o que equivaleria a anos de leitura. Não se limita a encontrar: seleciona, resume, organiza e até reescreve. O pesquisador, que antes percorria pacientemente rios de referências, tem diante de si um oceano que se deixa atravessar num sopro. Há algo de embriagante nessa promessa: conceitos densos surgem destilados, revisões bibliográficas se resolvem num clique e o labirinto do conhecimento se apresenta com um mapa pronto.


Mas mapas mentem. A bússola que a IA oferece aponta para direções já traçadas, não para territórios por descobrir. É um saber filtrado por modelos treinados em bases enviesadas, guiados por critérios invisíveis e pela lógica da predição — que não é a da compreensão. Ao assumir o papel de “curadora”, a IA decide o que merece ser visto. A seleção, antes fruto do olhar crítico do pesquisador, é terceirizada a um mecanismo que opera segundo estatísticas de co-ocorrência, padrões de popularidade e frequência de citações. O que não aparece nessa paisagem algorítmica evapora como se nunca tivesse existido. É um “epistemicídio” silencioso: não se queima o livro, apenas se apaga sua presença.


O perigo maior talvez seja a ilusão de completude. As respostas da IA, coesas e repletas de referências plausíveis, transmitem a sensação de que tudo foi coberto, que não resta brecha no campo investigado. Mas o que elas contêm não é o universo do saber, e sim o recorte que o capital digital lhes permitiu ver. Essa completude falsa é terreno fértil para uma ciência rasa, que replica consensos e esquece o que não cabe na moldura. A “biblioteca infinita” pode degenerar numa prateleira giratória de lugares-comuns.


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A biblioteca infinita é sedutora, mas não inocente. Pode ser portal ou jaula, abertura ou repetição. A pesquisa como prática emancipadora exige desconfiar das respostas fáceis, recusar o conforto da completude e reivindicar o direito de errar de corredor, tropeçar em prateleiras invisíveis, surpreender-se pelo que não se procurava. Porque, no fim, o valor de uma biblioteca não está em caber inteira na palma da mão, mas em continuar sendo um território onde a busca transforma quem busca.



TELES, Gabriel. A IA como curadora do saber acadêmico e

o risco da superficialidade. Jornal da USP. Disponível em:

https://jornal.usp.br/?p=931123. Acesso em: 9 set. 2025. 

A construção argumentativa do texto caracteriza-se, principalmente, por
Alternativas
Q3705516 Português

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 A IA como curadora do saber acadêmico

e o risco da superficialidade



Desde o conto A Biblioteca de Babel, escrito em 1941 por Jorge Luis Borges — escritor argentino que transformou labirintos, espelhos e bibliotecas em metáforas do infinito —, a ideia de uma biblioteca interminável vive como um fantasma luminoso na imaginação: corredores sem fim, estantes que se multiplicam até o horizonte, o murmúrio incessante de páginas que se respondem através dos séculos. Agora, esse sonho parece ter encontrado corpo — não em pedra, papel ou poeira, mas em linhas de código. A inteligência artificial generativa, com sua pressa eletrônica, atravessa em segundos o que equivaleria a anos de leitura. Não se limita a encontrar: seleciona, resume, organiza e até reescreve. O pesquisador, que antes percorria pacientemente rios de referências, tem diante de si um oceano que se deixa atravessar num sopro. Há algo de embriagante nessa promessa: conceitos densos surgem destilados, revisões bibliográficas se resolvem num clique e o labirinto do conhecimento se apresenta com um mapa pronto.


Mas mapas mentem. A bússola que a IA oferece aponta para direções já traçadas, não para territórios por descobrir. É um saber filtrado por modelos treinados em bases enviesadas, guiados por critérios invisíveis e pela lógica da predição — que não é a da compreensão. Ao assumir o papel de “curadora”, a IA decide o que merece ser visto. A seleção, antes fruto do olhar crítico do pesquisador, é terceirizada a um mecanismo que opera segundo estatísticas de co-ocorrência, padrões de popularidade e frequência de citações. O que não aparece nessa paisagem algorítmica evapora como se nunca tivesse existido. É um “epistemicídio” silencioso: não se queima o livro, apenas se apaga sua presença.


O perigo maior talvez seja a ilusão de completude. As respostas da IA, coesas e repletas de referências plausíveis, transmitem a sensação de que tudo foi coberto, que não resta brecha no campo investigado. Mas o que elas contêm não é o universo do saber, e sim o recorte que o capital digital lhes permitiu ver. Essa completude falsa é terreno fértil para uma ciência rasa, que replica consensos e esquece o que não cabe na moldura. A “biblioteca infinita” pode degenerar numa prateleira giratória de lugares-comuns.


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A biblioteca infinita é sedutora, mas não inocente. Pode ser portal ou jaula, abertura ou repetição. A pesquisa como prática emancipadora exige desconfiar das respostas fáceis, recusar o conforto da completude e reivindicar o direito de errar de corredor, tropeçar em prateleiras invisíveis, surpreender-se pelo que não se procurava. Porque, no fim, o valor de uma biblioteca não está em caber inteira na palma da mão, mas em continuar sendo um território onde a busca transforma quem busca.



TELES, Gabriel. A IA como curadora do saber acadêmico e

o risco da superficialidade. Jornal da USP. Disponível em:

https://jornal.usp.br/?p=931123. Acesso em: 9 set. 2025. 

No último parágrafo do texto, o autor conclui que
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Q3697840 Direito Administrativo
Com base nas definições dos instrumentos administrativos dos procedimentos previstos no regimento interno do CREA-PB, analise as assertivas a seguir:
I. Súmula é o registro escrito e formal dos fatos, ocorrências, decisões ou conclusões de assembleias, sessões ou reuniões dos CONFEA e CREAS, a qual pode ser substituída pelo instrumento denominado de ATA contendo o resumo dos fatos.
II. Atestado é o documento pelo qual o CONFEA e CREAS comprovam um fato ou uma situação de que tenham conhecimento por seus órgãos competentes.
III. Parecer é a determinação ou ordem de competência regimental do Presidente de Conselho, objetivando providências oportunas e convenientes para o bom andamento dos serviços.
IV. Resolução a espécie de ato administrativo normativo, de exclusiva competência do Confea, destinado a explicitar a lei, para sua correta aplicação, e a disciplinar os casos omissos.

Assinale a alternativa que contém apenas as assertivas corretas:
Alternativas
Q3697839 Direito do Trabalho
De acordo com a Lei nº 4.950-A/1966, que dispõe sobre a remuneração mínima dos diplomados pelos cursos regulares superiores mantidos pelas Escolas de Engenharia, Química, Arquitetura, Agronomia e Veterinária, assinale a alternativa correta quanto ao salário-base e à hora extra: 
Alternativas
Q3697835 Regimento Interno
De acordo com o Regimento Interno do CREA/PB, a estrutura básica do Conselho Regional é composta por: 
Alternativas
Q3697834 Legislação Federal
A respeito da anuidade estabelecida na Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966, que regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3697832 Segurança da Informação
Com relação às ferramentas de segurança digital, como antivírus, firewall e anti-spyware, analise as afirmativas abaixo:
I. O antivírus tem como principal função detectar, bloquear e remover softwares maliciosos como vírus, worms e trojans.
II. O firewall atua como uma barreira de segurança entre o computador e a rede, controlando o tráfego de dados com base em regras pré-estabelecidas.
III. O anti-spyware é responsável por proteger o sistema contra programas espiões que coletam informações do usuário sem consentimento.
IV. Uma vez instalado, o antivírus não precisa ser atualizado regularmente, pois os vírus raramente sofrem alterações.

Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3697831 Noções de Informática
Sobre o uso de sítios de busca e pesquisa na internet, como o Google, Bing e outros mecanismos similares, analise as afirmativas a seguir:
I. Os mecanismos de busca utilizam algoritmos para indexar páginas da internet e retornar os resultados mais relevantes com base nas palavras-chave digitadas pelo usuário.
II. É possível refinar uma pesquisa utilizando operadores como aspas (“”) para buscar uma expressão exata ou o sinal de menos (-) para excluir termos dos resultados.
III. Ao realizar uma pesquisa, é possível utilizar filtros como data, tipo de arquivo e idioma para obter resultados mais específicos.

Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3697830 Noções de Informática
Em editores de texto como o Microsoft Word, as tabelas são amplamente utilizadas para organizar informações. Sobre a manipulação de tabelas nesses documentos, analise as afirmativas a seguir:
I. É possível mesclar células em uma tabela para criar títulos ou agrupar dados em uma única célula.
II. Ao inserir uma nova linha em uma tabela, ela sempre será adicionada no início da tabela, independentemente da posição do cursor.
III. É possível ajustar automaticamente a largura das colunas de uma tabela para que se adaptem ao conteúdo inserido.

Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3697829 Segurança da Informação
Sobre os procedimentos de backup em ambientes corporativos, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. O backup incremental copia todos os dados desde o último backup completo, independentemente de alterações.
II. O backup diferencial armazena apenas os arquivos que foram modificados desde o último backup completo.
III. O procedimento de restauração a partir de backups incrementais é geralmente mais rápido do que a partir de backups diferenciais.
IV. É uma boa prática manter ao menos uma cópia do backup em local externo ou na nuvem, visando a segurança contra desastres físicos.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3697826 Matemática
Um lote pode ser concluído por A e B juntos em 6 horas; por B e C em 8 horas; e por A e C em 12 horas. Em quanto tempo A, B e C, trabalhando juntos, concluem o lote? 
Alternativas
Q3697824 Português
Leia os trechos a seguir, extraídos do texto "A importância do desenvolvimento sustentável para o futuro do Brasil":
I. "O Brasil está entre os 193 países que aderiram à Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável"
II. "Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) foram constituídos de maneira integrada, associados às três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental."
III. "Buscam assegurar os direitos humanos, acabar com a pobreza, lutar contra a desigualdade e a injustiça..."
IV. "...ampliar o acesso da população à moradia, saneamento, mobilidade e transporte."

Considerando as regras de uso da crase na língua portuguesa, assinale a alternativa correta sobre a ocorrência ou não da crase nos trechos destacados:
Alternativas
Q3697823 Português
Leia o trecho a seguir:
"Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) orientam os municípios brasileiros na busca de soluções para problemas de escala global. Neste sentido, a administração local é fundamental para consolidar estes objetivos de sustentabilidade e de redução das desigualdades. Porém, alguns municípios insistem numa visão de desenvolvimento fortemente predatória, sem mensuração de impactos de médio e longo prazo, que podem prejudicar fortemente as futuras gerações."

Considerando as regras de acentuação gráfica da língua portuguesa, analise as palavras destacadas no trecho e assinale o item correto. 
Alternativas
Q3697821 Português
Em “A aplicabilidade dos indicadores e das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, podem ser traduzidas para a realidade de cada município, por meio de diagnósticos locais, que¹ permitam auxiliar os gestores públicos com dados efetivos, que² possam subsidiar sua integração econômica, social e ambiental”, as partículas “que” em destaque exercem, respectivamente, função de  
Alternativas
Q3697820 Português
Em “Essa agenda, lançada em setembro de 2015, durante a Cúpula de Desenvolvimento Sustentável, foi discutida na Assembleia Geral da ONU, onde os Estados-membros e a sociedade civil negociaram suas contribuições”, as vírgulas destacadas foram empregadas para 
Alternativas
Q3697819 Português
Com base na leitura do texto "A importância do desenvolvimento sustentável para o futuro do Brasil", assinale a alternativa que melhor resume a principal preocupação do autor em relação à implementação da Agenda 2030 no Brasil: 
Alternativas
Q3686459 Direito Sanitário
De acordo com a Resolução RDC nº 216/2004 da ANVISA, que dispõe sobre o Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação, analise as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F).

( ) Os manipuladores de alimentos que apresentam lesões e ou sintomas de enfermidades que possam comprometer a qualidade higiênico-sanitária dos alimentos devem ser afastados da atividade de preparação de alimentos enquanto persistirem essas condições de saúde.
( ) O prazo máximo de consumo do alimento preparado e conservado sob refrigeração a temperatura de 4ºC (quatro graus Celsius), ou inferior, deve ser de 07 (sete) dias.
( ) Para conservação a quente, os alimentos devem ser submetidos à temperatura superior a 40ºC (quarenta graus Celsius) por, no máximo, 6 (seis) horas.
( ) É obrigatória a existência de um Manual de Boas Práticas e de Procedimentos Operacionais Padronizados (POPs) no estabelecimento, sendo que os POPs devem conter instruções sequenciais sobre higienização de instalações, controle de pragas, higienização do reservatório e higiene e saúde dos manipuladores.

A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3686458 Saúde Pública
A RDC nº 63/2011 da Anvisa estabelece os Requisitos de Boas Práticas de Funcionamento para os Serviços de Saúde, visando a segurança do paciente e dos profissionais.

De acordo com esta resolução, todos os itens abaixo são obrigatórios para os serviços de saúde, EXCETO
Alternativas
Respostas
501: C
502: A
503: B
504: C
505: D
506: A
507: A
508: E
509: C
510: A
511: A
512: E
513: B
514: A
515: A
516: D
517: E
518: B
519: B
520: D