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Leia com atenção o exposto no Decreto 5.626/2005, no Capítulo 6, Art. 22. As instituições federais de ensino responsáveis pela educação básica devem garantir a inclusão de alunos surdos ou com deficiência auditiva, por meio da organização de:
I.Escolas e classes de educação bilíngue, abertas a alunos surdos e ouvintes, com professores bilíngues, na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental;
II.Escolas bilíngues ou escolas comuns da rede regular de ensino, abertas a alunos surdos e ouvintes, para os anos finais do ensino fundamental, ensino médio ou educação profissional, com docentes das diferentes áreas do conhecimento cientes da singularidade linguística dos alunos surdos, bem como com a presença de tradutores e intérpretes de Libras - Língua Portuguesa.
Responda com base no Art.22, utilizando V, para verdadeiro e F, para falso:
(__) São denominadas escolas ou classes de educação bilíngue aquelas em que a Libras e a modalidade escrita da Língua Portuguesa sejam línguas de instrução utilizadas no desenvolvimento de todo o processo educativo.
(__) Os alunos têm direito à escolarização em um turno diferenciado ao do atendimento educacional especializado para o desenvolvimento de complementação curricular, com utilização de equipamentos e tecnologias de informação.
(__) Os alunos têm direito à escolarização em um turno concomitante ao do atendimento educacional especializado para desenvolvimento de currículo escolar, com a utilização da Libras no nível linguístico em que se encontram.
(__) As mudanças decorrentes da implementação dos incisos I e II implicam a formalização, pelos pais e pelos próprios alunos, de sua opção ou preferência pela educação sem o uso de Libras.
(__) O disposto no § 2o deste artigo deve ser garantido também para os alunos não usuários da Libras.
Dentre as alternativas, marque a alternativa que contém a sequência correta:
O Currículo da Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino de Blumenau, na Rede Municipal de Ensino de Blumenau, oferta a Educação ___________ com as línguas adicionais: Língua Inglesa, Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) que, mesmo sendo língua __________no Brasil, neste contexto será trabalhada como língua __________, uma vez que o público-alvo é o estudante ___________, e Língua Alemã, a partir do primeiro ano do Ensino Fundamental.
Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna no excerto:
Apresentam-se alguns elementos sobre o intérprete de língua de sinais em sala de aula que devem ser considerados:
I.Em qualquer sala de aula, o professor é a figura que tem autoridade absoluta.
II.Considerando as questões éticas, os intérpretes devem manter-se neutros e garantir o direito dos alunos de manter as informações confidenciais.
III.Os intérpretes têm o direito de ser auxiliados pelo professor através da revisão e preparação das aulas que garantam a qualidade da sua atuação durante as aulas.
IV.As aulas devem prever intervalos que possibilitem ao intérprete descansar, pois isso garantirá uma melhor performance e evitará problemas de saúde para o intérprete.
V.Deve-se também considerar que o intérprete é o elemento fundamental que garantirá a acessibilidade. Os alunos surdos participam das aulas gestualmente e precisam de tempo para olhar para o professor, olhar para as anotações no quadro, olhar para os materiais que o intérprete disponibilizar durante a aula.
É correto o que se afirma em:
Acerca da Cultura Surda, analise as afirmativas a seguir:
I.O jeito do sujeito surdo entender o mundo, a fim de se adaptar a ele, é tornando-se um ser acessível, com suas percepções visuais, que contribuem para a definição das identidades surdas. [...] Isso significa que abrange a língua, as ideias, as crenças, os costumes e os hábitos do povo surdo. (STROBEL, 2009, p. 27).
II.O jeito do sujeito surdo entender o mundo e modificá-lo, a fim de torná-lo acessível e habitável, é ajustando-o com suas percepções visuais, que contribuem para a definição das identidades surdas. [...] Isso significa que abrange a língua, as ideias, as crenças, os costumes e os hábitos do povo surdo. (STROBEL, 2009, p. 27).
III.O jeito do sujeito surdo se enquadrar no mundo e alterná-lo, a fim de torná-lo acessível e habitável, é ajustando-o com suas percepções visuais, que facilitam para a definição das identidades surdas. [...] Isso significa que abrange a língua, as ideias, as crenças, os costumes e os comportamentos do povo surdo. (STROBEL, 2009, p. 27).
IV.O jeito do sujeito surdo entender o mundo e modificá-lo, a fim de torná-lo acessível e habitável, é conseguindo, com suas percepções visuais, contribuir à justificação das identidades surdas. [...] Isso significa que abrange a língua, as ideias, as crenças, os costumes e os hábitos do povo surdo. (STROBEL, 2009, p. 27).
Isso posto, é correto o que se afirma em:
A figura abaixo mostra três blocos retangulares idênticos cujo lado maior mede 12 cm:

A distância y indicada na figura mede:
Leia o texto a seguir para responder à pergunta.
Este pigmento amado por artistas plásticos era feito com… múmias
Um pigmento amarronzado, translúcido e com textura única. Ótimo para fazer sombras e detalhes em pinturas a óleo ou aquarelas. Por alguns séculos, os pintores europeus consideravam que os únicos defeitos do marrom-múmia eram desbotar facilmente e rachar depois de seco – dando um visual craquelado para as obras.
Foi só em meados do século 19 que um detalhezinho começou a
prejudicar o pigmento de tom terroso diante da opinião pública: o nome
não estava no sentido figurado. Sua matéria-prima eram, literalmente, múmias
egípcias moídas.
A história dessa tinta começou na Europa
renascentista, quando múmias trazidas do Egito eram comercializadas sem nenhum
apreço por seu valor histórico, principalmente para supostos
fins medicinais.
Os europeus acreditavam, erroneamente, que a substância
escura que envolvia os corpos das múmias era betume, uma mistura mineral usada na medicina persa tradicional. Quando eles
descobriram tumbas com milhares de cadáveres, acharam
que tinham encontrado uma solução para a escassez desse material, e passaram a usar
a meleca como remédio para tudo: de dor de dente a infarto. Turistas,
exploradores e a população pobre local faziam a festa nos sarcófagos, e os restos mortais eram vendidos por
pechinchas: em 1625, era possível comprar três cabeças por meio dirrã, a moeda
de prata que circulava no mundo árabe.
Sabendo que os europeus comiam, bebiam e esfregavam múmias em si mesmos, não é tão chocante descobrir que eles também pintavam com elas. O pigmento só parou de circular de vez no meio do século passado. O marrom-múmia caiu em desuso por causa de sua má reputação, da instabilidade na qualidade do pigmento e, óbvio, da dificuldade em se obter matéria-prima.
No seu auge, a demanda excedeu a oferta de múmias egípcias. E, apesar de ser “só” marrom, não era fácil replicar as propriedades do betume fake. Alguns fabricantes faziam versões falsificadas, usando cadáveres recentes de pessoas escravizadas ou criminosos.
É difícil saber quais quadros levaram o pigmento, porque o processo de análise é destrutivo. Mas sabemos que restos mortais de egípcios estão presentes em várias obras consagradas, como a famosa pintura iluminista A liberdade guiando o povo, do francês Eugène Delacroix.
Você já deve ter visto: a pintura mostra uma mulher
vigorosa, de peito nu, empunhando a bandeira da França e um rifle em meio à fumaça
de canhões e corpos caídos no chão. Um clássico
iluminista europeu, um símbolo da luta pela liberdade, igualdade e
fraternidade. Colorido pelos corpos traficados de egípcios de 5 mil anos.
LOBATO, B. Este pigmento amado por artistas plásticos era feito com… múmias. Revista Superinteressante. (Adaptado). Disponível em <https://super.abril.com.br/historia/este-pigmento-amado- por-artistas-plasticos-que-era-feito-com-mumias>.