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Além disso, para conseguir uma boa aprendizagem dos conteúdos curriculares, pelos alunos, é importante que a proposta curricular considere a afirmação de Becker (2012): “Um dos postulados apresentados por propostas pedagógicas críticas ou construtivistas é o de que se deve
Nas conclusões do capítulo referente a esse tema, Libâneo pondera que, para oferecer aos alunos “aqueles conteúdos e instrumentos conceituais mais universais necessários para melhor compreender o mundo e a sociedade de que fazem parte” e “potencializar suas formas de atuação na realidade”, as escolas devem elaborar propostas curriculares que
Um desses princípios afirma que “O processo de ensino e aprendizagem deverá estar centrado no ensino do aprender a pensar e do aprender a aprender, tendo como referência
Segundo Murici e Chaves (2016), “Para que o sistema de educação cumpra amplamente sua função de prover educação de qualidade para todos, é preciso que todos os elos estejam comprometidos em
Segundo Libâneo (2018), “O projeto, numa perspectiva progressista, é o meio pelo qual os agentes diretos da escola tornam-se sujeitos” capazes de “intervir conscientemente e coletivamente nos objetivos e nas práticas de sua escola, na produção social do futuro da escola, da comunidade, da sociedade”, isto é, “sujeitos
(...).“Se o objetivo é estabelecer na escola formas democráticas de gestão, será preciso
Para ele, participar consiste em
Mantoan analisa que, no processo de concretização das medidas legais da inclusão, a modalidade educação especial torna-se
Ele argumenta que a educação escolar trabalha com desenvolvimento humano, com aprendizagem e conhecimento, processos cuja natureza pede uma “relação dialética entre o ser e o se tornar”, pede uma combinação adequada entre a
Para combater a exclusão escolar, a qual afeta outras formas de exclusão e que é por elas afetadas, Mantoan propõe
Para tal transformação, o trabalho educativo precisa aceitar o desafio de construir “uma sala de aula ativa, com um professor,” que, como nos diz Becker (2012),
Escolha a alternativa cujo termo completa as lacunas das frases, de forma correta, de acordo com o texto de referência.
Na reflexão realizada pelas autoras, a partir dessa constatação, elas privilegiam, dentre as “várias funções que a interação escola família pode ter”, “o conhecimento dos alunos no seu contexto como um primeiro passo para uma relação que vai se desenvolvendo ao longo do tempo”, no sentido de “conhecer, reconhecer e utilizar as lições da realidade
Quanto à afetividade, às emoções, conforme Becker (2012) argumenta, com apoio na teoria de Jean Piaget, elas
A esse respeito, no texto sobre “a construção do espaço artesanal no ambiente escolar”, Freschi e Freschi (2024) alertam que “devemos passar de meros transmissores de saberes, propondo problemas que falem do cotidiano dos alunos, construindo práticas que levem em consideração
Na sequência, os autores trazem o texto de Jacques Delors, no qual ele argumenta: “num momento em que a dúvida quanto às possibilidades oferecidas pela educação se apodera de alguns espíritos, a Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI faz questão de sublinhar bem esse ponto”: “na perspectiva do parto doloroso de uma sociedade à escala mundial, ela (a educação) surge, mais do que nunca,
Considerando esses documentos, assim como o contexto internacional do século XXI, com a revolução tecnológica da microeletrônica, Costa e Vieira (2006) refletem sobre a educação coerente com a construção de uma sociedade democrática e, nesse sentido, apontam, presentes nestes dois documentos, princípios e ideais que devem orientá-la, tais como:
Libâneo (2018), ao analisar diferentes entendimentos a respeito dessa transformação do “lugar” da educação escolar em relação à sociedade, concorda com aqueles que consideram razão fundamental para isso o fato de
“O ideal democrático supõe cidadãos atentos à evolução da coisa pública, informados dos acontecimentos políticos, dos principais problemas, capazes de escolher entre as diversas alternativas apresentadas pelas forças políticas e fortemente interessados em formas diretas ou indiretas de participação. [...] o cerne da participação é a educação, se a compreendermos como arte maiêutica de motivar a construção própria do sujeito social. Desta forma, chegamos também a entender o vínculo da educação com a emancipação. Em processos emancipatórios, a peça-chave é sempre o sujeito social que assim se entende e como tal realiza sua própria emancipação. Contribuem neste processo todos os agentes externos que são indispensáveis, mas apenas instrumentais, como o educador frente ao educando.” (Ferreira, in Gestão escolar e formação de gestores; Em Aberto, v. 17, n. 72, 2000)
Em coerência com o argumento aí exposto, a autora concebe a função do educador como, essencialmente,