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Q3696470 Matemática
Na secretaria de uma escola, há 560 prontuários de alunos, alguns deles incompletos, e os demais completos. Sabe-se que a razão do número de prontuários incompletos para o número de prontuários completos é 2/3.
O número de prontuários incompletos é igual a
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Q3696469 Matemática
Uma escola comprou 9 bolas de futebol, a R$ 109,00 cada uma; 7 bolas de vôlei, a R$ 120,00 cada uma; e algumas bolas de basquete, a R$ 125,80 cada uma. O valor total dessa compra foi pago em 2 parcelas iguais de R$ 1.225,00 cada uma.

Quantas bolas de basquete foram compradas?
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Q3696468 Português
Leia a frase a seguir:

Em seu estudo ____________ respeito de um bairro pobre, o pesquisador deu ênfase ____________ falta de condições materiais de seus moradores, as quais são fundamentais para garantir, _____________ pessoas, o exercício de suas culturas.

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas da frase.
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Q3696467 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

Humilhação social: um problema político em Psicologia

    A visão dos bairros pobres parece, às vezes, ainda mais impiedosa do que a visão de ambientes arruinados: não são bairros que o tempo veio corroer ou as guerras vieram abalar, são bairros que mal puderam nascer para o tempo e para a história. Um bairro proletário não é feito de ruínas. Ocorre que ali o trabalho humano sobre a natureza e sobre a cidade parece interceptado. As formas de um bairro pobre não figuram como destroços ou como edifícios decaídos, realidades fúnebres, mas em que podem restar impressionantes qualidades arqueológicas: em suas linhas corroídas e em suas formas parcialmente quebradas pode persistir a memória de uma gente.
    No bairro pobre, menos de ruína, o espetáculo mais parece feito de interrupção: as linhas e as formas estão incompletas, não puderam se perfazer. Faltam os instrumentos, faltam os materiais que suportariam o trabalho humano para a configuração de um mundo, para a fisionomia de uma cultura.
    Para a carpintaria, pode faltar madeira ou formão, um martelo, um alicate. A alvenaria é sempre adiada, interminável: a compra de tijolos, areia, massa e uma janela às vezes consumiria o salário de mais de cinco meses. Como pensar no tamanho de uma pequena horta se, quando não falta o quintal, faltam as sementes e o adubo? As rodas do samba ou os forrós contentam-se às vezes com um só pandeiro. As procissões vão sem velas e nas festas do padroeiro pode faltar a imagem do santo.
    Eis o que ouvimos de Ecléa Bosi: a mobilidade extrema e insegura das famílias pobres, migrantes ou nômade-urbanas, impede a sedimentação do passado. Os retratos, o retrato de casamento, os panos e peças do enxoval, os objetos herdados, toda esta coleção de bens biográficos não logra acompanhar a odisseia dos miseráveis. São transferidos, são abandonados ou são vendidos a preços irrisórios. A espoliação econômica manifesta-se ao mesmo tempo como espoliação do passado. E ainda: “... não há memória para aqueles a quem nada pertence. Tudo o que se trabalhou, criou, lutou, a crônica da família ou do indivíduo vão cair no anonimato ao fim de seu percurso errante. A violência que separou suas articulações, desconjuntou seus esforços, esbofeteou sua esperança, espoliou também a lembrança de seus feitos”.

(José Moura Gonçalves Filho, “Humilhação social: um problema político em Psicologia”, Psicologia USP. Adaptado)
Considere o trecho a seguir:

•  “No bairro pobre, menos de ruína, o espetáculo mais parece feito de interrupção: as linhas e as formas estão incompletas, não puderam se perfazer.” (2º parágrafo)

Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma reescrita do trecho em conformidade com a norma-padrão e com as relações de sentido originais.
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Q3696466 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

Humilhação social: um problema político em Psicologia

    A visão dos bairros pobres parece, às vezes, ainda mais impiedosa do que a visão de ambientes arruinados: não são bairros que o tempo veio corroer ou as guerras vieram abalar, são bairros que mal puderam nascer para o tempo e para a história. Um bairro proletário não é feito de ruínas. Ocorre que ali o trabalho humano sobre a natureza e sobre a cidade parece interceptado. As formas de um bairro pobre não figuram como destroços ou como edifícios decaídos, realidades fúnebres, mas em que podem restar impressionantes qualidades arqueológicas: em suas linhas corroídas e em suas formas parcialmente quebradas pode persistir a memória de uma gente.
    No bairro pobre, menos de ruína, o espetáculo mais parece feito de interrupção: as linhas e as formas estão incompletas, não puderam se perfazer. Faltam os instrumentos, faltam os materiais que suportariam o trabalho humano para a configuração de um mundo, para a fisionomia de uma cultura.
    Para a carpintaria, pode faltar madeira ou formão, um martelo, um alicate. A alvenaria é sempre adiada, interminável: a compra de tijolos, areia, massa e uma janela às vezes consumiria o salário de mais de cinco meses. Como pensar no tamanho de uma pequena horta se, quando não falta o quintal, faltam as sementes e o adubo? As rodas do samba ou os forrós contentam-se às vezes com um só pandeiro. As procissões vão sem velas e nas festas do padroeiro pode faltar a imagem do santo.
    Eis o que ouvimos de Ecléa Bosi: a mobilidade extrema e insegura das famílias pobres, migrantes ou nômade-urbanas, impede a sedimentação do passado. Os retratos, o retrato de casamento, os panos e peças do enxoval, os objetos herdados, toda esta coleção de bens biográficos não logra acompanhar a odisseia dos miseráveis. São transferidos, são abandonados ou são vendidos a preços irrisórios. A espoliação econômica manifesta-se ao mesmo tempo como espoliação do passado. E ainda: “... não há memória para aqueles a quem nada pertence. Tudo o que se trabalhou, criou, lutou, a crônica da família ou do indivíduo vão cair no anonimato ao fim de seu percurso errante. A violência que separou suas articulações, desconjuntou seus esforços, esbofeteou sua esperança, espoliou também a lembrança de seus feitos”.

(José Moura Gonçalves Filho, “Humilhação social: um problema político em Psicologia”, Psicologia USP. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a introdução de vírgulas em trecho do texto preserva o sentido original e atende à norma-padrão. 
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Q3696465 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

Humilhação social: um problema político em Psicologia

    A visão dos bairros pobres parece, às vezes, ainda mais impiedosa do que a visão de ambientes arruinados: não são bairros que o tempo veio corroer ou as guerras vieram abalar, são bairros que mal puderam nascer para o tempo e para a história. Um bairro proletário não é feito de ruínas. Ocorre que ali o trabalho humano sobre a natureza e sobre a cidade parece interceptado. As formas de um bairro pobre não figuram como destroços ou como edifícios decaídos, realidades fúnebres, mas em que podem restar impressionantes qualidades arqueológicas: em suas linhas corroídas e em suas formas parcialmente quebradas pode persistir a memória de uma gente.
    No bairro pobre, menos de ruína, o espetáculo mais parece feito de interrupção: as linhas e as formas estão incompletas, não puderam se perfazer. Faltam os instrumentos, faltam os materiais que suportariam o trabalho humano para a configuração de um mundo, para a fisionomia de uma cultura.
    Para a carpintaria, pode faltar madeira ou formão, um martelo, um alicate. A alvenaria é sempre adiada, interminável: a compra de tijolos, areia, massa e uma janela às vezes consumiria o salário de mais de cinco meses. Como pensar no tamanho de uma pequena horta se, quando não falta o quintal, faltam as sementes e o adubo? As rodas do samba ou os forrós contentam-se às vezes com um só pandeiro. As procissões vão sem velas e nas festas do padroeiro pode faltar a imagem do santo.
    Eis o que ouvimos de Ecléa Bosi: a mobilidade extrema e insegura das famílias pobres, migrantes ou nômade-urbanas, impede a sedimentação do passado. Os retratos, o retrato de casamento, os panos e peças do enxoval, os objetos herdados, toda esta coleção de bens biográficos não logra acompanhar a odisseia dos miseráveis. São transferidos, são abandonados ou são vendidos a preços irrisórios. A espoliação econômica manifesta-se ao mesmo tempo como espoliação do passado. E ainda: “... não há memória para aqueles a quem nada pertence. Tudo o que se trabalhou, criou, lutou, a crônica da família ou do indivíduo vão cair no anonimato ao fim de seu percurso errante. A violência que separou suas articulações, desconjuntou seus esforços, esbofeteou sua esperança, espoliou também a lembrança de seus feitos”.

(José Moura Gonçalves Filho, “Humilhação social: um problema político em Psicologia”, Psicologia USP. Adaptado)
O trecho “... não há memória para aqueles a quem nada pertence.” (4º parágrafo) pode ser reescrito, em conformidade com a norma-padrão de concordância e regência, como:
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Q3696464 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

Humilhação social: um problema político em Psicologia

    A visão dos bairros pobres parece, às vezes, ainda mais impiedosa do que a visão de ambientes arruinados: não são bairros que o tempo veio corroer ou as guerras vieram abalar, são bairros que mal puderam nascer para o tempo e para a história. Um bairro proletário não é feito de ruínas. Ocorre que ali o trabalho humano sobre a natureza e sobre a cidade parece interceptado. As formas de um bairro pobre não figuram como destroços ou como edifícios decaídos, realidades fúnebres, mas em que podem restar impressionantes qualidades arqueológicas: em suas linhas corroídas e em suas formas parcialmente quebradas pode persistir a memória de uma gente.
    No bairro pobre, menos de ruína, o espetáculo mais parece feito de interrupção: as linhas e as formas estão incompletas, não puderam se perfazer. Faltam os instrumentos, faltam os materiais que suportariam o trabalho humano para a configuração de um mundo, para a fisionomia de uma cultura.
    Para a carpintaria, pode faltar madeira ou formão, um martelo, um alicate. A alvenaria é sempre adiada, interminável: a compra de tijolos, areia, massa e uma janela às vezes consumiria o salário de mais de cinco meses. Como pensar no tamanho de uma pequena horta se, quando não falta o quintal, faltam as sementes e o adubo? As rodas do samba ou os forrós contentam-se às vezes com um só pandeiro. As procissões vão sem velas e nas festas do padroeiro pode faltar a imagem do santo.
    Eis o que ouvimos de Ecléa Bosi: a mobilidade extrema e insegura das famílias pobres, migrantes ou nômade-urbanas, impede a sedimentação do passado. Os retratos, o retrato de casamento, os panos e peças do enxoval, os objetos herdados, toda esta coleção de bens biográficos não logra acompanhar a odisseia dos miseráveis. São transferidos, são abandonados ou são vendidos a preços irrisórios. A espoliação econômica manifesta-se ao mesmo tempo como espoliação do passado. E ainda: “... não há memória para aqueles a quem nada pertence. Tudo o que se trabalhou, criou, lutou, a crônica da família ou do indivíduo vão cair no anonimato ao fim de seu percurso errante. A violência que separou suas articulações, desconjuntou seus esforços, esbofeteou sua esperança, espoliou também a lembrança de seus feitos”.

(José Moura Gonçalves Filho, “Humilhação social: um problema político em Psicologia”, Psicologia USP. Adaptado)
Considere os trechos a seguir:

•  “As formas de um bairro pobre não figuram como destroços...” (1º parágrafo)
•  “... a mobilidade extrema e insegura das famílias pobres, migrantes ou nômade-urbanas, impede a sedimentação do passado.” (4º parágrafo)

No contexto em que foram empregadas, as palavras destacadas têm como sinônimos, correta e respectivamente,
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Q3696463 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

Humilhação social: um problema político em Psicologia

    A visão dos bairros pobres parece, às vezes, ainda mais impiedosa do que a visão de ambientes arruinados: não são bairros que o tempo veio corroer ou as guerras vieram abalar, são bairros que mal puderam nascer para o tempo e para a história. Um bairro proletário não é feito de ruínas. Ocorre que ali o trabalho humano sobre a natureza e sobre a cidade parece interceptado. As formas de um bairro pobre não figuram como destroços ou como edifícios decaídos, realidades fúnebres, mas em que podem restar impressionantes qualidades arqueológicas: em suas linhas corroídas e em suas formas parcialmente quebradas pode persistir a memória de uma gente.
    No bairro pobre, menos de ruína, o espetáculo mais parece feito de interrupção: as linhas e as formas estão incompletas, não puderam se perfazer. Faltam os instrumentos, faltam os materiais que suportariam o trabalho humano para a configuração de um mundo, para a fisionomia de uma cultura.
    Para a carpintaria, pode faltar madeira ou formão, um martelo, um alicate. A alvenaria é sempre adiada, interminável: a compra de tijolos, areia, massa e uma janela às vezes consumiria o salário de mais de cinco meses. Como pensar no tamanho de uma pequena horta se, quando não falta o quintal, faltam as sementes e o adubo? As rodas do samba ou os forrós contentam-se às vezes com um só pandeiro. As procissões vão sem velas e nas festas do padroeiro pode faltar a imagem do santo.
    Eis o que ouvimos de Ecléa Bosi: a mobilidade extrema e insegura das famílias pobres, migrantes ou nômade-urbanas, impede a sedimentação do passado. Os retratos, o retrato de casamento, os panos e peças do enxoval, os objetos herdados, toda esta coleção de bens biográficos não logra acompanhar a odisseia dos miseráveis. São transferidos, são abandonados ou são vendidos a preços irrisórios. A espoliação econômica manifesta-se ao mesmo tempo como espoliação do passado. E ainda: “... não há memória para aqueles a quem nada pertence. Tudo o que se trabalhou, criou, lutou, a crônica da família ou do indivíduo vão cair no anonimato ao fim de seu percurso errante. A violência que separou suas articulações, desconjuntou seus esforços, esbofeteou sua esperança, espoliou também a lembrança de seus feitos”.

(José Moura Gonçalves Filho, “Humilhação social: um problema político em Psicologia”, Psicologia USP. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada foi empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q3696462 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

Humilhação social: um problema político em Psicologia

    A visão dos bairros pobres parece, às vezes, ainda mais impiedosa do que a visão de ambientes arruinados: não são bairros que o tempo veio corroer ou as guerras vieram abalar, são bairros que mal puderam nascer para o tempo e para a história. Um bairro proletário não é feito de ruínas. Ocorre que ali o trabalho humano sobre a natureza e sobre a cidade parece interceptado. As formas de um bairro pobre não figuram como destroços ou como edifícios decaídos, realidades fúnebres, mas em que podem restar impressionantes qualidades arqueológicas: em suas linhas corroídas e em suas formas parcialmente quebradas pode persistir a memória de uma gente.
    No bairro pobre, menos de ruína, o espetáculo mais parece feito de interrupção: as linhas e as formas estão incompletas, não puderam se perfazer. Faltam os instrumentos, faltam os materiais que suportariam o trabalho humano para a configuração de um mundo, para a fisionomia de uma cultura.
    Para a carpintaria, pode faltar madeira ou formão, um martelo, um alicate. A alvenaria é sempre adiada, interminável: a compra de tijolos, areia, massa e uma janela às vezes consumiria o salário de mais de cinco meses. Como pensar no tamanho de uma pequena horta se, quando não falta o quintal, faltam as sementes e o adubo? As rodas do samba ou os forrós contentam-se às vezes com um só pandeiro. As procissões vão sem velas e nas festas do padroeiro pode faltar a imagem do santo.
    Eis o que ouvimos de Ecléa Bosi: a mobilidade extrema e insegura das famílias pobres, migrantes ou nômade-urbanas, impede a sedimentação do passado. Os retratos, o retrato de casamento, os panos e peças do enxoval, os objetos herdados, toda esta coleção de bens biográficos não logra acompanhar a odisseia dos miseráveis. São transferidos, são abandonados ou são vendidos a preços irrisórios. A espoliação econômica manifesta-se ao mesmo tempo como espoliação do passado. E ainda: “... não há memória para aqueles a quem nada pertence. Tudo o que se trabalhou, criou, lutou, a crônica da família ou do indivíduo vão cair no anonimato ao fim de seu percurso errante. A violência que separou suas articulações, desconjuntou seus esforços, esbofeteou sua esperança, espoliou também a lembrança de seus feitos”.

(José Moura Gonçalves Filho, “Humilhação social: um problema político em Psicologia”, Psicologia USP. Adaptado)
A partir das ideias de Ecléa Bosi, citadas no texto, é correto concluir que 
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Q3696461 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

Humilhação social: um problema político em Psicologia

    A visão dos bairros pobres parece, às vezes, ainda mais impiedosa do que a visão de ambientes arruinados: não são bairros que o tempo veio corroer ou as guerras vieram abalar, são bairros que mal puderam nascer para o tempo e para a história. Um bairro proletário não é feito de ruínas. Ocorre que ali o trabalho humano sobre a natureza e sobre a cidade parece interceptado. As formas de um bairro pobre não figuram como destroços ou como edifícios decaídos, realidades fúnebres, mas em que podem restar impressionantes qualidades arqueológicas: em suas linhas corroídas e em suas formas parcialmente quebradas pode persistir a memória de uma gente.
    No bairro pobre, menos de ruína, o espetáculo mais parece feito de interrupção: as linhas e as formas estão incompletas, não puderam se perfazer. Faltam os instrumentos, faltam os materiais que suportariam o trabalho humano para a configuração de um mundo, para a fisionomia de uma cultura.
    Para a carpintaria, pode faltar madeira ou formão, um martelo, um alicate. A alvenaria é sempre adiada, interminável: a compra de tijolos, areia, massa e uma janela às vezes consumiria o salário de mais de cinco meses. Como pensar no tamanho de uma pequena horta se, quando não falta o quintal, faltam as sementes e o adubo? As rodas do samba ou os forrós contentam-se às vezes com um só pandeiro. As procissões vão sem velas e nas festas do padroeiro pode faltar a imagem do santo.
    Eis o que ouvimos de Ecléa Bosi: a mobilidade extrema e insegura das famílias pobres, migrantes ou nômade-urbanas, impede a sedimentação do passado. Os retratos, o retrato de casamento, os panos e peças do enxoval, os objetos herdados, toda esta coleção de bens biográficos não logra acompanhar a odisseia dos miseráveis. São transferidos, são abandonados ou são vendidos a preços irrisórios. A espoliação econômica manifesta-se ao mesmo tempo como espoliação do passado. E ainda: “... não há memória para aqueles a quem nada pertence. Tudo o que se trabalhou, criou, lutou, a crônica da família ou do indivíduo vão cair no anonimato ao fim de seu percurso errante. A violência que separou suas articulações, desconjuntou seus esforços, esbofeteou sua esperança, espoliou também a lembrança de seus feitos”.

(José Moura Gonçalves Filho, “Humilhação social: um problema político em Psicologia”, Psicologia USP. Adaptado)
No que se refere à comparação feita pelo autor entre os bairros pobres e as ruínas, é correto afirmar que
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Q3648999 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Considera-se criança, para os efeitos da Lei, a pessoa até 12 (doze) anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre 12 (doze) e 18 (dezoito) anos de idade. Porém nos casos expressos em lei, aplica-se excepcionalmente o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) às pessoas entre: 
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Q3648998 Pedagogia
É preciso melhorar a competência dos indivíduos para tomar decisões em todos os setores em que a participação das comunidades é fundamental. A respeito da higiene e sua relação com a educação, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3648997 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990

Considerando as disposições do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), leia o enunciado abaixo e assinale a alternativa que apresenta ao termo correto para completar a lacuna:


A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata o Estatuto da Criança e do Adolescente, assegurando-se-lhes, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento ___________________, em condições de liberdade e de dignidade.

Alternativas
Q3648996 Pedagogia
Considerando a importância do papel da escola na Educação Inclusiva, assinale a alternativa correta:
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Q3648995 Noções de Primeiros Socorros
Sobre os procedimentos corretos para realizar os primeiros socorros em uma pessoa que está tendo uma convulsão, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3648994 Noções de Primeiros Socorros
Durante uma aula de Educação Física, Pedro, um aluno de 16 anos, acidentalmente cortou o braço em uma barra de ferro exposta. Ao chegar até você, ele está com o braço sangrando abundantemente, e você observa que o sangue está jorrando em jatos. Com base na situação apresentada, assinale a alternativa que descreve a conduta mais apropriada a ser adotada:
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Q3648993 Direito Constitucional

Com base no artigo 206 da Constituição Federal de 1988, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta, considerando V (Verdadeiro) ou F (Falso). O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:


( ) Unicidade de ideias e de concepções pedagógicas, e existência apenas de instituições públicas de ensino.

( ) Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber.

( ) Garantia de ensino público oneroso em estabelecimentos oficiais.

Alternativas
Q3648992 Noções de Primeiros Socorros

Em situações de queimaduras, é essencial seguir as diretrizes adequadas para a prestação de primeiros socorros. Analise as afirmativas abaixo, de acordo com as melhores práticas recomendadas e os procedimentos a serem adotados, considerando V (Verdadeiro) ou F (Falso):


( ) É recomendado colocar a parte queimada debaixo da água corrente fria por aproximadamente dez minutos.

( ) Aplicar manteiga ou creme dental na queimadura é uma prática adequada para aliviar os sintomas imediatos.

( ) Em caso de queimaduras em grandes extensões ou por substâncias químicas, a vítima deve ser encaminhada imediatamente a um serviço médico.

Alternativas
Q3648991 Pedagogia

Quanto à Educação Especial, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta, considerando V (Verdadeiro) ou F (Falso):


( ) Os profissionais da escola, incluindo a equipe de apoio, devem estimular a todos os alunos a tomarem suas próprias decisões, de forma que eles possam se tornar cada vez mais independentes.


( ) Os profissionais da escola devem ser facilitadores do processo de inclusão escolar, o qual não se restringe apenas a alunos com necessidades educacionais especiais, mas a todos os alunos.


( ) O aluno com deficiência física deve participar de algumas atividades oferecidas pela escola, mas não é permitido que ele esteja junto com os outros alunos, pois pode não ter condições de desempenhar tarefas adequadas. 

Alternativas
Q3648990 Pedagogia
A criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, assegurando-se EXCETO o que se apresenta em:
Alternativas
Respostas
281: A
282: D
283: D
284: A
285: E
286: B
287: A
288: D
289: A
290: C
291: E
292: D
293: A
294: C
295: C
296: B
297: B
298: C
299: B
300: E