Questões de Concurso Comentadas para nutricionista

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Q3650394 Português

Medo de ensinar

Publicado em 26/09/2023 Paulo Pestana - Crônica

  

      Dona Didi estava parada em frente ao portão. Todo dia era assim: ela recebia os alunos no pequeno alpendre do externato; mas alguma coisa estava errada. Eu mesmo vi quando começou o trabalho de demolição da ampla casa amarela que abrigava a escola; vi quando o muro baixo foi substituído por um tapume. Também vi um prédio pronto no mesmo lugar, ao lado da Catedral, naquela rua íngreme que nos fazia chegar arfando [ ] aula.

    Mas ela estava lá. Não chegava a ser gorda, mas era corpulenta, tinha o cenho sempre decidido e fechado, com sorrisos reservados apenas aos pais. E trazia permanentemente uma ameaçadora régua numa das mãos, batendo-a na palma da outra mão; corria entre os alunos[ ] lenda que ela guardava uma palmatória, na esperança de que seu uso fosse novamente autorizado para punir os maus alunos.

    Mas eu sabia que Dona Didi havia morrido. Foi este o motivo de a escola ter fechado. Ainda assim ela estava ali. Ao lado dela, como sempre, a mais bela professora do mundo, a minha professora – como era mesmo o nome dela? Não conseguia lembrar.

    É por essas e outras que eu ainda acho que o medo é uma força maior que o amor – como é que eu lembro o nome da mulher que mais me meteu medo na vida e não lembro como se chamava a dona do sorriso mais doce, que guiava minha mão sobre a pauta de caligrafia?

    A sensação era estranha – eu ainda não tinha consciência de que era um sonho, até porque, no meu caso, eles são quase sempre misteriosos, fragmentados, desconexos. Jung ensinou que o sonho é uma força da natureza, não depende de nada para aparecer, mas pode ser uma reação [ ] uma situação de consciência. Parece que era o caso.

    Há alguns dias eu tivera uma conversa com uma amiga professora em escola pública de uma cidade satélite que renovou a minha inabalável crença no fracasso da raça humana. Narrou casos cada vez mais frequentes de agressões verbais, de intimidações e até de violência física contra colegas.

    Ela está para desistir. Nem a Lei que garante ao professor autoridade para retirar um aluno da sala de aula – o que, por si só, mostra o tamanho do absurdo vivido pelos mestres – serve de paliativo. “A gente entra na sala com os nervos[ ] flor da pele, sem saber o que esperar”, me disse, enquanto eu me lembrava do dia, décadas atrás, que Ambrósio fez xixi nas calças durante uma bronca, em que ficou o tempo todo de cabeça baixa.

    Não sei o que aconteceu com o conceito de autoridade, que vem sendo corroído em nome de uma liberdade que não respeita ninguém e que, portanto, não é liberdade. Nos últimos anos, tem assumido ares de epidemia, já que ninguém quer se submeter a nada, mas, quando um professor tem medo de ensinar, é sinal de que a picada está no fim.

    E ainda tem gente que acha que vamos começar resolvendo os problemas brasileiros obrigando motorista [ ] acender o farol durante o dia ou adoçando palavras para disfarçar o amargor do preconceito.

PESTANA, Paulo. Medo de ensinar. Correio Braziliense, 18 de setembro de 2023. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br//medo-deensinar/. Acesso em: 29 set. 2023. Adaptado.

Em qual dos trechos a seguir se pode observar o uso de uma linguagem conotativa?
Alternativas
Q3650393 Português

Medo de ensinar

Publicado em 26/09/2023 Paulo Pestana - Crônica

  

      Dona Didi estava parada em frente ao portão. Todo dia era assim: ela recebia os alunos no pequeno alpendre do externato; mas alguma coisa estava errada. Eu mesmo vi quando começou o trabalho de demolição da ampla casa amarela que abrigava a escola; vi quando o muro baixo foi substituído por um tapume. Também vi um prédio pronto no mesmo lugar, ao lado da Catedral, naquela rua íngreme que nos fazia chegar arfando [ ] aula.

    Mas ela estava lá. Não chegava a ser gorda, mas era corpulenta, tinha o cenho sempre decidido e fechado, com sorrisos reservados apenas aos pais. E trazia permanentemente uma ameaçadora régua numa das mãos, batendo-a na palma da outra mão; corria entre os alunos[ ] lenda que ela guardava uma palmatória, na esperança de que seu uso fosse novamente autorizado para punir os maus alunos.

    Mas eu sabia que Dona Didi havia morrido. Foi este o motivo de a escola ter fechado. Ainda assim ela estava ali. Ao lado dela, como sempre, a mais bela professora do mundo, a minha professora – como era mesmo o nome dela? Não conseguia lembrar.

    É por essas e outras que eu ainda acho que o medo é uma força maior que o amor – como é que eu lembro o nome da mulher que mais me meteu medo na vida e não lembro como se chamava a dona do sorriso mais doce, que guiava minha mão sobre a pauta de caligrafia?

    A sensação era estranha – eu ainda não tinha consciência de que era um sonho, até porque, no meu caso, eles são quase sempre misteriosos, fragmentados, desconexos. Jung ensinou que o sonho é uma força da natureza, não depende de nada para aparecer, mas pode ser uma reação [ ] uma situação de consciência. Parece que era o caso.

    Há alguns dias eu tivera uma conversa com uma amiga professora em escola pública de uma cidade satélite que renovou a minha inabalável crença no fracasso da raça humana. Narrou casos cada vez mais frequentes de agressões verbais, de intimidações e até de violência física contra colegas.

    Ela está para desistir. Nem a Lei que garante ao professor autoridade para retirar um aluno da sala de aula – o que, por si só, mostra o tamanho do absurdo vivido pelos mestres – serve de paliativo. “A gente entra na sala com os nervos[ ] flor da pele, sem saber o que esperar”, me disse, enquanto eu me lembrava do dia, décadas atrás, que Ambrósio fez xixi nas calças durante uma bronca, em que ficou o tempo todo de cabeça baixa.

    Não sei o que aconteceu com o conceito de autoridade, que vem sendo corroído em nome de uma liberdade que não respeita ninguém e que, portanto, não é liberdade. Nos últimos anos, tem assumido ares de epidemia, já que ninguém quer se submeter a nada, mas, quando um professor tem medo de ensinar, é sinal de que a picada está no fim.

    E ainda tem gente que acha que vamos começar resolvendo os problemas brasileiros obrigando motorista [ ] acender o farol durante o dia ou adoçando palavras para disfarçar o amargor do preconceito.

PESTANA, Paulo. Medo de ensinar. Correio Braziliense, 18 de setembro de 2023. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br//medo-deensinar/. Acesso em: 29 set. 2023. Adaptado.

No 7º parágrafo, a palavra “paliativo” NÃO pode ser substituída, sob a pena de alteração do sentido do enunciado, por
Alternativas
Q3650392 Português

Medo de ensinar

Publicado em 26/09/2023 Paulo Pestana - Crônica

  

      Dona Didi estava parada em frente ao portão. Todo dia era assim: ela recebia os alunos no pequeno alpendre do externato; mas alguma coisa estava errada. Eu mesmo vi quando começou o trabalho de demolição da ampla casa amarela que abrigava a escola; vi quando o muro baixo foi substituído por um tapume. Também vi um prédio pronto no mesmo lugar, ao lado da Catedral, naquela rua íngreme que nos fazia chegar arfando [ ] aula.

    Mas ela estava lá. Não chegava a ser gorda, mas era corpulenta, tinha o cenho sempre decidido e fechado, com sorrisos reservados apenas aos pais. E trazia permanentemente uma ameaçadora régua numa das mãos, batendo-a na palma da outra mão; corria entre os alunos[ ] lenda que ela guardava uma palmatória, na esperança de que seu uso fosse novamente autorizado para punir os maus alunos.

    Mas eu sabia que Dona Didi havia morrido. Foi este o motivo de a escola ter fechado. Ainda assim ela estava ali. Ao lado dela, como sempre, a mais bela professora do mundo, a minha professora – como era mesmo o nome dela? Não conseguia lembrar.

    É por essas e outras que eu ainda acho que o medo é uma força maior que o amor – como é que eu lembro o nome da mulher que mais me meteu medo na vida e não lembro como se chamava a dona do sorriso mais doce, que guiava minha mão sobre a pauta de caligrafia?

    A sensação era estranha – eu ainda não tinha consciência de que era um sonho, até porque, no meu caso, eles são quase sempre misteriosos, fragmentados, desconexos. Jung ensinou que o sonho é uma força da natureza, não depende de nada para aparecer, mas pode ser uma reação [ ] uma situação de consciência. Parece que era o caso.

    Há alguns dias eu tivera uma conversa com uma amiga professora em escola pública de uma cidade satélite que renovou a minha inabalável crença no fracasso da raça humana. Narrou casos cada vez mais frequentes de agressões verbais, de intimidações e até de violência física contra colegas.

    Ela está para desistir. Nem a Lei que garante ao professor autoridade para retirar um aluno da sala de aula – o que, por si só, mostra o tamanho do absurdo vivido pelos mestres – serve de paliativo. “A gente entra na sala com os nervos[ ] flor da pele, sem saber o que esperar”, me disse, enquanto eu me lembrava do dia, décadas atrás, que Ambrósio fez xixi nas calças durante uma bronca, em que ficou o tempo todo de cabeça baixa.

    Não sei o que aconteceu com o conceito de autoridade, que vem sendo corroído em nome de uma liberdade que não respeita ninguém e que, portanto, não é liberdade. Nos últimos anos, tem assumido ares de epidemia, já que ninguém quer se submeter a nada, mas, quando um professor tem medo de ensinar, é sinal de que a picada está no fim.

    E ainda tem gente que acha que vamos começar resolvendo os problemas brasileiros obrigando motorista [ ] acender o farol durante o dia ou adoçando palavras para disfarçar o amargor do preconceito.

PESTANA, Paulo. Medo de ensinar. Correio Braziliense, 18 de setembro de 2023. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br//medo-deensinar/. Acesso em: 29 set. 2023. Adaptado.

Nos trechos “Dona Didi estava parada em frente ao portão.” (1º parágrafo) e “Não chegava a ser gorda, mas era corpulenta [...]” (2º parágrafo), os verbos destacados são classificados como 
Alternativas
Q3650390 Português

Medo de ensinar

Publicado em 26/09/2023 Paulo Pestana - Crônica

  

      Dona Didi estava parada em frente ao portão. Todo dia era assim: ela recebia os alunos no pequeno alpendre do externato; mas alguma coisa estava errada. Eu mesmo vi quando começou o trabalho de demolição da ampla casa amarela que abrigava a escola; vi quando o muro baixo foi substituído por um tapume. Também vi um prédio pronto no mesmo lugar, ao lado da Catedral, naquela rua íngreme que nos fazia chegar arfando [ ] aula.

    Mas ela estava lá. Não chegava a ser gorda, mas era corpulenta, tinha o cenho sempre decidido e fechado, com sorrisos reservados apenas aos pais. E trazia permanentemente uma ameaçadora régua numa das mãos, batendo-a na palma da outra mão; corria entre os alunos[ ] lenda que ela guardava uma palmatória, na esperança de que seu uso fosse novamente autorizado para punir os maus alunos.

    Mas eu sabia que Dona Didi havia morrido. Foi este o motivo de a escola ter fechado. Ainda assim ela estava ali. Ao lado dela, como sempre, a mais bela professora do mundo, a minha professora – como era mesmo o nome dela? Não conseguia lembrar.

    É por essas e outras que eu ainda acho que o medo é uma força maior que o amor – como é que eu lembro o nome da mulher que mais me meteu medo na vida e não lembro como se chamava a dona do sorriso mais doce, que guiava minha mão sobre a pauta de caligrafia?

    A sensação era estranha – eu ainda não tinha consciência de que era um sonho, até porque, no meu caso, eles são quase sempre misteriosos, fragmentados, desconexos. Jung ensinou que o sonho é uma força da natureza, não depende de nada para aparecer, mas pode ser uma reação [ ] uma situação de consciência. Parece que era o caso.

    Há alguns dias eu tivera uma conversa com uma amiga professora em escola pública de uma cidade satélite que renovou a minha inabalável crença no fracasso da raça humana. Narrou casos cada vez mais frequentes de agressões verbais, de intimidações e até de violência física contra colegas.

    Ela está para desistir. Nem a Lei que garante ao professor autoridade para retirar um aluno da sala de aula – o que, por si só, mostra o tamanho do absurdo vivido pelos mestres – serve de paliativo. “A gente entra na sala com os nervos[ ] flor da pele, sem saber o que esperar”, me disse, enquanto eu me lembrava do dia, décadas atrás, que Ambrósio fez xixi nas calças durante uma bronca, em que ficou o tempo todo de cabeça baixa.

    Não sei o que aconteceu com o conceito de autoridade, que vem sendo corroído em nome de uma liberdade que não respeita ninguém e que, portanto, não é liberdade. Nos últimos anos, tem assumido ares de epidemia, já que ninguém quer se submeter a nada, mas, quando um professor tem medo de ensinar, é sinal de que a picada está no fim.

    E ainda tem gente que acha que vamos começar resolvendo os problemas brasileiros obrigando motorista [ ] acender o farol durante o dia ou adoçando palavras para disfarçar o amargor do preconceito.

PESTANA, Paulo. Medo de ensinar. Correio Braziliense, 18 de setembro de 2023. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br//medo-deensinar/. Acesso em: 29 set. 2023. Adaptado.

A partir da leitura da crônica apresentada, infere-se que o autor
Alternativas
Q3648143 Nutrição
A alternativa abaixo que não corresponde a um tipo de gordura de origem vegetal, é:
Alternativas
Q3648142 Nutrição
Com relação aos carboidratos complexos (bons), analise as proposições a seguir:
I. São ricos em fibras e nutrientes;
II. Possuem alto índice glicêmico;
III. Estimulam de forma natural o metabolismo.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3648137 Nutrição
A avaliação do estado nutricional de um paciente deve conter algumas etapas, com a exceção de:
Alternativas
Q3648133 Nutrição
Com relação a Vitamina E (Tocoferol), analise as proposições a seguir:
I. É conhecida como a vitamina antiesterilidade;
II.Ajuda na formação de produtos tóxicos e na oxidação;
III. A deficiência dessa vitamina no homem é muito frequente.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3648131 Nutrição
A respeito das proteínas, analise as proposições a seguir:
I. Podem ser de origem animal e vegetal;
II. São substâncias oxigenadas simples, apresentando somente carbono e oxigênio em sua composição;
III. A caseína é uma proteína derivada do leite, sendo ela de origem animal.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3647163 Nutrição
A conservação de alimentos refere-se ao conjunto de técnicas, processos e métodos utilizados para prolongar a vida útil dos alimentos, mantendo sua qualidade, sabor, valor nutricional e segurança alimentar. Dentre os as opções citadas abaixo, assinale a alternativa que corresponde ao processo de desidratação de produtos em condições de pressão e temperatura, no qual a água, previamente congelada, passa do estado sólido para o estado gasoso:
Alternativas
Q3647162 Nutrição
Dentre as opções citadas abaixo, assinale a alternativa que corresponde ao indicador de adiposidade visceral e subcutânea, que possui forte relação com o perímetro do quadril, podendo indicar predisposição individual a enfermidades como diabetes e doenças cardiovasculares.
Alternativas
Q3647161 Nutrição
Dentre as opções citadas abaixo, assinale alternativa que corresponde ao indicador antropométrico que expressa o crescimento linear da criança, apontando o efeito cumulativo de situações adversas sobre o seu crescimento, sendo considerado o indicador mais sensível para aferir a qualidade de vida de uma população, assim como revela comprometimento nutricional crônico.
Fonte: https://www.sbp.com.br
Alternativas
Q3647160 Nutrição
O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), contribui para o crescimento, o desenvolvimento, a aprendizagem, o rendimento escolar dos estudantes e a formação de hábitos alimentares saudáveis, por meio da oferta da alimentação escolar e de ações de educação alimentar e nutricional.
Fonte: https://www.fnde.gov.br/
No que se refere ao PNAE, analise as afirmativas abaixo:
I.Os cardápios do PNAE devem, obrigatoriamente, limitar a oferta de produtos cárneos a, no mínimo, duas vezes por mês.
II.É proibida a oferta de gorduras trans industrializadas em todos os cardápios do PNAE.
III.Para as refeições da alimentação dos estudantes com mais de três anos de idade, recomenda-se no mínimo 10% da energia total proveniente de açúcar simples adicionado.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3647159 Nutrição
A importância do pré-preparo dos alimentos reside na etapa inicial do processo de preparação de refeições, onde os alimentos são limpos, cortados, descascados e organizados antes de serem utilizados no processo de cozimento ou preparo final. Dentre as opções citadas abaixo, assinale a alternativa, no qual todas as técnicas são de pré-preparo dos alimentos:
Alternativas
Q3647158 Nutrição
No que se refere a Terapia Nutricional Enteral, analise as afirmativas abaixo:
I.No paciente crítico, a nutrição enteral deve ser iniciada precocemente, nas primeiras 48 a 72 horas, para manutenção de integridade de mucosa intestinal e modulação de resposta imune sistêmica, com evidência de aumento de complicações infecciosas, tempo de permanência em UTI e hospitalar.
II.O principal acesso para a administração da nutrição enteral de curto prazo é a gastrostomia, inserida por via oral ou nasal e, a longo prazo, a jejunostomia, o tubo de alimentação é inserido diretamente no estômago, por cirurgia aberta ou por via endoscópica.
III.As bombas de infusão (BI) são indicadas nas situações em que há necessidade de precisão e segurança na administração de volume prescrito da dieta enteral. Fonte: https://www.braspen.org
É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3647157 Nutrição
Dentre as opções citadas abaixo, assinale a alternativa que corresponde ao nutriente essencial para a produção de hemoglobina, cuja deficiência causa anemia ferropriva.
Alternativas
Q3647156 Nutrição
Laura está disposta a começar a introdução alimentar do seu bebê, Joaquim. Ela entende que é importante oferecer alimentos adequados para essa fase de desenvolvimento. Nesse sentido, analise as afirmativas abaixo:
I.O mel pode ser oferecido a bebês com menos de 1 ano de idade, tendo em vista que o mel contém antioxidantes naturais, como flavonoides e compostos fenólicos, que podem ajudar a combater os radicais livres no organismo, contribuindo para a proteção das células contra danos oxidativos.
II.Introduzir frutas e verduras nesse período ajuda a diversificar a dieta do bebê, fornecendo uma ampla variedade de nutrientes essenciais.
III.Não é necessário adicionar sal a dieta do bebê. O sal em excesso pode sobrecarregar os rins imaturos dos bebês e influenciar suas preferências alimentares mais tarde na vida.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3647155 Nutrição
Dentre as opções citadas abaixo, assinale a alternativa que corresponde ao mineral encontrado naturalmente em alguns alimentos e adicionado a outros (como o sal), que consiste em um componente essencial dos hormônios da tireoide tiroxina (T4) e tri-iodotiroxina (T3). 
Alternativas
Q3647154 Nutrição
As vitaminas são compostos orgânicos essenciais para o funcionamento adequado do organismo. Dentre as opções citadas abaixo, assinale a alternativa que corresponde a vitamina necessária para produzir os fatores de coagulação que ajudam o sangue a coagular e prevenir sangramentos:
Alternativas
Q3647153 Nutrição
A higiene dos alimentos é essencial para garantir a segurança alimentar e prevenir doenças transmitidas por alimentos. No que se refere aos cuidados necessários para não contaminar os alimentos, registre V, para verdadeiro, e F, para falso:
(__)Armazenar os alimentos adequadamente ajuda a prevenir o crescimento de microrganismos prejudiciais.
(__)É seguro deixar alimentos cozidos à temperatura ambiente por longos períodos de tempo, pois isso ajuda a realçar o sabor e a textura dos alimentos.
(__)Lavar carnes cruas antes de cozinhá-las auxilia na remoção dos possíveis microrganismos, uma vez que a água corrente é eficaz na eliminação de bactérias prejudiciais.
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
Alternativas
Respostas
15901: D
15902: C
15903: A
15904: D
15905: D
15906: D
15907: B
15908: A
15909: D
15910: B
15911: B
15912: C
15913: B
15914: B
15915: A
15916: A
15917: B
15918: B
15919: B
15920: B