Questões de Concurso Comentadas para nutricionista

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Q4161941 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.

Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo

    Historicamente, obstáculos e lutas em prol do reconhecimento das reais necessidades de saúde da mulher em sua integralidade foram prementes ao longo das décadas, ao passo que discorrer acerca deste contexto da saúde da mulher e suas especificidades, sob a perspectiva da reprodução, não tem sido uma tarefa fácil na contemporaneidade.
    Uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) é de até 2030 "garantir o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva", incluindo ações de assistência para o planejamento reprodutivo (PR). Este componente denota que todos têm o direito de definir o curso de suas próprias vidas, ou seja, se e quando ter filhos, quantos e com quem desejam partilhar sua jornada reprodutiva, são partes importantes desse direito, sem segregação, constrangimento ou repressão e hostilidade, ao desvincular a maternidade da vida sexual.
    O PR traz a magnitude da educação sexual e conhecimentos sobre a saúde sexual e reprodutiva. Os profissionais de saúde envolvidos neste cuidado têm o privilégio e a responsabilidade para garantia de uma tomada de decisão consciente pelos usuários. Destaca-se que os serviços de PR de alta qualidade e os seus provedores devem respeitar, proteger e cumprir os direitos humanos de todos os clientes, contribuindo para resultados positivos na saúde sexual, assim como oportunízando a qualificação da relação interpessoal com os usuários, promovendo o cuidado centrado no paciente e sua satisfação com o serviço de saúde.
    No contexto brasileiro, o PR também se caracteriza como medida prioritária para os orgãos ministeriais e expresso nas políticas públicas de saúde vigentes, ao assegurar os componentes de concepção e contracepção de modo integral e ofertar aconselhamento contraceptivo. É fundamental que estes serviços estejam organizados para garantia da qualidade e quantidade adequada de contraceptivos que atendam à demanda populacional. Entretanto, no cotidiano dos serviços de saúde a realidade é distinta, de modo que se denota a carência de métodos contraceptivos ou a dificuldade de acesso a estes, bem como necessidade de acréscimo nas opções disponíveis, haja vista que a maior parte das mulheres que passam por uma gravidez não planejada relaciona-se ao não uso, descontinuidade ou utilização incorreta dos métodos contraceptivos. 
    O Fundo de População das Nações Unidas detalha que em virtude das suspensôes de atendimento oriundas da pandemia por COVID-19, aproximadamente 12 milhões de mulheres, nos 115 países de media e baixa renda estudados, incluindo o Brasil, perderam acesso aos serviços de PR, ocasionando em 1,4 milhão de gestações não planejadas. Deste modo, no âmbito nacional a apreensão deste panorama negativo em saúde sexual e reprodutiva reside nas zonas mais distantes dos grandes centros, a exemplo das regiões Norte e Nordeste do Brasil.
    As falhas em PR ainda se fazem presentes no Brasil e no mundo, posto que estes serviços não alcançam todas as mulheres e estas lacunas precisam ser incorporadas às políticas públicas, mediante ampliação do acesso e conhecimento para as mulheres que mais necessitam.

Fonte: LIMA, E. R. de, et al. Construção de tecnologia MHealth para Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo: inovações na atenção primária. Ciência & Saúde Coletiva, v. 30, n. 8, 2025 (com adaptações).
No último parágrafo do texto, os autores encerram a argumentação apresentando um diagnóstico sobre o panorama atual do Planejamento Reprodutivo. Essa conclusão cumpre a função de: 
Alternativas
Q4161940 Português
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Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo

    Historicamente, obstáculos e lutas em prol do reconhecimento das reais necessidades de saúde da mulher em sua integralidade foram prementes ao longo das décadas, ao passo que discorrer acerca deste contexto da saúde da mulher e suas especificidades, sob a perspectiva da reprodução, não tem sido uma tarefa fácil na contemporaneidade.
    Uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) é de até 2030 "garantir o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva", incluindo ações de assistência para o planejamento reprodutivo (PR). Este componente denota que todos têm o direito de definir o curso de suas próprias vidas, ou seja, se e quando ter filhos, quantos e com quem desejam partilhar sua jornada reprodutiva, são partes importantes desse direito, sem segregação, constrangimento ou repressão e hostilidade, ao desvincular a maternidade da vida sexual.
    O PR traz a magnitude da educação sexual e conhecimentos sobre a saúde sexual e reprodutiva. Os profissionais de saúde envolvidos neste cuidado têm o privilégio e a responsabilidade para garantia de uma tomada de decisão consciente pelos usuários. Destaca-se que os serviços de PR de alta qualidade e os seus provedores devem respeitar, proteger e cumprir os direitos humanos de todos os clientes, contribuindo para resultados positivos na saúde sexual, assim como oportunízando a qualificação da relação interpessoal com os usuários, promovendo o cuidado centrado no paciente e sua satisfação com o serviço de saúde.
    No contexto brasileiro, o PR também se caracteriza como medida prioritária para os orgãos ministeriais e expresso nas políticas públicas de saúde vigentes, ao assegurar os componentes de concepção e contracepção de modo integral e ofertar aconselhamento contraceptivo. É fundamental que estes serviços estejam organizados para garantia da qualidade e quantidade adequada de contraceptivos que atendam à demanda populacional. Entretanto, no cotidiano dos serviços de saúde a realidade é distinta, de modo que se denota a carência de métodos contraceptivos ou a dificuldade de acesso a estes, bem como necessidade de acréscimo nas opções disponíveis, haja vista que a maior parte das mulheres que passam por uma gravidez não planejada relaciona-se ao não uso, descontinuidade ou utilização incorreta dos métodos contraceptivos. 
    O Fundo de População das Nações Unidas detalha que em virtude das suspensôes de atendimento oriundas da pandemia por COVID-19, aproximadamente 12 milhões de mulheres, nos 115 países de media e baixa renda estudados, incluindo o Brasil, perderam acesso aos serviços de PR, ocasionando em 1,4 milhão de gestações não planejadas. Deste modo, no âmbito nacional a apreensão deste panorama negativo em saúde sexual e reprodutiva reside nas zonas mais distantes dos grandes centros, a exemplo das regiões Norte e Nordeste do Brasil.
    As falhas em PR ainda se fazem presentes no Brasil e no mundo, posto que estes serviços não alcançam todas as mulheres e estas lacunas precisam ser incorporadas às políticas públicas, mediante ampliação do acesso e conhecimento para as mulheres que mais necessitam.

Fonte: LIMA, E. R. de, et al. Construção de tecnologia MHealth para Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo: inovações na atenção primária. Ciência & Saúde Coletiva, v. 30, n. 8, 2025 (com adaptações).
No terceiro parágrafo, os autores discutem as atribuições e o impacto da atuação dos profissionais de saúde nos serviços de planejamento reprodutivo. A partir da análise da argumentação construída nesse trecho, a relação logica que se estabelece entre a qualidade do serviço ofertado e o impacto na vida dos usuários e de:
Alternativas
Q4161939 Português
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Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo

    Historicamente, obstáculos e lutas em prol do reconhecimento das reais necessidades de saúde da mulher em sua integralidade foram prementes ao longo das décadas, ao passo que discorrer acerca deste contexto da saúde da mulher e suas especificidades, sob a perspectiva da reprodução, não tem sido uma tarefa fácil na contemporaneidade.
    Uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) é de até 2030 "garantir o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva", incluindo ações de assistência para o planejamento reprodutivo (PR). Este componente denota que todos têm o direito de definir o curso de suas próprias vidas, ou seja, se e quando ter filhos, quantos e com quem desejam partilhar sua jornada reprodutiva, são partes importantes desse direito, sem segregação, constrangimento ou repressão e hostilidade, ao desvincular a maternidade da vida sexual.
    O PR traz a magnitude da educação sexual e conhecimentos sobre a saúde sexual e reprodutiva. Os profissionais de saúde envolvidos neste cuidado têm o privilégio e a responsabilidade para garantia de uma tomada de decisão consciente pelos usuários. Destaca-se que os serviços de PR de alta qualidade e os seus provedores devem respeitar, proteger e cumprir os direitos humanos de todos os clientes, contribuindo para resultados positivos na saúde sexual, assim como oportunízando a qualificação da relação interpessoal com os usuários, promovendo o cuidado centrado no paciente e sua satisfação com o serviço de saúde.
    No contexto brasileiro, o PR também se caracteriza como medida prioritária para os orgãos ministeriais e expresso nas políticas públicas de saúde vigentes, ao assegurar os componentes de concepção e contracepção de modo integral e ofertar aconselhamento contraceptivo. É fundamental que estes serviços estejam organizados para garantia da qualidade e quantidade adequada de contraceptivos que atendam à demanda populacional. Entretanto, no cotidiano dos serviços de saúde a realidade é distinta, de modo que se denota a carência de métodos contraceptivos ou a dificuldade de acesso a estes, bem como necessidade de acréscimo nas opções disponíveis, haja vista que a maior parte das mulheres que passam por uma gravidez não planejada relaciona-se ao não uso, descontinuidade ou utilização incorreta dos métodos contraceptivos. 
    O Fundo de População das Nações Unidas detalha que em virtude das suspensôes de atendimento oriundas da pandemia por COVID-19, aproximadamente 12 milhões de mulheres, nos 115 países de media e baixa renda estudados, incluindo o Brasil, perderam acesso aos serviços de PR, ocasionando em 1,4 milhão de gestações não planejadas. Deste modo, no âmbito nacional a apreensão deste panorama negativo em saúde sexual e reprodutiva reside nas zonas mais distantes dos grandes centros, a exemplo das regiões Norte e Nordeste do Brasil.
    As falhas em PR ainda se fazem presentes no Brasil e no mundo, posto que estes serviços não alcançam todas as mulheres e estas lacunas precisam ser incorporadas às políticas públicas, mediante ampliação do acesso e conhecimento para as mulheres que mais necessitam.

Fonte: LIMA, E. R. de, et al. Construção de tecnologia MHealth para Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo: inovações na atenção primária. Ciência & Saúde Coletiva, v. 30, n. 8, 2025 (com adaptações).
No trecho o PR também se caracteriza como medida prioritária para os órgãos ministeriais, no quarto parágrafo, a palavra sublinhada atua sob determinada classe gramatical e valor semântico para:
Alternativas
Q4161938 Português
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Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo

    Historicamente, obstáculos e lutas em prol do reconhecimento das reais necessidades de saúde da mulher em sua integralidade foram prementes ao longo das décadas, ao passo que discorrer acerca deste contexto da saúde da mulher e suas especificidades, sob a perspectiva da reprodução, não tem sido uma tarefa fácil na contemporaneidade.
    Uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) é de até 2030 "garantir o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva", incluindo ações de assistência para o planejamento reprodutivo (PR). Este componente denota que todos têm o direito de definir o curso de suas próprias vidas, ou seja, se e quando ter filhos, quantos e com quem desejam partilhar sua jornada reprodutiva, são partes importantes desse direito, sem segregação, constrangimento ou repressão e hostilidade, ao desvincular a maternidade da vida sexual.
    O PR traz a magnitude da educação sexual e conhecimentos sobre a saúde sexual e reprodutiva. Os profissionais de saúde envolvidos neste cuidado têm o privilégio e a responsabilidade para garantia de uma tomada de decisão consciente pelos usuários. Destaca-se que os serviços de PR de alta qualidade e os seus provedores devem respeitar, proteger e cumprir os direitos humanos de todos os clientes, contribuindo para resultados positivos na saúde sexual, assim como oportunízando a qualificação da relação interpessoal com os usuários, promovendo o cuidado centrado no paciente e sua satisfação com o serviço de saúde.
    No contexto brasileiro, o PR também se caracteriza como medida prioritária para os orgãos ministeriais e expresso nas políticas públicas de saúde vigentes, ao assegurar os componentes de concepção e contracepção de modo integral e ofertar aconselhamento contraceptivo. É fundamental que estes serviços estejam organizados para garantia da qualidade e quantidade adequada de contraceptivos que atendam à demanda populacional. Entretanto, no cotidiano dos serviços de saúde a realidade é distinta, de modo que se denota a carência de métodos contraceptivos ou a dificuldade de acesso a estes, bem como necessidade de acréscimo nas opções disponíveis, haja vista que a maior parte das mulheres que passam por uma gravidez não planejada relaciona-se ao não uso, descontinuidade ou utilização incorreta dos métodos contraceptivos. 
    O Fundo de População das Nações Unidas detalha que em virtude das suspensôes de atendimento oriundas da pandemia por COVID-19, aproximadamente 12 milhões de mulheres, nos 115 países de media e baixa renda estudados, incluindo o Brasil, perderam acesso aos serviços de PR, ocasionando em 1,4 milhão de gestações não planejadas. Deste modo, no âmbito nacional a apreensão deste panorama negativo em saúde sexual e reprodutiva reside nas zonas mais distantes dos grandes centros, a exemplo das regiões Norte e Nordeste do Brasil.
    As falhas em PR ainda se fazem presentes no Brasil e no mundo, posto que estes serviços não alcançam todas as mulheres e estas lacunas precisam ser incorporadas às políticas públicas, mediante ampliação do acesso e conhecimento para as mulheres que mais necessitam.

Fonte: LIMA, E. R. de, et al. Construção de tecnologia MHealth para Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo: inovações na atenção primária. Ciência & Saúde Coletiva, v. 30, n. 8, 2025 (com adaptações).
Ao analisar o cenário brasileiro no quarto parágrafo, o texto aponta uma contradição entre as diretrizes das políticas públicas e a realidade prática dos serviços de saúde. Essa contradição se manifesta na:
Alternativas
Q4161937 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.

Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo

    Historicamente, obstáculos e lutas em prol do reconhecimento das reais necessidades de saúde da mulher em sua integralidade foram prementes ao longo das décadas, ao passo que discorrer acerca deste contexto da saúde da mulher e suas especificidades, sob a perspectiva da reprodução, não tem sido uma tarefa fácil na contemporaneidade.
    Uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) é de até 2030 "garantir o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva", incluindo ações de assistência para o planejamento reprodutivo (PR). Este componente denota que todos têm o direito de definir o curso de suas próprias vidas, ou seja, se e quando ter filhos, quantos e com quem desejam partilhar sua jornada reprodutiva, são partes importantes desse direito, sem segregação, constrangimento ou repressão e hostilidade, ao desvincular a maternidade da vida sexual.
    O PR traz a magnitude da educação sexual e conhecimentos sobre a saúde sexual e reprodutiva. Os profissionais de saúde envolvidos neste cuidado têm o privilégio e a responsabilidade para garantia de uma tomada de decisão consciente pelos usuários. Destaca-se que os serviços de PR de alta qualidade e os seus provedores devem respeitar, proteger e cumprir os direitos humanos de todos os clientes, contribuindo para resultados positivos na saúde sexual, assim como oportunízando a qualificação da relação interpessoal com os usuários, promovendo o cuidado centrado no paciente e sua satisfação com o serviço de saúde.
    No contexto brasileiro, o PR também se caracteriza como medida prioritária para os orgãos ministeriais e expresso nas políticas públicas de saúde vigentes, ao assegurar os componentes de concepção e contracepção de modo integral e ofertar aconselhamento contraceptivo. É fundamental que estes serviços estejam organizados para garantia da qualidade e quantidade adequada de contraceptivos que atendam à demanda populacional. Entretanto, no cotidiano dos serviços de saúde a realidade é distinta, de modo que se denota a carência de métodos contraceptivos ou a dificuldade de acesso a estes, bem como necessidade de acréscimo nas opções disponíveis, haja vista que a maior parte das mulheres que passam por uma gravidez não planejada relaciona-se ao não uso, descontinuidade ou utilização incorreta dos métodos contraceptivos. 
    O Fundo de População das Nações Unidas detalha que em virtude das suspensôes de atendimento oriundas da pandemia por COVID-19, aproximadamente 12 milhões de mulheres, nos 115 países de media e baixa renda estudados, incluindo o Brasil, perderam acesso aos serviços de PR, ocasionando em 1,4 milhão de gestações não planejadas. Deste modo, no âmbito nacional a apreensão deste panorama negativo em saúde sexual e reprodutiva reside nas zonas mais distantes dos grandes centros, a exemplo das regiões Norte e Nordeste do Brasil.
    As falhas em PR ainda se fazem presentes no Brasil e no mundo, posto que estes serviços não alcançam todas as mulheres e estas lacunas precisam ser incorporadas às políticas públicas, mediante ampliação do acesso e conhecimento para as mulheres que mais necessitam.

Fonte: LIMA, E. R. de, et al. Construção de tecnologia MHealth para Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo: inovações na atenção primária. Ciência & Saúde Coletiva, v. 30, n. 8, 2025 (com adaptações).
No que se refere às metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e ao direito ao planejamento reprodutivo (PR) descritos no texto, analise as assertivas, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se Falsas:

( ) O texto sustenta que a definição sobre o curso da propria vida reprodutiva constitui um direito que deve ser exercido à margem de repressões ou hostilidades.
( ) Depreende-se do trecho sobre os ODS que o conceito de "acesso universal" em saúde reprodutiva repudia qualquer tipo de filtragem ou discriminação social, garantindo o direito a todas as pessoas.
( ) Segundo as diretrizes do ODS apresentadas, o planejamento reprodutivo só deve ser considerado um direito legítimo se o indivíduo optar por constituir um modelo de família tradicional.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4161936 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.

Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo

    Historicamente, obstáculos e lutas em prol do reconhecimento das reais necessidades de saúde da mulher em sua integralidade foram prementes ao longo das décadas, ao passo que discorrer acerca deste contexto da saúde da mulher e suas especificidades, sob a perspectiva da reprodução, não tem sido uma tarefa fácil na contemporaneidade.
    Uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) é de até 2030 "garantir o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva", incluindo ações de assistência para o planejamento reprodutivo (PR). Este componente denota que todos têm o direito de definir o curso de suas próprias vidas, ou seja, se e quando ter filhos, quantos e com quem desejam partilhar sua jornada reprodutiva, são partes importantes desse direito, sem segregação, constrangimento ou repressão e hostilidade, ao desvincular a maternidade da vida sexual.
    O PR traz a magnitude da educação sexual e conhecimentos sobre a saúde sexual e reprodutiva. Os profissionais de saúde envolvidos neste cuidado têm o privilégio e a responsabilidade para garantia de uma tomada de decisão consciente pelos usuários. Destaca-se que os serviços de PR de alta qualidade e os seus provedores devem respeitar, proteger e cumprir os direitos humanos de todos os clientes, contribuindo para resultados positivos na saúde sexual, assim como oportunízando a qualificação da relação interpessoal com os usuários, promovendo o cuidado centrado no paciente e sua satisfação com o serviço de saúde.
    No contexto brasileiro, o PR também se caracteriza como medida prioritária para os orgãos ministeriais e expresso nas políticas públicas de saúde vigentes, ao assegurar os componentes de concepção e contracepção de modo integral e ofertar aconselhamento contraceptivo. É fundamental que estes serviços estejam organizados para garantia da qualidade e quantidade adequada de contraceptivos que atendam à demanda populacional. Entretanto, no cotidiano dos serviços de saúde a realidade é distinta, de modo que se denota a carência de métodos contraceptivos ou a dificuldade de acesso a estes, bem como necessidade de acréscimo nas opções disponíveis, haja vista que a maior parte das mulheres que passam por uma gravidez não planejada relaciona-se ao não uso, descontinuidade ou utilização incorreta dos métodos contraceptivos. 
    O Fundo de População das Nações Unidas detalha que em virtude das suspensôes de atendimento oriundas da pandemia por COVID-19, aproximadamente 12 milhões de mulheres, nos 115 países de media e baixa renda estudados, incluindo o Brasil, perderam acesso aos serviços de PR, ocasionando em 1,4 milhão de gestações não planejadas. Deste modo, no âmbito nacional a apreensão deste panorama negativo em saúde sexual e reprodutiva reside nas zonas mais distantes dos grandes centros, a exemplo das regiões Norte e Nordeste do Brasil.
    As falhas em PR ainda se fazem presentes no Brasil e no mundo, posto que estes serviços não alcançam todas as mulheres e estas lacunas precisam ser incorporadas às políticas públicas, mediante ampliação do acesso e conhecimento para as mulheres que mais necessitam.

Fonte: LIMA, E. R. de, et al. Construção de tecnologia MHealth para Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo: inovações na atenção primária. Ciência & Saúde Coletiva, v. 30, n. 8, 2025 (com adaptações).
O primeiro parágrafo cumpre o papel de introdução do texto, delimitando o tema da saúde da mulher sob o recorte da perspectiva reprodutiva. Considerando os termos empregados e seus respectivos efeitos de sentido, analise as partes que seguem: 

(1ª parte): O termo integralidade introduz a ideia de que a saúde da mulher deve ser enxergada como um todo.
(2ª parte): A pa/avra prementes e empregada no sentido de algo secundário, indicando que as demandas hístóricas pela saúde da mulher eram irrelevantes no passado.
(3ª parte): O uso da expressão obstáculos e lutas confere um tom político e social à íntrodução, índicando que os direltos reprodutivos das mulheres não foram concessões naturais, mas conquistas hrstórícas.

Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4161935 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.

Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo

    Historicamente, obstáculos e lutas em prol do reconhecimento das reais necessidades de saúde da mulher em sua integralidade foram prementes ao longo das décadas, ao passo que discorrer acerca deste contexto da saúde da mulher e suas especificidades, sob a perspectiva da reprodução, não tem sido uma tarefa fácil na contemporaneidade.
    Uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) é de até 2030 "garantir o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva", incluindo ações de assistência para o planejamento reprodutivo (PR). Este componente denota que todos têm o direito de definir o curso de suas próprias vidas, ou seja, se e quando ter filhos, quantos e com quem desejam partilhar sua jornada reprodutiva, são partes importantes desse direito, sem segregação, constrangimento ou repressão e hostilidade, ao desvincular a maternidade da vida sexual.
    O PR traz a magnitude da educação sexual e conhecimentos sobre a saúde sexual e reprodutiva. Os profissionais de saúde envolvidos neste cuidado têm o privilégio e a responsabilidade para garantia de uma tomada de decisão consciente pelos usuários. Destaca-se que os serviços de PR de alta qualidade e os seus provedores devem respeitar, proteger e cumprir os direitos humanos de todos os clientes, contribuindo para resultados positivos na saúde sexual, assim como oportunízando a qualificação da relação interpessoal com os usuários, promovendo o cuidado centrado no paciente e sua satisfação com o serviço de saúde.
    No contexto brasileiro, o PR também se caracteriza como medida prioritária para os orgãos ministeriais e expresso nas políticas públicas de saúde vigentes, ao assegurar os componentes de concepção e contracepção de modo integral e ofertar aconselhamento contraceptivo. É fundamental que estes serviços estejam organizados para garantia da qualidade e quantidade adequada de contraceptivos que atendam à demanda populacional. Entretanto, no cotidiano dos serviços de saúde a realidade é distinta, de modo que se denota a carência de métodos contraceptivos ou a dificuldade de acesso a estes, bem como necessidade de acréscimo nas opções disponíveis, haja vista que a maior parte das mulheres que passam por uma gravidez não planejada relaciona-se ao não uso, descontinuidade ou utilização incorreta dos métodos contraceptivos. 
    O Fundo de População das Nações Unidas detalha que em virtude das suspensôes de atendimento oriundas da pandemia por COVID-19, aproximadamente 12 milhões de mulheres, nos 115 países de media e baixa renda estudados, incluindo o Brasil, perderam acesso aos serviços de PR, ocasionando em 1,4 milhão de gestações não planejadas. Deste modo, no âmbito nacional a apreensão deste panorama negativo em saúde sexual e reprodutiva reside nas zonas mais distantes dos grandes centros, a exemplo das regiões Norte e Nordeste do Brasil.
    As falhas em PR ainda se fazem presentes no Brasil e no mundo, posto que estes serviços não alcançam todas as mulheres e estas lacunas precisam ser incorporadas às políticas públicas, mediante ampliação do acesso e conhecimento para as mulheres que mais necessitam.

Fonte: LIMA, E. R. de, et al. Construção de tecnologia MHealth para Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo: inovações na atenção primária. Ciência & Saúde Coletiva, v. 30, n. 8, 2025 (com adaptações).
No que se refere aos direitos reprodutivos, às políticas de saúde e aos impactos da pandemia de COVID-19 discutidos no texto, analise as assertivas abaixo: 

I. De acordo com o texto, a atuação dos profissionais de saúde no planejamento reprodutivo vai além do ato técnico, configurando-se como uma responsabilidade de assegurar escolhas conscientes por parte dos usuários.
II. De acordo com o panorama apresentado no texto, as mulheres que residem nos grandes centros urbanos do Brasil foram as que mais sofreram com a perda de acesso ao planejamento reprodutivo na pandemia.
III. O texto estabelece que um dos pilares do direito ao planejamento reprodutivo e a separação entre o exercício da vida sexual e a obrigatoriedade da maternidade.

Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4150659 Nutrição
A contagem de carboidratos é uma estratégia nutricional amplamente utilizada no tratamento do diabetes mellitus, especialmente em indivíduos que utilizam insulina. Assinale a alternativa que descreve CORRETAMENTE o método de contagem de carboidratos:
Alternativas
Q4150658 Nutrição
A contaminação cruzada ocorre quando microrganismos ou outros contaminantes são transferidos de um alimento, superfície ou manipulador para outro alimento, podendo comprometer sua segurança sanitária. Considerando as Boas Práticas de Manipulação de Alimentos, assinale a alternativa que apresenta uma conduta adequada para prevenir a contaminação cruzada:
Alternativas
Q4150657 Nutrição
Os prebióticos, probióticos e simbióticos têm sido amplamente estudados devido aos seus efeitos benéficos sobre a microbiota intestinal e a saúde humana. Analise as afirmativas a seguir:
I - Os prebióticos são componentes alimentares não digeríveis que estimulam seletivamente o crescimento e/ou a atividade de microrganismos benéficos no intestino. Inulina e fruto-oligossacarídeos (FOS), encontrados em alimentos como alho, cebola e banana, são exemplos de prebióticos.
II - Os probióticos são microrganismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, conferem benefícios à saúde do hospedeiro. Lactobacillus e Bifidobacterium, presentes em alguns leites fermentados e iogurtes, são exemplos de probióticos.
III - Os simbióticos são microrganismos não viáveis (inativados por calor, pressão, radiação ou outros métodos) que, mesmo mortos, podem exercer efeitos benéficos à saúde do hospedeiro. Alimentos fermentados como picles, kombucha e chucrute são exemplos de alimentos simbióticos.
É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4150656 Nutrição
Os carotenoides são compostos bioativos com importante atividade antioxidante, amplamente distribuídos em frutas e hortaliças. Além de contribuírem para a coloração dos alimentos, estão associados a diversos benefícios à saúde. Sobre o tema, relacione os pigmentos apresentados na coluna I com as respectivas características e fontes alimentares da coluna II:
COLUNA I: 1 - Luteína. 2 - Licopeno. 3 - Betacaroteno. 4 - Zeaxantina.
COLUNA II: ( ) Pigmento de coloração vermelho-alaranjada encontrado em alimentos como tomate, goiaba, mamão e melancia.
( ) Pigmento de coloração amarelo-alaranjada presente em alimentos como cenoura, manga e abóbora.
( ) Pigmento de coloração amarelo-limão encontrado em vegetais de folhas verde-escuras, como espinafre, couve e rúcula.
( ) Pigmento encontrado em alimentos de coloração amarela e em alguns vegetais verdes, como milho, pêssego e nectarina.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
Alternativas
Q4150655 Nutrição
Alterações metabólicas urinárias associadas à formação de cálculos renais (nefrolitíase) são frequentemente identificadas durante a investigação clínica de pacientes com litíase urinária recorrente. Sobre o tema, relacione os distúrbios urinários apresentados na coluna I com as respectivas definições da coluna II:
COLUNA I: 1 - Hiperoxalúria. 2 - Hipocitratúria. 3 - Hiperuricosúria. 4 - Hipercalciúria.
COLUNA II: ( ) Excreção urinária reduzida de citrato, importante inibidor da formação de cálculos renais.
( ) Excreção urinária aumentada de ácido úrico, favorecendo a formação de cálculos urinários.
( ) Excreção urinária aumentada de oxalato, associada ao maior risco de formação de cálculos de oxalato de cálcio.
( ) Excreção urinária aumentada de cálcio, considerada um dos principais fatores de risco para nefrolitíase.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
Alternativas
Q4150654 Nutrição
Estudos recentes sobre obesidade e comportamento alimentar têm descrito um fenômeno caracterizado pela presença de pensamentos frequentes e persistentes relacionados à alimentação, como preocupações constantes com o que comer, quantidade de calorias, composição dos alimentos e horários das refeições. Esses pensamentos são percebidos pelo indivíduo como indesejados ou desagradáveis, podendo gerar sofrimento emocional, aumentar a carga cognitiva e comprometer a qualidade de vida. Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE a nomenclatura utilizada para descrever esse fenômeno: 
Alternativas
Q4150653 Nutrição
A hiperuricemia caracteriza-se pela elevação dos níveis séricos de ácido úrico e está associada a condições como gota e nefrolitíase por ácido úrico. A terapia nutricional constitui uma importante estratégia para o controle da doença, incluindo a moderação ou restrição de determinados alimentos. Assinale a alternativa que apresenta somente alimentos cujo consumo deve ser evitado ou reduzido por indivíduos com hiperuricemia: 
Alternativas
Q4150652 Nutrição
O aleitamento materno é a forma de alimentação recomendada para lactentes, devendo ser incentivado sempre que possível. Entretanto, algumas condições maternas ou do lactente constituem contraindicações absolutas à amamentação. Assinale a alternativa que NÃO representa uma contraindicação absoluta ao aleitamento materno:
Alternativas
Q4150651 Nutrição
Durante uma inspeção em uma Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN), o nutricionista responsável verificou a necessidade de revisar os Procedimentos Operacionais Padronizados (POPs) obrigatórios exigidos pela legislação sanitária vigente para serviços de alimentação. Com base na RDC 216/2004, que dispõe sobre regulamento técnico de boas práticas para serviços de alimentação, assinale a alternativa que contempla CORRETAMENTE todos os procedimentos que devem estar formalmente estabelecidos no serviço: 
Alternativas
Q4150650 Nutrição
A dieta isenta de glúten é o único tratamento eficaz para indivíduos com Doença Celíaca, devendo ser mantida por toda a vida. Durante o acompanhamento nutricional, é fundamental orientar o paciente quanto à identificação de alimentos e ingredientes que contenham glúten, bem como das alternativas seguras para substituição. Com base nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta uma farinha que não pode fazer parte da alimentação de indivíduos com Doença Celíaca: 
Alternativas
Q4150649 Nutrição
A gelatinização do amido é um importante fenômeno físico-químico observado durante o preparo de diversos alimentos. Com relação à gelatinização do amido, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4150648 Nutrição
Um grupo de indivíduos apresentou sinais e sintomas compatíveis com aflatoxicose após o consumo de amendoim contaminado por aflatoxinas produzidas pelo fungo Aspergillus flavus. Com base nos mecanismos envolvidos nas Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs), assinale a alternativa que classifica CORRETAMENTE esse quadro clínico: 
Alternativas
Q4150647 Nutrição
O Bisfenol A (BPA) é um composto químico utilizado na fabricação de plásticos de policarbonato e resinas epóxi, estando presente em diversos produtos utilizados para armazenamento e acondicionamento de alimentos. Sobre o BPA, marque V para VERDADEIRO ou F para FALSO e assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) É um desregulador endócrino que pode mimetizar a ação de hormônios como o estrogênio e interferir na função tireoidiana, estando associado a riscos de infertilidade, obesidade, diabetes e alguns tipos de câncer.
( ) O BPA pode entrar no organismo humano por diferentes vias, incluindo exposição oral, dérmica e por inalação.
( ) Além de potes e garrafas plásticas, o BPA pode estar presente no revestimento interno de latas utilizadas para acondicionamento de alimentos e bebidas.
( ) Se tratando de recipientes plásticos, o BPA migra para os alimentos com maior facilidade quando o recipiente é submetido ao aquecimento, como em micro-ondas, água fervente ou ciclos de lavagem com altas temperaturas. 
Alternativas
Respostas
541: B
542: A
543: D
544: B
545: D
546: B
547: C
548: C
549: E
550: B
551: E
552: A
553: B
554: C
555: B
556: A
557: E
558: A
559: B
560: C