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Q3986537 Português

Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3


Um breve histórico da saúde indígena no Brasil


Objetivo: traçar um breve histórico das lutas pelos direitos indígenas, cujo ápice foi nos anos 1970, até o estabelecimento do Subsistema de Atenção aos Povos Indígenas em 1999. Método: revisão a partir de levantamento bibliográfico nos bancos de dados BIREME e Scielo, em documentos e publicações da FUNASA e da FUNAI, e na legislação brasileira indigenista, dos anos 1970 até 2000 com a utilização do descritor: saúde indígena. Resultados: após uma série de movimentos que lutavam pelo reconhecimento dos direitos indígenas, foi sancionado o Estatuto do Índio em 1973, que regulamentava a questão indígena no Brasil. Após Constituição do Brasil de 1988, houve um novo redirecionamento, reconhecendo o direito à diversidade cultural e social, entre outros. Conclusão: a integração dos povos indígenas aos sistemas de saúde aconteceu e está acontecendo conforme o propósito do SUS de redução das desigualdades em saúde na população como um todo.


Descritores: enfermagem; saúde indígena; Brasil. 



FERNANES, Maria Neyrian de Fátima; NÓBREGA, Arieli Rodrigues; MARQUES, Rosinaldo Santos Marques; CABRAL, Ana Michele de Farias; SIMPSON, Clélia Albino. Um breve histórico da saúde indígena no Brasil. Revista de Enfermagem, UFPE Online. 2010 nov./dez.; 4(spe). p. 1951-1960

As características composicionais, linguísticas e discursivas do texto conduzem à consideração de que ele se trata do gênero: 
Alternativas
Q3986534 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1


Situação dos indígenas no Brasil


De acordo com o último censo demográfico, que é um estudo feito para entender mais sobre a população no Brasil (quantidade, idade, condições de vida etc.), há menos de 900 mil indígenas no país. Esse número é de 2010, mas está sendo atualizado atualmente e o novo resultado deve sair no mês de abril. De início, os indígenas são responsáveis por eles mesmos: cuidam de seu povo e de sua terra. Mas uma situação como a [da saúde] dos yanomamis mostra para a sociedade que ela também tem responsabilidade por manter os indígenas saudáveis, seguros e íntegros, e que será sempre cobrada por isso. 


FRANCO, Marcela. Folha de S. Paulo. 03 fev. 2023. Acesso em: 28 fev. 2023. [Adaptado].


No texto, ao dizer que há menos de 900 mil indígenas no Brasil no censo de 2010, a autora intenta mostrar que esse número é 
Alternativas
Q3986533 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1


Situação dos indígenas no Brasil


De acordo com o último censo demográfico, que é um estudo feito para entender mais sobre a população no Brasil (quantidade, idade, condições de vida etc.), há menos de 900 mil indígenas no país. Esse número é de 2010, mas está sendo atualizado atualmente e o novo resultado deve sair no mês de abril. De início, os indígenas são responsáveis por eles mesmos: cuidam de seu povo e de sua terra. Mas uma situação como a [da saúde] dos yanomamis mostra para a sociedade que ela também tem responsabilidade por manter os indígenas saudáveis, seguros e íntegros, e que será sempre cobrada por isso. 


FRANCO, Marcela. Folha de S. Paulo. 03 fev. 2023. Acesso em: 28 fev. 2023. [Adaptado].


No texto, o trecho “que é um estudo feito para entender mais sobre a população no Brasil (quantidade, idade, condições de vida etc.)” tem a função de 
Alternativas
Q3986532 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1


Situação dos indígenas no Brasil


De acordo com o último censo demográfico, que é um estudo feito para entender mais sobre a população no Brasil (quantidade, idade, condições de vida etc.), há menos de 900 mil indígenas no país. Esse número é de 2010, mas está sendo atualizado atualmente e o novo resultado deve sair no mês de abril. De início, os indígenas são responsáveis por eles mesmos: cuidam de seu povo e de sua terra. Mas uma situação como a [da saúde] dos yanomamis mostra para a sociedade que ela também tem responsabilidade por manter os indígenas saudáveis, seguros e íntegros, e que será sempre cobrada por isso. 


FRANCO, Marcela. Folha de S. Paulo. 03 fev. 2023. Acesso em: 28 fev. 2023. [Adaptado].


O texto defende a ideia de que  
Alternativas
Q3892526 Legislação Municipal
Em acordo com o texto da Lei Orgânica municipal de Tunápolis-SC em seu Art. 88 no § 2°, marque a alternativa que expressa corretamente o texto da lei:
Alternativas
Q3892524 Atualidades

"O Brasil voltou a ser eliminado na fase de grupos da Copa do Mundo Feminina depois de 28 anos. Pela primeira vez desde 1995, a equipe caiu ainda na etapa inicial da disputa"


Acesso em: https://ge.globo.com/futebol/copa-do-mundo-feminina



Em 2023, a equipe feminina foi eliminada na fase de grupos, algo que não acontecia desde 1995. Além desse infortúnio, o principal nome do esporte no país, a camisa 10 Marta, despediu-se dos gramados. Quais foram os países que sediaram os jogos da Copa do Mundo Feminina de Futebol em 2023? 

Alternativas
Q3892523 Legislação Municipal

De acordo com o § 1° do Art. 83 da Lei Orgânica Municipal de Tunápolis-SC, a fixação dos padrões de vencimento e dos demais componentes do sistema remuneratório observara:



I. A natureza, o grau de responsabilidade e a complexidade dos cargos componente de cada carreira.


II. Os requisitos para a investidura.


III. A classificação do candidato no cargo no qual foi feita a investidura na carreira pública.


IV. As peculiaridades dos cargos.



Sobre as assertivas acima, podemos afirmar que:

Alternativas
Q3892521 Português

A atenção extra na hora de prescrever e 'orientar o uso adequado desses remédios' tem a ver com o risco de abuso, tolerância e dependência.



O termo destacado na frase trata-se de uma oração subordinada:

Alternativas
Q3892520 Português

Desde o tempo de xamãs e curandeiros, as pessoas têm uma demanda por produtos que aliviem 'a dor', auxiliem na interação social, facilitem 'o sono' ou aplaquem 'a ansiedade'.



Substituindo os termos destacados por seus respectivos pronomes pessoais oblíquos, tem-se:

Alternativas
Q3892519 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Os alertas sobre uso contínuo de remédio para emergência



Disponíveis nas farmácias desde os anos 1960, os benzodiazepínicos — classe de drogas da qual fazem parte o clonazepam, o diazepam e o lorazepam, por exemplo — surgiram como uma esperança de tratar ansiedade, fobia social, epilepsia, entre outros quadros psiquiátricos, com menos risco de efeitos colaterais graves.


Passadas algumas décadas, porém, a prática mostrou que o uso dessas medicações, das quais o Rivotril é a marca comercial mais famosa, requer alguns cuidados básicos.


O principal deles está em limitar o consumo desses comprimidos a períodos mais curtos, de poucos dias, ou apenas em situações de emergência, segundo especialistas.


"Em suma, os benzodiazepínicos não são nem venenos, nem panaceias universais", resume o psiquiatra Márcio Bernik, coordenador do Programa de Transtornos de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.


A atenção extra na hora de prescrever e orientar o uso adequado desses remédios tem a ver com o risco de abuso, tolerância e dependência.


Se Rivotril e outros remédios do grupo são tomados de forma contínua, por várias semanas, meses ou até anos, o paciente precisará de doses cada vez maiores para obter o mesmo efeito, além de criar um perigoso vínculo emocional entre a melhora dos sintomas e a necessidade de se medicar com frequência.


Procurada pela reportagem, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que mais de 65 milhões de unidades de clonazepam (Rivotril) foram vendidas no Brasil em 2022.


Bernik lembra que, ao longo da História, a humanidade sempre buscou e usou substâncias com efeito sedativo.


"Desde o tempo de xamãs e curandeiros, as pessoas têm uma demanda por produtos que aliviem a dor, auxiliem na interação social, facilitem o sono ou aplaquem a ansiedade."


Durante boa parte dos séculos XIX e XX, os principais ansiolíticos disponíveis eram os barbitúricos — o antigo gardenal talvez seja o representante mais conhecido dessa classe.


"Esses medicamentos eram consumidos em excesso, mesmo numa época em que já se sabia que eles estavam relacionados a envenenamento e alto risco de morte", lembra o psiquiatra.


Uma das vítimas do abuso de barbitúricos foi a atriz e modelo americana Marilyn Monroe.


O desenvolvimento e a popularização dos benzodiazepínicos a partir dos anos 1960, então, representou um grande alívio. "O principal aspecto positivo desses remédios é a segurança, ainda mais quando os resultados deles são comparados aos barbitúricos", diz Bernik.


Mas como essa classe de ansiolíticos funciona? O farmacêutico André Bacchi, professor da Universidade Federal de Rondonópolis, no Mato Grosso, explica que os neurônios funcionam por meio de impulsos elétricos e é justamente na brecha entre uma célula nervosa e outra que esses fármacos agem.


"Nesse espaço entre os neurônios, conhecido como fenda sináptica, os sinais elétricos são transformados em sinais químicos, mediados por neurotransmissores", aponta ele.


De forma geral, essas substâncias produzidas pelo organismo têm dois efeitos principais: algumas geram excitação e estímulo, enquanto outras funcionam como inibidores e redutores da atividade cerebral. 



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cglene4kvjxo. Adaptado.

Outros remédios do grupo são tomados de forma contínua, por várias semanas, meses ou até anos; o paciente precisará de doses cada vez maiores para obter o mesmo efeito, além de criar um perigoso vínculo emocional.



De acordo com as regras de acentuação gráfica: 

Alternativas
Q3892518 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Os alertas sobre uso contínuo de remédio para emergência



Disponíveis nas farmácias desde os anos 1960, os benzodiazepínicos — classe de drogas da qual fazem parte o clonazepam, o diazepam e o lorazepam, por exemplo — surgiram como uma esperança de tratar ansiedade, fobia social, epilepsia, entre outros quadros psiquiátricos, com menos risco de efeitos colaterais graves.


Passadas algumas décadas, porém, a prática mostrou que o uso dessas medicações, das quais o Rivotril é a marca comercial mais famosa, requer alguns cuidados básicos.


O principal deles está em limitar o consumo desses comprimidos a períodos mais curtos, de poucos dias, ou apenas em situações de emergência, segundo especialistas.


"Em suma, os benzodiazepínicos não são nem venenos, nem panaceias universais", resume o psiquiatra Márcio Bernik, coordenador do Programa de Transtornos de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.


A atenção extra na hora de prescrever e orientar o uso adequado desses remédios tem a ver com o risco de abuso, tolerância e dependência.


Se Rivotril e outros remédios do grupo são tomados de forma contínua, por várias semanas, meses ou até anos, o paciente precisará de doses cada vez maiores para obter o mesmo efeito, além de criar um perigoso vínculo emocional entre a melhora dos sintomas e a necessidade de se medicar com frequência.


Procurada pela reportagem, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que mais de 65 milhões de unidades de clonazepam (Rivotril) foram vendidas no Brasil em 2022.


Bernik lembra que, ao longo da História, a humanidade sempre buscou e usou substâncias com efeito sedativo.


"Desde o tempo de xamãs e curandeiros, as pessoas têm uma demanda por produtos que aliviem a dor, auxiliem na interação social, facilitem o sono ou aplaquem a ansiedade."


Durante boa parte dos séculos XIX e XX, os principais ansiolíticos disponíveis eram os barbitúricos — o antigo gardenal talvez seja o representante mais conhecido dessa classe.


"Esses medicamentos eram consumidos em excesso, mesmo numa época em que já se sabia que eles estavam relacionados a envenenamento e alto risco de morte", lembra o psiquiatra.


Uma das vítimas do abuso de barbitúricos foi a atriz e modelo americana Marilyn Monroe.


O desenvolvimento e a popularização dos benzodiazepínicos a partir dos anos 1960, então, representou um grande alívio. "O principal aspecto positivo desses remédios é a segurança, ainda mais quando os resultados deles são comparados aos barbitúricos", diz Bernik.


Mas como essa classe de ansiolíticos funciona? O farmacêutico André Bacchi, professor da Universidade Federal de Rondonópolis, no Mato Grosso, explica que os neurônios funcionam por meio de impulsos elétricos e é justamente na brecha entre uma célula nervosa e outra que esses fármacos agem.


"Nesse espaço entre os neurônios, conhecido como fenda sináptica, os sinais elétricos são transformados em sinais químicos, mediados por neurotransmissores", aponta ele.


De forma geral, essas substâncias produzidas pelo organismo têm dois efeitos principais: algumas geram excitação e estímulo, enquanto outras funcionam como inibidores e redutores da atividade cerebral. 



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cglene4kvjxo. Adaptado.

Em suma, os benzodiazepínicos não são nem venenos, nem panaceias universais.



Em relação ao sujeito, é correto afirmar que:

Alternativas
Q3892515 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Os alertas sobre uso contínuo de remédio para emergência



Disponíveis nas farmácias desde os anos 1960, os benzodiazepínicos — classe de drogas da qual fazem parte o clonazepam, o diazepam e o lorazepam, por exemplo — surgiram como uma esperança de tratar ansiedade, fobia social, epilepsia, entre outros quadros psiquiátricos, com menos risco de efeitos colaterais graves.


Passadas algumas décadas, porém, a prática mostrou que o uso dessas medicações, das quais o Rivotril é a marca comercial mais famosa, requer alguns cuidados básicos.


O principal deles está em limitar o consumo desses comprimidos a períodos mais curtos, de poucos dias, ou apenas em situações de emergência, segundo especialistas.


"Em suma, os benzodiazepínicos não são nem venenos, nem panaceias universais", resume o psiquiatra Márcio Bernik, coordenador do Programa de Transtornos de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.


A atenção extra na hora de prescrever e orientar o uso adequado desses remédios tem a ver com o risco de abuso, tolerância e dependência.


Se Rivotril e outros remédios do grupo são tomados de forma contínua, por várias semanas, meses ou até anos, o paciente precisará de doses cada vez maiores para obter o mesmo efeito, além de criar um perigoso vínculo emocional entre a melhora dos sintomas e a necessidade de se medicar com frequência.


Procurada pela reportagem, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que mais de 65 milhões de unidades de clonazepam (Rivotril) foram vendidas no Brasil em 2022.


Bernik lembra que, ao longo da História, a humanidade sempre buscou e usou substâncias com efeito sedativo.


"Desde o tempo de xamãs e curandeiros, as pessoas têm uma demanda por produtos que aliviem a dor, auxiliem na interação social, facilitem o sono ou aplaquem a ansiedade."


Durante boa parte dos séculos XIX e XX, os principais ansiolíticos disponíveis eram os barbitúricos — o antigo gardenal talvez seja o representante mais conhecido dessa classe.


"Esses medicamentos eram consumidos em excesso, mesmo numa época em que já se sabia que eles estavam relacionados a envenenamento e alto risco de morte", lembra o psiquiatra.


Uma das vítimas do abuso de barbitúricos foi a atriz e modelo americana Marilyn Monroe.


O desenvolvimento e a popularização dos benzodiazepínicos a partir dos anos 1960, então, representou um grande alívio. "O principal aspecto positivo desses remédios é a segurança, ainda mais quando os resultados deles são comparados aos barbitúricos", diz Bernik.


Mas como essa classe de ansiolíticos funciona? O farmacêutico André Bacchi, professor da Universidade Federal de Rondonópolis, no Mato Grosso, explica que os neurônios funcionam por meio de impulsos elétricos e é justamente na brecha entre uma célula nervosa e outra que esses fármacos agem.


"Nesse espaço entre os neurônios, conhecido como fenda sináptica, os sinais elétricos são transformados em sinais químicos, mediados por neurotransmissores", aponta ele.


De forma geral, essas substâncias produzidas pelo organismo têm dois efeitos principais: algumas geram excitação e estímulo, enquanto outras funcionam como inibidores e redutores da atividade cerebral. 



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cglene4kvjxo. Adaptado.

Nas farmácias desde os anos 1960, os benzodiazepínicos surgiram como uma esperança na cura de ansiedade, fobia social, epilepsia, entre outros quadros psiquiátricos, com menos risco de efeitos colaterais graves.



Sintaticamente, o predicado da oração é:

Alternativas
Q3892514 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Os alertas sobre uso contínuo de remédio para emergência



Disponíveis nas farmácias desde os anos 1960, os benzodiazepínicos — classe de drogas da qual fazem parte o clonazepam, o diazepam e o lorazepam, por exemplo — surgiram como uma esperança de tratar ansiedade, fobia social, epilepsia, entre outros quadros psiquiátricos, com menos risco de efeitos colaterais graves.


Passadas algumas décadas, porém, a prática mostrou que o uso dessas medicações, das quais o Rivotril é a marca comercial mais famosa, requer alguns cuidados básicos.


O principal deles está em limitar o consumo desses comprimidos a períodos mais curtos, de poucos dias, ou apenas em situações de emergência, segundo especialistas.


"Em suma, os benzodiazepínicos não são nem venenos, nem panaceias universais", resume o psiquiatra Márcio Bernik, coordenador do Programa de Transtornos de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.


A atenção extra na hora de prescrever e orientar o uso adequado desses remédios tem a ver com o risco de abuso, tolerância e dependência.


Se Rivotril e outros remédios do grupo são tomados de forma contínua, por várias semanas, meses ou até anos, o paciente precisará de doses cada vez maiores para obter o mesmo efeito, além de criar um perigoso vínculo emocional entre a melhora dos sintomas e a necessidade de se medicar com frequência.


Procurada pela reportagem, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que mais de 65 milhões de unidades de clonazepam (Rivotril) foram vendidas no Brasil em 2022.


Bernik lembra que, ao longo da História, a humanidade sempre buscou e usou substâncias com efeito sedativo.


"Desde o tempo de xamãs e curandeiros, as pessoas têm uma demanda por produtos que aliviem a dor, auxiliem na interação social, facilitem o sono ou aplaquem a ansiedade."


Durante boa parte dos séculos XIX e XX, os principais ansiolíticos disponíveis eram os barbitúricos — o antigo gardenal talvez seja o representante mais conhecido dessa classe.


"Esses medicamentos eram consumidos em excesso, mesmo numa época em que já se sabia que eles estavam relacionados a envenenamento e alto risco de morte", lembra o psiquiatra.


Uma das vítimas do abuso de barbitúricos foi a atriz e modelo americana Marilyn Monroe.


O desenvolvimento e a popularização dos benzodiazepínicos a partir dos anos 1960, então, representou um grande alívio. "O principal aspecto positivo desses remédios é a segurança, ainda mais quando os resultados deles são comparados aos barbitúricos", diz Bernik.


Mas como essa classe de ansiolíticos funciona? O farmacêutico André Bacchi, professor da Universidade Federal de Rondonópolis, no Mato Grosso, explica que os neurônios funcionam por meio de impulsos elétricos e é justamente na brecha entre uma célula nervosa e outra que esses fármacos agem.


"Nesse espaço entre os neurônios, conhecido como fenda sináptica, os sinais elétricos são transformados em sinais químicos, mediados por neurotransmissores", aponta ele.


De forma geral, essas substâncias produzidas pelo organismo têm dois efeitos principais: algumas geram excitação e estímulo, enquanto outras funcionam como inibidores e redutores da atividade cerebral. 



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cglene4kvjxo. Adaptado.

Esses medicamentos eram consumidos em excesso, mesmo numa época em que já se sabia que eles estavam relacionados a envenenamento e alto risco de morte", lembra o psiquiatra.



A frase apresentada trata-se de um período: 

Alternativas
Q3892513 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Os alertas sobre uso contínuo de remédio para emergência



Disponíveis nas farmácias desde os anos 1960, os benzodiazepínicos — classe de drogas da qual fazem parte o clonazepam, o diazepam e o lorazepam, por exemplo — surgiram como uma esperança de tratar ansiedade, fobia social, epilepsia, entre outros quadros psiquiátricos, com menos risco de efeitos colaterais graves.


Passadas algumas décadas, porém, a prática mostrou que o uso dessas medicações, das quais o Rivotril é a marca comercial mais famosa, requer alguns cuidados básicos.


O principal deles está em limitar o consumo desses comprimidos a períodos mais curtos, de poucos dias, ou apenas em situações de emergência, segundo especialistas.


"Em suma, os benzodiazepínicos não são nem venenos, nem panaceias universais", resume o psiquiatra Márcio Bernik, coordenador do Programa de Transtornos de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.


A atenção extra na hora de prescrever e orientar o uso adequado desses remédios tem a ver com o risco de abuso, tolerância e dependência.


Se Rivotril e outros remédios do grupo são tomados de forma contínua, por várias semanas, meses ou até anos, o paciente precisará de doses cada vez maiores para obter o mesmo efeito, além de criar um perigoso vínculo emocional entre a melhora dos sintomas e a necessidade de se medicar com frequência.


Procurada pela reportagem, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que mais de 65 milhões de unidades de clonazepam (Rivotril) foram vendidas no Brasil em 2022.


Bernik lembra que, ao longo da História, a humanidade sempre buscou e usou substâncias com efeito sedativo.


"Desde o tempo de xamãs e curandeiros, as pessoas têm uma demanda por produtos que aliviem a dor, auxiliem na interação social, facilitem o sono ou aplaquem a ansiedade."


Durante boa parte dos séculos XIX e XX, os principais ansiolíticos disponíveis eram os barbitúricos — o antigo gardenal talvez seja o representante mais conhecido dessa classe.


"Esses medicamentos eram consumidos em excesso, mesmo numa época em que já se sabia que eles estavam relacionados a envenenamento e alto risco de morte", lembra o psiquiatra.


Uma das vítimas do abuso de barbitúricos foi a atriz e modelo americana Marilyn Monroe.


O desenvolvimento e a popularização dos benzodiazepínicos a partir dos anos 1960, então, representou um grande alívio. "O principal aspecto positivo desses remédios é a segurança, ainda mais quando os resultados deles são comparados aos barbitúricos", diz Bernik.


Mas como essa classe de ansiolíticos funciona? O farmacêutico André Bacchi, professor da Universidade Federal de Rondonópolis, no Mato Grosso, explica que os neurônios funcionam por meio de impulsos elétricos e é justamente na brecha entre uma célula nervosa e outra que esses fármacos agem.


"Nesse espaço entre os neurônios, conhecido como fenda sináptica, os sinais elétricos são transformados em sinais químicos, mediados por neurotransmissores", aponta ele.


De forma geral, essas substâncias produzidas pelo organismo têm dois efeitos principais: algumas geram excitação e estímulo, enquanto outras funcionam como inibidores e redutores da atividade cerebral. 



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cglene4kvjxo. Adaptado.

Passadas algumas décadas, porém, a prática mostrou 'que o uso dessas medicações requer alguns cuidados básicos'.



O termo destacado na frase trata-se de oração: 

Alternativas
Q3892512 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Os alertas sobre uso contínuo de remédio para emergência



Disponíveis nas farmácias desde os anos 1960, os benzodiazepínicos — classe de drogas da qual fazem parte o clonazepam, o diazepam e o lorazepam, por exemplo — surgiram como uma esperança de tratar ansiedade, fobia social, epilepsia, entre outros quadros psiquiátricos, com menos risco de efeitos colaterais graves.


Passadas algumas décadas, porém, a prática mostrou que o uso dessas medicações, das quais o Rivotril é a marca comercial mais famosa, requer alguns cuidados básicos.


O principal deles está em limitar o consumo desses comprimidos a períodos mais curtos, de poucos dias, ou apenas em situações de emergência, segundo especialistas.


"Em suma, os benzodiazepínicos não são nem venenos, nem panaceias universais", resume o psiquiatra Márcio Bernik, coordenador do Programa de Transtornos de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.


A atenção extra na hora de prescrever e orientar o uso adequado desses remédios tem a ver com o risco de abuso, tolerância e dependência.


Se Rivotril e outros remédios do grupo são tomados de forma contínua, por várias semanas, meses ou até anos, o paciente precisará de doses cada vez maiores para obter o mesmo efeito, além de criar um perigoso vínculo emocional entre a melhora dos sintomas e a necessidade de se medicar com frequência.


Procurada pela reportagem, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que mais de 65 milhões de unidades de clonazepam (Rivotril) foram vendidas no Brasil em 2022.


Bernik lembra que, ao longo da História, a humanidade sempre buscou e usou substâncias com efeito sedativo.


"Desde o tempo de xamãs e curandeiros, as pessoas têm uma demanda por produtos que aliviem a dor, auxiliem na interação social, facilitem o sono ou aplaquem a ansiedade."


Durante boa parte dos séculos XIX e XX, os principais ansiolíticos disponíveis eram os barbitúricos — o antigo gardenal talvez seja o representante mais conhecido dessa classe.


"Esses medicamentos eram consumidos em excesso, mesmo numa época em que já se sabia que eles estavam relacionados a envenenamento e alto risco de morte", lembra o psiquiatra.


Uma das vítimas do abuso de barbitúricos foi a atriz e modelo americana Marilyn Monroe.


O desenvolvimento e a popularização dos benzodiazepínicos a partir dos anos 1960, então, representou um grande alívio. "O principal aspecto positivo desses remédios é a segurança, ainda mais quando os resultados deles são comparados aos barbitúricos", diz Bernik.


Mas como essa classe de ansiolíticos funciona? O farmacêutico André Bacchi, professor da Universidade Federal de Rondonópolis, no Mato Grosso, explica que os neurônios funcionam por meio de impulsos elétricos e é justamente na brecha entre uma célula nervosa e outra que esses fármacos agem.


"Nesse espaço entre os neurônios, conhecido como fenda sináptica, os sinais elétricos são transformados em sinais químicos, mediados por neurotransmissores", aponta ele.


De forma geral, essas substâncias produzidas pelo organismo têm dois efeitos principais: algumas geram excitação e estímulo, enquanto outras funcionam como inibidores e redutores da atividade cerebral. 



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cglene4kvjxo. Adaptado.

Bernik lembra que, ao longo da História, a humanidade sempre buscou e usou substâncias com efeito sedativo.



Assinale a opção correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase:

Alternativas
Q3760065 Direito do Trabalho
São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social, EXCETO: 
Alternativas
Q3760052 Noções de Informática
Considerando o Microsoft Word 2016, em português e nas configurações padrão, um professor de Português digitou o seguinte texto:

Como vês, CAPITU, aos quatorze anos, tinha já ideias atrevidas, muito menos que outras que lhe vieram depois; mas eram só atrevidas em si, na prática faziam-se hábeis, sinuosas, surdas, e alcançavam o fim proposto, não de salto, mas aos saltinhos. (Machado de Assis, Dom Casmurro)

Sabendo que o professor adicionou formatações às palavras “Capitu”, “atrevidas” e “sinuosas”, utilizando apenas de comandos por meio de teclas de atalho, são feitas as seguintes afirmações:

I. A aplicação do efeito versalete na palavra “Capitu” foi feita com o uso das teclas de atalho Ctrl+Shift+K.
II. O sublinhado duplo aplicado à palavra “atrevidas” foi feito através das teclas atalho Ctrl+Shift+D.
III. Além das tradicionais teclas de atalho Ctrl+N, pode-se aplicar a formatação negrito por meio do atalho Ctrl+Shift+F, como foi feito na palavra “sinuosas”.

Sobre as afirmações acima:
Alternativas
Q3760045 Português
 “No cérebro, além dos neurônios, há micróglias, células pequenas com ramificações. Elas protegem o sistema nervoso central ao combater agentes infecciosos e ajudar na eliminação de células mortas. A neurocientista Katherine Prater e o bioquímico Kevin Green, ambos da Universidade de Washington em Seattle, extraíram amostras de micróglia do cérebro de pessoas que morreram com [___] doença de Alzheimer e de indivíduos sem a enfermidade e compararam o padrão de ativação dos genes. Comparativamente, [___] micróglias de quem tinha Alzheimer exibiram mais genes ativos associados [___] inflamação. Embora necessária para eliminar microrganismos invasores e células doentes, a inflamação, quando se intensifica ou se prolonga, torna-se nociva: compostos inflamatórios podem danificar células saudáveis e contribuir para [___] progressão do Alzheimer. A identificação desse perfil torna as micróglias um potencial alvo para o desenvolvimento de novas terapias para o Alzheimer, embora até o momento testes com anti-inflamatórios não tenham mostrado efeitos significativos (Nature Aging, 29 de maio; ScienceAlert, 26 de agosto).”

(Fonte: https://revistapesquisa.fapesp.br/quando-a-defesa-pode-agredir/. Adaptado.)

Completando as lacunas inseridas no texto com a(s) ou com à(s), a sequência correta fica 
Alternativas
Q3760042 Português
“Uma pesquisa liderada por cientistas do Instituto de Geofísica da Universidade do Texas (UTIG), nos Estados Unidos, revelou a existência de um reservatório de água gigante no oceano Pacífico. Sua presença pode estar atenuando terremotos na vizinha Zona de Subducção de Hikurangi, na Nova Zelândia.”

(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/meio-ambiente/noticia/2023/10/reservatorio-de-agua-e-descoberto-sob-pacifico-e-pode-explicar-tremores.ghtml)

Quais são, respectivamente, os sujeitos das duas orações presentes no trecho apresentado?
Alternativas
Q3760037 Português
Tem alguém aí?


Publicado em 13/10/2023
Paulo Pestana
Crônica


       Cheguei para uma reunião de trabalho um pouco antes do horário combinado e a secretária da autoridade pôs uma caixinha de madeira sobre a mesa, e avisou: é para deixar o telefone quando entrar. Na hora não entendi, mas um companheiro mais escolado me socorreu. “É para evitar grampo”, disse. “Medo de ser gravado”.

     Eu sempre penso em mim como um sujeito de confiança. É uma das minhas raras virtudes, acho eu. Só falo mal de pessoas que merecem espinafração. Mas na antessala daquele gabinete, a autoridade deixava claro que não confiava em mim; mas antes que eu começasse a ficar amuado, fui me lembrando que na verdade eu sou suspeito.

       Afinal, só um suspeito é vigiado 24 horas por dia, sete dias por semana, como acontece comigo. Não ____ um lugar em que eu vá que não tenha uma câmera acompanhando meus movimentos e agora sei como se sentia Ubaldo, o Paranoico, personagem das tirinhas do Henfil1 , que tinha certeza de que estava sendo vigiado.

       Encerrado o assunto com a autoridade, não resisti ____ um chiste quando ele perguntou se eu havia entendido a nossa conversa. “Está tudo gravado”, eu disse. Antes que ele tivesse um sobressalto, apontei para a cabeça. “Aqui”. Deixei escapar um sorriso, mas ele não pareceu entender. Depois me caiu a ficha: eu não havia gravado nada, mas não tinha tanta certeza de não ter sido gravado por alguma câmera escondida.

      Saindo dali fui ____ farmácia depois de ter passado por uns três pardais de trânsito; lá dentro havia o cartaz – “Sorria, você está sendo filmado”. Embora o cartaz estivesse escondido atrás de uma estante, pelo menos era um aviso. No supermercado não vi aviso, mas tinha câmera; até ajeitei a camisa dentro da calça.

       O fato é que dá saudade dos tempos em que as únicas câmeras escondidas eram as dos programas de televisão que mostram pegadinhas, para flagrar incautos em situações constrangedoras. Hoje todo mundo é um potencial espião – e ao mesmo tempo está sendo vigiado – como aquele velho quadrinho da revista Mad: Spy vs. Spy2 .

      Na Feira do Paraguai3 , tem botão de camisa que grava até duas horas de vídeo de boa qualidade[,] microfone disfarçado de brochinho e ligado a um gravador fica nas costas ou no bolso[,] captadores de som do tamanho de uma unha que pode ser deixado num canto da sala e transmitir para um gravador colocado fora do ambiente[,] relógio que filma sem atrasar as horas e mais um bocado de tralha para vigiar a vida alheia.

        No mundo virtual é pior. Consultar ou comprar pelo computador equivale a entregar um pouquinho da nossa alma. Comprei o livro Trinta Segundos Sem Pensar no Medo, de Pedro Pacífico, e no mesmo momento em que fechava a conta, me ofereceram cinco outros livros que “poderiam interessar” ____ mim. Estou fichado. No fim, resta um consolo: pode ser que eu não me conheça direito, mas o computador da Amazon4 sabe exatamente quem sou e o que quero. É o meu analista.


1 Henrique de Souza Filho (Ribeirão das Neves MG 1944 - Rio de Janeiro RJ 1988). Cartunista, jornalista, escritor. (Fonte:
https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa5430/henfil)
2 Série de quadrinhos publicada na revista de humor Mad. Criada por Antonio Prohias, sua primeira aparição foi em 1961. Satiriza a
espionagem da Guerra Fria e depois os filmes e séries do gênero, populares a partir da década de 1960. (Fonte:
https://www.techtudo.com.br/tudo-sobre/papel-de-parede-spy-vs-spy/)
3 Conhecida oficialmente como Feira dos Importados de Brasília. (Fonte: https://www.feirabrasilia.com.br/feira-dos-importados/)
4 Sítio eletrônico de comércio varejista online com atuação mundial. (Fonte: https://www.amazon.com/)



(Fonte: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/tem-alguem-ai/. Adaptado.)
Ao afirmar que só fala mal de indivíduos que “merecem espinafração”, o cronista NÃO quer dizer que essas pessoas merecem: 
Alternativas
Respostas
10901: C
10902: A
10903: A
10904: C
10905: D
10906: D
10907: D
10908: C
10909: C
10910: D
10911: A
10912: D
10913: D
10914: B
10915: D
10916: C
10917: B
10918: C
10919: D
10920: D