Questões de Concurso Comentadas para fonoaudiólogo

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Q3081642 Fonoaudiologia
A avaliação audiológica é composta por procedimentos comportamentais, eletroacústicos e eletrofisiológicos. Os potenciais evocados auditivos avaliam a atividade neuroelétrica na via auditiva, desde o nervo auditivo até o córtex cerebral, em resposta a um estímulo acústico. Por meio da análise da latência das ondas do Potencial Evocado Auditivo de Troncoencefálico (PEATE), a 80 dBNA é possível predizer o tipo de perda auditiva. Um paciente com perda auditiva condutiva, em geral, pode apresentar no PEATE:
Alternativas
Q3081641 Fonoaudiologia
A deglutição é um fenômeno dinâmico ligado à manutenção da higidez biológica, que se verifica pela ingestão de nutrientes adequados, absorvidos e incorporados pelo organismo. Trata-se de um processo que, apesar de ser contínuo, é dividido em fases. O centro da deglutição é uma organização complexa de elementos neurais no córtex e no troncoencefálico. O controle neurológico da deglutição envolve: fibras sensoriais aferentes contidas nos nervos encefálicos; fibras cerebrais do mesencéfalo e cerebelares que fazem sinapse com os centros da deglutição no troncoencefálico; pares centrais da deglutição no troncoencefálico; e fibras motoras eferentes contidas nos nervos encefálicos. Sobre o papel dos nervos cranianos no processo de deglutição, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3081640 Fonoaudiologia
A pragmática refere-se ao uso efetivo da linguagem e aos seus propósitos funcionais de comunicação. Dessa forma, relaciona os diferentes significados intrínsecos aos processos comunicativos, determinados pelas informações extralinguísticas, como pistas contextuais e situacionais, e pelas mensagens linguísticas. Para que a linguagem possa ser funcional e interativa, é necessária a aquisição de seus atributos estruturais, entre eles, a semântica, a morfossintaxe e a fonologia, aspectos que, em geral, estão alterados em crianças com Transtorno do Desenvolvimento da Linguagem (TDL). Sobre esse transtorno, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3081639 Fonoaudiologia
O trabalho fonoaudiológico com pacientes disfônicos constitui-se de abordagens envolvendo orientações, psicodinâmica e treinamento vocal por meio de métodos e exercícios vocais. Pacientes cuja fonoterapia inclui Exercícios de Trato Vocal Semiocluído (ETVSO) se beneficiam com melhora da propriocepção, redução da pressão fonatória, do fluxo glótico e, ao mesmo tempo, de voz rica em harmônicos. Em relação aos ETVSO, a fonoterapia pode incluir:
Alternativas
Q3081638 Fonoaudiologia
O ceceio é uma ocorrência frequentemente encontrada nas alterações fonéticas. Estudos que investigaram associação do ceceio anterior com a idade, gênero, tipo de mordida, deglutição atípica, oclusão dentária, tônus muscular rebaixado, presença de hábitos orais, modo respiratório, presença de diastema e crescimento craniofacial mostraram resultados divergentes. Sobre o ceceio, analise as afirmativas a seguir.

I. O posicionamento alterado de língua nos planos vertical e anteroposterior ocasiona transtornos articulatórios como ceceio anterior (na produção das fricativas linguoalveolares /s/ e /z/) ou interdentalização (na produção das plosivas /t/ e /d/ e nasal /n/).
II. A respiração oral não contribui para a ocorrência de ceceio anterior ou lateral, uma vez que a flacidez da língua e dos lábios, a retração de lábio superior e possíveis alterações oclusais causam as mordidas abertas e cruzadas, não os ceceios.
III. Problemas das estruturas orofaciais que surgem em decorrência de hábitos parafuncionais, como o uso prolongado da mamadeira, podem provocar alteração na relação de dentes superiores e inferiores e hiperatividade da musculatura elevadora da mandíbula. As relações espaciais entre as extremidades incisais inferiores e as superfícies dos dentes antagonistas são fatores determinantes na produção de vários fonemas fricativos, assim como a relação destes com a língua e os lábios. Alterações nessas relações podem gerar várias distorções sonoras como o ceceio.

Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q3081637 Fonoaudiologia
A gagueira de desenvolvimento é um distúrbio universal, crônico, que se inicia na infância, mais frequentemente em torno dos dois anos e seis meses de idade, juntamente com a fase de maior elaboração da linguagem, quando há um aumento do vocabulário e começam a surgir as primeiras frases. Sobre os distúrbios da fluência, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Os distúrbios da fluência na infância, manifestados pela sintomatologia de rupturas no fluxo na fala, atingem entre 5 e 11% das crianças em idade pré-escolar. É observado que algumas crianças recuperam a fluência da fala, de forma espontânea, entre 75 e 80% dos casos, embora em mais de 20% das crianças não haja remissão dos sintomas.
( ) Em publicações recentes foram apresentados indicadores de alto risco para a gagueira persistente, sendo os confirmadamente relevantes: antecedentes familiares para gagueira persistente; sexo masculino; rupturas de fala caracterizadas pelo esforço motor; sintomatologia há mais de doze meses e atitudes familiares negativas para a fluência da fala.
( ) Os estudos celulares e de neuroimagem já permitem uma maior compreensão dos mecanismos biológicos subjacentes à gagueira, indicando que não há correspondência espacial significativa entre anomalias estruturais de matéria cinzenta regional e a expressão de genes ligados ao metabolismo energético. Estudos confirmam a ausência de diferenças cerebrais entre pessoas que gaguejam e pessoas fluentes em relação ao volume de matéria cinzenta; espessura cortical; capacidade de difusão da matéria branca; taxa metabólica e outros achados neurogenéticos.
( ) A linguagem e seus aspectos são fatores heterogêneos quando se trata de sua relação com a gagueira. Enquanto uma criança com gagueira pode apresentar linguagem com desenvolvimento adequado e um sistema motor da fala menos desenvolvido, outra pode demonstrar inabilidades linguísticas e articulatórias que irão interagir com um sistema motor imaturo para a fala, e ambas apresentarão alterações de fluência da fala que podem ou não ser diferentes em suas características e frequência.

A sequência está correta em
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Q3081636 Fonoaudiologia
As disartriassão um grupo de distúrbios motores de fala de origem neurológica, que englobam anormalidades da respiração, fonação, articulação, ressonância e/ou prosódia. A diminuição da inteligibilidade da fala associada à disartria pode causar desafios na participação em atividades cotidianas, bem como rupturas sociais e emocionais. Sobre as disartrias, analise as afirmativas a seguir.

I. A alteração nas bases motoras da fala ocorre devido a irregularidades de força, velocidade, amplitude, firmeza ou precisão do mecanismo de fala. De acordo com tipos específicos de deficit ou patologia neurológica, existem diferentes tipos de disartria, como flácida, espástica, hipercinética, hipocinética, atáxica, mista e lesão do neurônio motor superior unilateral.
II. As disartrias hipocinéticas e hipercinéticas resultam da ruptura dos circuitos dos gânglios da base. A disartria hipercinética está associada, mais frequentemente, com a doença de Parkinson, podendo também emergir de etiologias vasculares; as disartrias hipocinéticas englobam patologias que cursam com movimentos voluntários hipocinéticos, como os casos de coreia – que também pertencem à doença de Huntington, distonia, tiques – síndrome de Gilles de la Tourette – entre outros.
III. A disartria flácida ocorre devido a danos nos neurônios motores inferiores (nervos cranianos e/ou espinhais) e a disartria espástica é uma consequência do dano bilateral aos neurônios motores superiores (tratos corticobulbar/corticoespinais). Os casos de disartria do neurônio motor superior unilateral (UUMN), frequentemente incluem comprometimento cognitivo-comunicativo concomitante, como negligência visuoespacial ou deficits pragmáticos.

Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q3081635 Fonoaudiologia
A Triagem Auditiva Neonatal Universal (TANU), implementada pela Lei Federal nº 12.303/2010, foi um marco importante para a identificação precoce da deficiência auditiva, bem como para a saúde auditiva infantil. Os programas de saúde auditiva neonatal visam à realização de ações que minimizam as consequências causadas por perdas auditivas congênitas e permanentes em lactentes. São ações que envolvem a triagem auditiva, o diagnóstico médico e audiológico e a intervenção terapêutica, quando necessária, a fim de garantir o desenvolvimento da fala e da linguagem em lactentes com deficiência auditiva. Sobre a TANU, analise as afirmativas a seguir.

I. As habilidades auditivas são funções primordiais para que a criança possa desenvolver adequadamente a fala e a linguagem. A interrupção total ou parcial dessas funções poderá causar atraso no desenvolvimento da criança. Portanto, o diagnóstico precoce da deficiência auditiva, acompanhada de imediata e adequada intervenção fonoaudiológica, poderá evitar atrasos não só no processo da alfabetização de crianças, mas também no seu desenvolvimento psicossocial. O Joint Committee on Infant Hearing (JCIH) recomenda os métodos de triagem, diagnóstico e acompanhamento audiológico, considerando as perdas auditivas neonatais, progressivas, de aparecimento tardio e, ainda, o espectro da neuropatia auditiva.
II. A triagem auditiva deve ser um processo rápido e simples, utilizando-se exames fisiológicos, para identificação de possíveis alterações auditivas em neonatos. A metodologia difere para as crianças com e sem indicadores de risco para a perda auditiva. Para crianças sem indicadores de risco para a perda auditiva são utilizadas as emissões otoacústicas e para aquelas com indicadores de risco, devido à maior probabilidade de apresentar o espectro da neuropatia auditiva, é utilizado o potencial evocado auditivo de troncoencefálico.
III. São considerados indicadores de risco para a perda auditiva: histórico familiar de perdas auditivas precoces, progressivas ou de início tardio; UTI neonatal por mais de cinco dias; hiperbilirrubinemia com exsanguíneo transfusão; aminoglicosídeos por mais de cinco dias; asfixia/hipóxia; oxigenação extracorpórea; infecções intrauterinas, como herpes, rubéola, sífilis, toxoplasmose, citomegalovírus e zika vírus congênita; anomalias craniofaciais, incluindo microtia/atresia, displasia auricular, fissura oral; microcefalia congênita e hidrocefalia congênita ou adquirida; anomalias no osso temporal; síndromes associadas a perdas auditivas; infecções virais e bacterianas, sendo elas, herpes virais, varíola, meningites ou encefalites; traumatismo do osso temporal; quimioterapia; preocupação da família sobre o desenvolvimento de linguagem da criança.
IV. As três etapas do programa de saúde auditiva neonatal – identificação, diagnóstico e intervenção – devem ser integradas e de forma subsequente, com a estipulação de metas no tempo de realização. O Joint Committee on Infant Hearing (JCIH) nomeou esse processo de etapas 1-6-12, ou seja, a etapa 1 de triagem deve ser realizada até o primeiro mês de vida; a etapa 6 é o diagnóstico sendo concluído, preferencialmente, até o sexto mês de vida; e a etapa 12 é a intervenção auditiva, que não deve ultrapassar o primeiro ano de vida.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q3081634 Fonoaudiologia
A voz exerce um papel fundamental na comunicação e no relacionamento humano, enriquecendo a transmissão da mensagem articulada, acrescentando a palavra, o conteúdo emocional, a entoação e a expressividade. A análise perceptivo-auditiva da voz avalia vários parâmetros. Um deles refere-se à sensação subjetiva de frequência; assinale-o.
Alternativas
Q3081429 Raciocínio Lógico
A figura apresenta um quadrado dividido em dois retângulos, P e Q, com áreas  iguais, e dois quadrados, R e S, sendo que a área do quadrado maior é quatro vezes a área do quadrado menor. Sabendo que a área do quadrado R é 9 m² e que a área total R da figura é 75 m², determine a área do retângulo P.

Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q3081423 Português

Com base na propaganda que se segue, marque a alternativa CORRETA.


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: <https://www.politize.com.br/propaganda-institucional-tse/>. Acesso em: 04 mai. 2024.

Alternativas
Q3081422 Português

A partir da análise da tira abaixo, no terceiro quadrinho ocorre um fenômeno linguístico chamado:


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: <https://questoes.grancursosonline.com.br/questoes-de-concursos/lingua-portuguesa-modalizacao>. Acesso em: 04 mai. 2024. 

Alternativas
Q3081415 Português
O artigo a seguir serve de base para a questão:

Se a radiação pode causar câncer, por que a radioterapia é usada contra o câncer?

O câncer surge devido a células “quebradas” – e o que a radioterapia faz é quebrá-las ainda mais

Por Bruno Vaiano
Atualizado em 25 jul 2022, 10h24 - Publicado em 18 fev 2022, 07h45

        Um tumor aparece quando as células de um tecido ou órgão do nosso próprio corpo começam a se multiplicar de maneira descontrolada. Elas invadem o espaço das células saudáveis, roubam seus insumos (como açúcar e oxigênio) e interferem no funcionamento do organismo.
       Isso é possível porque as células anômalas têm mutações no DNA que tiram suas rédeas. Essas mutações são, em princípio, aleatórias: todos estamos sujeitos a um bug genético. Mas é claro que, se você não se cuidar, suas chances pioram. Álcool, tabaco, exposição exagerada ao sol, e outros comportamentos nocivos aumentam as chances de se desenvolver um câncer (alguns cânceres, vale dizer, são mais suscetíveis a estilo de vida enquanto outros dependem mais dos genes que vêm de fábrica com você: herdabilidade também é importante).
      Acontece que há um limite para o quanto uma célula pode funcionar quando ela dá defeito. A maior parte das mutações é ruim e debilita ou mata a célula. A ideia da radioterapia é causar tantas mutações no DNA das células cancerígenas que elas simplesmente morrem. Em resumo: o câncer consiste em células quebradas, a radiografia continua quebrando as células até elas simplesmente pararem de funcionar.

Disponível em: <https://super.abril.com.br/coluna/oraculo/se-a-radiacao-pode-causar-cancer-por-que-a-radioterapia-e-usada-contra-o-cancer/>. Acesso em: 03 mai. 2024. 
A partir da leitura do texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3081409 Português
O artigo a seguir serve de base para a questão:

USP usa técnica da ovelha Dolly para fazer transplante de porcos em humanos

Esperança é de que, no futuro, abordagem diminua tempo de espera por um novo órgão.

Reinaldo José Lopes

SÃO CARLOS (SP)

    Pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) acabam de inaugurar um laboratório que, com alguma sorte, poderá viabilizar a prática dos xenotransplantes (transplantes de órgãos de animais para seres humanos) no Brasil.
    Médicos, geneticistas e veterinários, entre outros especialistas, usarão o espaço para abrigar porcas grávidas de filhotes geneticamente modificados. As alterações no DNA dos suínos servem para minimizar o risco de rejeição quando seus órgãos forem transferidos para pessoas que precisam de um transplante.
    Os primeiros testes bem-sucedidos já aparecem nos últimos anos em pacientes dos EUA, e a esperança é que, no futuro, a abordagem encurte o tempo de espera por um novo órgão, talvez dispensando, em alguns casos, a necessidade de um doador humano. Antes que isso se torne realidade, porém, é preciso vencer uma gama considerável de desafios técnicos, a começar pela reprodução dos próprios suínos.
   No papel, a abordagem parece simples. O material genético no núcleo de células fetais de porcos é alterado e, depois, transferido para óvulos suínos cujo DNA foi retirado.
   "Estamos usando a técnica que deu origem à ovelha Dolly", resume Mayana Zatz, geneticista do Centro de Estudos do Genoma Humano e de Células-Tronco da USP, uma das coordenadoras do projeto Xeno BR.
   O problema é que, mesmo quase 30 anos após o nascimento de Dolly, o primeiro mamífero clonado, produzir cópias genéticas de qualquer animal doméstico ainda é um processo complexo. A clonagem sempre envolve o uso de centenas ou até milhares de óvulos para, se tudo der certo, ocorrer o nascimento de um filhote viável.
   "Sabemos que a eficiência é baixa, mas estamos aprendendo que a qualidade das células a serem editadas geneticamente pode ter um papel importante no sucesso", diz Zatz. A equipe está sendo assessorada por Luiz Mauro Queiroz, brasileiro responsável pela criação dos porcos transgênicos (geneticamente modificados) da empresa eGenesis nos EUA. A equipe americana já realizou seus primeiros transplantes suíno-humanos.
    Também ainda não está totalmente claro quantas modificações no DNA são necessárias para que os órgãos de porcos sejam substitutos aceitáveis daqueles doados por pessoas.
[...]
   "Alguns grupos acreditam que seja suficiente silenciar três genes [grosso modo, regiões funcionais do DNA] dos porcos, o que tem sido a nossa proposta. Outros defendem que um só gene poderia ser suficiente ou que seja necessário introduzir genes humanos", diz a geneticista. "Somente com o seguimento dos pacientes a longo prazo será possível responder essa pergunta.
     "O cirurgião Silvano Raia, da Faculdade de Medicina da USP, coordena o trabalho ao lado de Zatz e diz que o objetivo inicial do trabalho é viabilizar um xenotransplante de rim, como já aconteceu nos EUA.
   "Na hipótese de insucesso, podemos retirar o xenoenxerto não funcionante e fazer com que o paciente volte a fazer hemodiálise até que esteja em condições de receber um alotransplante [de um doador humano], para o qual terá uma prioridade que não tinha antes do xenotransplante", explica Raia.
  Esse primeiro candidato a receptor precisará ter condições clínicas para receber o órgão do suíno geneticamente modificado e, ao mesmo tempo, não ter prioridade na lista de espera por um órgão humano. "Os xenotransplantes já realizados de coração e rim seguiram essa conduta.
  "De acordo com Raia, ainda é cedo para dizer se o avanço da técnica vai acabar equiparando os xenotransplantes, em termos de sucesso e riscos, aos feitos hoje com as técnicas convencionais, embora essa possibilidade exista.
   Ao menos por ora, os pacientes que receberem os órgãos suínos deverão ter de enfrentar um esquema imunossupressor mais potente e constante. Ou seja, eles farão um uso mais intenso de medicamentos que controlam o sistema de defesa de seu organismo, para que ele não rejeite o transplante como um corpo estranho.
   "Em consequência disso, a possiblidade de esse paciente se contaminar será maior, sem dúvida. Ele terá de seguir recomendações que evitem ao máximo o contato com fontes de infecção", observa o médico.
    Raia lembra ainda que pesquisas feitas anteriormente no Brasil com candidatos na fila por rim ou fígado que já tinham recebido novos órgãos mostram que 91% aceitariam um xenotransplante suíno caso fosse necessário, taxa superior à de países como a China (75%) e Turquia (43%).

Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/05/usp-se-prepara-para-fazer-transplantes-de-orgaos-de-porcos-para-humanos.shtml. Acesso em: 03 mai. 2024.
De acordo com as informações presentes no texto, pode-se afirmar CORRETAMENTE que:
Alternativas
Q3081272 Fonoaudiologia
Sobre a anatomofisiologia da audição, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3081271 Fonoaudiologia
Na avaliação da deglutição, a definição da ingesta por via oral pode ser realizada pela Escala FOIS (Functional Oral Intake Scale).
Sobre esse tema, analise o caso abaixo:

Paciente, 56 anos, internado após um acidente vascular isquêmico e diagnosticado com disfagia. A fonoaudióloga responsável deixa o paciente em dieta por via alternativa e via oral pastosa homogênea com volume mínimo de 30 ml. A escala de FOIS determinada para esse caso é a seguinte: 
Alternativas
Q3081270 Fonoaudiologia
Sobre o envelhecimento vocal do idoso, analise as afirmativas abaixo:


I. Nesse período, a frequência fundamental da voz da mulher idosa aumenta em relação à voz do homem idoso.

II. O edema e a atrofia das pregas vocais são as duas categorias de alterações laríngeas mais frequentes nos idosos.

III. A presença da presbifaringe é considerada um fator de proteção de alterações na mucosa das pregas vocais.

É CORRETO o que se afirma apenas em 
Alternativas
Respostas
6561: C
6562: D
6563: B
6564: B
6565: D
6566: D
6567: C
6568: D
6569: A
6570: D
6571: E
6572: B
6573: A
6574: D
6575: B
6576: E
6577: E
6578: B
6579: C
6580: E