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Q3324082 Administração Geral
O processo decisório está diretamente ligado com as funções administrativas e reflete a estrutura de gestão de informações e aparatos que a gestão detém. Assinale a alternativa correspondente ao tipo de decisão que representam decisões rotineiras e repetitivas, usadas para resolução de problemas cotidianos 
Alternativas
Q3324081 Administração Geral
A gestão da qualidade é imprescindível na busca pela excelência nos serviços públicos. Assinale a alternativa correspondente a ferramenta utilizada na gestão da qualidade que também é conhecido como Diagrama de Distribuição de Frequências e corresponde a uma representação gráfica, em colunas, de um conjunto de dados estabelecidos previamente e divididos em classes uniformes. 
Alternativas
Q3324080 Filosofia
Observe o argumento abaixo.

"Estudar para um exame é como treinar para uma maratona. Assim como um corredor precisa de prática regular e preparação para ter um bom desempenho na corrida, um estudante precisa de estudo contínuo para se sair bem no exame".
Este raciocínio é fundamentado em uma: 
Alternativas
Q3324075 Português
Leia com atenção as colunas abaixo:

Coluna 01:
(__)Não fui à festa ______ estava cansado.
(__)______ você não veio ao encontro ontem?
(__)Não entendo o ______ de tanta confusão.
(__)Ele estava triste, ______?

Coluna 02:
I.porquê.
II.porque.
III.por quê.
IV.por que.

Correlacione ambas as colunas de acordo com o uso adequado dos porquês. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta: 
Alternativas
Q3324074 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo:

I.Ele teve um mau desempenho na prova de matemática.
II.O cachorro estava com um mau cheiro depois de brincar na lama.
III.Acordei me sentindo mau e decidi não ir ao trabalho. IV.O filme foi tão mau dirigido que ninguém gostou.
V.Eles chegaram muito mau preparados para a apresentação.

Em quais afirmativas lidas o uso do termo "mau" está incorreto? 
Alternativas
Q3324073 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Estamos na era do déficit de atenção?

Posso apostar que uma parcela daqueles que estão lendo este texto agora anda tendo dificuldade para manter o foco. Ler, por exemplo, tem se tornado mais difícil, porque qualquer ruído, qualquer notificação que chega no celular já é suficiente para nos deixar dispersos.

Já se fala, inclusive, numa cultura do déficit de atenção. Não estou falando do TDAH (o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade), cujas taxas de diagnóstico são cada vez maiores no mundo todo, mas do fato que parece que estamos cada vez mais distraídos.

Somos bombardeados o tempo todo, o dia todo, com todo tipo de informação, com todo tipo de estímulo. Dos vídeos ultracurtos do TikTok à imensa variedade de conteúdos a que estamos expostos − áudios no WhatsApp, memes, emojis, stories no Instagram, só para citar alguns com os quais interagimos o dia inteiro − tudo incita permanentemente a nossa cognição. O resultado é que a capacidade para sustentar o foco vai ficando prejudicada.

Eis um dado que pode ajudar a dimensionar o que eu estou falando. Uma pesquisa do Centro de Estudos sobre a Atenção do King's College, de Londres, mostrou que, no Reino Unido, os adultos subestimam a frequência com que verificam seus smartphones. Enquanto a maioria acha que dá uma checadinha no celular só 25 vezes ao dia (eu diria que isso já é muito), o que dados sugerem é que, lá, os números chegam a 80 vezes ao dia.

Como manter-se concentrado se, em apenas uma hora, considerando o exemplo acima, desviamos o foco do que fazemos para dar uma espiada no celular ao menos três vezes?

Embora não possamos afirmar que realmente a nossa capacidade de atenção diminuiu, por falta de estudos de longo prazo, o que se pode dizer, baseando-se em várias pesquisas, é que as pessoas têm tido, sim, a percepção de uma redução na capacidade de manterem-se concentradas.

Pesquisas também têm mostrado que a tecnologia é uma das responsáveis por isso. Desviar a atenção entre redes sociais, smartphones, tablets, internet, televisão, rádio ou outros meios de comunicação prejudica a capacidade de realizar tarefas simples.

A questão é que muitas pessoas − entre 3% e 6% da população mundial − têm apelado para remédios para tratar o TDAH, os chamados psicoestimulantes, como solução para uma condição que parece fazer parte desse mundo em que vivemos. Acontece que o uso abusivo desses medicamentos, e sem orientação médica, traz grande prejuízo à saúde mental.

O que fazer, então, dado que todos nós precisamos fazer uso dessas tecnologias para trabalhar, para nos locomover, para pagar as contas e até para nos relacionarmos?

Dado que o cardápio de coisas que temos à nossa disposição e que são capazes de nos distrair é gigante e dado que temos tarefas a cumprir no dia a dia, a sugestão é fazer algo bem simples: uma listinha das suas prioridades em ordem decrescente. Isso irá ajudá-lo a concentrar a energia naquilo que é mais importante, ao invés de querer dividir a atenção entre todos os itens da lista.

Enquanto está trabalhando, procure desligar as notificações do seu celular e do seu computador ou deixe o seu celular no mudo. Tal atitude, com o tempo, vai auxiliá-lo a habituar-se a manter a atenção concentrada ao menos durante um período do dia.

https://forbes.com.br/forbessaude/2024/05/arthur-guerra-estamos-na-er a-do-deficit-de-atencao/ 
De acordo com o texto, qual é a percepção das pessoas em relação à sua capacidade de atenção e quais são os fatores que a influenciam?
Alternativas
Q3324072 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Estamos na era do déficit de atenção?

Posso apostar que uma parcela daqueles que estão lendo este texto agora anda tendo dificuldade para manter o foco. Ler, por exemplo, tem se tornado mais difícil, porque qualquer ruído, qualquer notificação que chega no celular já é suficiente para nos deixar dispersos.

Já se fala, inclusive, numa cultura do déficit de atenção. Não estou falando do TDAH (o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade), cujas taxas de diagnóstico são cada vez maiores no mundo todo, mas do fato que parece que estamos cada vez mais distraídos.

Somos bombardeados o tempo todo, o dia todo, com todo tipo de informação, com todo tipo de estímulo. Dos vídeos ultracurtos do TikTok à imensa variedade de conteúdos a que estamos expostos − áudios no WhatsApp, memes, emojis, stories no Instagram, só para citar alguns com os quais interagimos o dia inteiro − tudo incita permanentemente a nossa cognição. O resultado é que a capacidade para sustentar o foco vai ficando prejudicada.

Eis um dado que pode ajudar a dimensionar o que eu estou falando. Uma pesquisa do Centro de Estudos sobre a Atenção do King's College, de Londres, mostrou que, no Reino Unido, os adultos subestimam a frequência com que verificam seus smartphones. Enquanto a maioria acha que dá uma checadinha no celular só 25 vezes ao dia (eu diria que isso já é muito), o que dados sugerem é que, lá, os números chegam a 80 vezes ao dia.

Como manter-se concentrado se, em apenas uma hora, considerando o exemplo acima, desviamos o foco do que fazemos para dar uma espiada no celular ao menos três vezes?

Embora não possamos afirmar que realmente a nossa capacidade de atenção diminuiu, por falta de estudos de longo prazo, o que se pode dizer, baseando-se em várias pesquisas, é que as pessoas têm tido, sim, a percepção de uma redução na capacidade de manterem-se concentradas.

Pesquisas também têm mostrado que a tecnologia é uma das responsáveis por isso. Desviar a atenção entre redes sociais, smartphones, tablets, internet, televisão, rádio ou outros meios de comunicação prejudica a capacidade de realizar tarefas simples.

A questão é que muitas pessoas − entre 3% e 6% da população mundial − têm apelado para remédios para tratar o TDAH, os chamados psicoestimulantes, como solução para uma condição que parece fazer parte desse mundo em que vivemos. Acontece que o uso abusivo desses medicamentos, e sem orientação médica, traz grande prejuízo à saúde mental.

O que fazer, então, dado que todos nós precisamos fazer uso dessas tecnologias para trabalhar, para nos locomover, para pagar as contas e até para nos relacionarmos?

Dado que o cardápio de coisas que temos à nossa disposição e que são capazes de nos distrair é gigante e dado que temos tarefas a cumprir no dia a dia, a sugestão é fazer algo bem simples: uma listinha das suas prioridades em ordem decrescente. Isso irá ajudá-lo a concentrar a energia naquilo que é mais importante, ao invés de querer dividir a atenção entre todos os itens da lista.

Enquanto está trabalhando, procure desligar as notificações do seu celular e do seu computador ou deixe o seu celular no mudo. Tal atitude, com o tempo, vai auxiliá-lo a habituar-se a manter a atenção concentrada ao menos durante um período do dia.

https://forbes.com.br/forbessaude/2024/05/arthur-guerra-estamos-na-er a-do-deficit-de-atencao/ 
Qual dos seguintes dados foi revelado pela pesquisa do Centro de Estudos sobre a Atenção do King's College, de Londres, em relação ao uso de smartphones no Reino Unido? 
Alternativas
Q3324071 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Estamos na era do déficit de atenção?

Posso apostar que uma parcela daqueles que estão lendo este texto agora anda tendo dificuldade para manter o foco. Ler, por exemplo, tem se tornado mais difícil, porque qualquer ruído, qualquer notificação que chega no celular já é suficiente para nos deixar dispersos.

Já se fala, inclusive, numa cultura do déficit de atenção. Não estou falando do TDAH (o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade), cujas taxas de diagnóstico são cada vez maiores no mundo todo, mas do fato que parece que estamos cada vez mais distraídos.

Somos bombardeados o tempo todo, o dia todo, com todo tipo de informação, com todo tipo de estímulo. Dos vídeos ultracurtos do TikTok à imensa variedade de conteúdos a que estamos expostos − áudios no WhatsApp, memes, emojis, stories no Instagram, só para citar alguns com os quais interagimos o dia inteiro − tudo incita permanentemente a nossa cognição. O resultado é que a capacidade para sustentar o foco vai ficando prejudicada.

Eis um dado que pode ajudar a dimensionar o que eu estou falando. Uma pesquisa do Centro de Estudos sobre a Atenção do King's College, de Londres, mostrou que, no Reino Unido, os adultos subestimam a frequência com que verificam seus smartphones. Enquanto a maioria acha que dá uma checadinha no celular só 25 vezes ao dia (eu diria que isso já é muito), o que dados sugerem é que, lá, os números chegam a 80 vezes ao dia.

Como manter-se concentrado se, em apenas uma hora, considerando o exemplo acima, desviamos o foco do que fazemos para dar uma espiada no celular ao menos três vezes?

Embora não possamos afirmar que realmente a nossa capacidade de atenção diminuiu, por falta de estudos de longo prazo, o que se pode dizer, baseando-se em várias pesquisas, é que as pessoas têm tido, sim, a percepção de uma redução na capacidade de manterem-se concentradas.

Pesquisas também têm mostrado que a tecnologia é uma das responsáveis por isso. Desviar a atenção entre redes sociais, smartphones, tablets, internet, televisão, rádio ou outros meios de comunicação prejudica a capacidade de realizar tarefas simples.

A questão é que muitas pessoas − entre 3% e 6% da população mundial − têm apelado para remédios para tratar o TDAH, os chamados psicoestimulantes, como solução para uma condição que parece fazer parte desse mundo em que vivemos. Acontece que o uso abusivo desses medicamentos, e sem orientação médica, traz grande prejuízo à saúde mental.

O que fazer, então, dado que todos nós precisamos fazer uso dessas tecnologias para trabalhar, para nos locomover, para pagar as contas e até para nos relacionarmos?

Dado que o cardápio de coisas que temos à nossa disposição e que são capazes de nos distrair é gigante e dado que temos tarefas a cumprir no dia a dia, a sugestão é fazer algo bem simples: uma listinha das suas prioridades em ordem decrescente. Isso irá ajudá-lo a concentrar a energia naquilo que é mais importante, ao invés de querer dividir a atenção entre todos os itens da lista.

Enquanto está trabalhando, procure desligar as notificações do seu celular e do seu computador ou deixe o seu celular no mudo. Tal atitude, com o tempo, vai auxiliá-lo a habituar-se a manter a atenção concentrada ao menos durante um período do dia.

https://forbes.com.br/forbessaude/2024/05/arthur-guerra-estamos-na-er a-do-deficit-de-atencao/ 
Qual é a recomendação dada para ajudar a manter a atenção concentrada durante o trabalho? 
Alternativas
Q3247423 Direito Administrativo
Josimar é servidor público e foi solicitado a se pronunciar acerca da revisão e dos recursos administrativos de decisões em processos administrativos de sua competência. Josimar, em discussão com outro colega sobre essa matéria, faz algumas afirmações explicitadas nos itens abaixo.

I Qualquer cidadão tem legitimidade para interpor recurso administrativo quando o processo administrativo correspondente tratar de direitos ou interesses difusos.
II A administração pública não pode rever os próprios atos em virtude do princípio da legalidade, cabendo essa revisão ao Poder Judiciário.
III Havendo justo receio de prejuízo de difícil ou incerta reparação decorrente da execução, a autoridade recorrida ou a imediatamente superior poderá dar efeito suspensivo ao recurso, de ofício ou a pedido.
IV O não conhecimento do recurso não impede a Administração de rever, de ofício, o ato ilegal, ainda que tenha ocorrido a preclusão administrativa.

Com base na Lei nº 9.784/99, estão corretas as afirmações
Alternativas
Q3247422 Direito Administrativo
A Lei nº 9.784/99 traz a regulamentação das competências no âmbito do processo administrativo. Sobre a correta aplicação das regras legais acerca de competência, conclui-se que
Alternativas
Q3247421 Direito Administrativo
A intimação é um procedimento deveras importante ao correto andamento dos processos administrativos, sendo regida, nesse âmbito, por dispositivos da Lei nº 9.784/99. Considerando essa lei, a intimação
Alternativas
Q3247420 Direito Administrativo
Manuela é servidora pública federal e foi consultada por uma colega sobre a regulamentação legal acerca do regime disciplinar ao qual estão sujeitos os servidores dessa esfera. Buscando auxiliar sua colega a partir da redação da Lei nº 8.112/90, Manuela responde que
Alternativas
Q3247419 Direito Administrativo
Joaquim é servidor público federal e está atuando como secretário de comissão de processo administrativo disciplinar. Buscando informações na Lei nº 8.112/90 sobre o posterior julgamento de um processo disciplinar, Joaquim fica ciente de que
Alternativas
Q3247418 Direito Administrativo
Suzana, servidora pública federal há muitos anos, pretende se aposentar. Para tanto, consultou os dispositivos da Lei nº 8.112/90 que tratam da contabilização do tempo de serviço. Ao conversar sobre essa lei com Bianca, uma colega de trabalho, esta faz algumas afirmações explicitadas nos itens abaixo.

I O desempenho de mandato eletivo federal, estadual, municipal ou do Distrito Federal será considerado como de efetivo exercício para todos os efeitos.
II O tempo em que o servidor estiver aposentado será considerado como de efetivo exercício para todos os efeitos.
III É vedada a contagem cumulativa de tempo de serviço prestado, concomitantemente, em mais de um cargo ou função de órgão ou entidade da administração pública.
IV A licença ao adotante será considerada como de efetivo exercício para todos os efeitos.

Com base nessa lei, as afirmações corretas, feitas por Bianca, estão presentes nos itens
Alternativas
Q3247417 Direito Administrativo
Maria é servidora pública federal e, em breve, precisará requerer um afastamento ao órgão em que exerce suas funções. Buscando o setor responsável por tais requerimentos, ela recebe a informação, com fundamento na Lei nº 8.112/90, de que
Alternativas
Q3247416 Direito Administrativo
João, servidor público em uma instituição federal de ensino superior e lotado na gestão de pessoas, avaliando os critérios para a concessão de licenças, foi questionado por Pedro, um servidor de outro setor, acerca do detalhamento desses critérios existentes na Lei nº 8.112/90. João, corretamente, responde a Pedro que a licença
Alternativas
Q3247415 Direito Administrativo
Jorge, entusiasmado com sua recente nomeação para um cargo no serviço público federal, consulta Arnaldo, um servidor mais antigo, sobre a tutela jurídica das gratificações e adicionais que podem ser pagos em razão de situações específicas. À luz de sua experiência e da Lei nº 8.112/90, Arnaldo responde que
Alternativas
Q3247414 Direito Administrativo
Leonardo, servidor público federal recentemente empossado, buscou informar-se sobre as possibilidades de ajuda de custo nos casos de mudança de localidade. A partir da leitura da Lei nº 8.112/90, Leonardo concluiu que
Alternativas
Q3247413 Português
A questão refere-se ao texto abaixo.


O trabalho infantil precisa sair de cena


    A imagem é cotidiana nas cidades brasileiras: crianças e adolescentes pelas ruas exercendo atividades para ganhar algum dinheiro. Durante o dia ou à noite, surgem oferecendo doces, amendoins e petiscos do gênero, água, refrigerante e até mesmo mimos e brinquedos. Às vezes, estão acompanhados, mas, em muitos casos, enfrentam a função sozinhos. Há também aquela limpeza rápida no para-brisa, em dias de calor ou de frio, em busca de um trocado dos motoristas. Uma realidade que está escancarada e precisa provocar discussões e ações.

    A Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente classificam o trabalho infantil como uma grave violação de direitos, a qual impede o desenvolvimento amplo e sadio de crianças e jovens. Segundo estabelece a legislação, a partir dos 16 anos, adolescentes podem trabalhar apenas de forma protegida, sendo que, entre 14 e 16 anos, somente na condição de aprendiz. Abaixo dos 14 anos, qualquer tipo de trabalho é proibido.

    Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgados em dezembro do ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostraram que, em 2022, o Brasil apresentou quase 1,9 milhão de crianças e adolescentes realizando alguma prática econômica, o equivalente a 4,9% do total de habitantes entre 5 e 17 anos no país. Os estudos apontam que a crise gerada pela pandemia de COVID-19, com o aumento da vulnerabilidade das famílias de baixa renda, deixou os jovens ainda mais expostos e agravou a situação.

    Ainda segundo o IBGE, em 2023, houve uma retomada da presença na pré-escola, porém foi registrada uma tendência de queda nas matrículas do ensino fundamental. Já em relação ao ensino médio, houve pouca oscilação se comparado a 2022. No ano passado, 91,9% dos jovens de 15 a 17 anos estavam na sala de aula, e 75% faziam, especificamente, essa etapa do processo. 

    A complexidade do problema é tanta que frequentar a escola não significa que o jovem está afastado do trabalho. As duas atividades normalmente acontecem juntas, impossibilitando um crescimento adequado e impactando a educação e a saúde dos menores. Diante de um cenário intrincado, identificar o início desse novelo pode ser uma maneira de impedir que ele ganhe proporção. O aliciamento – que costuma passar pela necessidade – deve ser atacado sem julgamentos. Cortar essa linha no começo, dando suporte às famílias, é o passo inicial. O segundo é criar condições para que as instituições de ensino sejam capazes de cativar e manter as crianças e os adolescentes em seus quadros.

    Em 2023, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Auditoria Fiscal do Trabalho, tirou 2.564 crianças e adolescentes de situações de exploração do trabalho infantil em 1.518 ações de combate. Das 2.564 vítimas resgatadas, 1.923 eram meninos e 641, meninas. O Mato Grosso do Sul liderou com 372 afastamentos, seguido por Minas Gerais, com 326 casos, e São Paulo, com 203. O órgão informa que o aumento da fiscalização é uma das metas neste ano. Esse trabalho é fundamental, porém não soluciona a questão.

    Traçar medidas e pensar iniciativas que aprofundem uma solução para o problema são pontos cruciais. Políticas públicas devem amparar menores e familiares carentes. E a sociedade precisa pensar sobre essa problemática como prioridade. É importante que a responsabilidade pelo bem-estar das crianças e adolescentes seja compartilhada com a população. Investir na proteção dos jovens é preparar um futuro mais justo e melhor para a nação. Adquirir uma mercadoria oferecida pelas mãos dos pequenos com a intenção de ajudar pode ser destrutivo para a vida deles. Não exigir das autoridades e dos políticos um olhar comprometido é perpetuar o descaso. 

    O Brasil precisa abraçar essa causa – que é gigante em importância e dificuldade. Nas metrópoles e nas pequenas cidades do país, o trabalho infantil tem de ser erradicado. Avanços aconteceram, porém o objetivo precisa ser livrar, definitivamente, os jovens desse tipo de exploração, dando a eles proteção e garantindo o direito de viver a infância plenamente.


Disponível em: https ://www.em.com.br/. Aces so em: 10 maio 2024.
Considere o período abaixo.

Os estudos apontam que a crise gerada pela pandemia de COVID-19, com o aumento da vulnerabilidade das famílias de baixa renda, deixou os jovens ainda mais expostos e agravou a situação.

Alterando a ordem das orações e de seus termos, mas mantendo a relação de sentido estabelecida entre elas, esse período está reescrito de forma correta em: 
Alternativas
Q3247412 Português
A questão refere-se ao texto abaixo.


O trabalho infantil precisa sair de cena


    A imagem é cotidiana nas cidades brasileiras: crianças e adolescentes pelas ruas exercendo atividades para ganhar algum dinheiro. Durante o dia ou à noite, surgem oferecendo doces, amendoins e petiscos do gênero, água, refrigerante e até mesmo mimos e brinquedos. Às vezes, estão acompanhados, mas, em muitos casos, enfrentam a função sozinhos. Há também aquela limpeza rápida no para-brisa, em dias de calor ou de frio, em busca de um trocado dos motoristas. Uma realidade que está escancarada e precisa provocar discussões e ações.

    A Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente classificam o trabalho infantil como uma grave violação de direitos, a qual impede o desenvolvimento amplo e sadio de crianças e jovens. Segundo estabelece a legislação, a partir dos 16 anos, adolescentes podem trabalhar apenas de forma protegida, sendo que, entre 14 e 16 anos, somente na condição de aprendiz. Abaixo dos 14 anos, qualquer tipo de trabalho é proibido.

    Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgados em dezembro do ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostraram que, em 2022, o Brasil apresentou quase 1,9 milhão de crianças e adolescentes realizando alguma prática econômica, o equivalente a 4,9% do total de habitantes entre 5 e 17 anos no país. Os estudos apontam que a crise gerada pela pandemia de COVID-19, com o aumento da vulnerabilidade das famílias de baixa renda, deixou os jovens ainda mais expostos e agravou a situação.

    Ainda segundo o IBGE, em 2023, houve uma retomada da presença na pré-escola, porém foi registrada uma tendência de queda nas matrículas do ensino fundamental. Já em relação ao ensino médio, houve pouca oscilação se comparado a 2022. No ano passado, 91,9% dos jovens de 15 a 17 anos estavam na sala de aula, e 75% faziam, especificamente, essa etapa do processo. 

    A complexidade do problema é tanta que frequentar a escola não significa que o jovem está afastado do trabalho. As duas atividades normalmente acontecem juntas, impossibilitando um crescimento adequado e impactando a educação e a saúde dos menores. Diante de um cenário intrincado, identificar o início desse novelo pode ser uma maneira de impedir que ele ganhe proporção. O aliciamento – que costuma passar pela necessidade – deve ser atacado sem julgamentos. Cortar essa linha no começo, dando suporte às famílias, é o passo inicial. O segundo é criar condições para que as instituições de ensino sejam capazes de cativar e manter as crianças e os adolescentes em seus quadros.

    Em 2023, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Auditoria Fiscal do Trabalho, tirou 2.564 crianças e adolescentes de situações de exploração do trabalho infantil em 1.518 ações de combate. Das 2.564 vítimas resgatadas, 1.923 eram meninos e 641, meninas. O Mato Grosso do Sul liderou com 372 afastamentos, seguido por Minas Gerais, com 326 casos, e São Paulo, com 203. O órgão informa que o aumento da fiscalização é uma das metas neste ano. Esse trabalho é fundamental, porém não soluciona a questão.

    Traçar medidas e pensar iniciativas que aprofundem uma solução para o problema são pontos cruciais. Políticas públicas devem amparar menores e familiares carentes. E a sociedade precisa pensar sobre essa problemática como prioridade. É importante que a responsabilidade pelo bem-estar das crianças e adolescentes seja compartilhada com a população. Investir na proteção dos jovens é preparar um futuro mais justo e melhor para a nação. Adquirir uma mercadoria oferecida pelas mãos dos pequenos com a intenção de ajudar pode ser destrutivo para a vida deles. Não exigir das autoridades e dos políticos um olhar comprometido é perpetuar o descaso. 

    O Brasil precisa abraçar essa causa – que é gigante em importância e dificuldade. Nas metrópoles e nas pequenas cidades do país, o trabalho infantil tem de ser erradicado. Avanços aconteceram, porém o objetivo precisa ser livrar, definitivamente, os jovens desse tipo de exploração, dando a eles proteção e garantindo o direito de viver a infância plenamente.


Disponível em: https ://www.em.com.br/. Aces so em: 10 maio 2024.
Para responder à questão, considere o excerto abaixo.

Durante o dia ou à noite, 1 surgem oferecendo doces, 2 amendoins e petiscos do gênero, 3 água, 4 refrigerante e até mesmo mimos e brinquedos. Às vezes, 5 estão acompanhados, 6 mas, 7 em muitos casos, 8 enfrentam a função sozinhos. 

A palavra até deve ser classificada como
Alternativas
Respostas
1121: A
1122: D
1123: A
1124: A
1125: C
1126: B
1127: A
1128: C
1129: A
1130: A
1131: A
1132: A
1133: A
1134: A
1135: A
1136: A
1137: A
1138: A
1139: A
1140: A