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( ) O professor deve fazer uso de uma Didática verdadeiramente comprometida com a aprendizagem dos alunos, conhecendo a fundo a matéria para ser repassada em forma de aula expositiva.
( ) O professor deve transformar sua prática pedagógica se colocando como o detentor do saber.
( ) O professor deve dar menos importância à memorização e valorizar o raciocínio e o espírito crítico dos alunos.
( ) O professor precisa introduzir em suas aulas métodos dinâmicos de ensino, que procurem estimular a iniciativa dos alunos e incentivar sua participação, levando em conta interesses e curiosidades e o ritmo de aprendizagem de cada um.
A sequência correta é:
I. As informações trabalhadas em sala de aula são organizadas numa sequência lógica, em que a preocupação é a transmissão de conteúdos que ofereçam condições dos alunos ingressarem no mercado de trabalho.
II. A avaliação tem por objetivo avaliar o desempenho do aluno. Os livros didáticos e apostilas ou manuais e as exposições orais do professor são as únicas fontes de informações exigidas e disponíveis para os alunos.
III. A avaliação não apresenta o objetivo de mensurar o conhecimento do aluno. Ao contrário, não existem notas, exames, nem castigos. A aprendizagem é centrada nas capacidades cognitivas já estruturadas nos alunos.
IV. De acordo com essa tendência, o mundo não é estático, mas dinâmico. Sendo assim, está em constante transformação, em reconstrução, sendo necessário compreendê-lo.
Assinale a alternativa correta:
PRECISAMOS DE EDUCAÇÃO DIFERENTE DE
ACORDO COM A CLASSE SOCIAL
Por: Gustavo Ioschpe. Em 10/07/2011. Adaptado de:
http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/precisamos-de-educacao-
diferente-de-acordo-com-aclasse-social Acesso em 20 de janeiro de 2014.
No fim do artigo do mês passado, lancei aos nossos congressistas uma sugestão: que façam uma lei determinando que toda escola pública coloque uma placa de boa visibilidade na entrada principal com o seu Ideb. A lógica é simples. Em primeiro lugar, todo cidadão tem o direito de saber a qualidade da escola que seu filho frequenta. Hoje, esse dado está "escondido" em um site do Ministério da Educação. É irrazoável achar que um pai que nem sabe o que é o Ideb vá encontrar esse site. [...]. Em segundo lugar, acredito que essa divulgação pode colaborar para quebrar a inércia da sociedade brasileira em relação às nossas escolas. Essa inércia está ancorada em uma mentira: a de que elas são boas. [...] Ninguém se indigna nem se mobiliza para combater algo que lhe parece estar bem.
A sugestão desencadeou dois movimentos rápidos, enérgicos e antagônicos. Por um lado, houve grande acolhimento da ideia entre os reformistas. [...] Ao mesmo tempo, a proposta vem sofrendo resistências. As críticas são interessantes: escancaram uma visão amplamente difundida sobre os nossos problemas educacionais que não podemos mais ignorar ou tentar contornar.[...]
Disporia essa visão em três grupos, que postulam o seguinte: 1. para o aluno pobre, o objetivo principal é estar na escola; se aprender, é um bônus; 2. a finalidade da escola deve ser o bem-estar do professor; 3. é impossível esperar que o aluno pobre, que mora na periferia e vem de família desestruturada, aprenda o mesmo que o de classe média ou alta. Claro, ninguém diz isso abertamente, mas é o corolário do seu pensamento. Vejamos exemplos.
Grupo 1: "o importante não é o Ideb, mas o fato de ser uma escola inclusiva", pois recebe alunos de áreas de baixa renda etc. Essa é apenas uma manifestação mais tosca e descarada de um sentimento que você já deve ter encontrado em uma roda de conversa quando, por exemplo, alguém defende a escola de tempo integral porque tira a criança da rua ou do contato com seus amigos e familiares. [...] A minha visão de educação é de que a inclusão social se dará justamente por meio do aprendizado dos conteúdos e das competências de que esse jovem precisará para ter uma vida produtiva em sociedade [...]. Muitos educadores acham que seu papel é suprir as carências - de afeto, higiene, valores de vida etc. - manifestadas pelos alunos. Podem não conseguir alfabetizá-los ou ensinar-lhes a tabuada, mas "a educação é muito mais que isso", e há uma grande vantagem: o "muito mais que isso" não é mensurável e ninguém pode dizer se a escola está fracassando ou tendo êxito nessa sua autocriada missão.
Grupo 2. Ouvimos a todo instante sobre a necessidade de "valorizar o magistério" e "recuperar a dignidade do professor", que é um adulto, que escolheu a profissão que quis trilhar e é pago para exercê-la. Apesar de o aluno ser uma criança e de ser obrigado por lei a cursar a escola, nunca vi ninguém falando na valorização do alunado ou na recuperação de sua dignidade. Por isso, faz-se necessário dizer o óbvio: a educação existe para o aluno. O bom professor (assim como o diretor e os demais funcionários) é uma ferramenta - importantíssima - para o aprendizado. Mas ele é um meio, não um fim em si. Se o professor estiver satisfeito e motivado e o aluno ainda assim não aprender, a escola fracassou. [...]
Mas sem dúvida a oposição mais comum vem dos
membros do grupo 3, que usam a seguinte palavra mágica:
contextualizar. Escreve Pilar Lacerda, secretária da
Educação Básica do MEC: "Divulgar o Ideb é necessário.
Mas o contexto onde está a escola faz muita diferença nos
resultados. Por isso é perigoso (sic) uma comparação ‘fria’
dos resultados". [...] Essa visão é caudatária de um mal que
acomete grande parte dos nossos compatriotas: o de achar
que o esforço importa mais que o resultado. [...]É mais difícil
fazer com que esse aluno, nesse contexto, aprenda o
mesmo que outro de boa família? Sem dúvida! O problema
dessas escolas não é como os seus resultados ruins são
divulgados, se serão servidos frios, quentes ou mornos: o
problema são os resultados! [...] Nosso problema não é
termos alunos pobres: é que nosso sistema educacional não
sabe como ensiná-los, e está mais preocupado em
encontrar meios de continuar não enxergando essa
deficiência do que em solucioná-la. [...] precisamos que a
escola dos pobres ensine mais do que a dos ricos. É difícil?
Muito. Mas deve ser a nossa meta. E, se o Brasil como um
todo não melhorar seu nível educacional, jamais chegará ao
Primeiro Mundo. Esse é o non sequitur desse pensamento
dos "contextualizadores": seria necessário nos tornarmos
um país de gente rica para que pudéssemos dar educação
de qualidade a todos. Mas a verdade é que o salto da
educação precisa vir antes: sem educação de qualidade,
não teremos desenvolvimento sustentado. Podemos nos
enganar com um crescimento econômico puxado pela alta
de valor das commodities, mas em algum momento teremos
de encarar a realidade: um país não pode ser melhor, mais
rico e mais bem preparado do que as pessoas que o
compõem.
( ) Configura um amplo processo de avaliação operacionalizado pelo Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), a fim de subsidiar a produção de indicadores de qualidade.
( ) Inclui o Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente como estratégia para avaliar o nível de conhecimento de professores.
( ) Inclui processos de avaliação interna e externa das instituições de educação superior, servindo para orientar o processo de renovação e reconhecimentos de cursos de pós-graduação.
( ) Inclui o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) que tem o objetivo de aferir o rendimento dos alunos dos cursos de graduação em relação aos conteúdos programáticos, suas habilidades e competências.
Assinale a sequência correta
I - No sentido etimológico, docência tem suas raízes no latim - docere - que significa ensinar, instruir, mostrar, indicar, dar a entender. Essa conceituação vem sendo questionada, pois há entendimento de que o trabalho docente, especialmente na educação superior, demanda muitas tarefas que transcendem os limites da sala de aula.
II - No contexto da sociedade do conhecimento, a formação de professores para a educação superior precisa ser promovida levando em conta a complexidade do mundo globalizado, os avanços no campo das tecnologias da informação e da comunicação e os impactos dos processos de produção capitalista nas relações sociais.
III - A formação de professores da educação superior precisa considerar que a docência é um ato político que requer disposição para a produção de projetos coletivos e para debates permanentes sobre a educação, visto que se trata de uma prática social que não está isenta de conflitos.
IV - Em se tratando de cursos de formação continuada de professores para o magistério em cursos de graduação das áreas técnicas, deve-se dar centralidade aos conhecimentos específicos prescindindo de postulados pedagógicos, pois o objetivo é formar trabalhadores ajustados às exigências do modo de produção capitalista.
Estão corretas as proposições
I - A LDB de 1996 tratou a formação de docentes para a educação superior apenas no Artigo 66, estabelecendo que a preparação para o exercício do magistério superior deve ser feita em nível de pós-graduação, prioritariamente em programas de mestrado e doutorado.
II - A LDB de 1996 estabeleceu que a formação docente para a educação superior deve incluir Estágio de Docência de, no mínimo, trezentas horas, a fim de assegurar a articulação entre formação acadêmica e exercício profissional.
III - A diversificação das Instituições de Educação Superior (IES), prevista na legislação educacional brasileira, não tem implicações na formação de docentes, porque é exigida, de todas as IES, a composição do corpo docente com mestres e doutores.
IV - No âmbito das universidades públicas, a docência adquire um sentido mais amplo do que nas instituições que não se configuram como universidades, porque inclui ensino, pesquisa, extensão e gestão colegiada, bem como busca de financiamento, negociação de projetos e convênios com empresas e instituições, assessorias, participação como especialistas em diversas instâncias científicas etc.
Está correto o que se afirma em
I - Desenvolver cursos de graduação e de pós-graduação, lato e stricto sensu, na modalidade presencial e a distância.
II - Oferecer, exclusivamente, cursos de licenciatura e de formação inicial e continuada como forma de responder ao problema da escassez de professores da educação básica.
III - Oferecer cursos superiores para capacitação de dirigentes, gestores e trabalhadores em educação básica dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
IV - Ampliar o acesso à educação superior pública, reduzindo as desigualdades de oferta de ensino superior entre as diferentes regiões do País.
São objetivos da UAB:
As políticas públicas, especificamente no âmbito do ensino superior, às quais o texto se refere são denominadas:
Os sujeitos envolvidos na pesquisa tornam-se coparticipantes e colaboradores no processo de investigação. A pesquisa transforma-se em práxis – ação prática, reflexiva, pragmática – voltada para a solução de problemas no mundo. Esses problemas originam-se na vida dos coparticipantes da pesquisa – eles não vêm de cima, por intermédio de uma grande teoria. Juntos, colaboradores e pesquisadores [...] definem em conjunto os objetivos da pesquisa e as metas políticas, constroem conjuntamente as questões de pesquisa, somam conhecimentos, aguçam habilidades comuns de pesquisa e dão forma à interpretação e a tetos de performance que implementam estratégias específicas para a mudança social [...].
Esse texto faz referência
I - Articula duas dimensões: técnica, que se refere às normas a serem obedecidas por ocasião de sua elaboração; ideológica, que diz respeito às escolhas do pesquisador.
II - Tem como propósito, dentre outros, explicitar o problema a ser pesquisado, mapear o caminho a ser seguido, possibilitar ao pesquisador planejar e administrar cada etapa da investigação.
III - Dentre seus elementos constitutivos, destacam-se: definição do tema e escolha do problema, formulação dos objetivos, explicitação da justificativa, fundamentação teórica e metodológica, cronograma e referências.
IV - Trata-se de um recurso imprescindível ao pesquisador, pois orienta seu percurso. Em função disso, deve ser tratado com rigor, o que significa não poder ser alterado em qualquer etapa do processo de investigação.
Está correto o que se afirma em