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Q659052 Português

O verbo assistir, com o sentido de “presenciar” ou “ver”, é – de acordo com a gramática normativa – transitivo indireto, seguido, portanto, da preposição “a”. Na charge abaixo, essa regra é transgredida pelo falante. Dentre as alternativas que seguem, assinale a opção que NÃO APRESENTA outro caso de transgressão à regência verbal preconizada pela norma padrão.

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Alternativas
Q659051 Português

Texto 1

                                          A história do racismo no futebol brasileiro

         Em tempo de Copa do Mundo, tendo o Brasil como país sede em 2014, é sempre bom lembrar elementos da trajetória da nossa “paixão nacional”. E, para abordar o assunto, ninguém melhor do que Mário Rodrigues Filho, jornalista e escritor pernambucano, que viveu no Rio de Janeiro, trabalhou nos jornais A Manhã, A Crítica e O Globo, e depois dirigiu o Jornal dos Sports até a sua morte, em 1966.

         A prática de racismo no futebol não é uma novidade no Brasil e Mário Filho tratou disso. Com O Negro no Futebol Brasileiro, livro publicado em 1947, o jornalista abordou um assunto incômodo para a época: o lento e doloroso ingresso de negros e mulatos no futebol brasileiro. Afinal de contas, até pouco tempo, nossa sociedade pregava, aqui e no exterior, que a nossa democracia racial era um exemplo para o mundo de convivência harmoniosa entre negros e brancos.

          Inicialmente, no nosso “esporte nacional”, ainda não era comum jogar banana ou xingar um jogador negro de “macaco” nos campos de futebol. Naquela época, futebol era coisa de branco e rico. Introduzido no Brasil pelos ingleses, no futebol não se admitia mulato ou negro nos campos, e nas arquibancadas eles eram raridade. No Brasil, o futebol tinha um sentido aristocrático: era “coisa de bacana”.

       Com a vitória da equipe brasileira no Campeonato Sul-Americano em 1919, a imprensa e alguns escritores, como Coelho Neto, passaram a dar grande destaque ao futebol, que entrou no gosto do povo. Em 1921, o então presidente Epitácio Pessoa “recomendou” que o Brasil não levasse jogadores negros à Argentina, onde se realizaria o Sul-Americano daquele ano. Era preciso, segundo ele, projetar no exterior uma “outra imagem” nossa, composta “pelo melhor de nossa sociedade”. Era a política do Estado brasileiro, em relação à sua população negra, alcançando o futebol.

         Em seu livro, Mário Filho lembra, dentre outros fatos, o torneio do Natal entre as equipes de futebol do Rio de Janeiro e São Paulo. No dia 25 de dezembro de 1916, paulistas e cariocas disputaram um jogo de seleções em São Paulo. Como muitos brancos se recusaram a jogar no Natal, os cariocas completaram o time com negros e mulatos. No campo, uma derrota: 9 a 1. Após o jogo, os cariocas afirmaram que a seleção não representava o verdadeiro Rio. “A real possuía família e jamais deixaria seus parentes solitários numa noite de Natal. Só negros e mulatos eram capazes de agir dessa forma.”        

         Ao escrever um livro para abordar a trajetória dos negros e mulatos no futebol brasileiro, Mário Filho conhecia bem o campo em que estava pisando: o do racismo cínico e hipócrita que persiste até os dias de hoje e faz muitos estragos não só nos gramados, mas em toda a estrutura da nossa sociedade.

Júlio Ribeiro Xavier. Publicado em 10/04/2012, na edição 689. Disponível em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed689_a_historia_do_racismo_no_futebol_brasileiro. Acesso em 21/02/14 (texto adaptado) 

Leia atentamente os enunciados abaixo, observando a concordância nominal.

I. A violência nos campos de futebol cresce a olhos vistos.

II. Os preconceituosos devem ficar o mais afastados possíveis dos campos de futebol.

III. Os preconceituosos devem ficar o mais afastados possível dos campos de futebol.

IV. O jogador negro e o mulato eram proibidos de entrar nos campos de futebol.

V. Eram proibidos de entrar nos campos de futebol os jogadores negro e mulato.

Em relação à norma padrão da língua portuguesa, há ERRO quanto à concordância nominal em

Alternativas
Q659050 Português

Texto 1

                                          A história do racismo no futebol brasileiro

         Em tempo de Copa do Mundo, tendo o Brasil como país sede em 2014, é sempre bom lembrar elementos da trajetória da nossa “paixão nacional”. E, para abordar o assunto, ninguém melhor do que Mário Rodrigues Filho, jornalista e escritor pernambucano, que viveu no Rio de Janeiro, trabalhou nos jornais A Manhã, A Crítica e O Globo, e depois dirigiu o Jornal dos Sports até a sua morte, em 1966.

         A prática de racismo no futebol não é uma novidade no Brasil e Mário Filho tratou disso. Com O Negro no Futebol Brasileiro, livro publicado em 1947, o jornalista abordou um assunto incômodo para a época: o lento e doloroso ingresso de negros e mulatos no futebol brasileiro. Afinal de contas, até pouco tempo, nossa sociedade pregava, aqui e no exterior, que a nossa democracia racial era um exemplo para o mundo de convivência harmoniosa entre negros e brancos.

          Inicialmente, no nosso “esporte nacional”, ainda não era comum jogar banana ou xingar um jogador negro de “macaco” nos campos de futebol. Naquela época, futebol era coisa de branco e rico. Introduzido no Brasil pelos ingleses, no futebol não se admitia mulato ou negro nos campos, e nas arquibancadas eles eram raridade. No Brasil, o futebol tinha um sentido aristocrático: era “coisa de bacana”.

       Com a vitória da equipe brasileira no Campeonato Sul-Americano em 1919, a imprensa e alguns escritores, como Coelho Neto, passaram a dar grande destaque ao futebol, que entrou no gosto do povo. Em 1921, o então presidente Epitácio Pessoa “recomendou” que o Brasil não levasse jogadores negros à Argentina, onde se realizaria o Sul-Americano daquele ano. Era preciso, segundo ele, projetar no exterior uma “outra imagem” nossa, composta “pelo melhor de nossa sociedade”. Era a política do Estado brasileiro, em relação à sua população negra, alcançando o futebol.

         Em seu livro, Mário Filho lembra, dentre outros fatos, o torneio do Natal entre as equipes de futebol do Rio de Janeiro e São Paulo. No dia 25 de dezembro de 1916, paulistas e cariocas disputaram um jogo de seleções em São Paulo. Como muitos brancos se recusaram a jogar no Natal, os cariocas completaram o time com negros e mulatos. No campo, uma derrota: 9 a 1. Após o jogo, os cariocas afirmaram que a seleção não representava o verdadeiro Rio. “A real possuía família e jamais deixaria seus parentes solitários numa noite de Natal. Só negros e mulatos eram capazes de agir dessa forma.”        

         Ao escrever um livro para abordar a trajetória dos negros e mulatos no futebol brasileiro, Mário Filho conhecia bem o campo em que estava pisando: o do racismo cínico e hipócrita que persiste até os dias de hoje e faz muitos estragos não só nos gramados, mas em toda a estrutura da nossa sociedade.

Júlio Ribeiro Xavier. Publicado em 10/04/2012, na edição 689. Disponível em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed689_a_historia_do_racismo_no_futebol_brasileiro. Acesso em 21/02/14 (texto adaptado) 

Observe os fragmentos abaixo registrados.

I. “Aqueles filhos que renegam essa herança são vistos como traidores”

II. “o grande prazer que essa atividade proporciona aos seu público.”

III. “o então presidente Epitácio Pessoa ‘recomendou’ que o Brasil”

IV. “os cariocas afirmaram que a seleção não representava o verdadeiro Rio.”

. “a Conmebol lamenta que isso ainda aconteça”

Nos fragmentos acima transcritos, a palavra em destaque é um pronome anafórico (remete ao que foi dito) em

Alternativas
Q659049 Português

Texto 1

                                          A história do racismo no futebol brasileiro

         Em tempo de Copa do Mundo, tendo o Brasil como país sede em 2014, é sempre bom lembrar elementos da trajetória da nossa “paixão nacional”. E, para abordar o assunto, ninguém melhor do que Mário Rodrigues Filho, jornalista e escritor pernambucano, que viveu no Rio de Janeiro, trabalhou nos jornais A Manhã, A Crítica e O Globo, e depois dirigiu o Jornal dos Sports até a sua morte, em 1966.

         A prática de racismo no futebol não é uma novidade no Brasil e Mário Filho tratou disso. Com O Negro no Futebol Brasileiro, livro publicado em 1947, o jornalista abordou um assunto incômodo para a época: o lento e doloroso ingresso de negros e mulatos no futebol brasileiro. Afinal de contas, até pouco tempo, nossa sociedade pregava, aqui e no exterior, que a nossa democracia racial era um exemplo para o mundo de convivência harmoniosa entre negros e brancos.

          Inicialmente, no nosso “esporte nacional”, ainda não era comum jogar banana ou xingar um jogador negro de “macaco” nos campos de futebol. Naquela época, futebol era coisa de branco e rico. Introduzido no Brasil pelos ingleses, no futebol não se admitia mulato ou negro nos campos, e nas arquibancadas eles eram raridade. No Brasil, o futebol tinha um sentido aristocrático: era “coisa de bacana”.

       Com a vitória da equipe brasileira no Campeonato Sul-Americano em 1919, a imprensa e alguns escritores, como Coelho Neto, passaram a dar grande destaque ao futebol, que entrou no gosto do povo. Em 1921, o então presidente Epitácio Pessoa “recomendou” que o Brasil não levasse jogadores negros à Argentina, onde se realizaria o Sul-Americano daquele ano. Era preciso, segundo ele, projetar no exterior uma “outra imagem” nossa, composta “pelo melhor de nossa sociedade”. Era a política do Estado brasileiro, em relação à sua população negra, alcançando o futebol.

         Em seu livro, Mário Filho lembra, dentre outros fatos, o torneio do Natal entre as equipes de futebol do Rio de Janeiro e São Paulo. No dia 25 de dezembro de 1916, paulistas e cariocas disputaram um jogo de seleções em São Paulo. Como muitos brancos se recusaram a jogar no Natal, os cariocas completaram o time com negros e mulatos. No campo, uma derrota: 9 a 1. Após o jogo, os cariocas afirmaram que a seleção não representava o verdadeiro Rio. “A real possuía família e jamais deixaria seus parentes solitários numa noite de Natal. Só negros e mulatos eram capazes de agir dessa forma.”        

         Ao escrever um livro para abordar a trajetória dos negros e mulatos no futebol brasileiro, Mário Filho conhecia bem o campo em que estava pisando: o do racismo cínico e hipócrita que persiste até os dias de hoje e faz muitos estragos não só nos gramados, mas em toda a estrutura da nossa sociedade.

Júlio Ribeiro Xavier. Publicado em 10/04/2012, na edição 689. Disponível em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed689_a_historia_do_racismo_no_futebol_brasileiro. Acesso em 21/02/14 (texto adaptado) 

De acordo com o Texto 1, a relação estabelecida entre as informações está CORRETA em:
Alternativas
Q659048 Português

Texto 1

                                          A história do racismo no futebol brasileiro

         Em tempo de Copa do Mundo, tendo o Brasil como país sede em 2014, é sempre bom lembrar elementos da trajetória da nossa “paixão nacional”. E, para abordar o assunto, ninguém melhor do que Mário Rodrigues Filho, jornalista e escritor pernambucano, que viveu no Rio de Janeiro, trabalhou nos jornais A Manhã, A Crítica e O Globo, e depois dirigiu o Jornal dos Sports até a sua morte, em 1966.

         A prática de racismo no futebol não é uma novidade no Brasil e Mário Filho tratou disso. Com O Negro no Futebol Brasileiro, livro publicado em 1947, o jornalista abordou um assunto incômodo para a época: o lento e doloroso ingresso de negros e mulatos no futebol brasileiro. Afinal de contas, até pouco tempo, nossa sociedade pregava, aqui e no exterior, que a nossa democracia racial era um exemplo para o mundo de convivência harmoniosa entre negros e brancos.

          Inicialmente, no nosso “esporte nacional”, ainda não era comum jogar banana ou xingar um jogador negro de “macaco” nos campos de futebol. Naquela época, futebol era coisa de branco e rico. Introduzido no Brasil pelos ingleses, no futebol não se admitia mulato ou negro nos campos, e nas arquibancadas eles eram raridade. No Brasil, o futebol tinha um sentido aristocrático: era “coisa de bacana”.

       Com a vitória da equipe brasileira no Campeonato Sul-Americano em 1919, a imprensa e alguns escritores, como Coelho Neto, passaram a dar grande destaque ao futebol, que entrou no gosto do povo. Em 1921, o então presidente Epitácio Pessoa “recomendou” que o Brasil não levasse jogadores negros à Argentina, onde se realizaria o Sul-Americano daquele ano. Era preciso, segundo ele, projetar no exterior uma “outra imagem” nossa, composta “pelo melhor de nossa sociedade”. Era a política do Estado brasileiro, em relação à sua população negra, alcançando o futebol.

         Em seu livro, Mário Filho lembra, dentre outros fatos, o torneio do Natal entre as equipes de futebol do Rio de Janeiro e São Paulo. No dia 25 de dezembro de 1916, paulistas e cariocas disputaram um jogo de seleções em São Paulo. Como muitos brancos se recusaram a jogar no Natal, os cariocas completaram o time com negros e mulatos. No campo, uma derrota: 9 a 1. Após o jogo, os cariocas afirmaram que a seleção não representava o verdadeiro Rio. “A real possuía família e jamais deixaria seus parentes solitários numa noite de Natal. Só negros e mulatos eram capazes de agir dessa forma.”        

         Ao escrever um livro para abordar a trajetória dos negros e mulatos no futebol brasileiro, Mário Filho conhecia bem o campo em que estava pisando: o do racismo cínico e hipócrita que persiste até os dias de hoje e faz muitos estragos não só nos gramados, mas em toda a estrutura da nossa sociedade.

Júlio Ribeiro Xavier. Publicado em 10/04/2012, na edição 689. Disponível em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed689_a_historia_do_racismo_no_futebol_brasileiro. Acesso em 21/02/14 (texto adaptado) 

Em “o então presidente Epitácio Pessoa ‘recomendou’ que o Brasil” (4º parágrafo), as aspas usadas na forma verbal “recomendou”
Alternativas
Q659047 Português

Texto 1

                                          A história do racismo no futebol brasileiro

         Em tempo de Copa do Mundo, tendo o Brasil como país sede em 2014, é sempre bom lembrar elementos da trajetória da nossa “paixão nacional”. E, para abordar o assunto, ninguém melhor do que Mário Rodrigues Filho, jornalista e escritor pernambucano, que viveu no Rio de Janeiro, trabalhou nos jornais A Manhã, A Crítica e O Globo, e depois dirigiu o Jornal dos Sports até a sua morte, em 1966.

         A prática de racismo no futebol não é uma novidade no Brasil e Mário Filho tratou disso. Com O Negro no Futebol Brasileiro, livro publicado em 1947, o jornalista abordou um assunto incômodo para a época: o lento e doloroso ingresso de negros e mulatos no futebol brasileiro. Afinal de contas, até pouco tempo, nossa sociedade pregava, aqui e no exterior, que a nossa democracia racial era um exemplo para o mundo de convivência harmoniosa entre negros e brancos.

          Inicialmente, no nosso “esporte nacional”, ainda não era comum jogar banana ou xingar um jogador negro de “macaco” nos campos de futebol. Naquela época, futebol era coisa de branco e rico. Introduzido no Brasil pelos ingleses, no futebol não se admitia mulato ou negro nos campos, e nas arquibancadas eles eram raridade. No Brasil, o futebol tinha um sentido aristocrático: era “coisa de bacana”.

       Com a vitória da equipe brasileira no Campeonato Sul-Americano em 1919, a imprensa e alguns escritores, como Coelho Neto, passaram a dar grande destaque ao futebol, que entrou no gosto do povo. Em 1921, o então presidente Epitácio Pessoa “recomendou” que o Brasil não levasse jogadores negros à Argentina, onde se realizaria o Sul-Americano daquele ano. Era preciso, segundo ele, projetar no exterior uma “outra imagem” nossa, composta “pelo melhor de nossa sociedade”. Era a política do Estado brasileiro, em relação à sua população negra, alcançando o futebol.

         Em seu livro, Mário Filho lembra, dentre outros fatos, o torneio do Natal entre as equipes de futebol do Rio de Janeiro e São Paulo. No dia 25 de dezembro de 1916, paulistas e cariocas disputaram um jogo de seleções em São Paulo. Como muitos brancos se recusaram a jogar no Natal, os cariocas completaram o time com negros e mulatos. No campo, uma derrota: 9 a 1. Após o jogo, os cariocas afirmaram que a seleção não representava o verdadeiro Rio. “A real possuía família e jamais deixaria seus parentes solitários numa noite de Natal. Só negros e mulatos eram capazes de agir dessa forma.”        

         Ao escrever um livro para abordar a trajetória dos negros e mulatos no futebol brasileiro, Mário Filho conhecia bem o campo em que estava pisando: o do racismo cínico e hipócrita que persiste até os dias de hoje e faz muitos estragos não só nos gramados, mas em toda a estrutura da nossa sociedade.

Júlio Ribeiro Xavier. Publicado em 10/04/2012, na edição 689. Disponível em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed689_a_historia_do_racismo_no_futebol_brasileiro. Acesso em 21/02/14 (texto adaptado) 

De acordo com o Texto 1, o assunto abordado por Mário Rodrigues Filho, no livro O Negro no Futebol Brasileiro, incomodou na época porque
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Q638201 Pedagogia

Segundo Libâneo (2004), a formação de professores pressupõe intencionalidades políticas, éticas, didáticas em relação às qualidades humanas, sociais, cognitivas esperadas dos alunos que passam pela escola.

No passado, a Didática privilegiava mais a relação teoria/prática, com maior ênfase ora nos aspectos materiais ora nos aspectos formais do ensino, entre a formação cultural/científica e a experiência sociocultural dos alunos. Agora, caberia apostar mais na universalidade da cultura escolar. À escola caberia transmitir saberes públicos a todos, independente das circunstâncias/interesses particulares. Paralelamente, intercalando os conteúdos, caberia considerar a experiência... 

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Q638200 Pedagogia
Emoção é a resposta instintiva que temos, quando passamos pelas diversas situações de vida. Sem ela, as pessoas não percebem o significado nos acontecimentos. As emoções muitas vezes influenciam as pessoas em suas decisões e isso significa que esta se mantém positivamente ativa já que colabora com o amplo e global crescimento do indivíduo. A inteligência pode ser definida como a capacidade mental de raciocinar, planejar, resolver problemas, abstrair ideias, compreender ideias e linguagens e aprender. Para Antunes (2010), Inteligência Emocional é a capacidade de identificar nossos próprios sentimentos e o dos outros, de motivar a nós mesmos e de gerenciar bem as emoções dentro de nós e em nossos relacionamentos. A inteligência emocional é um tipo de inteligência que envolve as emoções voltadas em prol de si mesmo. Para que um indivíduo tenha um bom desempenho ele necessita da inteligência intelectual, flexibilidade mental, objetivos traçados, equilíbrio emocional e determinação... 
I. adquirindo a capacidade de se autoconhecer; II. lidar com os sentimentos, controlando-os; III. administrando as emoções; IV. levando-as a serem influenciadas pelos conteúdos; V. relacionando-se e observando o emocional de outras pessoas.
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Q638199 Pedagogia
As novas tecnologias que chegaram às sociedades de todo o mundo, desde o final de milênio passado, são provas bastante cabais da capacidade do homem de construir conhecimentos complexos, rompendo com as questões que envolvem a relação espaço/tempo, criando possibilidades de aproximações simultâneas e, exigindo uma nova postura frente à apropriação dessas máquinas avassaladoras e as relações humanas. As novas tecnologias da informação e comunicação (TIC) chegam às escolas, evidenciando novos desafios e problemas a serem enfrentados ao incorporá-las a suas práticas pedagógicas cotidianas. Para compreendê-las e superá-las é fundamental reconhecer as potencialidades das tecnologias disponíveis e a realidade na qual a escolar se encontra inserida, identificando as características do trabalho pedagógico que nela se realiza, nos papéis representativos de seus corpos docente e discente, bem como o de sua comunidade interna e externa. Para o MEC (2014), “o grande desafio da escola é reconhecer a diversidade como parte inseparável da identidade nacional e dar a conhecer a riqueza representada por essa diversidade etnocultural, que compõe o patrimônio sociocultural brasileiro, investindo na superação de...” 
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Q638198 Pedagogia
Indicador social é uma medida quantitativa usada para traduzir uma situação social abstrata, de interesse teórico. É utilizada para substituir, quantificar ou operacionalizar um conceito social, que é utilizado em pesquisas acadêmicas ou na formulação de políticas. Ou seja, são estatísticas obtidas, por meio de pesquisas de dados abstratos de uma determinada sociedade, região ou país e se prestam a subsidiar as atividades de planejamento público e a formulação de políticas sociais nas diferentes esferas de governo.
Conforme Jannuzzi (2006), é importante destacar que os indicadores sociais, possibilitam o monitoramento das condições de vida e o bem-estar da população por parte do poder público e da sociedade civil, permitindo o aprofundamento da investigação acadêmica sobre...

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Q638197 Pedagogia
Afinal, o que são barreiras à aprendizagem? São os entraves que existem no dia a dia na escola, quando temos de lidar com a existência de sentimentos, atitudes, ideias ou interesses conflitantes e colidentes, que a qualquer momento podem se chocar. (Chiavenatto, 1999) Barreiras existem para todos os discentes e docentes do sistema educacional, sejam eles os alunos ditos normais ou aqueles que necessitam de cuidados especiais, aqueles(as) que requerem ajuda e apoio para os que precisam de superação, o que não nos autoriza a rotulá-los como alunos "com defeito", Se quisermos buscar os defeitos, talvez tenhamos que encontra-los no próprio sistema educacional ou na escola, seja pela ideologia dos administradores, seja pelas situações em que o processo ensino-aprendizagem ocorre. Todos já experimentamos dificuldades e enfrentamos barreiras. Na sociedade, em geral, e nas comunidades escolares, em particular - as mais significativas são as barreiras atitudinais. Na medida em que não sabemos, não queremos ou não dispomos de meios para enfrentá-la... 
Alternativas
Q638196 Pedagogia
A Sociedade do Conhecimento Tecnológico, característica desse novo século, mudou os hábitos, modos de ser, agir e viver da humanidade como um todo. As mudanças de paradigmas mexeram com a vida pessoal e social dos seres humanos, redimensionando suas descobertas e desejos de realização, na atualidade. O adulto, o jovem, a criança e o idoso mudaram as suas expectativas de vida e precisam satisfazê-las para serem felizes, ao mesmo tempo em que têm que enfrentar as novas necessidades, que já chegaram, e as precisam ser criadas para melhorar a qualidade de vida para si, o outro, os outros. A instituição escolar tem que se transformar para acompanhar a evolução desses novos tempos, contribuindo para a construção de novos conhecimentos e a preparação para a cidadania dos educandos. Os jovens e as crianças parecem que já nasceram plugados aos novos aparelhos eletrônicos, mas nem sempre os professores sabem abstrair e tirar proveito dessas tecnologias, para melhorar seu próprio desempenho didático. Como relata Gadotti (apud Silva, 2002, p.32) para que o docente acompanhe “os avanços das novas linguagens tecnológicas, precisam aprender a selecionar, avaliar, compilar, usar e processar as oportunidades para que transformem em um conhecimento válido, relevante e necessário para o crescimento do ser humano...”
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Q638195 Pedagogia

A inclusão como processo, aloca indivíduos e grupos numa interação diária, gerando a construção de saberes e sentidos que estimulam as dinâmicas comportamentais, criando formas de interpretar a realidade vivenciada em conjunto e ressaltando às relações intersubjetivas. É no convívio humano, no diálogo, na reflexão e na autonomia, que docentes e discentes recuperam a relação necessária para enfrentar suas dificuldades e para seu crescimento enquanto indivíduos e cidadãos, perante o conhecimento. O grupo é o campo privilegiado para tal interação.

Segundo TATAGIBA (2002), sempre que se formar um novo grupo, cada sujeito buscará preencher seu espaço, tentando encontrar e estabelecer os limites de sua atuação: o que vai dar de si, como se mostrará, qual é seu papel. cada um dos elementos que compõe o grupo, aos quais se junta, precisa sentir-se....

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Q638194 Pedagogia
As turmas são formada pelos discentes, oriundos das diferentes culturas existentes no entorno da escola. A partir dessa constatação, o docente poderá traçar seu planejamento, promovendo a adequação do currículo escolar à realidade dos discentes, fazendo as adaptações para trabalhar os conteúdos de forma significativa e propondo atividades que incentivem os alunos a participar. A diversidade cultural é um fator extremamente importante para a formação dos alunos, pois é a melhor maneira de mostrar aos alunos que existem outras culturas, que elas são diferentes e que precisamos conviver em harmonia, desenvolvendo uma parceria efetiva, onde o respeito e a aceitação dessas diferenças são o ponto de partida para a realização existencial do ser humano.
Dessa forma, o docente proporcionar uma formação mais ampla e cheia de significados aos alunos, no sentido de fazer com que eles interajam no real, se auto descobrindo e aos demais, pois muitas vezes o aluno desconhece as possibilidades existentes dentro da própria cultura. Gadotti (2000) salienta que somente se pode dar conta desta tarefa se tivermos...
Alternativas
Q638193 Pedagogia
Na atualidade, o desafio posto a todos os educadores se centra em examinar a prática pedagógica de inclusão, procurando identificar as barreiras existentes, que muitas vezes dificultam o desenvolvimento pleno do processo ensino/aprendizagem. Na maioria das vezes, a irrelevância do processo de avaliação dos alunos com necessidades especiais, acaba sendo justificado nas características do aprendiz, em suas condições orgânicas e psicossociais, acabando por considerá-las como os únicos obstáculos responsáveis pelo insucesso do discente nas escolas. As instituições e organizações sociais precisam formular objetivos, ter um plano de ação, meios para sua execução e critérios de avaliação da qualidade do trabalho que contribuam para a superação efetiva. Sem um bom planejamento, seja de gestão, coordenação, docência etc. as atividades correrão ao sabor das circunstâncias, as ações serão improvisada e os resultados não serão avaliados. Esses fatos exigem que todos os que compõem o universo da escola reconheçam os direitos à acessibilidade (em seu mais amplo sentido), traduzindo os ditames das leis de inclusão (legislativos, normativos ou de outros teores) em práticas que beneficiem essas superações, embora não signifique, necessariamente, que serão concretizados em ações que  
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Q638192 Pedagogia

A avaliação da aprendizagem, para cumprir seu verdadeiro significado, necessita assumir a função de subsidiar a construção da aprendizagem bem-sucedida. A prova não pode mais ser o único instrumento a ser valorado como de excelência nesse processo de avaliação, pois, por mais bem elaboradas que estejam não nos possibilitarão saber se os discentes são competentes para relacionar e usar os conceitos em outras situações determinadas.

A mera quantificação dos conteúdos, aferidos num instrumento de medida, denominado prova, não contribuirá com os dados suficientes sobre o grau de aprendizagem e as dificuldades de compreensão que cada discente tem, evidenciando as pistas sobre o tipo de ajuda que o professor deverá proporcionar. As atividades, que podem garantir um melhor conhecimento do que cada aluno compreende, implicam a observação do uso de cada um dos conceitos em diversas situações e nos casos em que os educandos os utilizem em suas explicações espontâneas.

A oferta de diferentes instrumentos de avaliação, tais como: os trabalhos de equipe, debates, exposições e, sobretudo diálogos será a melhor forma de colher as informações sobre a apropriação dos conceitos, se constituindo no meio mais adequado para poder... 

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Q638191 Pedagogia
Entender a diversidade cultural e étnica dos diferentes grupos sociais, que compõem sociedade brasileira, significa constatar sua multiculturalidade. Reconhecer que a diversidade cultural envolve relativizar um pouco o saber e a memória nacional resguardada nas formas de obra de arte, livro, arquivo e monumentos, aceitando outro tipo de saber, buscando o que tem de reacionarismo. Quando aceitamos o que tem realmente valor, no cotidiano das pessoas, é que reconhecermos a riqueza da diversidade de forma democrática. Significa também ter que descobrir a verdade das desigualdades no acesso a bens culturais e econômicos por parte dos diferentes grupos, em que determinantes de classe social, gênero, raça e diversidade cultural agem de forma significativa. Isso tudo só ganha sentido democrático, quando esse saber se junta a um projeto de enraizamento do lugar onde estamos, do quê e de como somos e não como deveríamos ser. Recriamos esse saber ou nos reapoderamos dele por um discurso, uma fala, uma ação vinculados a...  
Alternativas
Q638190 Pedagogia
Planejar, enquanto processo, visa dar solução a uma questão, instituindo fins e meios que direcionem para sua resolução, de modo a satisfazer os objetivos previstos, pensando e antevendo o futuro, mas levando em conta as condições presentes, as experiências anteriores, os contextos e os pressupostos: cultural, filosófico, político e econômico. Com Libâneo (2013), entendemos que o planejamento escolar é uma atividade que orienta a tomada de decisões da escola e dos discentes, em relação ao processo ensino e aprendizagem, tendo em vista...
Alternativas
Q638189 Pedagogia

Para Vasconcellos (2003), a problemática da avaliação não se restringe apenas a fazer um juízo de valor sobre a produtividade do aluno. O autor aponta que a superação dos problemas oriundos da avaliação só acontecerá se abranger todo o processo educacional e social. Portanto, a avaliação deve apontar para a mudança também em nível do sistema educacional, frisando que existe a necessidade de se traçar uma Política Educacional séria, ampla e comprometida com os interesses das classes populares, de forma gradual, voltada para a alteração das condições objetivas de trabalho. Vasconcellos (2003) propõe para melhorar a situação da avaliação, que haja:

I. maior autonomia pedagógica e administrativa das escolas, de tal forma que os professores e diretores se sintam responsáveis pelo desempenho dos alunos;

II. ampliação do controle burocrático e melhor remuneração dos profissionais da Educação;

III. mais escolas, mais vagas, classes menos numerosas, mais tempo na escola;

IV. diminuição da rotatividade dos professores, coordenadores, diretores;

V. mais verbas para a Educação; melhor aplicação dos recursos.

Alternativas
Q638188 Pedagogia
O Art. 26, da LDB Nº 9.394/96, estabelece “as diretrizes para os currículos da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio, devendo ser constituído por uma ter base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos. (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013) No § 1º, desse art. 26, a lei aponta que os currículos a que se refere o caput devem abranger, o estudo da língua portuguesa e da matemática, o conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente do Brasil.” 
Alternativas
Respostas
6621: B
6622: D
6623: D
6624: A
6625: B
6626: C
6627: A
6628: D
6629: E
6630: A
6631: D
6632: C
6633: B
6634: E
6635: E
6636: A
6637: A
6638: C
6639: D
6640: D