Questões de Concurso Comentadas para arquiteto

Foram encontradas 15.444 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Ano: 2012 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Castanhal - PA
Q1185500 Português
Não seriam respeitadas as ideias desenvolvidas no texto, caso se substituísse
Alternativas
Ano: 2012 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Novo Progresso - PA
Q1185242 Arquitetura
As soluções estruturais de um edifício, para o projetista de Arquitetura, envolvem várias dimensões. Considera-se a modulação dada pelo esquema em planta baixa, a conjunção entre o arranjo em planta da edificação e o esquema plástico das fachadas, a viabilidade de execução de obra e a interação com as instalações prediais, dentre outros fatores. Pensando em alvenaria estrutural de tijolos de barro furados, estrutura em concreto armado convencional e estrutura portante em aço, cujos “pesos” são, respectivamente e em média, de 1,6 ton/m³, de 2,4 ton/m³, e de 7,8 ton/m³, e a resistência à compressão, respectivamente e em média, de 25 kg/cm², de 140 kg/cm², e de 3.000 kg/cm² (conforme MASCARÓ, Juan Luís. 
O custo das decisões arquitetônicas. 4. ed. Porto Alegre: Masquatro, 2006), é correto afirmar que 
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CETAP Órgão: SESMA
Q1185166 Português
Após a leitura do texto, responda o que se pede no comando da questão.       O dia de não saber       Andei uns dias com uma tristeza e um desânimo sem razão que eu pudesse detectar, mas que me sobrevoavam como ave agourenta. Eu a mandava embora, ela depressa voltava. Fiz meus cálculos: filhos, netos e marido bem, saúde boa, trabalho bastante, ainda dando para pagar as contas. Mas eu me sentia doente.            "Exames, consultas, tudo ótimo, você vai fácil aos 100", tranquilizou o médico amigo. Mas eu me sentia doente e nunca fui de hipocondrias. "Repouse um pouco. Pegue leve", ele disse. Obedeci. Em lugar de saltar da cama antes das 7, preparar o café, tomá-lo na sala enquanto assistíamos ao noticioso, fiz o que, brincando, chamei de “vida de celebridade": ficava até mais tarde na cama, às vezes o marido até trazia a simpática bandejinha. Procurei controlar minha natural ansiedade, nada de me preocupar com tudo e com todos. Mais contemplativa, do jeito que na verdade eu gosto.            E aos poucos melhorei. Um dia acordei, e tinham-se ido os sintomas e a tristeza. Levei algum tempo para entender o que se passava: nos meus dias de preguiça deixei de ler os jornais e assistir aos noticiosos logo de manhã. Que santo remédio para meus males. Pois o que se Iê ou vê não deveria ser o primeiro alimento da alma, como não comeríamos feijoada ao sair da cama, ao menos imagino eu.       Então retomei meu ritmo antigo bem de mansinho. Abro jornais e vejo noticiosos perto do meio-dia (assim também perco um pouco a fome e os quilos necessários). Pois o que vemos, lemos, ouvimos é mais de 90% deprimente, se não assustador. Lembrei-me de um senador da República, Jefferson Péres, dizendo que deixaria a sua cadeira no Senado “com profundo desalento” pelo que ocorria neste país. Um dos raros pilares da grandeza e da ética, ele morreu em 2008, do coração, se não me engano em sua casa em seu estado natal. Não deve ser grave erro atribuir essa morte, em parte, ao peso daquele desalento que devia ser enorme, vasto e profundo, para o levar àquele passo.       Eu não posso abdicar de meu país, e de minha condição de quem aqui nasceu e escolhe todos os dias aqui viver, porque este é o meu lugar, estas são minhas raízes essenciais. Porém, que esta difícil, está. O rio de lama se transforma num mar, aquele tão citado por tantos políticos em tantas décadas. A quem recorrer, para que lado olhar? Teias e tramas de corrupção se revelam em dimensões inimagináveis. Educação e saúde continuam em desgraça, porque não as vejo de verdade favorecidas nem resolvidos os seus piores males. Preparam-se assim gerações de ignorantes, incompetentes e talvez de descrentes. Pois os líderes deviam ser nosso exemplo segundo, o primeiro sendo os pais. :       Não deve nos chocar ouvir um adolescente dizer "por que eu devia estudar", "por que trabalhar tanto", "por que ser honesto", se a gente acaba parecendo bobo no meio dos espertos? O argumento é adolescente como o rapaz, mas não sem fundamento. É preciso muito esforço, muito raciocínio, muita base de casa, muito berço (não o esplêndido, mas o amoroso, reto, moralmente bom), para nadar contra a correnteza escura, e tentar fundar alguma ilha de claridade, de honradez, de trabalho, de interesse real pelos menos afortunados. Para buscar uma humanidade como sempre imaginei que ela deveria ser - quem sabe um dia será -, onde a gente sinta que vale a pena lutar, sonhar, ter esperança; onde se adotem linhas firmes de conduta e ideologias do bem. Pois cada vez mais as ideologias deixam de importar; valem os interesses, os votos, o poder, a manutenção das condições favoráveis ao enriquecimento ilícito, às manobras por mais a mais poder, e tudo o que gera violência, ignorância, miséria, agressividade, stress e o que disse aquele senador: desalento.       Assim, higienizando minhas manhãs, eu me sinto muito melhor. Estaria curada se quisesse me alienar de todo, mas isso no posso: sou uma habitante deste planeta e deste país, quero que tudo de bom ainda possa florescer por estas bandas, antes de se passarem aqueles meus profetizados 100 anos.       Fonte: LUFT, Lya. Revista VEJA, 25.04.2012.       A alternativa que melhor representa o fragmento: “Assim, higienizando minhas manhãs, eu me sinto muito melhor.” é:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Novo Progresso - PA
Q1185009 Arquitetura
Os projetos de calçadas, enquanto elementos importantes da acessibilidade em espaços públicos nas cidades, devem observar determinadas condições para a sua execução. 
Assinale a alternativa correta referente ao assunto. 
Alternativas
Ano: 2011 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Matinhos - PR
Q1238244 Noções de Informática
Qual é a capacidade de armazenamento de um CD-ROM mode 1?
Alternativas
Ano: 2011 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Matinhos - PR
Q1237643 Pedagogia
Com base no Estatuto da Criança e do Adolescente, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Matinhos - PR
Q1236687 Psicologia
As perguntas e respostas a seguir foram extraídas de uma entrevista da revista Cult (06/05/2011) com o psicanalista Frank C. Sacco. Numere a coluna da direita, relacionando as respostas às perguntas correspondentes da coluna da esquerda.
1. Massacres como os ocorridos em Columbine e no Rio são provocados por vítimas de bullying? 2. Se não houvesse internet esses massacres também não ocorreriam? 3. Bullying, de algum tipo, todo adolescente sofre. Por que, então, em alguns casos, a situação chega ao limite? 4. A maioria dos agressores vem de famílias disfuncionais? 5. Quais são as características dos agredidos, das vítimas de bullying?
( ) A internet é apenas um compressor. O bullying é um comportamento infantil permitido pelos adultos e seu alcance varia do pátio da escola à nação. ( ) A questão central na família dos agressores é a indiferença. Os familiares fecham os olhos e ignoram a escola. ( ) Há muitos fatores que têm um impacto sobre o fato de um adolescente se tornar agressivo ou suicida. Algumas crianças são vulneráveis e poderão vivenciar o bullying como razão para matar ou morrer. Quem pratica isso só fará o que os espectadores permitirem. O agressor e a vítima fazem parte de um show (on-line ou na escola) e os espectadores estão em toda parte. ( ) O bullying é conhecido como um fator casual em uma série de comportamentos muito perigosos na juventude. Surtos letais, como o que ocorreu em Realengo, são atos simbólicos nascidos da vergonha. ( ) Se tivesse de escolher duas palavras: colecionadores de injustiças.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Tijucas - SC
Q1236371 História e Geografia de Estados e Municípios
Analise o texto abaixo:
“A economia da reciprocidade, base da sociedade em estado de tradição Guarani, foi adaptada e adotada nas reduções. A língua, traço fundamental do modo de vida dessa nação, foi mantida, mas aos poucos foi sendo modificada nas formas e no conteúdo de suas expressões. A nova religião católica utilizava outras formas de discurso, se servia das orações , do catecismo e das pregações. Usava como cenário o urbanismo, a arquitetura e as artes. O espírito do barroco constituiu o suporte ideológico para as novas práticas culturais, que se desenvolveram no espaço missioneiro. Ali estavam presentes, adaptadas, as casas e a oca da aldeia Guarani, reordenadas em torno da grande praça espanhola. Os padres, com seus conhecimentos artísticos e culturais, junto com os índios, criaram obras em um estilo que ficou conhecido como barroco missioneiro. As igrejas eram profusamente decoradas com esculturas de madeira policromada e telas pintadas a óleo. No exterior, relevos em pedra arenito geralmente representavam motivos religiosos ou elementos da flora e fauna nativas”
Texto extraído do Memorial do Rio Grande do Sul,caderno de história n 21 escrito por Luiz Antonio Bulcato Custódio.
Em se tratando das missões jesuíticas, como podemos definir a estrutura social das reduções?
Alternativas
Ano: 2011 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Matinhos - PR
Q1232598 Noções de Informática
Numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda, relacionando os atalhos de teclados gerais no Windows XP com as respectivas funções.
1.     Ctrl+C                                             ( ) Colar. 2.     Ctrl+V                                             ( ) Desfazer. 3.     Ctrl+Z                                             ( ) Copiar. 4.     ALT+F4                                          ( ) Fechar o item ativo ou sair do programa ativo. 5.     ALT+ESC                                       ( ) Percorrer os itens na ordem em que foram abertos.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Tijucas - SC
Q1226492 Conhecimentos Gerais
No mês de setembro de 2008 teve início uma grave crise econômica internacional cujos reflexos podem ser sentidos até hoje.
Assinale a alternativa que indica o fato que marca o início da crise.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Tapejara - RS
Q1223032 Arquitetura
Com base no Código de Obras do Município de Tapejara, as edificações destinadas ao comércio em geral, deverão ter no pavimento térreo, quando a área do compartimento exceder a duzentos metros quadrados,  
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Tapejara - RS
Q1222970 Arquitetura
De acordo com o Código de Postura do Município de Tapejara, as cocheiras e estábulos existentes na cidade, vilas e povoações do município deverão conservar a distância mínima entre a construção e a divisa do lote de  
Alternativas
Ano: 2011 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Matinhos - PR
Q1220570 Sociologia
Considere as seguintes afirmativas: 1.         A imagem de adolescência no Ocidente foi estabelecida no final do século 18 e resistiu às mudanças de comportamentos observadas nas últimas décadas do século 20. 2.         Dois fatores foram decisivos para a atual condição da juventude: a desmontagem da família burguesa e as consequências do neoliberalismo e da globalização no mercado de trabalho. 3.         Ser jovem é uma característica altamente valorizada pela sociedade atual. 4.         A ocupação preferencial dos postos de trabalho por pessoas idosas e a exigência de qualificação provocam o aumento do desemprego entre os jovens.
Estão de acordo com o texto as afirmativas:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CESGRANRIO Órgão: Petrobras
Q1213617 Português
PALAVRA PEJORATIVA
O uso do termo “diferenciada” com sentido negativo ressuscita o preconceito de classe
“Você já viu o tipo de gente que fica ao redor das estações do metrô? Drogados, mendigos, uma gente diferenciada.” As palavras atribuídas à psicóloga Guiomar Ferreira, moradora há 26 anos do bairro Higienópolis, em São Paulo, colocaram lenha na polêmica sobre a construção de uma estação de metrô na região, onde se concentra parte da elite paulistana. Guiomar nega ser a autora da frase. Mas a autoria, convenhamos, é o de menos. A menção a camelôs e usuários do transporte público ressuscitou velhos preconceitos de classe, e pode deixar como lembrança a volta de um clichê: o termo “diferenciada”.
A palavra nunca fora usada até então com viés pejorativo no Brasil. Habitava o jargão corporativo e publicitário, sendo usada como sinônimo vago de algo “especial”, destacado” ou “diferente” (sempre para melhor).
– Não me consta que já houvesse um “diferenciado” negativamente marcado. Não tenho nenhum conhecimento de existência desse “clichê”. Parece-me que a origem, aí, foi absolutamente episódica, nascida da infeliz declaração – explica Maria Helena Moura Neves, professora da Unesp de Araraquara (SP) e do Mackenzie.
Para a professora, o termo pode até ganhar as ruas com o sentido negativo, mas não devido a um deslizamento semântico natural. Por natural, entenda-se uma direção semântica provocada pela configuração de sentido do termo originário. No verbo “diferenciar”, algo que “se diferencia” será bom, ao contrário do que ocorreu com o verbo “discriminar”, por exemplo. Ao virar “discriminado”, implicou algo negativo. Maria Helena, porém, não crê que a nova acepção de “diferenciado” tenha vida longa.
– Não deve vingar, a não ser como chiste, aquelas coisas que vêm entre aspas, de brincadeira – emenda ela. [...]
MURANO, Edgard. Disponível em: <http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=12327>. Acesso em: 05 jul. 2011.n Adaptado.
“Não me consta que já houvesse um ‘diferenciado’ negativamente marcado.” (. 18-19) . A respeito da ocorrência da forma verbal houvesse, destacada no trecho, teceram-se os seguintes comentários: 
I - A forma verbal houvesse, nessa estrutura, tem valor de existisse, e se apresenta como verbo impessoal. 
II - O verbo haver, quando impessoal, transmite sua impessoalidade a auxiliares. 
III - A forma verbal houvesse, nesse trecho, desempenha uma função de verbo auxiliar.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Ponta Grossa - PR
Q1212086 Arquitetura
Em relação à classificação da crítica dos monumentos, segundo Bruno Zevi, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: SEGER-ES
Q1210202 Arquitetura
A realização correta do dimensionamento e da distribuição espacial dos equipamentos públicos e comunitários possibilita o adequado atendimento à população e funciona como suporte material para a prestação de serviços básicos provenientes das políticas públicas. Com base nessas informações e nos múltiplos aspectos por elas suscitados, julgue o item seguinte, relativos ao dimensionamento e à programação de equipamentos públicos e comunitários.
O conceito de sustentabilidade abrange a necessidade de os projetos urbanísticos incorporarem espaços de convivência entre os habitantes, que, em loteamentos acima de 100 unidades habitacionais, devem compor-se, ao menos, de seis equipamentos, sendo, no mínimo, um social e um de lazer ou esportivo.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Tijucas - SC
Q1209901 Arquitetura
Os produtos siderúrgicos estruturais laminados se classificam em:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FGR Órgão: Prefeitura de Lagoa da Prata - MG
Q1200527 Português
                                Entre o conselho e a ordem    Tenho uma boa notícia para você, leitor. Agora você já pode acreditar no que eu escrevo, porque, desde o último dia 17, não sou mais um charlatão. O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu em caráter definitivo que o diploma de jornalismo não é necessário para o exercício regular da profissão.    Como sói acontecer, todos os ministros do chamado Pretório Excelso presentes à sessão, menos o Marco Aurélio Mello, concordaram que a exigência do canudo violava os princípios constitucionais da liberdade de imprensa e da livre manifestação do pensamento.   Partilho dessa opinião. Não que até o dia 17 o Brasil vivesse sob o signo de Ahmadinejad, num estado de absoluto arbítrio e misericordiosa censura. Mas é forçoso reconhecer um país no qual se dispensam controles para definir quem pode e quem não pode escrever em jornais está mais perto da plenitude liberal democrática. Nunca é demais recordar que o decreto-lei 972/1969, que estabelecia a exigência do diploma, foi baixado pelo governo militar durante os anos de chumbo.    Não é esse, porém, o aspecto do julgamento que eu gostaria de ressaltar. O que me parece ser o ponto central é a questão da liberdade de ofício. O inciso XIII do artigo 5º da Carta estabelece: "É livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer". Um velho provérbio alemão assevera que o diabo se esconde nos detalhes. Em que casos convém que o legislador regulamente uma profissão?    A maioria das pessoas dotadas de justo quinhão de bom senso tende a concordar que o licenciamento só é necessário para ofícios que requeiram um saber técnico bastante preciso, como medicina e engenharia, ou exijam alguma perícia específica, a exemplo de piloto de avião, cuja ausência represente ponderável risco para a população.    Um jornalista até pode divulgar informações falsas que acabam provocando grandes estragos. Mas buscar um conjunto de matérias teóricas que capacitem um estudante a tornar-se um bom repórter ou editor é tarefa fadada ao fracasso. Trocando em miúdos, podemos afirmar que o engenheiro, para fazer com que a ponte fique em pé, precisa ter cursado cálculo I e II e conhecer certas noções de física que podem ser aprendidas nas escolas politécnicas. O médico, para receitar uma droga, precisa saber algo de bioquímica e farmacologia. Mas o que dizer do jornalista? O que ele precisa além de noções de português (em tese obtidas no processo de alfabetização) e de disposição para estudar um pouco o assunto de que vai falar? Talvez, se houvesse as disciplinas verdade I, II, III e IV, reconhecidas pelo MEC... Nunca é demais insistir, ninguém se torna ético só porque assistiu a aulas de ética na faculdade de filosofia. Afirmar, como se faz por aí, que escolas de jornalismo são garantia de bom comportamento moral no exercício da profissão faz tanto sentido quanto dizer que quem vai à missa não comete pecados. (...)    Como lembrou o sempre sensato ministro Celso de Mello, a regra geral deveria ser a liberdade de ofício. Entretanto, ele contou pelo menos cinco projetos de lei que tramitam no Congresso e tratam da regulamentação das profissões de modelo de passarela, designer de interiores, detetives, babás e escritores. Acrescento, por minha conta, as de demonstrador de mercadorias (PL 5451/09), cerimonialista (PL 5425/09), educador social (PL 5346/09), fotógrafo (PL 5187/09), depilador (PL 4771/09). Já resvalando no reino da fantasia, busca-se também regulamentar a ocupação de astrólogo (PL 6748/02) e terapeuta naturista (PL 2916/92). Pergunto-me como nossos solertes parlamentares puderam se esquecer de regular os ofícios de Papai Noel e das indispensáveis fadas.    Em muitos casos, as propostas são oportunamente esquecidas nos escaninhos do Legislativo (há um lado bom na inoperância do Congresso), mas nem sempre. categorias mais poderosas como a de médicos e advogados obtiveram o que seria impensável num Estado verdadeiramente republicano. Os discípulos de Esculápio, por exemplo, conseguiram transformar em lei geral o Código de Ética que eles mesmos elaboraram. Já nossos nobres causídicos deram um novo significado à noção de lobby ao inscrever não em lei ordinária, mas na própria Constituição o direito de indicar juízes para praticamente todas as cortes do país e de propor ações diretas de inconstitucionalidade (privilégio reservado a poucos). Pior, cuidaram para que a Lei Maior do país trouxesse um dispositivo que atua como impedimento a que o cidadão represente a si mesmo em juízo – erro lógico que nega o próprio conceito de cidadania.    Gostaria que a extinção da exigência de diploma de jornalista fosse o primeiro passo num movimento mais geral de descorporativização do Estado, mas receio que seja apenas um caso isolado. A mentalidade cartorial-corporativista está bem arraigada na alma do brasileiro. É uma pena. Esse seria um bom momento para mudanças. As divisões clássicas entre as ciências estão ruindo. Faz cada vez menos sentido compartimentalizar o saber – e, consequentemente, o ensino – em ramos prédefinidos como física, química, biologia. A pesquisa de ponta se faz hoje através de casamentos improváveis como aquele entre médicos e matemáticos (medicina baseada em evidências) ou entre economistas e neurocientistas (economia comportamental). A perseverar a inércia patrimonialista, enquanto o mundo estiver produzindo nova e boa ciência, nós por aqui estaremos paralisados: não teremos os especialistas necessários porque eles não saberão se devem contribuir para o conselho de biólogos ou a ordem dos estatísticos. (Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/helioschwartsman/ult510u585738.shtml) Texto adaptado.
Conforme o 6º parágrafo do texto, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Matinhos - PR
Q1199107 Arquitetura
A Política Nacional de Habitação é uma proposta de enfrentamento do déficit habitacional histórico no país. É princípio dessa Política:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Tijucas - SC
Q1185614 Arquitetura
Para o conjunto de espaços de lazer, a UNESCO indica 12,00 m²/habitante; porém, nos países mais adiantados essa proporção é bem maior. No Brasil, a única cidade que a rigor alcança e até ultrapassa esse índice é:
Alternativas
Respostas
15141: C
15142: C
15143: C
15144: A
15145: B
15146: E
15147: C
15148: C
15149: B
15150: E
15151: C
15152: C
15153: D
15154: C
15155: C
15156: E
15157: D
15158: A
15159: B
15160: A