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O Amapá se tornou território federal em setembro de 1943, por decreto presidencial de Getúlio Vargas; e com a promulgação da Constituição Federal de 1988, foi transformado em estado. Mas a ocupação daquela região, situada entre os rios Amazonas e Oiapoque, aconteceu muitos séculos antes disso. O desenvolvimento do estado e a formação de sua população são tema da reportagem “80 anos do Amapá, onde começa o Brasil”.
Disponível em: senado.leg.br. Acesso em: 18 dez, 2025.
Sobre a criação do Território Federal do Amapá, julgue os itens abaixo.
I. A criação do Território Federal do Amapá se deu durante o Governo Constitucional de Getúlio Vargas, mascarado por intensas violações de direitos humanos e pela existência de uma Constituição de inspirações fascistas.
II. O Território Federal do Amapá foi criado no século XIX, ainda durante o período imperial, como resultado direto da exploração da borracha e teve sua capital estabelecida na cidade de Santana.
III. A criação do Território Federal do Amapá esteve associada à importância estratégica da região, na qual o Forte de São José de Macapá simbolizava historicamente a função de defesa e controle do extremo norte do Brasil e da foz do Rio Amazonas.
A partir das afirmativas apresentadas, marque a alternativa correta.
ROMANI, Carlo. O “Massacre de Amapá”: a guerra imperialista que não houve. Revista Caravelle, nº 95, 2010. Disponível em: https://journals.openedition.org/caravelle/7302. Acesso em: 18 dez, 2025.
A região em disputa, citada na reflexão apresentada acima, ficou conhecida, em razão do conflito, como:
O batuque ou brincadeira de São Joaquim representa um dos componentes da ancestralidade afro-amapaense e valoriza a identidade étnica quilombola dos curiauenses. O Curiaú foi o primeiro quilombo reconhecido do Estado do Amapá (1999) e está distante a 8 km da área urbana de Macapá (JACKSON, 2014).
ANTERO, Alysson Brabo. Entre tambores e devoções: expressão de um catolicismo negro na Amazônia. Revista Marupiara, Ano 3, nº 4, jul a dez 2018.
TEXTO II
No Brasil – ao contrário de outras áreas escravistas nas Américas –, as comunidades de fugitivos se proliferaram como em nenhum outro lugar, exatamente por sua capacidade de articulação com as lógicas econômicas das regiões onde se estabeleceram.
GOMES, Flávio dos Santos. Mocambos e quilombos: uma história do campesinato negro no Brasil. São Paulo: Claro Enigma, 2015.
A reflexão de Alysson Brabo Antero, sustentada pelos estudos de Alci Jackson, entra em acordo com os estudos clássicos de Flávio Gomes ao entender os quilombos de que forma?
RAVENA, Nírvia. “O Abastecimento no Século XVIII no Grão-Pará: Macapá e Vilas Circunvizinhas”. In: ACEVEDO MARIN, Rosa Elizabeth (org.).A Escrita da História Paraense. Belém: UFPA, 1998.
No processo de desenvolvimento das relações de trabalho estabelecidas no espaço mencionado no texto, as práticas de “descimentos” e “resgates” tinham a finalidade de promover o controle sobre os
I. A situação descrita é aparentemente simples: um pai levando a filha à escola. Mas a intervenção da diretora evidencia uma presunção racial;
II. Quando ela pergunta se “não seria melhor a mãe se encarregar dessa tarefa”, com a justificativa de que “é mais normal” e que “sua menina é tão loira”, o texto explicita um preconceito baseado na ideia de que um homem negro não pode ser pai de uma criança branca e loira;
III. A escolha da palavra “normal” reforça um padrão racista atribuído às famílias: pessoas brancas geram crianças brancas; pessoas negras não pertencem a esse cenário. É uma forma de policiamento racial das relações afetivas, do corpo e até da paternidade.
São poderes do município, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo e o Executivo. Nesse sentido, quem são os responsáveis por exercerem esses poderes?
Em 1682, Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhanguera Pai, esteve em território do sul de Goiás. O principal fator da sua expedição foi a busca por:
O início da formação de Nova Veneza, inicia-se no final do século XIX, em 1895, quando chegaram os primeiros moradores. A história da cidade também está ligada a imigração,
Leia o texto abaixo e responda à questão.
A lenda do Pirarucu, o peixe que um dia foi guerreiro Uiá
Diz a lenda que Pirarucu era um jovem e bravo guerreiro da tribo dos Uiá que, mesmo sendo filho do chefe Pindarô, um homem bom e generoso, Pirarucu nasceu e se criou com um coração muito perverso.
Segundo o que se conta, Pirarucu não tinha jeito: vivia criticando os deuses e, quando seu pai descuidava, executava seus próprios irmãos de aldeia por razão nenhuma.
Cansado dos desatinos de Pirarucu, Tupã um dia convocou os poderes de Polo, o relâmpago, e de Iururaruaçu, a deusa das correntes, para puni-lo. Foi então que Pirarucu foi a maior de todas as tempestades, quando pescava às margens do Rio Tocantins.
Pirarucu bem que tentou escapar, mas um relâmpago fulminante o atingido no peito, e seu corpo, ainda vivo, foi levado para as profundezas do rio, onde se transformou no peixe que conhecemos hoje.
Leia o texto abaixo e responda à questão.
A lenda do Pirarucu, o peixe que um dia foi guerreiro Uiá
Diz a lenda que Pirarucu era um jovem e bravo guerreiro da tribo dos Uiá que, mesmo sendo filho do chefe Pindarô, um homem bom e generoso, Pirarucu nasceu e se criou com um coração muito perverso.
Segundo o que se conta, Pirarucu não tinha jeito: vivia criticando os deuses e, quando seu pai descuidava, executava seus próprios irmãos de aldeia por razão nenhuma.
Cansado dos desatinos de Pirarucu, Tupã um dia convocou os poderes de Polo, o relâmpago, e de Iururaruaçu, a deusa das correntes, para puni-lo. Foi então que Pirarucu foi a maior de todas as tempestades, quando pescava às margens do Rio Tocantins.
Pirarucu bem que tentou escapar, mas um relâmpago fulminante o atingido no peito, e seu corpo, ainda vivo, foi levado para as profundezas do rio, onde se transformou no peixe que conhecemos hoje.
Leia o texto abaixo e responda à questão.
A lenda do Pirarucu, o peixe que um dia foi guerreiro Uiá
Diz a lenda que Pirarucu era um jovem e bravo guerreiro da tribo dos Uiá que, mesmo sendo filho do chefe Pindarô, um homem bom e generoso, Pirarucu nasceu e se criou com um coração muito perverso.
Segundo o que se conta, Pirarucu não tinha jeito: vivia criticando os deuses e, quando seu pai descuidava, executava seus próprios irmãos de aldeia por razão nenhuma.
Cansado dos desatinos de Pirarucu, Tupã um dia convocou os poderes de Polo, o relâmpago, e de Iururaruaçu, a deusa das correntes, para puni-lo. Foi então que Pirarucu foi a maior de todas as tempestades, quando pescava às margens do Rio Tocantins.
Pirarucu bem que tentou escapar, mas um relâmpago fulminante o atingido no peito, e seu corpo, ainda vivo, foi levado para as profundezas do rio, onde se transformou no peixe que conhecemos hoje.