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Q984486 Legislação de Trânsito

Numere a coluna B, condições adversas, pela coluna A, identificando cada uma delas.


COLUNA A

I. Condutor.

II. Veículo.

III. Vias.

IV. Trânsito.

V. Iluminação.


COLUNA B

( ) Deficiência visual, motora ou auditiva.

( ) Ofuscamento, penumbra e noite.

( ) Trânsito lento ou congestionado.

( ) Pavimentação inexistente ou defeituosa.

( ) Pneus gastos ou mal calibrados.


Marque a opção que apresenta a sequência CORRETA.

Alternativas
Q984485 Enfermagem

Leia com atenção as afirmativas a seguir e marque (V) para as VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS. A vítima com suspeita de fratura nas costelas apresenta os seguintes sintomas:


( ) dores intensas no tórax, ao tentar se movimentar ou respirar.

( ) amolecimento dos tecidos na área afetada.

( ) alterações no tamanho das pupilas.

( ) dores de cabeça.

( ) deformações e deslocamentos.


Marque a opção que apresenta a sequência CORRETA.

Alternativas
Q984484 Enfermagem
É procedimento INCORRETO de vítimas com fraturas é,
Alternativas
Q984483 Enfermagem

Analise a situação hipotética a seguir.


Paulo, ao conduzir um veículo, marca Ford na CE 040, no sentido Fortaleza - Eusébio, envolveu-se em um acidente automobilístico com um veículo, marca Fiat, que trafegava no sentido contrário. Em decorrência do acidente, saiu lesionado e NÃO apresentava movimentos respiratórios nem pulsação.


Diante da situação, marque a alternativa CORRETA que indica as providencias a ser adotadas.

Alternativas
Q984482 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015

Observe o símbolo.

Imagem associada para resolução da questão


Ele indica deficiente

Alternativas
Q984481 Legislação de Trânsito

Marque a opção que apresenta a afirmativa CORRETA.

Comete infração de natureza gravíssima, o condutor que

Alternativas
Q984480 Legislação de Trânsito
Considerando o Código de Trânsito Brasileiro – CTB – falsificar ou adulterar documento de habilitação e de identificação do veículo, comete infração de natureza
Alternativas
Q984479 Legislação de Trânsito
Segundo o Código de Trânsito Brasileiro – CTB – Encaminhar aos órgãos e entidades executivos de trânsito e executivos rodoviários informações sobre problemas observados nas autuações e apontados em recursos, e que se repitam sistematicamente é competência de qual órgão do Sistema Nacional de Trânsito?
Alternativas
Q984478 Legislação de Trânsito

Leia a afirmativa a seguir.


O ________, em condições ________, é um ________ de todos e ________ dos órgãos e entidades componentes do ________, a estes cabendo, no âmbito das respectivas competências, adotar as medidas destinadas a assegurar esse direito.


Marque a opção que completa CORRETA e respectivamente as lacunas.

Alternativas
Q984470 História e Geografia de Estados e Municípios

Analise as afirmativas a seguir sobre o Município de Pacujá.


I. As primeiras casas construídas em Pacujá pertenciam a José Rodrigues.

II. O Município de Pacujá possui apenas dois distritos.

III. Os primeiros professores do Município de Pacujá foram a Sra. Alta Melo, Maria Liberotina Guimarães Ramos e Mestre Levinho.

IV. O aniversário do Município é no dia 22 de setembro.


Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.

Alternativas
Q984469 História e Geografia de Estados e Municípios
É CORRETO afirmar, segundo os dados do IBGE, acerca da história e formação administrativa de Pacujá, que o(a)
Alternativas
Q984452 Português
Marque a seguir a opção que apresenta verbo no futuro do pretérito.
Alternativas
Q984450 Português
Sobre as figuras de linguagem, marque a opção CORRETA.
Alternativas
Q984449 Português
Marque a opção CORRETA quanto à concordância do verbo ser
Alternativas
Q984448 Português
Nas palavras blusa, prato e pardo, encontra-se
Alternativas
Q984447 Português
Pela mesma razão que se acentuam as palavras até e , acentuam-se, respectivamente
Alternativas
Q984446 Português
Marque a opção em que todas as palavras devem ser escritas com sc.
Alternativas
Q984445 Português
As palavras também, igual, pia e égua possuem, respectivamente,
Alternativas
Q984444 Português

 Medo da Eternidade


      Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade.

      Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas.

Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou:

      — Como não acaba? — Parei um instante na rua, perplexa.

      — Não acaba nunca, e pronto.

      — Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta.

      — Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca.

      — E agora que é que eu faço? — Perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver.

      — Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários.

      — Perder a eternidade? Nunca. O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola.

      — Acabou-se o docinho. E agora?

      — Agora mastigue para sempre.

      Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito. Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar.

Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia.

      — Olha só o que me aconteceu! - Disse eu em fingidos espanto e tristeza. - Agora não posso mastigar mais! A bala acabou!

      — Já lhe disse - repetiu minha irmã - que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá.

      Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra na boca por acaso.

Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.

                                                                                                       Clarice Lispector 

Disse eu em fingidos espanto e tristeza. - Agora não posso mastigar mais! A bala acabou! Esse trecho apresenta três orações. Quanto à classificação do sujeito de cada oração, respectivamente, marque a opção CORRETA.
Alternativas
Q984443 Português

 Medo da Eternidade


      Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade.

      Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas.

Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou:

      — Como não acaba? — Parei um instante na rua, perplexa.

      — Não acaba nunca, e pronto.

      — Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta.

      — Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca.

      — E agora que é que eu faço? — Perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver.

      — Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários.

      — Perder a eternidade? Nunca. O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola.

      — Acabou-se o docinho. E agora?

      — Agora mastigue para sempre.

      Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito. Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar.

Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia.

      — Olha só o que me aconteceu! - Disse eu em fingidos espanto e tristeza. - Agora não posso mastigar mais! A bala acabou!

      — Já lhe disse - repetiu minha irmã - que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá.

      Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra na boca por acaso.

Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.

                                                                                                       Clarice Lispector 

Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois... Esse trecho expressa ideia de
Alternativas
Respostas
7541: C
7542: A
7543: D
7544: C
7545: E
7546: D
7547: C
7548: B
7549: A
7550: D
7551: C
7552: D
7553: D
7554: D
7555: B
7556: A
7557: A
7558: C
7559: B
7560: E