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Q1140457 Noções de Informática

Em um documento em branco no Microsoft Word 2010, em sua configuração original, um usuário executou os seguintes passos:


I. digitou a palavra Prefeitura e pressionou a barra de espaços;

II. pressionou as teclas CTRL+I;

III. digitou as palavras Francisco Morato e pressionou a barra de espaços;

IV. clicou sobre o ícone Marcadores, na guia Página Inicial, grupo Parágrafo.


Assinale a alternativa que apresenta a aparência do documento após essa edição.

Alternativas
Q1140455 Noções de Informática

Considere a seguinte imagem do conteúdo completo de uma pasta no Microsoft Windows 7, em sua configuração padrão:


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa correta sobre o conteúdo dessa pasta.

Alternativas
Q1140454 Atualidades

Um dos nomes mais importantes da música brasileira, o cantor já enfrentava problemas de saúde há alguns anos e faleceu em sua casa, no Rio de Janeiro. Na manhã desta segunda-feira (08), seu corpo foi velado em uma cerimônia aberta ao público no Theatro Municipal, localizado no Centro da cidade.

(Terra. https://bit.ly/2SZQJsR. Publicado em 08/07/2019)


Sobre o músico João Gilberto, é correto afirmar que

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Q1140452 Atualidades

“Nova ministra já se manifestou sobre temas que estarão sob seus cuidados na pasta.”

(Veja. https://bit.ly/2Yyonat. Publicado em 03/01/2019)


O início do novo governo no começo de 2019 incluiu a posse de novos ministros, como Damares Alves, responsável pelo Ministério

Alternativas
Q1140451 Atualidades

O ministro Paulo Guedes (Economia) afirmou que o governo anunciará nos próximos dias as regras para a liberação do dinheiro das contas ativas do FGTS.

(Folha de S.Paulo. https://bit.ly/2GgY4z1. Publicado em 17/07/2019)


Sobre a liberação das contas ativas do FGTS, pode-se afirmar que

Alternativas
Q1140450 Atualidades

Rackete está em regime domiciliar e foi acusada formalmente de “violência contra navio oficial” – crime passível de penas de até 10 anos de prisão – por ter espremido um barco da Guarda de Finanças em um cais ao entrar no porto.

(Terra. https://bit.ly/2M2fhkz. Publicado em 29/06/2019)


Sobre a capitã alemã Carola Rackete, que esteve detida na Itália, pode-se afirmar que

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Q1140449 Matemática
Considere um quadrado de lado x cm. Um retângulo tem um perímetro igual a 106 cm, sendo que sua largura é 8 cm a menos do que o lado do quadrado, e seu comprimento é 5 cm a mais do que o triplo do lado do quadrado. O perímetro desse quadrado, em cm, é igual a
Alternativas
Q1140448 Matemática

Para uma tarefa em aula, os alunos cortarão heptágonos conforme indica a figura.


Imagem associada para resolução da questão


A área de um heptágono como esse, em cm2 , é

Alternativas
Q1140447 Matemática
A média dos salários de um grupo de pessoas é R$ 2.888,00. Se o salário de cada uma de 6 dessas pessoas for aumentado em R$ 210,00, a média salarial do grupo aumentará para R$ 2.958,00. O número de pessoas nesse grupo é
Alternativas
Q1140444 Matemática
Eduardo, Fernando e Giulia têm, juntos, 99 medalhas de natação. Eduardo tem 14 medalhas a menos do que Giulia, e Fernando tem o triplo do número de medalhas de Eduardo. A diferença entre os números de medalhas de Fernando e Giulia é
Alternativas
Q1140443 Matemática
Durante um ano, um enfermeiro verificou que, para cada 50 pacientes que atendeu, 19 eram homens e os demais eram mulheres. Se nesse ano o total de mulheres atendidas foi 806, então o total de pacientes (homens mais mulheres) atendidos foi
Alternativas
Q1140442 Matemática
Em um consultório, trabalham 6 psicólogos, e cada um atende um mesmo número de pacientes por dia. Se mais um psicólogo passar a atender nesse consultório e o número total de pacientes atendidos por dia permanecer o mesmo, cada psicólogo atenderá 2 pacientes a menos. O total de pacientes atendidos por dia nesse consultório é
Alternativas
Q1140441 Matemática
Estela tem 76% da quantia necessária para a compra de um pacote turístico. Em uma promoção, esse pacote foi oferecido com 30% de desconto, e, dessa maneira, a quantia que Estela possui é suficiente para comprar o pacote e ainda sobrar R$ 426,00. O preço desse pacote, sem o desconto, está entre
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Q1140440 Matemática
Um total de 1840 livros serão distribuídos entre 3 escolas, X, Y e Z. Três oitavos desses livros irão para a escola X, e três quintos dos livros restantes irão para a escola Y. A diferença entre os números de livros recebidos pelas escolas X e Z é
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Q1140439 Português

Leia a tira, para responder à questão.



As expressões “direcionado aos” e “Até porque” podem ser substituídas, de acordo com a norma-padrão e com sentido compatível com o da tira, respectivamente, por:
Alternativas
Q1140438 Português

Leia a tira, para responder à questão.



É correto afirmar que o efeito de sentido de humor na tira está associado à
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Q1140437 Português

      Há povos que gostam de apelidos. Brasileiros, hispanos e norte-americanos estão entre os principais. Quase ninguém imagina que Bill Clinton seja, na verdade, William Jefferson Clinton. Difícil supor que um Pepe mexicano seja José e um Pancho tivesse chegado ao batistério como Francisco. Bem, qual estrangeiro suporá Chico como apelido de Francisco? Em eras pré-politicamente corretas, abundavam os “japas”, os “chinas”, os “gordos” e os “carecas”. Hoje, tudo implica risco.

      Além do apelido, existem apostos que qualificam mais do que uma simples alcunha. Por vezes, são qualificativos positivos: Alexandre, o Grande; Luís XIV, o Rei-Sol; Luís XV, o Bem-Amado; e, no campo republicano, Simon Bolívar, o Libertador. Podem ser eufemismos para defeitos, como a indecisão crônica de Filipe II da Espanha. A história oficial o registra como Filipe, “o Prudente”. Há as diferenças nacionais. A única rainha do Antigo Regime português é conhecida na terrinha como D. Maria I, a Pia. No Brasil, por vários motivos, ela é “a Louca”.

      Os qualificativos para famosos são uma maneira de defesa dos fracos. Não posso derrubar presidente, não tenho a fama de um craque, não tenho o dinheiro de fulano: tasco-lhe um apelido como a vingança do bagre diante do hipopótamo. Rio um pouco, divulgo diante do meu limitado grupo igualmente ressentido e me sinto vingado. Apelidar de forma negativa é, quase sempre, reconhecer minha inferioridade.

      Fazer graça com a característica alheia pode revelar o mico interno de cada um de nós. Nosso macaquinho é inferior aos grandes símios. Em choques, apenas temos a possibilidade de subir rapidamente em galhos mais finos do que os rivais poderosos poderiam. Escalar e gritar: orangotango bobo, gorila vacilão, chimpanzé flácido! Lá de cima, protegido pela nossa fraqueza-força, rimos do maior. Apelidar é defender-se e tentar, ao menos na fala, vencer quem parece superior a nossas forças. Classificar o outro de tonto traz alívio; por exclusão, eu não sou.

(Leandro Karnal, O nome que eu desejo e o apelido que eu tenho. O Estado de S. Paulo, 03 de julho de 2019. Adaptado)

A relação de antonímia que existe entre as expressões que compõem a expressão “fraqueza-força” está presente também entre
Alternativas
Q1140435 Português

      Há povos que gostam de apelidos. Brasileiros, hispanos e norte-americanos estão entre os principais. Quase ninguém imagina que Bill Clinton seja, na verdade, William Jefferson Clinton. Difícil supor que um Pepe mexicano seja José e um Pancho tivesse chegado ao batistério como Francisco. Bem, qual estrangeiro suporá Chico como apelido de Francisco? Em eras pré-politicamente corretas, abundavam os “japas”, os “chinas”, os “gordos” e os “carecas”. Hoje, tudo implica risco.

      Além do apelido, existem apostos que qualificam mais do que uma simples alcunha. Por vezes, são qualificativos positivos: Alexandre, o Grande; Luís XIV, o Rei-Sol; Luís XV, o Bem-Amado; e, no campo republicano, Simon Bolívar, o Libertador. Podem ser eufemismos para defeitos, como a indecisão crônica de Filipe II da Espanha. A história oficial o registra como Filipe, “o Prudente”. Há as diferenças nacionais. A única rainha do Antigo Regime português é conhecida na terrinha como D. Maria I, a Pia. No Brasil, por vários motivos, ela é “a Louca”.

      Os qualificativos para famosos são uma maneira de defesa dos fracos. Não posso derrubar presidente, não tenho a fama de um craque, não tenho o dinheiro de fulano: tasco-lhe um apelido como a vingança do bagre diante do hipopótamo. Rio um pouco, divulgo diante do meu limitado grupo igualmente ressentido e me sinto vingado. Apelidar de forma negativa é, quase sempre, reconhecer minha inferioridade.

      Fazer graça com a característica alheia pode revelar o mico interno de cada um de nós. Nosso macaquinho é inferior aos grandes símios. Em choques, apenas temos a possibilidade de subir rapidamente em galhos mais finos do que os rivais poderosos poderiam. Escalar e gritar: orangotango bobo, gorila vacilão, chimpanzé flácido! Lá de cima, protegido pela nossa fraqueza-força, rimos do maior. Apelidar é defender-se e tentar, ao menos na fala, vencer quem parece superior a nossas forças. Classificar o outro de tonto traz alívio; por exclusão, eu não sou.

(Leandro Karnal, O nome que eu desejo e o apelido que eu tenho. O Estado de S. Paulo, 03 de julho de 2019. Adaptado)

A alternativa que, corretamente, pontua o trecho destacado no 3° parágrafo e expressa o sentido do original é:
Alternativas
Q1140431 Português

      Há povos que gostam de apelidos. Brasileiros, hispanos e norte-americanos estão entre os principais. Quase ninguém imagina que Bill Clinton seja, na verdade, William Jefferson Clinton. Difícil supor que um Pepe mexicano seja José e um Pancho tivesse chegado ao batistério como Francisco. Bem, qual estrangeiro suporá Chico como apelido de Francisco? Em eras pré-politicamente corretas, abundavam os “japas”, os “chinas”, os “gordos” e os “carecas”. Hoje, tudo implica risco.

      Além do apelido, existem apostos que qualificam mais do que uma simples alcunha. Por vezes, são qualificativos positivos: Alexandre, o Grande; Luís XIV, o Rei-Sol; Luís XV, o Bem-Amado; e, no campo republicano, Simon Bolívar, o Libertador. Podem ser eufemismos para defeitos, como a indecisão crônica de Filipe II da Espanha. A história oficial o registra como Filipe, “o Prudente”. Há as diferenças nacionais. A única rainha do Antigo Regime português é conhecida na terrinha como D. Maria I, a Pia. No Brasil, por vários motivos, ela é “a Louca”.

      Os qualificativos para famosos são uma maneira de defesa dos fracos. Não posso derrubar presidente, não tenho a fama de um craque, não tenho o dinheiro de fulano: tasco-lhe um apelido como a vingança do bagre diante do hipopótamo. Rio um pouco, divulgo diante do meu limitado grupo igualmente ressentido e me sinto vingado. Apelidar de forma negativa é, quase sempre, reconhecer minha inferioridade.

      Fazer graça com a característica alheia pode revelar o mico interno de cada um de nós. Nosso macaquinho é inferior aos grandes símios. Em choques, apenas temos a possibilidade de subir rapidamente em galhos mais finos do que os rivais poderosos poderiam. Escalar e gritar: orangotango bobo, gorila vacilão, chimpanzé flácido! Lá de cima, protegido pela nossa fraqueza-força, rimos do maior. Apelidar é defender-se e tentar, ao menos na fala, vencer quem parece superior a nossas forças. Classificar o outro de tonto traz alívio; por exclusão, eu não sou.

(Leandro Karnal, O nome que eu desejo e o apelido que eu tenho. O Estado de S. Paulo, 03 de julho de 2019. Adaptado)

É correto afirmar que a essência do texto consiste em
Alternativas
Q1140374 Português

      Há povos que gostam de apelidos. Brasileiros, hispanos e norte-americanos estão entre os principais. Quase ninguém imagina que Bill Clinton seja, na verdade, William Jefferson Clinton. Difícil supor que um Pepe mexicano seja José e um Pancho tivesse chegado ao batistério como Francisco. Bem, qual estrangeiro suporá Chico como apelido de Francisco? Em eras pré-politicamente corretas, abundavam os “japas”, os “chinas”, os “gordos” e os “carecas”. Hoje, tudo implica risco.

      Além do apelido, existem apostos que qualificam mais do que uma simples alcunha. Por vezes, são qualificativos positivos: Alexandre, o Grande; Luís XIV, o Rei-Sol; Luís XV, o Bem-Amado; e, no campo republicano, Simon Bolívar, o Libertador. Podem ser eufemismos para defeitos, como a indecisão crônica de Filipe II da Espanha. A história oficial o registra como Filipe, “o Prudente”. Há as diferenças nacionais. A única rainha do Antigo Regime português é conhecida na terrinha como D. Maria I, a Pia. No Brasil, por vários motivos, ela é “a Louca”.

      Os qualificativos para famosos são uma maneira de defesa dos fracos. Não posso derrubar presidente, não tenho a fama de um craque, não tenho o dinheiro de fulano: tasco-lhe um apelido como a vingança do bagre diante do hipopótamo. Rio um pouco, divulgo diante do meu limitado grupo igualmente ressentido e me sinto vingado. Apelidar de forma negativa é, quase sempre, reconhecer minha inferioridade.

      Fazer graça com a característica alheia pode revelar o mico interno de cada um de nós. Nosso macaquinho é inferior aos grandes símios. Em choques, apenas temos a possibilidade de subir rapidamente em galhos mais finos do que os rivais poderosos poderiam. Escalar e gritar: orangotango bobo, gorila vacilão, chimpanzé flácido! Lá de cima, protegido pela nossa fraqueza-força, rimos do maior. Apelidar é defender-se e tentar, ao menos na fala, vencer quem parece superior a nossas forças. Classificar o outro de tonto traz alívio; por exclusão, eu não sou.


(Leandro Karnal, O nome que eu desejo e o apelido que eu tenho. O Estado de S. Paulo, 03 de julho de 2019. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a reescrita da frase obedece à norma-padrão de concordância, regência e emprego de pronome relativo.
Alternativas
Respostas
4841: E
4842: A
4843: B
4844: E
4845: D
4846: C
4847: E
4848: B
4849: C
4850: C
4851: A
4852: D
4853: B
4854: A
4855: A
4856: E
4857: B
4858: B
4859: A
4860: D