Questões de Concurso
Comentadas para técnico administrativo
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Com base no Regimento Geral da Universidade Estadual do Paraná, a Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação é composta imediatamente por:
Na Universidade Estadual do Paraná, as instâncias administrativas estão organizadas em três níveis: Administração Superior, Administração Intermediária e Administração Básica. A Administração Superior possui órgãos Deliberativos e Consultivo que inclui o Conselho Universitário, Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão e Conselho de Planejamento, Administração e Finanças, bem como órgãos Executivos que inclui a Reitoria, Pró-reitorias, órgãos Suplementares e Apoio. Os órgãos Deliberativos e Consultivos são organizados coletivamente. De acordo com o exposto, numere a 2ª coluna de acordo com a 1ª.
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(1) Conselho Universitário (2) Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (3) Conselho de Planejamento, Administração e Finanças |
( ) Aprovar e acompanhar a execução de planos, programas e projetos de investimentos referentes a obras, serviços e aquisições em geral. ( ) Definir critérios institucionais para a elaboração de currículos dos cursos de graduação. ( ) Propor a orientação administrativa de toda a Universidade. ( ) Órgão máximo da Universidade Estadual do Paraná. ( ) Estabelecer e definir as políticas de cunho científico, de ensino, de extensão, administrativo e econômico-financeiro. |
A sequência correta é:
Nos termos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB 9394/96, “as Universidades são instituições pluridisciplinares de formação dos quadros profissionais de nível superior, de pesquisa, de extensão e de domínio e cultivo do saber humano”.
Com base no fragmento do texto, da LDB, sobre a caracterização das Universidades, assinale a alternativa INCORRETA:
Imagine que o trecho abaixo representa um contato oral entre supervisor e colaboradores de uma instituição.
Dirigindo-se à equipe administrativa, o supervisor anuncia:
O motivo deste nosso encontro é discutirmos acerca dos problemas que estamos enfrentando em função de atrasos na entrega e no encaminhamento dos documentos institucionais. ____________ todos conheçam o regulamento da instituição, percebemos nitidamente atrasos rotineiros que, _________________, afetam o funcionamento da instituição. __________________, todos já receberam as orientações necessárias para o desempenho de suas funções. Esperamos poder contar com a responsabilidade e determinação de todos os membros da equipe. Obrigado.
Qual das alternativas abaixo completa corretamente as lacunas do trecho acima, garantindo coesão e clareza à mensagem:
São características da redação oficial:
Marcos Bagno, em seu livro “Preconceito Linguístico” (Edições Loyola, 2011), apresenta alguns mitos sobre a Língua Portuguesa. Alguns desses mitos seriam: “Português é muito difícil”, “as pessoas sem instrução falam tudo errado”, “é preciso saber gramática para falar e escrever bem”. Para o autor, é importante que se valorize o saber linguístico individual de cada um. Considerando essas reflexões, podemos afirmar sobre as variedades linguísticas:
Abaixo, há um breve resumo do texto ‘Feedback e crítica: qual a diferença”, do autor Bernt Entschev (publicado na Gazeta do povo on line em 29/12/2013), porém os trechos do resumo estão desordenados. Observe a ordem lógica do texto:
( ) Enquanto que a crítica focaliza o erro cometido pelo funcionário.
( ) O autor afirma que o feedback tende a oferecer alternativas para melhorar o quenão está bom.
( ) O texto “Feedback e crítica: qual a diferença”, do autor Bernt Entschev, publicado no Jornal Gazeta do Povo On line, tem como objetivo discutir acerca da diferença entre feedback e crítica, procurando mostrar qual dos dois procedimentos é o mais interessante para a motivação dos funcionários.
( ) Por fim, o autor considera que o feedback focaliza a situação, enquanto a crítica focaliza o indivíduo.
A ordem que melhor representa o texto seria:
O texto a seguir é referência para as questões de 01 a 04:
ESPERANÇA NA UNIVERSIDADE
O mundo, em inícios do século XXI, passou por uma imensa desarticulação ideológica, que incluiu uma enorme dissociação política e uma desigualdade social maciça. Frente a essas transformações radicais, a universidade ainda representa patrimônio intelectual, independência política e crítica social. Graças a essas características, a universidade é a instituição mais bem preparada para reorientar o futuro da humanidade.
As últimas décadas do século XX causaram grande desorientação:
• a economia, que foi o orgulho do século XX, entrou em desaceleração;
• essa economia, que, a princípio, aumentou o número dos que se beneficiavam do progresso, passou a ser instrumento da mais brutal desigualdade entre os seres humanos já vista na história;
• os partidos políticos, quer de direita quer de esquerda, deixaram de gerar esperança;
• a democracia, que havia sido criada para os estados-cidade, tendo resistido por mil anos, passou a se mostrar saturada e incompetente. Isso se deu num tempo em que um presidente eleito em um país, pequeno ou grande, tem poder sobre todo o planeta e sobre os séculos futuros, em termos das decisões tomadas por ele;
• as religiões, que sempre foram guardiãs da cultura, sentem-se agora incapazes de frear o avanço brutal do individualismo;
• as empresas, que antes criavam empregos, passaram a destruir empregos;
[...]
Resta pouca esperança de que um novo sistema global de ideias venha a ser criado para renovar a crença na utopia de um mundo em que o sonho humano de progresso tecnológico se alie à liberdade e à igualdade. Essa crença implicava confiança nos políticos, nos líderes religiosos e nos juízes, de quem se esperava a invenção de meios para a criação de coalizões entre os seres humanos. No entanto, se examinarmos as instituições que sobreviveram ao longo desses últimos mil anos, podemos ainda nos permitir ter esperanças, se voltarmos nosso olhar para a universidade.
Para que a universidade seja um instrumento de esperança, entretanto, é necessário que ela recupere esperança nela própria. Isso significa compreender as dificuldades e as limitações da universidade, bem como formular uma nova proposta, novas estruturas e novos métodos de trabalho. Lutar pela defesa da universidade significa lutar pela transformação da universidade.
(Cristovam Buarque. A Universidade numa encruzilhada) FONTE: Ministro da Educação do Brasil. Trabalho apresentado na Conferência Mundial de Educação Superior + 5, UNESCO, Paris, 23-25 de junho de 2003. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ue000035.pdf. Acesso em: 20/02/2014
Na frase: “Lutar pela defesa da universidade significa lutar pela transformação da universidade”, podemos afirmar, em relação à análise sintática:
I. “Lutar pela defesa da universidade” funciona como sujeito da oração;
II. Oração sem sujeito
III. O verbo “significar” é um verbo intransitivo.
IV. O verbo “lutar” é um verbo transitivo indireto.
Estão corretas:
O texto a seguir é referência para as questões de 01 a 04:
ESPERANÇA NA UNIVERSIDADE
O mundo, em inícios do século XXI, passou por uma imensa desarticulação ideológica, que incluiu uma enorme dissociação política e uma desigualdade social maciça. Frente a essas transformações radicais, a universidade ainda representa patrimônio intelectual, independência política e crítica social. Graças a essas características, a universidade é a instituição mais bem preparada para reorientar o futuro da humanidade.
As últimas décadas do século XX causaram grande desorientação:
• a economia, que foi o orgulho do século XX, entrou em desaceleração;
• essa economia, que, a princípio, aumentou o número dos que se beneficiavam do progresso, passou a ser instrumento da mais brutal desigualdade entre os seres humanos já vista na história;
• os partidos políticos, quer de direita quer de esquerda, deixaram de gerar esperança;
• a democracia, que havia sido criada para os estados-cidade, tendo resistido por mil anos, passou a se mostrar saturada e incompetente. Isso se deu num tempo em que um presidente eleito em um país, pequeno ou grande, tem poder sobre todo o planeta e sobre os séculos futuros, em termos das decisões tomadas por ele;
• as religiões, que sempre foram guardiãs da cultura, sentem-se agora incapazes de frear o avanço brutal do individualismo;
• as empresas, que antes criavam empregos, passaram a destruir empregos;
[...]
Resta pouca esperança de que um novo sistema global de ideias venha a ser criado para renovar a crença na utopia de um mundo em que o sonho humano de progresso tecnológico se alie à liberdade e à igualdade. Essa crença implicava confiança nos políticos, nos líderes religiosos e nos juízes, de quem se esperava a invenção de meios para a criação de coalizões entre os seres humanos. No entanto, se examinarmos as instituições que sobreviveram ao longo desses últimos mil anos, podemos ainda nos permitir ter esperanças, se voltarmos nosso olhar para a universidade.
Para que a universidade seja um instrumento de esperança, entretanto, é necessário que ela recupere esperança nela própria. Isso significa compreender as dificuldades e as limitações da universidade, bem como formular uma nova proposta, novas estruturas e novos métodos de trabalho. Lutar pela defesa da universidade significa lutar pela transformação da universidade.
(Cristovam Buarque. A Universidade numa encruzilhada) FONTE: Ministro da Educação do Brasil. Trabalho apresentado na Conferência Mundial de Educação Superior + 5, UNESCO, Paris, 23-25 de junho de 2003. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ue000035.pdf. Acesso em: 20/02/2014
Observe, em destaque no texto, os seguintes enunciados “Frente a essas transformações” e “Graças a essas características”. Sobre essas expressões, é possível afirmar:
I. “Frente a essas transformações” retoma: dissociação política e uma desigualdade social maciça.
II. “Graças a essas características” retoma: “a universidade ainda representa patrimônio intelectual, independência política e crítica social”.
III. Tanto em “essas transformações” quanto em “essas características”, tem-se o mesmo referente: dissociação política e uma desigualdade social maciça.
Estão corretas:
O texto a seguir é referência para as questões de 01 a 04:
ESPERANÇA NA UNIVERSIDADE
O mundo, em inícios do século XXI, passou por uma imensa desarticulação ideológica, que incluiu uma enorme dissociação política e uma desigualdade social maciça. Frente a essas transformações radicais, a universidade ainda representa patrimônio intelectual, independência política e crítica social. Graças a essas características, a universidade é a instituição mais bem preparada para reorientar o futuro da humanidade.
As últimas décadas do século XX causaram grande desorientação:
• a economia, que foi o orgulho do século XX, entrou em desaceleração;
• essa economia, que, a princípio, aumentou o número dos que se beneficiavam do progresso, passou a ser instrumento da mais brutal desigualdade entre os seres humanos já vista na história;
• os partidos políticos, quer de direita quer de esquerda, deixaram de gerar esperança;
• a democracia, que havia sido criada para os estados-cidade, tendo resistido por mil anos, passou a se mostrar saturada e incompetente. Isso se deu num tempo em que um presidente eleito em um país, pequeno ou grande, tem poder sobre todo o planeta e sobre os séculos futuros, em termos das decisões tomadas por ele;
• as religiões, que sempre foram guardiãs da cultura, sentem-se agora incapazes de frear o avanço brutal do individualismo;
• as empresas, que antes criavam empregos, passaram a destruir empregos;
[...]
Resta pouca esperança de que um novo sistema global de ideias venha a ser criado para renovar a crença na utopia de um mundo em que o sonho humano de progresso tecnológico se alie à liberdade e à igualdade. Essa crença implicava confiança nos políticos, nos líderes religiosos e nos juízes, de quem se esperava a invenção de meios para a criação de coalizões entre os seres humanos. No entanto, se examinarmos as instituições que sobreviveram ao longo desses últimos mil anos, podemos ainda nos permitir ter esperanças, se voltarmos nosso olhar para a universidade.
Para que a universidade seja um instrumento de esperança, entretanto, é necessário que ela recupere esperança nela própria. Isso significa compreender as dificuldades e as limitações da universidade, bem como formular uma nova proposta, novas estruturas e novos métodos de trabalho. Lutar pela defesa da universidade significa lutar pela transformação da universidade.
(Cristovam Buarque. A Universidade numa encruzilhada) FONTE: Ministro da Educação do Brasil. Trabalho apresentado na Conferência Mundial de Educação Superior + 5, UNESCO, Paris, 23-25 de junho de 2003. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ue000035.pdf. Acesso em: 20/02/2014
Na sentença “Para que a universidade seja um instrumento de esperança, entretanto, é necessário que ela recupere esperança nela própria.”, é possível afirmar que as conjunções sublinhadas estabelecem, respectivamente, relação semântica de:
O texto a seguir é referência para as questões de 01 a 04:
ESPERANÇA NA UNIVERSIDADE
O mundo, em inícios do século XXI, passou por uma imensa desarticulação ideológica, que incluiu uma enorme dissociação política e uma desigualdade social maciça. Frente a essas transformações radicais, a universidade ainda representa patrimônio intelectual, independência política e crítica social. Graças a essas características, a universidade é a instituição mais bem preparada para reorientar o futuro da humanidade.
As últimas décadas do século XX causaram grande desorientação:
• a economia, que foi o orgulho do século XX, entrou em desaceleração;
• essa economia, que, a princípio, aumentou o número dos que se beneficiavam do progresso, passou a ser instrumento da mais brutal desigualdade entre os seres humanos já vista na história;
• os partidos políticos, quer de direita quer de esquerda, deixaram de gerar esperança;
• a democracia, que havia sido criada para os estados-cidade, tendo resistido por mil anos, passou a se mostrar saturada e incompetente. Isso se deu num tempo em que um presidente eleito em um país, pequeno ou grande, tem poder sobre todo o planeta e sobre os séculos futuros, em termos das decisões tomadas por ele;
• as religiões, que sempre foram guardiãs da cultura, sentem-se agora incapazes de frear o avanço brutal do individualismo;
• as empresas, que antes criavam empregos, passaram a destruir empregos;
[...]
Resta pouca esperança de que um novo sistema global de ideias venha a ser criado para renovar a crença na utopia de um mundo em que o sonho humano de progresso tecnológico se alie à liberdade e à igualdade. Essa crença implicava confiança nos políticos, nos líderes religiosos e nos juízes, de quem se esperava a invenção de meios para a criação de coalizões entre os seres humanos. No entanto, se examinarmos as instituições que sobreviveram ao longo desses últimos mil anos, podemos ainda nos permitir ter esperanças, se voltarmos nosso olhar para a universidade.
Para que a universidade seja um instrumento de esperança, entretanto, é necessário que ela recupere esperança nela própria. Isso significa compreender as dificuldades e as limitações da universidade, bem como formular uma nova proposta, novas estruturas e novos métodos de trabalho. Lutar pela defesa da universidade significa lutar pela transformação da universidade.
(Cristovam Buarque. A Universidade numa encruzilhada) FONTE: Ministro da Educação do Brasil. Trabalho apresentado na Conferência Mundial de Educação Superior + 5, UNESCO, Paris, 23-25 de junho de 2003. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ue000035.pdf. Acesso em: 20/02/2014
Qual das alternativas abaixo não representa uma consideração apropriada do texto base:
O método foi inventado por cientistas ingleses, mas saiu de um laboratório localizado em Juazeiro, na Bahia, a tecnologia que permitiu aplicá-lo numa escala inédita. A Moscamed Brasil produz, por semana, 1 milhão de mosquitos que, modificados geneticamente e soltos na natureza, se transformam em um exército de combate à dengue. No ano passado, a doença matou quase 600 pessoas no Brasil.
Batizada de OX513A, essa linhagem transgênica do Aedes aegypti — formada apenas por machos, que não picam e portanto não transmitem a doença — tem por função copular com as fêmeas que estão na natureza. Dessa forma, eles transferem para os filhotes um gene letal que contêm. Criado pelo laboratório inglês Oxitec, esse gene fabrica em excesso a proteína tTA, que interfere no metabolismo da larva e faz com que ela não consiga produzir outras proteínas necessárias para a sobrevivência. Como a cópula entre os insetos acontece apenas uma vez, o resultado é que cada mosquito transgênico “neutraliza” uma fêmea de Aedes aegypti, fazendo com que ela perca a capacidade de gerar novos transmissores da doença.
Embora sejam portadores do gene mortal, os mosquitos criados em laboratório conseguem sobreviver até a fase adulta porque recebem o antibiótico tetraciclina, que funciona como uma espécie de antídoto ao gene modificado. “Já as novas pupas e larvas que herdam o gene mortal não encontram o antibiótico na natureza. Por isso, morrem antes de chegar à fase adulta”, explica a bióloga Michelle Cristine Pedrosa. Em bairros como Mandacaru e lItaberaba, a soltura dos OX513A reduziu em até 93%a quantidade de mosquitos da dengue. [...] Em junho do ano passado, os testes da Moscamed entraram numa nova fase. Pela primeira vez no mundo, a experiência com os mosquitos transgênicos começou a ser feita não em bairros, como no caso de Juazeiro, mas numa cidade. Jacobina, na Bahia, com 84.000 habitantes, receberá, até o fim do ano, 4 milhões de mosquitos por semana. No bairro Pedra Branca, onde os testes tiveram início, a redução no número de mosquitos selvagens chegou a 92%. Se o resultado final for tão bom quanto o inicial, a técnica será incorporada pelo Ministério da Saúde como um dos mecanismos de combate a dengue em escala nacional. [...] (COURA, Kalleo. Um mosquito contra a dengue. Revista Veja. Ed. Abril, ed. 2376, n. 23, p.72-73, 4 jun. 2014.)
Assinale a opção que pode substituir a locução destacada em: “POR ISSO, morrem antes de chegar à fase adulta...” (§ 3), sem alteração de sentido.
Os documentos públicos são identificados como ativos, temporários e elimináveis.
Prevista na legislação arquivística, a eliminação de documentos produzidos por instituições públicas é permitida desde que seja autorizada por instituição arquivística pública.
Essa descrição define:
I - Transformação de entradas e saídas, com a utilização de recursos da empresa, com a esperada agregação de valor.
II - Grau com que as expectativas do cliente são atendidas.
III - Grau de aproveitamento dos recursos para gerar uma saída.
As definições I, II e III correspondem respectivamente a:
Nas organizações públicas, os processos de atendimento ao cidadão são considerados de apoio.
O diagrama de Pareto é uma ferramenta que permite classificar e priorizar oportunidades de melhoria; facilita a tomada de decisão por parte dos gestores.
Em uma organização, os processos centrais são aqueles relacionados à gestão de pessoas, que compõem o núcleo estrutural da organização.