Questões de Concurso Comentadas para arquiteto urbanista

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Q4078351 Direito Digital
Segundo a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), Lei nº 13.709/2018, está correto o que se afirma em
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Q4078350 Legislação Federal
Analise os conceitos a seguir, referentes à Lei nº 11.091/2005, que dispõe sobre a estruturação do Plano de Carreira dos Cargos Técnico -Administrativos em Educação, no âmbito das Instituições Federais de Ensino vinculadas ao Ministério da Educação.

I - Plano de carreira é o conjunto de princípios, diretrizes e normas que regulam o desenvolvimento profissional dos servidores titulares de cargos que integram determinada carreira, constituindo-se em instrumento de gestão do órgão ou entidade.
II - Usuários são pessoas ou coletividades internas ou externas à Instituição Federal de Ensino que usufruem direta ou indiretamente dos serviços por ela prestados.
III - Cargo é a área específica de atuação do servidor, integrada por atividades afins ou complementares, organizada a partir das necessidades institucionais e que orienta a política de desenvolvimento de pessoal.

Está correto apenas o que se afirma em
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Q4078349 Direito Administrativo
A Lei nº 9.784/1999 regulamenta o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal. Segundo essa Lei, estão corretas as afirmações a seguir, EXCETO:
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Q4078348 Direito Administrativo
Preencha as lacunas, segundo os exatos termos do Decreto nº 1.171/1994, que aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal.

"A _______________ da Administração Pública não se limita à distinção entre o bem e o mal, devendo ser acrescida da ideia de que o fim é sempre o (a) _______________. O equilíbrio entre a legalidade e a finalidade, na conduta do servidor público, é que poderá consolidar a moralidade do _______________”.

A sequência que completa a norma citada é:
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Q4078347 Direito Administrativo
Sobre o Decreto nº 1.171, de 22 de junho de 1994, que aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público, analise as assertivas a seguir.

I - É dever do servidor desempenhar, a tempo, as atribuições do cargo, função ou emprego público de que seja titular.
II - É dever do servidor fazer uso de informações privilegiadas obtidas no âmbito interno de seu serviço, em benefício próprio, de parentes, de amigos ou de terceiros, privilegiando o bem comum.
III - É dever do servidor ser assíduo e frequente ao serviço, na certeza de que sua ausência provoca danos ao trabalho ordenado, refletindo negativamente em todo o sistema.

Está correto apenas o que se afirma em
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Q4078346 Direito Administrativo
Segundo o regime disciplinar previsto na Lei nº 8.112/1990, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, qual é um dever do servidor público?
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Q4078345 Direito Administrativo
Considerando-se os dispositivos da Lei nº 8.112/90, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, quais os requisitos básicos para investidura em cargo público?
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Q4078344 Direito Constitucional
A respeito das normas constitucionais sobre a Educação, conforme a Constituição da República de 1988, é correto afirmar que
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Q4078343 Direito Constitucional
Sobre a Administração Pública e conforme a Constituição da República de 1988 é INCORRETO afirmar que
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Q4078342 Direito Constitucional
Conforme o artigo 2º da Constituição da República de 1988, sobre os Poderes da União é correto afirmar que
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Q4078339 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.


Piscar (;) e chorar (;‒;)


Mário Sérgio Conti*


O ponto e vírgula corre risco de extinção: o simpático sinal de pontuação não foi usado nos últimos três dias na Folha. Até os colchetes, mais afeitos à linguagem matemática, apareceram; ponto e vírgula que é bom, nenhunzinho. Em contrapartida, abundam os pontos de exclamação, enterrados no jornal pelo bate-estaca de colunistas fanfarrões. Adicione-se ao estrondo exclamativo o ponto final por extenso.

Escasseiam também as reticências, irônicas ou não; o travessão, que abre uma fala ou completa o escrito; até os parênteses, que encapsulam outro sentido, como faz Drummond em "(não cantarei o mar: que ele se vingue de meu silêncio nesta concha)".

A pontuação é uma forma histórica. Os livros de Aristóteles, Platão e da Bíblia não tinham pontuação; nem minúsculas; nem espaço entre as palavras! Deus não escrevia certo por linhas tortas; escrevia embolado. O evangelho de João começava assim:

NOPRINCÍPIOERAOVERBOEOVERBOESTAVAEMDEUSEOVERBOERADEUS.

Foi com tijolos textuais como esse que se construiu o saber ocidental. Porque, como disse Aristóteles, OHOMEMÉUMANIMALPOLÍTICO. Gregários, os homens adotam convenções para se comunicar e mudar; mudar inclusive as convenções.

Foi o que fez Aldus Manutius, o editor veneziano que, em fevereiro de 1494, inventou o ponto e vírgula.
Quem conta sua história é a professora Cecelia Watson, num livro delicioso, "Semicolon: Past, Present, and Future of a Misunderstood Mark". Renascentista, Manutius queria popularizar o conhecimento. Não havia padronização nem academias que policiassem o idioma. Era uma algazarra. Cada um pontuava como lhe desse na telha.

Ao publicar "O Etna", ensaio em forma de diálogo sobre o vulcão ‒ de autoria do cardeal Pietro Bembo, Manutius teve a divina ideia de captar a elocução do distinto prelado. Criou o símbolo gráfico que marca pausa maior que a da vírgula e menor que a do ponto. Com a obra pronta, vieram as regras: o ponto e vírgula separa orações numa mesma frase; organiza listas; economiza conectivos (e) ou adversativas (mas). Permaneceu perene, porém, o preceito básico ‒ registrar um silêncio específico, advindo da linguagem oral.

A engenhoca de Manutius ganhou o mundo. "MobyDick" tem 4.000 pontos e vírgulas, informa Cecelia Watson, "um a cada 52 palavras". Machado de Assis, mais comedido e certeiro, mereceria o título de mestre do ponto e vírgula na periferia do capitalismo. Henry James não escrevia sem ter ao lado da escrivaninha um barril de pontos e vírgulas. Chegou à inverter a ordem de importância entre pontuação e palavras. Numa rara entrevista, ao Times, insistiu para que o repórter anotasse sua "pontuação, bem como as palavras".

A coisa mudou no século passado. Orwell, Barthelme, Chandler e tantos outros desprezaram o miniponto de Manutius. Vonnegut teve o topete de dizer que pontos e vírgulas são "hermafroditas que não representam absolutamente nada".

É meio assim no Brasil. Nos seis contos exímios que Dalton Trevisan publicou e distribuiu no início do ano, num livreto de 32 páginas, não há um único ponto e vírgula. Dalton deixa que seus personagens e leitores deem uma paradinha onde bem entenderem. Em contrapartida, o ponto e vírgula virou emoji, um derivado dos signos de pontuação. Dois pontos e vírgulas, com um travessão no meio, mostram uma carinha derramando uma lágrima de cada olho ;–;. Sozinho, representa uma piscada ;.

No ensaio "Sinais de Pontuação", Adorno prefigurou esse uso figurativo. O ponto de exclamação é um dedo em riste ameaçador, disse. Os dois pontos abrem a boca, "e coitado do escritor que não souber saciá-los". "Marotas e satisfeitas", as aspas "lambem os lábios".

Para Adorno, o ponto e vírgula parece "um bigode caído" e passa "um sabor rústico". Como quase ninguém mais tem bigode, o ponto e vírgula, com tantos serviços prestados, está à beira do desuso.


* Jornalista e escritor.

Folha de São Paulo, 27 de maio de 2022. Adaptado.
“Os livros de Aristóteles, Platão e da Bíblia não tinham pontuação; nem minúsculas; nem espaço entre as palavras! Deus não escrevia certo por linhas tortas; escrevia embolado. O evangelho de João começava assim:

NOPRINCÍPIOERAOVERBOEOVERBOESTAVAEMDEUSEOVERBOERADEUS.”

Leia a passagem transcrita do texto, considere o gênero textual, os aspectos da textualidade e preencha corretamente as lacunas.

A intertextualidade é o diálogo entre textos. No trecho mencionado ela ocorre, inicialmente, por meio da __________ a obras de filósofos da Antiguidade e ao livro sagrado do cristianismo. Em um segundo momento, por meio de um gênero textual popular, reconhecido na expressão “Deus não escrevia certo por linhas tortas”. Todavia, nele se percebe o efeito de sentido __________ pela __________ do provérbio.

A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é
Alternativas
Q4078338 Linguística
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.


Piscar (;) e chorar (;‒;)


Mário Sérgio Conti*


O ponto e vírgula corre risco de extinção: o simpático sinal de pontuação não foi usado nos últimos três dias na Folha. Até os colchetes, mais afeitos à linguagem matemática, apareceram; ponto e vírgula que é bom, nenhunzinho. Em contrapartida, abundam os pontos de exclamação, enterrados no jornal pelo bate-estaca de colunistas fanfarrões. Adicione-se ao estrondo exclamativo o ponto final por extenso.

Escasseiam também as reticências, irônicas ou não; o travessão, que abre uma fala ou completa o escrito; até os parênteses, que encapsulam outro sentido, como faz Drummond em "(não cantarei o mar: que ele se vingue de meu silêncio nesta concha)".

A pontuação é uma forma histórica. Os livros de Aristóteles, Platão e da Bíblia não tinham pontuação; nem minúsculas; nem espaço entre as palavras! Deus não escrevia certo por linhas tortas; escrevia embolado. O evangelho de João começava assim:

NOPRINCÍPIOERAOVERBOEOVERBOESTAVAEMDEUSEOVERBOERADEUS.

Foi com tijolos textuais como esse que se construiu o saber ocidental. Porque, como disse Aristóteles, OHOMEMÉUMANIMALPOLÍTICO. Gregários, os homens adotam convenções para se comunicar e mudar; mudar inclusive as convenções.

Foi o que fez Aldus Manutius, o editor veneziano que, em fevereiro de 1494, inventou o ponto e vírgula.
Quem conta sua história é a professora Cecelia Watson, num livro delicioso, "Semicolon: Past, Present, and Future of a Misunderstood Mark". Renascentista, Manutius queria popularizar o conhecimento. Não havia padronização nem academias que policiassem o idioma. Era uma algazarra. Cada um pontuava como lhe desse na telha.

Ao publicar "O Etna", ensaio em forma de diálogo sobre o vulcão ‒ de autoria do cardeal Pietro Bembo, Manutius teve a divina ideia de captar a elocução do distinto prelado. Criou o símbolo gráfico que marca pausa maior que a da vírgula e menor que a do ponto. Com a obra pronta, vieram as regras: o ponto e vírgula separa orações numa mesma frase; organiza listas; economiza conectivos (e) ou adversativas (mas). Permaneceu perene, porém, o preceito básico ‒ registrar um silêncio específico, advindo da linguagem oral.

A engenhoca de Manutius ganhou o mundo. "MobyDick" tem 4.000 pontos e vírgulas, informa Cecelia Watson, "um a cada 52 palavras". Machado de Assis, mais comedido e certeiro, mereceria o título de mestre do ponto e vírgula na periferia do capitalismo. Henry James não escrevia sem ter ao lado da escrivaninha um barril de pontos e vírgulas. Chegou à inverter a ordem de importância entre pontuação e palavras. Numa rara entrevista, ao Times, insistiu para que o repórter anotasse sua "pontuação, bem como as palavras".

A coisa mudou no século passado. Orwell, Barthelme, Chandler e tantos outros desprezaram o miniponto de Manutius. Vonnegut teve o topete de dizer que pontos e vírgulas são "hermafroditas que não representam absolutamente nada".

É meio assim no Brasil. Nos seis contos exímios que Dalton Trevisan publicou e distribuiu no início do ano, num livreto de 32 páginas, não há um único ponto e vírgula. Dalton deixa que seus personagens e leitores deem uma paradinha onde bem entenderem. Em contrapartida, o ponto e vírgula virou emoji, um derivado dos signos de pontuação. Dois pontos e vírgulas, com um travessão no meio, mostram uma carinha derramando uma lágrima de cada olho ;–;. Sozinho, representa uma piscada ;.

No ensaio "Sinais de Pontuação", Adorno prefigurou esse uso figurativo. O ponto de exclamação é um dedo em riste ameaçador, disse. Os dois pontos abrem a boca, "e coitado do escritor que não souber saciá-los". "Marotas e satisfeitas", as aspas "lambem os lábios".

Para Adorno, o ponto e vírgula parece "um bigode caído" e passa "um sabor rústico". Como quase ninguém mais tem bigode, o ponto e vírgula, com tantos serviços prestados, está à beira do desuso.


* Jornalista e escritor.

Folha de São Paulo, 27 de maio de 2022. Adaptado.
“Vonnegut teve o topete de dizer que pontos e vírgulas são ‘hermafroditas que não representam absolutamente nada’”.

Além da citação, a outra marca linguística do português do Brasil presente nessa passagem do texto é, fundamentalmente, o(a)
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Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Arquiteto e Urbanista |
Q2091517 Arquitetura
Quanto aos direitos autorais na Arquitetura e Urbanismo (RESOLUÇÃO N° 67, CAU/BR), assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa a seguir. 
( ) Os direitos autorais morais são transmissíveis e prescritíveis. ( ) Os direitos autorais patrimoniais são os direitos de utilizar, fruir e dispor da obra intelectual. ( ) Para fins de direitos autorais no âmbito da Arquitetura e Urbanismo, deverão ser considerados coautores todos aqueles que auxiliaram na representação da obra intelectual. ( ) Nas placas de comunicação inseridas junto à obra e dirigidas ao público em geral, deve ser indicado somente o nome do autor principal acompanhado do seu número de registro no CAU.
A sequência correta é
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Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Arquiteto e Urbanista |
Q2091516 Arquitetura
De acordo com o Código de Ética e Disciplina do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil – CAU/BR (Resolução N° 52, 2013), considere as afirmativas a seguir.
I – No caso de relações de trabalho firmadas em pressupostos não condizentes com os termos do Código, o arquiteto e urbanista deve recusar as relações de trabalho firmadas, desde que tal ação não provoque prejuízo aos envolvidos. II – O arquiteto e urbanista deve respeitar os valores e a herança natural e cultural da comunidade na qual ele esteja prestando serviços profissionais, desde que tais valores não afetem o custo total da obra. III – O arquiteto e urbanista deve adotar soluções que garantam a qualidade da construção, o bem-estar e a segurança das pessoas nos serviços de sua autoria e responsabilidade. IV – O arquiteto e urbanista pode oferecer propostas para a prestação de serviços antes de obter informações necessárias e suficientes sobre a natureza e extensão dos serviços profissionais solicitados por seu contratante.
Está(ão) correta(s)
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Arquiteto e Urbanista |
Q2091515 Arquitetura
A implantação do canteiro de obras é o marco inicial da construção de um edifício. Contudo, algumas atividades devem acontecer antes desse marco temporal, a exemplo do projeto específico do canteiro de obras e da verificação da disponibilidade para instalação de água e de energia no local.
Sobre as demandas relacionadas ao canteiro de obras, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Arquiteto e Urbanista |
Q2091514 Arquitetura
A escolha do material de construção na hora de projetar ou construir deve ser feita a partir de vários critérios, entre eles: manutenção, adaptação à variação de temperatura, disponibilidade do material na região, existência de mão de obra na região para utilizar tal material, etc. Além destes critérios, os materiais utilizados em bioarquitetura costumam ter baixo impacto ambiental tanto na sua extração da natureza quanto em relação aos resíduos produzidos. Em relação a esse contexto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Arquiteto e Urbanista |
Q2091513 Arquitetura
O conceito de racionalização da construção tem relação com a organização das etapas do processo construtivo, desde o projeto até a entrega e uso da obra. A utilização de sistemas pré-fabricados na construção tem como objetivo uma rapidez na construção e requer uma compatibilização dos projetos dos subsistemas (BARTH; VEFAGO, 2016). Em relação ao projeto de fachadas com elementos pré-fabricados, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Arquiteto e Urbanista |
Q2091512 Arquitetura
Os processos automatizados de manufatura são capazes de transformar modelos digitais em formas físicas, sejam estas maquetes em escalas reduzidas, protótipos em escala 1:1 ou mesmo formas e peças finais de edificações e produtos (PUPO; CELANI, 2011). As formas de produção automatizadas mais tratadas, ultimamente, são a prototipagem rápida e a fabricação digital. Em relação a esse contexto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Arquiteto e Urbanista |
Q2091511 Arquitetura
Os auditórios para música são salas que podem ser consideradas quase como uma instituição para o campo de estudos em projetos acústicos, pois possuem muitos requerimentos técnicos e exigências dos músicos, maestros e do público que os utilizam (BRANDÃO, 2016). Em relação a esses requerimentos técnicos primordiais de auditórios para música (salas de concerto e salas de ópera), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Arquiteto e Urbanista |
Q2091510 Arquitetura
O conforto lumínico diz respeito às qualidades de iluminação natural e/ou artificial necessárias às atividades humanas. Dentro desta área de estudos, a fotometria consiste no campo da ciência que trata da medição das propriedades da luz. Em relação às grandezas fotométricas, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
1621: A
1622: B
1623: A
1624: D
1625: C
1626: B
1627: C
1628: E
1629: D
1630: E
1631: D
1632: A
1633: E
1634: A
1635: C
1636: B
1637: C
1638: C
1639: B
1640: A