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I - Todas as despesas relativas à dívida pública, mobiliária ou contratual, e as receitas que as atenderão, constarão da lei orçamentária anual.
II - O refinanciamento da dívida pública estará somado, integrado e distribuído entre os demais itens da lei orçamentária e nas de crédito adicional.
III - É vedado consignar na lei orçamentária crédito com finalidade imprecisa ou com dotação ilimitada.
Em resposta à crise, o governo brasileiro adotou, em 2008, medidas de política fiscal que visavam estimular o consumo e o investimento.
Em 2008, o PIB brasileiro apresentou uma variação real negativa.
Entre os anos de 2006 e 2013, a meta fixada pelo governo foi de 4,5% ao ano, com tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O Brasil foi o primeiro país a adotar esse sistema.
A meta de inflação para cada ano é fixada pelo Ministro da Fazenda, no mês de junho do ano anterior.
Como parte do Plano Real, promoveu-se uma desvinculação parcial das receitas do governo federal.
A unidade real de valor (URV), criada em fevereiro de 1994 como unidade de conta, passou a ser meio de pagamento em julho desse ano, mudando em seguida de nome.
A alta inflação propiciava receitas para os bancos comerciais, de modo que a sua eliminação pelo Plano Real foi em parte responsável por uma crise bancária.
As primeiras medidas de combate à inflação anunciadas pelo governo da Nova República possuíam caráter ortodoxo, como o ajuste fiscal e o controle monetário.
O Plano Bresser reajustou os preços públicos e administrados, o que provocou uma inflação corretiva.
A alta dos preços internacionais do petróleo e o aumento das taxas de juros internacionais constituem alguns dos fatores responsáveis por esta crise.
Os efeitos negativos da elevação da dívida externa entre os anos de 1980 e 1984 levaram à adoção de um sistema de taxas de câmbio flutuantes
O equilíbrio geral das trocas, de acordo com a Escola de Lausanne, ocorre quando a taxa marginal de substituição entre cada par de bens for a mesma para todos os indivíduos que consomem ambos os bens.
Uma deseconomia externa existe quando o custo marginal social é menor que o benefício social marginal.
Um indivíduo com mais de sessenta e cinco anos de idade paga preços mais caros ao seguro de saúde que outro indivíduo mais jovem devido ao problema da seleção adversa, provocado por um mercado de informações assimétricas.
Considere que determinada cidade que tem apenas uma grande indústria deseje instituir uma taxa sobre a emissão de poluentes. Nessa situação, dado o processo produtivo da empresa, o valor ótimo para a taxa será igual ao ponto de equilíbrio entre a taxa marginal externa provocada pela poluição e a taxa marginal de redução dos poluentes.
Considere um mercado em que só há duas empresas ofertando determinado bem e não há possibilidade de acordo para cooperação entre essas empresas. Nessa situação, somente haverá equilíbrio de Nash quando cada empresa cobrar o menor preço possível.