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Ano: 2011 Banca: CEC Órgão: Prefeitura de Palmeira - SC
Q1209066 Medicina
Relacione a 2.ª coluna de acordo com a 1.ª:
1. Epidemia 2. Pandemia 3. Endemia
(  ) É a ocorrência de um claro excesso de casos de uma doença ou síndrome clínica em relação ao esperado, para uma determinada área ou grupo específico de pessoas, num particular período de tempo.
(  ) É quando a freqüência e a distribuição de um determinado agravo à saúde em agrupamentos humanos distribuídos em espaços delimitados mantêm padrões regulares de variações num determinado período, ou seja, as oscilações na ocorrência das doenças correspondem somente às flutuações cíclicas e sazonais.
(  ) É a ocorrência epidêmica caracterizada por uma larga distribuição espacial, atingindo várias nações, podendo passar de um continente a outro.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:
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Ano: 2011 Banca: FGR Órgão: Prefeitura de Lagoa da Prata - MG
Q1208334 Medicina
Quanto ao tratamento da Diabetes Mellitus, podemos afirmar que, EXCETO:
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Ano: 2011 Banca: FGR Órgão: Prefeitura de Lagoa da Prata - MG
Q1208191 Medicina
Com relação ao tratamento do Hipotireoidismo, podemos afirmar que, EXCETO:
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Q1207973 Direito Financeiro
Nos termos da Lei nº 366/2001, NÃO é motivo para ser cassada a aposentadoria de servidor inativo, se ficar provado que, durante a atividade,
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Q1207969 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
 De acordo com a Lei nº 366/2001, a investidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado, quando invalidada a sua demissão por decisão judicial, com ressarcimento de todas as vantagens determinadas na sentença, é denominada
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Ano: 2011 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Baião - PA
Q1204713 Direito Ambiental
De acordo com o que estabelece a Resolução Nº 237, de 1997, do Conselho Nacional de Meio Ambiente, a renovação da Licença de Operação (LO) de uma atividade ou empreendimento deverá ser requerida antes da expiração de seu prazo de validade, fixado na respectiva licença, com antecedência mínima de
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Ano: 2011 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Vacaria - RS
Q1201549 Medicina
São manifestações clínicas sugestivas de vasculite, EXCETO: 
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Ano: 2011 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Vacaria - RS
Q1201533 Medicina
Considere as seguintes afirmações sobre o tratamento do hordéolo: I. Compressas mornas podem ser preconizadas, mas geralmente não oferecem benefício.  II. Não se utilizam antibióticos, pois os calázios são estéreis.  III. O tratamento cirúrgico não é indicado devido às complicações.  
Quais estão corretas? 
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Ano: 2011 Banca: FGR Órgão: Prefeitura de Lagoa da Prata - MG
Q1200527 Português
                                Entre o conselho e a ordem    Tenho uma boa notícia para você, leitor. Agora você já pode acreditar no que eu escrevo, porque, desde o último dia 17, não sou mais um charlatão. O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu em caráter definitivo que o diploma de jornalismo não é necessário para o exercício regular da profissão.    Como sói acontecer, todos os ministros do chamado Pretório Excelso presentes à sessão, menos o Marco Aurélio Mello, concordaram que a exigência do canudo violava os princípios constitucionais da liberdade de imprensa e da livre manifestação do pensamento.   Partilho dessa opinião. Não que até o dia 17 o Brasil vivesse sob o signo de Ahmadinejad, num estado de absoluto arbítrio e misericordiosa censura. Mas é forçoso reconhecer um país no qual se dispensam controles para definir quem pode e quem não pode escrever em jornais está mais perto da plenitude liberal democrática. Nunca é demais recordar que o decreto-lei 972/1969, que estabelecia a exigência do diploma, foi baixado pelo governo militar durante os anos de chumbo.    Não é esse, porém, o aspecto do julgamento que eu gostaria de ressaltar. O que me parece ser o ponto central é a questão da liberdade de ofício. O inciso XIII do artigo 5º da Carta estabelece: "É livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer". Um velho provérbio alemão assevera que o diabo se esconde nos detalhes. Em que casos convém que o legislador regulamente uma profissão?    A maioria das pessoas dotadas de justo quinhão de bom senso tende a concordar que o licenciamento só é necessário para ofícios que requeiram um saber técnico bastante preciso, como medicina e engenharia, ou exijam alguma perícia específica, a exemplo de piloto de avião, cuja ausência represente ponderável risco para a população.    Um jornalista até pode divulgar informações falsas que acabam provocando grandes estragos. Mas buscar um conjunto de matérias teóricas que capacitem um estudante a tornar-se um bom repórter ou editor é tarefa fadada ao fracasso. Trocando em miúdos, podemos afirmar que o engenheiro, para fazer com que a ponte fique em pé, precisa ter cursado cálculo I e II e conhecer certas noções de física que podem ser aprendidas nas escolas politécnicas. O médico, para receitar uma droga, precisa saber algo de bioquímica e farmacologia. Mas o que dizer do jornalista? O que ele precisa além de noções de português (em tese obtidas no processo de alfabetização) e de disposição para estudar um pouco o assunto de que vai falar? Talvez, se houvesse as disciplinas verdade I, II, III e IV, reconhecidas pelo MEC... Nunca é demais insistir, ninguém se torna ético só porque assistiu a aulas de ética na faculdade de filosofia. Afirmar, como se faz por aí, que escolas de jornalismo são garantia de bom comportamento moral no exercício da profissão faz tanto sentido quanto dizer que quem vai à missa não comete pecados. (...)    Como lembrou o sempre sensato ministro Celso de Mello, a regra geral deveria ser a liberdade de ofício. Entretanto, ele contou pelo menos cinco projetos de lei que tramitam no Congresso e tratam da regulamentação das profissões de modelo de passarela, designer de interiores, detetives, babás e escritores. Acrescento, por minha conta, as de demonstrador de mercadorias (PL 5451/09), cerimonialista (PL 5425/09), educador social (PL 5346/09), fotógrafo (PL 5187/09), depilador (PL 4771/09). Já resvalando no reino da fantasia, busca-se também regulamentar a ocupação de astrólogo (PL 6748/02) e terapeuta naturista (PL 2916/92). Pergunto-me como nossos solertes parlamentares puderam se esquecer de regular os ofícios de Papai Noel e das indispensáveis fadas.    Em muitos casos, as propostas são oportunamente esquecidas nos escaninhos do Legislativo (há um lado bom na inoperância do Congresso), mas nem sempre. categorias mais poderosas como a de médicos e advogados obtiveram o que seria impensável num Estado verdadeiramente republicano. Os discípulos de Esculápio, por exemplo, conseguiram transformar em lei geral o Código de Ética que eles mesmos elaboraram. Já nossos nobres causídicos deram um novo significado à noção de lobby ao inscrever não em lei ordinária, mas na própria Constituição o direito de indicar juízes para praticamente todas as cortes do país e de propor ações diretas de inconstitucionalidade (privilégio reservado a poucos). Pior, cuidaram para que a Lei Maior do país trouxesse um dispositivo que atua como impedimento a que o cidadão represente a si mesmo em juízo – erro lógico que nega o próprio conceito de cidadania.    Gostaria que a extinção da exigência de diploma de jornalista fosse o primeiro passo num movimento mais geral de descorporativização do Estado, mas receio que seja apenas um caso isolado. A mentalidade cartorial-corporativista está bem arraigada na alma do brasileiro. É uma pena. Esse seria um bom momento para mudanças. As divisões clássicas entre as ciências estão ruindo. Faz cada vez menos sentido compartimentalizar o saber – e, consequentemente, o ensino – em ramos prédefinidos como física, química, biologia. A pesquisa de ponta se faz hoje através de casamentos improváveis como aquele entre médicos e matemáticos (medicina baseada em evidências) ou entre economistas e neurocientistas (economia comportamental). A perseverar a inércia patrimonialista, enquanto o mundo estiver produzindo nova e boa ciência, nós por aqui estaremos paralisados: não teremos os especialistas necessários porque eles não saberão se devem contribuir para o conselho de biólogos ou a ordem dos estatísticos. (Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/helioschwartsman/ult510u585738.shtml) Texto adaptado.
Conforme o 6º parágrafo do texto, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FGR Órgão: Prefeitura de Lagoa da Prata - MG
Q1198985 Medicina
Com relação ao diagnóstico da Pneumonia Adquirida na Comunidade podemos afirmar que, EXCETO:
Alternativas
Q1198984 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
NÃO compreende o processo legislativo, a elaboração de

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Q1198790 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
De acordo com a Lei Orgânica de Monte Belo do Sul, NÃO compete ao município, no exercício de sua autonomia,
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Ano: 2011 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Nova União - RO
Q1198294 Medicina
A arterite de células gigantes ou arterite temporal é o tipo mais comum de vasculite sistêmica. As alternativas abaixo apresentam afirmativas corretas sobre a arterite de células gigantes, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Nova União - RO
Q1198271 Medicina
As alternativas abaixo apresentam causas de acidose metabólica com ânion gap aumentado, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Nova União - RO
Q1198212 Enfermagem
Constituem indicações para início de terapia antirretroviral em paciente portador de HIV, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Balsa Nova - PR
Q1196004 Medicina
Assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CEC Órgão: Prefeitura de Palmeira - SC
Q1195924 Português
O texto a seguir constitui referência para resposta da questão
EIKE PARA PRESIDENTE
Ser rico no Brasil sempre foi uma ofensa sociológica. Eike Batista chegou para acabar com isso. Ele não é só um bilionário desinibido, confiante, assumido. O pai de Thor é também carismático, empreendedor genuíno, obcecado com o cabelo, nosso primeiro Donald Trump, com bestseller nas livrarias e um senso de autopromoção que pode levá-lo, quem sabe, a subir a rampa do Palácio do Planalto.
Lembro que nos anos 1980, quando os japoneses inventavam coisas geniais como o walkman e eram vistos como os chineses são vistos hoje, era comum dizer que o Brasil deveria ser dado para eles administrarem. Tínhamos todos os atributos de uma nação rica, mas éramos tão mal geridos (naquele lodaçal do final da ditadura até o Plano Real) que deixados a nós mesmos nosso destino seria o fracasso.
Depois de tentarmos todas as coisas difíceis, o Brasil finalmente se encontrou no óbvio: democracia e economia de mercado. Chegamos com um atraso enorme em relação aos nossos primos norte-americanos (com quem devemos nos comparar por dimensão e ambição, e não com nossos pequenos vizinhos latinos), mas capitalismo e democracia, mesmo que tardios e imperfeitos, nos fazem muito bem.
E agora as coisas andam mais rápidas. A população brasileira, empreendedora por necessidade, abraçou o capitalismo e foi.
Sob o governo de Lula, o primeiro presidente pobre do Brasil, pobres e ricos enriqueceram juntos. Quando a maré sobe, todos os barcos sobem.
Trabalhar finalmente tornou-se instrumento efetivo de ascensão social no país.
E se ainda é difícil ficar rico, pelo menos está mais fácil ficar mais rico do que se era, com o desemprego abaixo de 6% e renda em alta.
Já temos 145 mil milionários no Brasil (com US$ 1 milhão disponível para investir), segundo cálculo recente de um banco estrangeiro. É um número ainda pequeno numa população de 200 milhões de habitantes, mas está crescendo.
Nossos velhos ricos sempre foram muito reservados, como se Balzac tivesse razão ao dizer que atrás de toda fortuna tem um crime. De fato, a distribuição de riqueza no Brasil sempre foi caso de crime contra a humanidade, parido na escravidão colonial.
Mas as coisas estão mudando. Nossos novos ricos, confiantes e desinibidos, desfilam seu sucesso e seu dinheiro como troféus a inspirar os observadores. São principalmente pequenos empreendedores ou grandes profissionais liberais que estão formando uma nova camada de poder que pode ter a força de mudar o Brasil.
A mudança jamais virá dos políticos, a revolução não será televisionada pela TV Senado.
Precisamos de mais empreendedores ativistas fora de suas empresas. Eles são fundamentais e transformadores.
Por exemplo: o apoio e o engajamento do empresário Guilherme Leal, bilionário fundador da Natura, na campanha de Marina Silva foi o que possibilitou ela ter votação tão expressiva.
Não precisamos mais dos japoneses para tocar o Brasil. Nossos empreendedores são os nossos japoneses. São eles, mais do que qualquer político ou partido, que estão desenvolvendo o país.
Sérgio Malbergier. Folha de São Paulo. 19-01-2012.
O texto permite afirmar que:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Flores da Cunha - RS
Q1191136 Enfermagem
Considere as afirmações abaixo sobre as hepatites virais:
I. Na hepatite viral aguda por Vírus A, a forma sintomática ocorre em 80% dos casos.
II. Na hepatite crônica pelo vírus C, a maioria dos pacientes é assintomática, e a doença é descoberta em exame de rotina ou de triagem para doador de sangue.
III. A hepatite fulminante é definida pela evolução aguda grave, com necrose maciça ou submaciça dos hepatócitos.
Quais estão corretas?
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Vacaria - RS
Q1188995 Medicina
São fatores de risco para colelitíase, EXCETO:  
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Vacaria - RS
Q1188669 Medicina
Marque a afirmativa INCORRETA em relação à encefalopatia hepática: 
Alternativas
Respostas
17021: D
17022: C
17023: A
17024: E
17025: C
17026: C
17027: D
17028: D
17029: A
17030: B
17031: C
17032: D
17033: C
17034: B
17035: D
17036: C
17037: C
17038: E
17039: A
17040: D