Questões de Concurso
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TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.
Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos
Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.
É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.
Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.
O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.
A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.
É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.
Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.
Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.
Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.
Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.
Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.
Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.
Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.
Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.
As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.
Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.
Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos
Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.
É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.
Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.
O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.
A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.
É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.
Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.
Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.
Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.
Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.
Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.
Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.
Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.
Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.
As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.
Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.
Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos
Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.
É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.
Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.
O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.
A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.
É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.
Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.
Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.
Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.
Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.
Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.
Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.
Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.
Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.
As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.
Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).
I.O uso de exercícios técnicos, como escalas, arpejos e estudos de autores como Hanon ou Czerny, tem como objetivo principal o desenvolvimento da agilidade, da força, da uniformidade do toque e, fundamentalmente, da independência dos dedos e da coordenação entre as mãos.
II.O pedal de sustain, localizado à direita no piano, tem a função de levantar o conjunto de abafadores das cordas, permitindo que o som vibre livremente mesmo após o pianista soltar as teclas; seu uso correto é essencial para criar legato e ressonância harmônica.
III.A leitura à primeira vista (solfejo instrumental) é uma habilidade secundária para o pianista, uma vez que o repertório pode ser aprendido lentamente por meio da memorização de pequenos trechos, não sendo uma competência essencial para a prática profissional.
Está correto o que se afirma em:
(__)A progressão V - I (Dominante - Tônica) é considerada a cadência mais conclusiva na harmonia tonal, conhecida como Cadência Autêntica, estabelecendo um forte sentimento de repouso e finalização.
(__)Na condução de vozes tradicional a quatro partes, é estritamente proibido o movimento de oitavas e quintas consecutivas paralelas entre quaisquer duas vozes, a fim de preservar a independência melódica de cada parte.
(__)O acorde de subdominante (IV grau) geralmente precede o acorde de dominante (V grau) em uma progressão harmônica, criando um movimento que se afasta da tônica antes de gerar a tensão que resolverá nela (ex: I - IV - V - I).
(__)Uma cadência de engano, também conhecida como cadência deceptiva, ocorre quando o acorde de dominante (V) resolve no acorde de tônica (I) em sua segunda inversão, causando uma sensação de surpresa pela instabilidade do baixo.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
I.Na perspectiva de Vygotsky, a Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) é um conceito central, sugerindo que a aprendizagem musical é potencializada pela interação com colegas mais experientes ou com o professor, que atuam como mediadores do conhecimento.
II.De acordo com a teoria piagetiana, a passagem do estágio sensório-motor para o pré-operatório é marcada pelo abandono completo do pensamento simbólico, fazendo com que a criança perca o interesse por atividades musicais lúdicas que imitam sons de animais.
III.A teoria das Inteligências Múltiplas de Howard Gardner sustenta a existência de uma inteligência musical distinta, reforçando a importância de diversificar as estratégias pedagógicas para contemplar as diferentes aptidões e potencialidades dos alunos.
Está correto o que se afirma em:
I.A orquestra sinfônica se diferencia fundamentalmente de uma banda sinfônica pela presença proeminente da família das cordas friccionadas (violinos, violas, violoncelos, contrabaixos), que constitui a base sonora e o maior naipe do conjunto.
II.Uma big band é uma formação instrumental típica do universo do jazz, caracterizada por três seções melódicas (naipe de saxofones, naipe de trompetes e naipe de trombones) e uma seção rítmica, que inclui piano, baixo, bateria e, por vezes, guitarra.
III.Os termos fanfarra e banda marcial são tecnicamente sinônimos, referindo-se a qualquer grupo de instrumentos de sopro e percussão que se apresenta em desfiles e cerimônias cívicas, sem haver distinção em relação à instrumentação utilizada.
Está correto o que se afirma em:
I.Na escrita coral a quatro vozes (SATB), o cruzamento de vozes (por exemplo, o contralto cantando uma nota mais aguda que o soprano por um breve momento) é uma prática estritamente proibida em qualquer estilo, pois compromete a identidade de cada naipe.
II.A escrita para um naipe de metais, como trompetes e trombones, frequentemente utiliza acordes em posição fechada e em bloco (block chords) para obter maior impacto e coesão sonora, uma técnica muito comum em arranjos para big bands e trilhas sonoras.
III.Instrumentos de sopro de madeira, como clarinetes e saxofones, possuem grande agilidade e flexibilidade, o que permite ao arranjador escrever linhas melódicas e contrapontísticas mais elaboradas, com saltos maiores e passagens mais rápidas do que seria tipicamente idiomático para a voz humana.
Está correto o que se afirma em:
(__)O ponto de aumento, quando colocado à direita de uma figura de nota ou pausa, aumenta a sua duração em metade do seu valor original.
(__)Uma tercina, ou quiáltera de três notas, é um grupo rítmico onde três notas de mesma figura são executadas no tempo que normalmente seria ocupado por duas dessas mesmas figuras.
(__)A síncope é um efeito rítmico que ocorre quando uma nota é executada em um tempo fraco ou parte fraca de tempo e se prolonga até um tempo forte ou parte forte de tempo seguinte, causando um deslocamento da acentuação métrica natural.
(__)A ligadura de valor serve para unir duas notas de alturas diferentes, indicando que apenas a primeira deve ser tocada e sua duração somada à da segunda.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Em relação à regência verbal, é correto afirmar que o termo destacado na frase funciona como:
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação, sem alteração do sentido original da frase.
Em relação ao sinal indicativo de crase, é correto afirmar que, nesta frase,
De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.