Questões de Concurso Comentadas para bibliotecário

Foram encontradas 23.144 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2877283 Biblioteconomia

As normas técnicas apresentam as regras, linhas básicas ou características mínimas de produtos, processos ou serviços. Dessa forma, pode-se afirmar que

Alternativas
Q2877282 Biblioteconomia

Os elementos mais característicos da Web 2.0 são

Alternativas
Q2877281 Biblioteconomia

O RSS

Alternativas
Q2877279 Biblioteconomia

Os critérios tradicionalmente utilizados para avaliar fontes de informação bibliográfica são:

Alternativas
Q2877278 Biblioteconomia

O uso de gerenciadores de referências vem se disseminando entre os pesquisadores porque permitem armazenar, gerenciar, citar e compartilhar documentos resultantes de levantamentos bibliográficos. São exemplos de gerenciadores:

Alternativas
Q2877276 Biblioteconomia

Os repositórios digitais

Alternativas
Q2877274 Biblioteconomia

A SciELO

Alternativas
Q2877272 Biblioteconomia

A relevância

Alternativas
Q2877267 Biblioteconomia

O desenvolvimento de serviços de disseminação

Alternativas
Q2877265 Biblioteconomia

Em estudos de usuários, a necessidade de informação

Alternativas
Q2877264 Biblioteconomia

O FRBR é um modelo de representação

Alternativas
Q2877263 Biblioteconomia

A interoperabilidade entre sistemas de informações pode ser

Alternativas
Q2877262 Biblioteconomia

Os metadados podem ser definidos como

Alternativas
Q2877260 Biblioteconomia

Uma vantagem relacionada ao uso dos metadados é

Alternativas
Q2877237 Raciocínio Lógico

Considere as premissas a seguir.

I. Se Ana não é biblioteconomista, então Fábio é engenheiro.

II. Se Carlos é administrador, então Marta não é nutricionista.

III. Fábio não é engenheiro e Marta é nutricionista.

Uma conclusão que pode ser indicada para que, juntamente com essas três premissas, origine-se um argumento válido é

Alternativas
Q2741462 Português

Para responder às questões de 1 a 3, leia o texto abaixo.


As raízes do racismo


Drauzio Varella


Somos seres tribais que dividem o mundo em dois grupos: o "nosso" e o "deles". Esse é o início de um artigo sobre racismo publicado na revista "Science", como parte de uma seção sobre conflitos humanos, leitura que recomendo a todos.

Tensões e suspeições intergrupais são responsáveis pela violência entre muçulmanos e hindus, católicos e protestantes, palestinos e judeus, brancos e negros, heterossexuais e homossexuais, corintianos e palmeirenses.

Num experimento clássico dos anos 1950, psicólogos americanos levaram para um acampamento adolescentes que não se conheciam.

Ao descer do ônibus, cada participante recebeu aleatoriamente uma camiseta de cor azul ou vermelha. A partir desse momento, azuis e vermelhos faziam refeições em horários diferentes, dormiam em alojamentos separados e formavam equipes adversárias em todas as brincadeiras e práticas esportivas.

A observação precisou ser interrompida antes da data prevista, por causa da violência na disputa de jogos e das brigas que irrompiam entre azuis e vermelhos.

Nos anos que se seguiram, diversas experiências semelhantes, organizadas com desconhecidos reunidos de forma arbitrária, demonstraram que consideramos os membros de nosso grupo mais espertos, justos, inteligentes e honestos do que os "outros".

Parte desse prejulgamento que fazemos "deles" é inconsciente. Você se assusta quando um adolescente negro se aproxima da janela do carro, antes de tomar consciência de que ele é jovem e tem pele escura, porque o preconceito contra homens negros tem raízes profundas.

Nos últimos 40 anos, surgiu vasta literatura científica para explicar por que razão somos tão tribais. Que fatores em nosso passado evolutivo condicionaram a necessidade de armar coligações que não encontram justificativa na civilização moderna? Por que tanta violência religiosa? Qual o sentido de corintianos se amarem e odiarem palmeirenses?

Seres humanos são capazes de colaborar uns com os outros numa escala desconhecida no reino animal, porque viver em grupo foi essencial à adaptação de nossa espécie. Agrupar-se foi a necessidade mais premente para escapar de predadores, obter alimentos e construir abrigos seguros para criar os filhos.

A própria complexidade do cérebro humano evoluiu, pelo menos em parte, em resposta às solicitações da vida comunitária.

Pertencer a um agrupamento social, no entanto, muitas vezes significou destruir outros. Quando grupos antagônicos competem por território e bens materiais, a habilidade para formar coalizões confere vantagens logísticas capazes de assegurar maior probabilidade de sobrevivência aos descendentes dos vencedores.

A contrapartida do altruísmo em relação aos "nossos" é a crueldade dirigida contra os "outros".

Na violência intergrupal do passado remoto estão fincadas as raízes dos preconceitos atuais. As interações negativas entre nossos antepassados deram origem aos comportamentos preconceituosos de hoje, porque no tempo deles o contato com outros povos era tormentoso e limitado.

Foi com as navegações e a descoberta das Américas que indivíduos de etnias diversificadas foram obrigados a conviver, embora de forma nem sempre pacífica. Estaria nesse estranhamento a origem das idiossincrasias contra negros e índios, por exemplo, povos fisicamente diferentes dos colonizadores brancos.

Preconceito racial não é questão restrita ao racismo, faz parte de um fenômeno muito mais abrangente que varia de uma cultura para outra e que se modifica com o passar do tempo. Em apenas uma geração, o apartheid norte-americano foi combatido a ponto de um negro chegar à Presidência do país.

O preconceito contra "eles" cai mais pesado sobre os homens, porque eram do sexo masculino os guerreiros que atacavam nossos ancestrais. Na literatura, essa constatação recebeu o nome de hipótese do guerreiro masculino.

A evolução moldou nosso medo de homens que pertencem a outros grupos. Para nos defendermos deles, criamos fronteiras que agrupam alguns e separam outros em obediência a critérios de cor da pele, religião, nacionalidade, convicções políticas, dialetos e até times de futebol.

Demarcada a linha divisória entre "nós" e "eles", discriminamos os que estão do lado de lá. Às vezes com violência.

Considere as afirmações abaixo.


I. O autor afirma que a ciência comprova que há, naturalmente, grupos superiores a outros e isso justifica o racismo.

II. O autor afirma que apenas os homens tribais, não evoluídos, apresentam preconceito.


Está correto o que se afirma em

Alternativas
Q1645300 Legislação Estadual
Algumas matérias, em razão de sua relevância, têm tramitação especificada na CE/RN. É o caso do Estatuto dos Servidores Públicos que depende de aprovação por
Alternativas
Q1645282 Português
Atenção: O texto abaixo refere-se a questão.

    “Amazônia", neste início de milênio, é uma das palavras mais bem ou mal ditas no planeta Terra. Sobre ela pesam afirmações como "pulmão do mundo", "floresta tropical de maior biodiversidade do planeta", "inferno verde", "na Amazônia está quase um terço da água doce do mundo" etc. São razões suficientes para que se voltem, para essa região, olhares, radares, cobiças e preocupações de povos, países, organizações mundiais, empresas e cientistas. A Amazônia é tema indispensável desde as casernas mais nacionalistas até os pesquisadores mais preocupados com o futuro do nosso planeta, que ainda tem uma escora nessa região. Diz-se até que o futuro terá que passar necessariamente pela Amazônia.
   Hoje, o avanço capitalista sobre a Amazônia é como uma fera, quase indomável. Motosserras e tratores fazem parte de programas oficiais de devastação. As grandes serrarias, que já exauriram o potencial madeireiro em outras regiões do mundo, agora seguem resolutas em direção à Amazônia, vestidas em peles de cordeiro, com o discurso da "exploração/devastação sustentável", ostentando diplomas de "certificação verde" e com projetos de "autossustentabilidade" na Amazônia. Quem vivenciou a devastação em décadas passadas tem razões de sobra para prever novas catástrofes ambientais.

(Texto adaptado de: Egon Heck, Francisco Loebens e Priscila D. Carvalho. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ea/ v19n53/24091.pdf) 

A Amazônia é tema indispensável desde as casernas mais nacionalistas até os pesquisadores mais preocupados com o futuro do nosso planeta, que ainda tem uma escora nessa região.


A frase em que a palavra escora mantém o mesmo sentido do texto é:

Alternativas
Ano: 2013 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Pinhais - PR
Q1231547 Biblioteconomia
A catalogação, na publicação de monografias, consiste na catalogação de teses, dissertações, livros e periódicos antes de sua publicação, quando eles ainda se encontram em fase de elaboração do material, de maneira a permitir a impressão de informações bibliográficas no próprio documento, segue a Descrição Bibliográfica Internacional Normalizada (ISBD). Qual a norma utilizada na elaboração da CIP?
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FURB Órgão: FURB - SC
Q1229584 Biblioteconomia
É uma biblioteca virtual que reúne e disponibiliza às instituições de ensino e pesquisa no Brasil o melhor da produção científica internacional. Conta, atualmente, com um acervo de mais de 35 mil periódicos com texto completo, 130 bases referenciais, 11 bases dedicadas exclusivamente a patentes, além de livros, enciclopédias e obras de referência, normas técnicas, estatísticas e conteúdo audiovisual. Qual é o nome dessa biblioteca virtual? 
Alternativas
Respostas
17881: D
17882: C
17883: E
17884: B
17885: D
17886: C
17887: E
17888: C
17889: E
17890: B
17891: C
17892: A
17893: D
17894: B
17895: A
17896: D
17897: A
17898: B
17899: E
17900: C