Questões de Concurso
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Leia o texto a seguir.
Nós Vereadores, investidos de poder para elaborar as Leis, às tradições e aos anseios de nossa gente, respeitando os direitos fundamentais da pessoa humana e as leis maiores, procurando definir e limitar a ação do município em sua função e proporcionar, dentro dos preceitos Liberais, Igualdade e Justiça, uma sociedade fraterna e livre sobre a proteção de Deus, aprovamos e promulgamos a presente Lei Orgânica do Município de Jussara.
Disponível em: <https://camaramunicipaldejussara.go.gov.br/documentos//_publicacoes_/_leis/>. Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].
Leia o trecho a seguir.
Jussara Souza Marques de Amorim foi convidada a dar o pontapé inicial em jogos de futebol e posar com os jogadores no Estádio Pedro Ludovico. Muito além disso, o nome da Miss homenageou a cidade de Jussara, no interior de Goiás, a 240 km da capital. A filha da Miss, Paula Marquez, conta que "ela ficou muito agradecida, disse que foi maravilhoso". Segundo a filha, a mãe ganhou uma fazenda na região, mas nunca tomou posse, pois "não importava o dinheiro, o carinho recebido nas homenagens a emocionava".
Disponível em: <https://www.dm.com.br/brasil/goiana-levou-o-titulo-de-miss-brasil-em-1949-117925>. Acesso em: 15 ago. 2024.
Leia o texto a seguir.
A população da cidade de Jussara (GO) chegou a 19.625 pessoas no Censo de 2022, o que representa um aumento de 2,46% em comparação com o Censo de 2010.
Os dados do Censo também revelam que a população do Brasil é de 203.062.512, um aumento de 6,45% em relação ao Censo de 2010.
No estado de Goiás, a população é de 7.055.228, o que representa um aumento de 17,55% quando comparado ao Censo anterior.
Disponível em: <https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2023/06/28/populacao-de-jussara-go-e-de-19-625-pessoas-aponta-o-censo-do-ibge.ghtml>. . Acesso: em: 20 ago. 2024. [Adaptado].
Leia o Texto 4 para responder a questão.
Texto 4
Os prejuízos das mudanças climáticas chegaram a R$ 2 bilhões em Goiás, afirmou André Amorim, gerente do Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas do Estado de Goiás (Cimehgo). “Com a estiagem nos municípios, a perda da parte agrícola gira em torno de R$ 2 bilhões só no estado de Goiás”, disse. Amorim esteve no programa Tom Maior para explicar os principais fenômenos responsáveis pelas frequentes mudanças no clima.
Disponível em: <https://sagresonline.com.br/mudancas-climaticas-deixaram-prejuizo-de-r-2-bilhoes-em-goias-afirma-gerente-do-cimehgo/> Acesso em: 15 ago. 2024. [Adaptado].
Leia o Texto 4 para responder a questão.
Texto 4
Os prejuízos das mudanças climáticas chegaram a R$ 2 bilhões em Goiás, afirmou André Amorim, gerente do Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas do Estado de Goiás (Cimehgo). “Com a estiagem nos municípios, a perda da parte agrícola gira em torno de R$ 2 bilhões só no estado de Goiás”, disse. Amorim esteve no programa Tom Maior para explicar os principais fenômenos responsáveis pelas frequentes mudanças no clima.
Disponível em: <https://sagresonline.com.br/mudancas-climaticas-deixaram-prejuizo-de-r-2-bilhoes-em-goias-afirma-gerente-do-cimehgo/> Acesso em: 15 ago. 2024. [Adaptado].
Leia o Texto 2 para responder a questão.
Texto 2
Crônica do trânsito
Hoje, no trânsito, conversei com alguém. Que milagre tão raro! No mar de viaturas que se espalham pelas vias da cidade. Na louca dinâmica de colisões e desvios que preenchem o dia da metrópole.
Aconteceu de forma inesperada, quando eu tentava desesperadamente passar para a faixa da esquerda. Estava preocupada com o horário da minha reunião. Ela não vai deixar! Que raiva desta fominha! Ela não vai deixar! Não acredito! Eu já estou praticamente lá, mas ela vai enfiar o bico do seu carro para me impedir a passagem! Que insana! Que ódio dessas fominhas!
Pois ela fez justo isso. Ambas imersas no trânsito denso, ficamos lado a lado. Encarei-a com minha raiva. Ela me encarou de volta, com um olhar incompreensível. Gesticulou algo, sua boca se mexeu através do vidro, sem que eu pudesse escutar nada. Foi só quando ela tocou no seu indicador e fez um gesto negativo que eu entendi. Ela queria dizer que era “eu” que estava errada, pois tentava mudar de faixa sem sinalizar. Conferi meu painel.
Que surpresa. Será que ela não é tudo aquilo de ruim? Afinal, apresentou um argumento concreto. Eu realmente não tinha feito como diz o manual, não indiquei. É… ela estava certa. Essa constatação me acalmou. Deixei de ter aquela sensação de estar cercada de pessoas egoístas e irracionais, que nunca dão chance ao motorista ao lado. Num instante, passei a ver a rua com outro olhar. Cheguei a ficar agradecida a essa mulher, a quem jamais tornarei a ver.
Disponível em:< https://deborahgoldemberg.com/cronica-do-transito/>.Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].
Leia o Texto 2 para responder a questão.
Texto 2
Crônica do trânsito
Hoje, no trânsito, conversei com alguém. Que milagre tão raro! No mar de viaturas que se espalham pelas vias da cidade. Na louca dinâmica de colisões e desvios que preenchem o dia da metrópole.
Aconteceu de forma inesperada, quando eu tentava desesperadamente passar para a faixa da esquerda. Estava preocupada com o horário da minha reunião. Ela não vai deixar! Que raiva desta fominha! Ela não vai deixar! Não acredito! Eu já estou praticamente lá, mas ela vai enfiar o bico do seu carro para me impedir a passagem! Que insana! Que ódio dessas fominhas!
Pois ela fez justo isso. Ambas imersas no trânsito denso, ficamos lado a lado. Encarei-a com minha raiva. Ela me encarou de volta, com um olhar incompreensível. Gesticulou algo, sua boca se mexeu através do vidro, sem que eu pudesse escutar nada. Foi só quando ela tocou no seu indicador e fez um gesto negativo que eu entendi. Ela queria dizer que era “eu” que estava errada, pois tentava mudar de faixa sem sinalizar. Conferi meu painel.
Que surpresa. Será que ela não é tudo aquilo de ruim? Afinal, apresentou um argumento concreto. Eu realmente não tinha feito como diz o manual, não indiquei. É… ela estava certa. Essa constatação me acalmou. Deixei de ter aquela sensação de estar cercada de pessoas egoístas e irracionais, que nunca dão chance ao motorista ao lado. Num instante, passei a ver a rua com outro olhar. Cheguei a ficar agradecida a essa mulher, a quem jamais tornarei a ver.
Disponível em:< https://deborahgoldemberg.com/cronica-do-transito/>.Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].
Leia o Texto 2 para responder a questão.
Texto 2
Crônica do trânsito
Hoje, no trânsito, conversei com alguém. Que milagre tão raro! No mar de viaturas que se espalham pelas vias da cidade. Na louca dinâmica de colisões e desvios que preenchem o dia da metrópole.
Aconteceu de forma inesperada, quando eu tentava desesperadamente passar para a faixa da esquerda. Estava preocupada com o horário da minha reunião. Ela não vai deixar! Que raiva desta fominha! Ela não vai deixar! Não acredito! Eu já estou praticamente lá, mas ela vai enfiar o bico do seu carro para me impedir a passagem! Que insana! Que ódio dessas fominhas!
Pois ela fez justo isso. Ambas imersas no trânsito denso, ficamos lado a lado. Encarei-a com minha raiva. Ela me encarou de volta, com um olhar incompreensível. Gesticulou algo, sua boca se mexeu através do vidro, sem que eu pudesse escutar nada. Foi só quando ela tocou no seu indicador e fez um gesto negativo que eu entendi. Ela queria dizer que era “eu” que estava errada, pois tentava mudar de faixa sem sinalizar. Conferi meu painel.
Que surpresa. Será que ela não é tudo aquilo de ruim? Afinal, apresentou um argumento concreto. Eu realmente não tinha feito como diz o manual, não indiquei. É… ela estava certa. Essa constatação me acalmou. Deixei de ter aquela sensação de estar cercada de pessoas egoístas e irracionais, que nunca dão chance ao motorista ao lado. Num instante, passei a ver a rua com outro olhar. Cheguei a ficar agradecida a essa mulher, a quem jamais tornarei a ver.
Disponível em:< https://deborahgoldemberg.com/cronica-do-transito/>.Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].
Leia o Texto 1 para responder a questão.
Texto 1
Segundo Steven Love, pesquisador da Comissão de Seguros de Acidentes Automotivos e da Universidade de Sunshine Coast, na Austrália, comportamentos agressivos no trânsito, como ultrapassar os limites de velocidade e desrespeitar sinais vermelhos, são influenciados por uma combinação entre o ambiente de tráfego, a aparente norma cultural de dirigir em alta velocidade e o quanto o motorista consegue administrar suas próprias frustrações.
Isso se aplica particularmente aos motoristas com tendência da personalidade à agressão. Esses motoristas têm baixa percepção de risco e são menos dissuadidos quando escapam por pouco de sofrer acidentes ou de receber punições legais. Contudo, não são apenas os motoristas com traços agressivos que se acham melhores condutores do que são na realidade. Estudos realizados nos Estados Unidos mostram que a maior parte das pessoas pesquisadas avalia mal suas habilidades e acredita que dirige melhor do que a média dos motoristas.
Essas autopercepções infladas são perigosas, segundo a especialista em legislação criminal Sally Kyd, da Universidade de Leicester, no Reino Unido. "Se os motoristas têm a tendência de se considerarem peritos na direção, com habilidades que estão acima do motorista médio", explica a especialista, eles têm a propensão de dirigir perigosamente, por não acreditarem que as leis de trânsito se apliquem a eles.
Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx8zx1yjpgyo>.Acesso em: 18 ago. 2024. [Adaptado].
Leia o Texto 1 para responder a questão.
Texto 1
Segundo Steven Love, pesquisador da Comissão de Seguros de Acidentes Automotivos e da Universidade de Sunshine Coast, na Austrália, comportamentos agressivos no trânsito, como ultrapassar os limites de velocidade e desrespeitar sinais vermelhos, são influenciados por uma combinação entre o ambiente de tráfego, a aparente norma cultural de dirigir em alta velocidade e o quanto o motorista consegue administrar suas próprias frustrações.
Isso se aplica particularmente aos motoristas com tendência da personalidade à agressão. Esses motoristas têm baixa percepção de risco e são menos dissuadidos quando escapam por pouco de sofrer acidentes ou de receber punições legais. Contudo, não são apenas os motoristas com traços agressivos que se acham melhores condutores do que são na realidade. Estudos realizados nos Estados Unidos mostram que a maior parte das pessoas pesquisadas avalia mal suas habilidades e acredita que dirige melhor do que a média dos motoristas.
Essas autopercepções infladas são perigosas, segundo a especialista em legislação criminal Sally Kyd, da Universidade de Leicester, no Reino Unido. "Se os motoristas têm a tendência de se considerarem peritos na direção, com habilidades que estão acima do motorista médio", explica a especialista, eles têm a propensão de dirigir perigosamente, por não acreditarem que as leis de trânsito se apliquem a eles.
Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx8zx1yjpgyo>.Acesso em: 18 ago. 2024. [Adaptado].
Leia o Texto 1 para responder a questão.
Texto 1
Segundo Steven Love, pesquisador da Comissão de Seguros de Acidentes Automotivos e da Universidade de Sunshine Coast, na Austrália, comportamentos agressivos no trânsito, como ultrapassar os limites de velocidade e desrespeitar sinais vermelhos, são influenciados por uma combinação entre o ambiente de tráfego, a aparente norma cultural de dirigir em alta velocidade e o quanto o motorista consegue administrar suas próprias frustrações.
Isso se aplica particularmente aos motoristas com tendência da personalidade à agressão. Esses motoristas têm baixa percepção de risco e são menos dissuadidos quando escapam por pouco de sofrer acidentes ou de receber punições legais. Contudo, não são apenas os motoristas com traços agressivos que se acham melhores condutores do que são na realidade. Estudos realizados nos Estados Unidos mostram que a maior parte das pessoas pesquisadas avalia mal suas habilidades e acredita que dirige melhor do que a média dos motoristas.
Essas autopercepções infladas são perigosas, segundo a especialista em legislação criminal Sally Kyd, da Universidade de Leicester, no Reino Unido. "Se os motoristas têm a tendência de se considerarem peritos na direção, com habilidades que estão acima do motorista médio", explica a especialista, eles têm a propensão de dirigir perigosamente, por não acreditarem que as leis de trânsito se apliquem a eles.
Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx8zx1yjpgyo>.Acesso em: 18 ago. 2024. [Adaptado].
Leia o Texto 1 para responder a questão.
Texto 1
Segundo Steven Love, pesquisador da Comissão de Seguros de Acidentes Automotivos e da Universidade de Sunshine Coast, na Austrália, comportamentos agressivos no trânsito, como ultrapassar os limites de velocidade e desrespeitar sinais vermelhos, são influenciados por uma combinação entre o ambiente de tráfego, a aparente norma cultural de dirigir em alta velocidade e o quanto o motorista consegue administrar suas próprias frustrações.
Isso se aplica particularmente aos motoristas com tendência da personalidade à agressão. Esses motoristas têm baixa percepção de risco e são menos dissuadidos quando escapam por pouco de sofrer acidentes ou de receber punições legais. Contudo, não são apenas os motoristas com traços agressivos que se acham melhores condutores do que são na realidade. Estudos realizados nos Estados Unidos mostram que a maior parte das pessoas pesquisadas avalia mal suas habilidades e acredita que dirige melhor do que a média dos motoristas.
Essas autopercepções infladas são perigosas, segundo a especialista em legislação criminal Sally Kyd, da Universidade de Leicester, no Reino Unido. "Se os motoristas têm a tendência de se considerarem peritos na direção, com habilidades que estão acima do motorista médio", explica a especialista, eles têm a propensão de dirigir perigosamente, por não acreditarem que as leis de trânsito se apliquem a eles.
Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx8zx1yjpgyo>.Acesso em: 18 ago. 2024. [Adaptado].