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Leia o Texto 1 para responder a questão.
Texto 1
Segundo Steven Love, pesquisador da Comissão de Seguros de Acidentes Automotivos e da Universidade de Sunshine Coast, na Austrália, comportamentos agressivos no trânsito, como ultrapassar os limites de velocidade e desrespeitar sinais vermelhos, são influenciados por uma combinação entre o ambiente de tráfego, a aparente norma cultural de dirigir em alta velocidade e o quanto o motorista consegue administrar suas próprias frustrações.
Isso se aplica particularmente aos motoristas com tendência da personalidade à agressão. Esses motoristas têm baixa percepção de risco e são menos dissuadidos quando escapam por pouco de sofrer acidentes ou de receber punições legais. Contudo, não são apenas os motoristas com traços agressivos que se acham melhores condutores do que são na realidade. Estudos realizados nos Estados Unidos mostram que a maior parte das pessoas pesquisadas avalia mal suas habilidades e acredita que dirige melhor do que a média dos motoristas.
Essas autopercepções infladas são perigosas, segundo a especialista em legislação criminal Sally Kyd, da Universidade de Leicester, no Reino Unido. "Se os motoristas têm a tendência de se considerarem peritos na direção, com habilidades que estão acima do motorista médio", explica a especialista, eles têm a propensão de dirigir perigosamente, por não acreditarem que as leis de trânsito se apliquem a eles.
Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx8zx1yjpgyo>.Acesso em: 18 ago. 2024. [Adaptado].
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Para ser distinguida com o título de Patrimônio Histórico da Humanidade, a cidade mostrou as belezas conservadas de seus museus, casarios, igrejas, palácios, becos e ruas, além da Serra Dourada e o cerrado preservado. Cidade que atrai milhares de turistas para a sua tradicional Procissão do Fogaréu, entrou definitivamente no cenário dos municípios turísticos brasileiros ao criar, no final dos anos 90, o Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental – FICA.
LIMA, Valdivino Borges de. A urbanização goiana: os fatores de origem e crescimento da cidade. Anais do X Encontro de Geógrafos da América Latina – 20 a 26 de março de 2005 – Universidade de São Paulo, p. 7828. [Adaptado].
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[...] o espaço onde hoje é Jussara [...] fora um lugar onde pessoas se reuniram em prol de uma vida com mais fartura em alimentos e, por uma razão climática – no caso, a seca –, muitos vindos da região nordeste adentraram o país em busca de um local para plantar, colher e viver com sua família. Assim, essas migrações internas chegaram aqui e ao encontrar “água” e muitas “árvores” viram que seria um bom local para se fixarem.
Disponível em: <https://publica.ciar.ufg.br/ebooks/patrimonio-direitos-culturais-e-cidadania/edicao1-artigos/livros/1/artigos/a08.html>.Acesso em: 18 ago. 2024.
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Conhecido como a caixa d’água do Brasil, por abrigar oito das doze principais regiões hidrográficas brasileiras, o Cerrado tem reduzido sua capacidade de absorção e retenção de água por conta da perda de vegetação nativa. As altas taxas de desmatamento nessas áreas podem causar diversos impactos negativos nos recursos hídricos, como o rebaixamento dos lençóis freáticos e o aumento do risco de escassez de água.
Disponível em:
<https://ipam.org.br/81-do-desmatamento-no-cerrado-em-2023-foi-concentrado-em-cinco-bacias-hidrograficas/>.Acesso em: 18 ago. 2024.
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Na primeira metade do século XX, o estado de Goiás viveu profundas modificações nas relações políticas, econômicas e sociais. Nesse período, foi implantado um importante sistema de transporte que modernizou a sociedade agrária local, tornando-se a artéria por onde fluíam pessoas e mercadorias. Porém, esse projeto sofreu resistência das oligarquias e enfrentou vários entraves posteriormente.
OLIVEIRA, Edgar da Silva; LIMA, Leandro Oliveira. Periodização do território a partir da ação estatal: a capitalização do território goiano (1748-1988). Rev. Hist. UEG - Anápolis, v.4, n.2, p.171-188, ago./dez. 2015.
Leia o Texto 4 para responder a questão.
Texto 4
Cantiga
Acho que me deu Deus tudo
para mais meu padecer:
os olhos — para vos ver,
coração — para sofrer,
e língua — para ser mudo.
Olhos com que vos olhasse, coração que consentisse, língua que me condenasse: mas não já que me salvasse de quantos males sentisse.
SOUSA, Francisco de. In: SPINA, Segismundo. Presença da literatura portuguesa – Era Medieval. 4. ed. São Paulo: Difel, 1971, p. 136.
Leia o Texto 4 para responder a questão.
Texto 4
Cantiga
Acho que me deu Deus tudo
para mais meu padecer:
os olhos — para vos ver,
coração — para sofrer,
e língua — para ser mudo.
Olhos com que vos olhasse, coração que consentisse, língua que me condenasse: mas não já que me salvasse de quantos males sentisse.
SOUSA, Francisco de. In: SPINA, Segismundo. Presença da literatura portuguesa – Era Medieval. 4. ed. São Paulo: Difel, 1971, p. 136.
Leia o Texto 2 para responder a questão.
Texto 2
Ter filhos ou escrever livros?
Aloma Rodríguez
Natalia Ginzburg (1916-1991) contava que, no começo, quando foi mãe, não entendia como era possível escrever tendo filhos. “Não entendia como poderia me separar deles para seguir o personagem de uma história”, escreve no ensaio Meu Ofício, incluído em As Pequenas Virtudes. Ginzburg teve cinco filhos e publicou romances, ensaios e peças de teatro, então encontrou um jeito.
Ela aprendeu a conciliar e disse: “O que eu sentia por meus filhos era um sentimento que ainda não tinha aprendido a dominar. Depois fui aprendendo pouco a pouco. Nem sequer demorei muito. Ainda preparava molho de tomate e sopa de sêmola, mas ia pensando no que escreveria”.
Disponível em:
<https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/02/cultura/1556793186_130621.html#?rel=mas>.Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].
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Texto 2
Ter filhos ou escrever livros?
Aloma Rodríguez
Natalia Ginzburg (1916-1991) contava que, no começo, quando foi mãe, não entendia como era possível escrever tendo filhos. “Não entendia como poderia me separar deles para seguir o personagem de uma história”, escreve no ensaio Meu Ofício, incluído em As Pequenas Virtudes. Ginzburg teve cinco filhos e publicou romances, ensaios e peças de teatro, então encontrou um jeito.
Ela aprendeu a conciliar e disse: “O que eu sentia por meus filhos era um sentimento que ainda não tinha aprendido a dominar. Depois fui aprendendo pouco a pouco. Nem sequer demorei muito. Ainda preparava molho de tomate e sopa de sêmola, mas ia pensando no que escreveria”.
Disponível em:
<https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/02/cultura/1556793186_130621.html#?rel=mas>.Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].