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Q2519428 Direito Constitucional
De acordo com a Constituição Federal, é função institucional do Ministério Público defender:
Alternativas
Q2519427 Pedagogia
Sobre a construção de um plano de aula, deve-se:

I- Ter objetivos imediatos para o ensino;
II- Definir métodos e procedimentos de ensino;
III- Escolher e indicar quais os recursos didáticos utilizados.

Dos itens acima:
Alternativas
Q2519426 Pedagogia
Quando pensamos no professor como um mediador entre o aluno e o conhecimento, estamos partindo de qual teoria pedagógica?
Alternativas
Q2519425 Pedagogia
Com relação ao aspecto didático do planejamento, o professor precisa considerar: 
Alternativas
Q2519424 Pedagogia
De acordo com o Plano Nacional de Educação 2014- 2024: “Criar mecanismos para o acompanhamento individualizado dos (as) alunos (as) do ensino fundamental” é uma das estratégias para cumprir qual de suas metas abaixo? 
Alternativas
Q2519423 Pedagogia
Com base no artigo n° 19-A da Lei n° 8.069/90, em que situação a gestante ou mãe deverá ser encaminhada à Justiça da Infância e Juventude?
Alternativas
Q2519422 Pedagogia
Considerando o Ensino Fundamental no contexto da Educação Básica descrito pela BNCC, cada área do conhecimento estabelece “competências específicas” de área, cujo desenvolvimento deve ser promovido ao longo dos nove anos. Essas competências explicitam como: 
Alternativas
Q2519421 Pedagogia
Um dos fundamentos pedagógicos da BNCC é o seu compromisso com a Educação Integral. Com efeito: 

I- Reconhece que a Educação Básica deve visar à formação e ao desenvolvimento humano global, o que implica compreender a complexidade e a não linearidade desse desenvolvimento, rompendo com visões reducionistas que privilegiam ou a dimensão intelectual (cognitiva) ou a dimensão afetiva;
II- O conceito de educação integral com o qual a BNCC está comprometida se refere acima de tudo à jornada escolar. Desse modo, apenas as escolas com capacidade para oferecer condições de acesso e permanência com mais de 7 horas na instituição podem oferecê-la;
III- A BNCC propõe a fragmentação disciplinar do conhecimento, prescinde sua aplicação na vida real, e desloca o contexto para dar sentido ao que se aprende, buscando o protagonismo do estudante em sua aprendizagem e diminuindo a participação de seu núcleo familiar neste processo.

Dos itens acima: 
Alternativas
Q2519420 Pedagogia
O trecho abaixo foi extraído da BNCC.

“Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com...”

A alternativa que completa CORRETAMENTE a Competência Geral da Educação Básica citada é: 
Alternativas
Q2519419 Pedagogia
De acordo com a Lei n° 9.394/96, o controle de frequência fica a cargo da escola, conforme o disposto no seu regimento e nas normas do respectivo sistema de ensino, exigida a frequência mínima de:
Alternativas
Q2519418 Pedagogia
Com a introdução da noção de direitos civis, as pessoas de todas as camadas da sociedade ganham status de cidadãs e passam a ter direito ao acesso à escola. Esta transformação, dos até então súditos para cidadãos, tem como marco qual evento da história contemporânea?
Alternativas
Q2519415 Português
Há importância de se levar em consideração a influência dos aspectos fonético-fonológicos para uma melhor compreensão do desempenho ortográfico de fonemas oclusivos na ortografia infantil, na medida em que:

I- Em razão desses aspectos, as crianças tendem mais a acertar do que a errar a ortografia de fonemas oclusivos;

II- A presença/ausência do acento interfere na distribuição entre acertos e erros;
III- A semântica se mostra afetada, também, pela transparência ou pela opacidade na relação sintática factual na classe conclusiva.

Dos itens acima: 
Alternativas
Q2519414 Português
Dorme, ruazinha… É tudo escuro…
(Texto adaptado)


Dorme, ruazinha... É tudo escuro...
E os meus passos, quem é que pode ouvi-los?
Dorme o teu sono sosegado e puro,
Com teus lampiões, com teus jardins tranquilos...
Dorme... Não ha ladrões, eu te asseguro...
Nem guardas para acaso persegui-los...
Na noite alta, como sobre um muro,
As estrelinhas cantam como grilos... O
vento está dormindo na calçada,
O vento enovelou-se como um cão...
Dorme, ruazinha... Não ha nada...
Só os meus passos... Mas tão leves são
Que até parecem, pela madrugada,
Os da minha futura assombração...


(Mario Quintana)

Analise:



Dorme, ruazinha...É tudo escuro...


E os meus passos, quem é que pode ouvi-los?



Exerce a função de pronome indefinido nos versos acima: 

Alternativas
Q2519413 Português
Dorme, ruazinha… É tudo escuro…
(Texto adaptado)


Dorme, ruazinha... É tudo escuro...
E os meus passos, quem é que pode ouvi-los?
Dorme o teu sono sosegado e puro,
Com teus lampiões, com teus jardins tranquilos...
Dorme... Não ha ladrões, eu te asseguro...
Nem guardas para acaso persegui-los...
Na noite alta, como sobre um muro,
As estrelinhas cantam como grilos... O
vento está dormindo na calçada,
O vento enovelou-se como um cão...
Dorme, ruazinha... Não ha nada...
Só os meus passos... Mas tão leves são
Que até parecem, pela madrugada,
Os da minha futura assombração...


(Mario Quintana)
Em “Dorme, ruazinha” há uma figura de linguagem denominada de:
Alternativas
Q2519411 Português
Dorme, ruazinha… É tudo escuro…
(Texto adaptado)


Dorme, ruazinha... É tudo escuro...
E os meus passos, quem é que pode ouvi-los?
Dorme o teu sono sosegado e puro,
Com teus lampiões, com teus jardins tranquilos...
Dorme... Não ha ladrões, eu te asseguro...
Nem guardas para acaso persegui-los...
Na noite alta, como sobre um muro,
As estrelinhas cantam como grilos... O
vento está dormindo na calçada,
O vento enovelou-se como um cão...
Dorme, ruazinha... Não ha nada...
Só os meus passos... Mas tão leves são
Que até parecem, pela madrugada,
Os da minha futura assombração...


(Mario Quintana)
Sabe-se que uma das palavras do poema deveria ter sido acentuada. Assinale a alternativa em que ela aparece.
Alternativas
Q2519410 Português
Dorme, ruazinha… É tudo escuro…
(Texto adaptado)


Dorme, ruazinha... É tudo escuro...
E os meus passos, quem é que pode ouvi-los?
Dorme o teu sono sosegado e puro,
Com teus lampiões, com teus jardins tranquilos...
Dorme... Não ha ladrões, eu te asseguro...
Nem guardas para acaso persegui-los...
Na noite alta, como sobre um muro,
As estrelinhas cantam como grilos... O
vento está dormindo na calçada,
O vento enovelou-se como um cão...
Dorme, ruazinha... Não ha nada...
Só os meus passos... Mas tão leves são
Que até parecem, pela madrugada,
Os da minha futura assombração...


(Mario Quintana)
“O vento enovelou-se como um cão...”

Na frase acima é possível observar a seguinte figura de linguagem: 
Alternativas
Q2519409 Português
Dorme, ruazinha… É tudo escuro…
(Texto adaptado)


Dorme, ruazinha... É tudo escuro...
E os meus passos, quem é que pode ouvi-los?
Dorme o teu sono sosegado e puro,
Com teus lampiões, com teus jardins tranquilos...
Dorme... Não ha ladrões, eu te asseguro...
Nem guardas para acaso persegui-los...
Na noite alta, como sobre um muro,
As estrelinhas cantam como grilos... O
vento está dormindo na calçada,
O vento enovelou-se como um cão...
Dorme, ruazinha... Não ha nada...
Só os meus passos... Mas tão leves são
Que até parecem, pela madrugada,
Os da minha futura assombração...


(Mario Quintana)
Sabe-se que uma das palavras do poema foi INCORRETAMENTE escrita. Assinale a alternativa em que ela aparece. 
Alternativas
Q2519408 Português
Dorme, ruazinha… É tudo escuro…
(Texto adaptado)


Dorme, ruazinha... É tudo escuro...
E os meus passos, quem é que pode ouvi-los?
Dorme o teu sono sosegado e puro,
Com teus lampiões, com teus jardins tranquilos...
Dorme... Não ha ladrões, eu te asseguro...
Nem guardas para acaso persegui-los...
Na noite alta, como sobre um muro,
As estrelinhas cantam como grilos... O
vento está dormindo na calçada,
O vento enovelou-se como um cão...
Dorme, ruazinha... Não ha nada...
Só os meus passos... Mas tão leves são
Que até parecem, pela madrugada,
Os da minha futura assombração...


(Mario Quintana)
No poema acima, o poeta demonstra:
Alternativas
Q2496980 Pedagogia
Segundo Saviani: (...) como as demais habilitações educacionais criadas e oficialmente institucionalizadas na educação brasileira, a partir da regulamentação da Lei nº 5.540/1968, a supervisão escolar passa a ter sua formação em cursos de graduação, sendo processada a partir da linha em que se davam os cursos promovidos pelo PABAEE e PAMP. Isto é, fundamentada nos pressupostos da pedagogia tecnicista – que se apoia na neutralidade científica e se inspira nos princípios da racionalidade, eficácia e produtividade do sistema.

(Lima, 2008 apud Saviani, 1988, p. 15.)


Contudo, a presença dos especialistas em supervisão escolar, no interior do sistema educacional, demonstra o reforço à divisão do trabalho na escola. Pode-se dizer que desde o ano de 1960 até os dias atuais, a supervisão tem sido incorporada pela eficiência, cooperação e pesquisa, com vistas ao desenvolvimento profissional do educador. A supervisão escolar requer meios que transformem o professor em um profissional cada vez mais consciente, eficiente e (co) responsável no processo educativo. Desde então, a supervisão educacional passou por fases distintas: fiscalizadora; construtiva; criativa; autocrática; e, democrática. “A fase, em que a atuação do supervisor é caracterizada por passar a ter reconhecimento de que é necessária uma melhoria na atuação dos professores. A partir de então, os especialistas em supervisão começaram a promover cursos de aperfeiçoamento e atualização dos professores. Portanto, por meio destes cursos, era possível identificar os ‘erros’ praticados na atuação do professor em sala de aula e, posteriormente, realizar trabalhos sobre os próprios ‘erros’ para tentar saná-los, buscando novos conceitos e metodologias”. Considerando a informação dada, se trata da fase:
Alternativas
Q2496979 Pedagogia
A definição lexical da palavra conflito, que pode ser encontrada em qualquer dicionário da língua portuguesa, reforça a noção que, geralmente, ocorre no senso comum: a palavra remete à ideia do embate, da luta, da desavença e da guerra. A noção advém, inclusive, da raiz latina da palavra. O vocábulo latino conflictus, origem da palavra em língua portuguesa, já compreendia o sentido de golpear ou atacar. No entanto, como observa Mary Parker Follett (1925), o conflito pode ser considerado sem um prejulgamento ético e, nesse caso, ele não é necessariamente bom ou mau. De acordo com sua perspectiva, devemos abandonar a noção do conflito como guerra e apenas admití-lo como o aparecimento de diferenças: de opiniões ou de interesses. Um dos primeiros passos para se tornar mais efetivo na resolução de conflitos é identificar o potencial positivo que existe em cada situação de discórdia. Para isso, deve-se mudar a maneira de interpretar os conflitos. NÃO é uma das percepções que devem ser alteradas, considerando a resolução dos conflitos nas organizações:
Alternativas
Respostas
901: B
902: D
903: C
904: E
905: B
906: A
907: E
908: D
909: A
910: B
911: A
912: E
913: E
914: A
915: A
916: B
917: C
918: D
919: B
920: D