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I- Ter objetivos imediatos para o ensino;
II- Definir métodos e procedimentos de ensino;
III- Escolher e indicar quais os recursos didáticos utilizados.
Dos itens acima:
I- Reconhece que a Educação Básica deve visar à formação e ao desenvolvimento humano global, o que implica compreender a complexidade e a não linearidade desse desenvolvimento, rompendo com visões reducionistas que privilegiam ou a dimensão intelectual (cognitiva) ou a dimensão afetiva;
II- O conceito de educação integral com o qual a BNCC está comprometida se refere acima de tudo à jornada escolar. Desse modo, apenas as escolas com capacidade para oferecer condições de acesso e permanência com mais de 7 horas na instituição podem oferecê-la;
III- A BNCC propõe a fragmentação disciplinar do conhecimento, prescinde sua aplicação na vida real, e desloca o contexto para dar sentido ao que se aprende, buscando o protagonismo do estudante em sua aprendizagem e diminuindo a participação de seu núcleo familiar neste processo.
Dos itens acima:
“Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com...”
A alternativa que completa CORRETAMENTE a Competência Geral da Educação Básica citada é:
I- Em razão desses aspectos, as crianças tendem mais a acertar do que a errar a ortografia de fonemas oclusivos;
II- A presença/ausência do acento interfere na distribuição entre acertos e erros;
III- A semântica se mostra afetada, também, pela transparência ou pela opacidade na relação sintática factual na classe conclusiva.
Dos itens acima:
Analise:
Dorme, ruazinha...É tudo escuro...
E os meus passos, quem é que pode ouvi-los?
Exerce a função de pronome indefinido nos versos acima:
Na frase acima é possível observar a seguinte figura de linguagem:
(Lima, 2008 apud Saviani, 1988, p. 15.)
Contudo, a presença dos especialistas em supervisão escolar, no interior do sistema educacional, demonstra o reforço à divisão do trabalho na escola. Pode-se dizer que desde o ano de 1960 até os dias atuais, a supervisão tem sido incorporada pela eficiência, cooperação e pesquisa, com vistas ao desenvolvimento profissional do educador. A supervisão escolar requer meios que transformem o professor em um profissional cada vez mais consciente, eficiente e (co) responsável no processo educativo. Desde então, a supervisão educacional passou por fases distintas: fiscalizadora; construtiva; criativa; autocrática; e, democrática. “A fase, em que a atuação do supervisor é caracterizada por passar a ter reconhecimento de que é necessária uma melhoria na atuação dos professores. A partir de então, os especialistas em supervisão começaram a promover cursos de aperfeiçoamento e atualização dos professores. Portanto, por meio destes cursos, era possível identificar os ‘erros’ praticados na atuação do professor em sala de aula e, posteriormente, realizar trabalhos sobre os próprios ‘erros’ para tentar saná-los, buscando novos conceitos e metodologias”. Considerando a informação dada, se trata da fase: