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Ano: 2015 Banca: FGV Órgão: CODEMIG
Q1183277 Inglês
Innovation is the new key to survival […] At its most basic, innovation presents an optimal strategy for controlling costs. Companies that have invested in such technologies as remote mining, autonomous equipment and driverless trucks and trains have reduced expenses by orders of magnitude, while simultaneously driving up productivity. Yet, gazing towards the horizon, it is rapidly becoming clear that innovation can do much more than reduce capital intensity. Approached strategically, it also has the power to reduce people and energy intensity, while increasing mining intensity. Capturing the learnings The key is to think of innovation as much more than research and development (R&D) around particular processes or technologies. Companies can, in fact, innovate in multiple ways, such as leveraging supplier knowledge around specific operational challenges, redefining their participation in the energy value chain or finding new ways to engage and partner with major stakeholders and constituencies. To reap these rewards, however, mining companies must overcome their traditionally conservative tendencies. In many cases, miners struggle to adopt technologies proven to work at other mining companies, let alone those from other industries. As a result, innovation becomes less of a technology problem and more of an adoption problem. By breaking this mindset, mining companies can free themselves to adapt practical applications that already exist in other industries and apply them to fit their current needs. For instance, the tunnel boring machines used by civil engineers to excavate the Chunnel can vastly reduce miners’ reliance on explosives. Until recently, those machines were too large to apply in a mining setting. Some innovators, however, are now incorporating the underlying technology to build smaller machines—effectively adapting mature solutions from other industries to realize more rapid results. Re-imagining the future At the same time, innovation mandates companies to think in entirely new ways. Traditionally, for instance, miners have focused on extracting higher grades and achieving faster throughput by optimizing the pit, schedule, product mix and logistics. A truly innovative mindset, however, will see them adopt an entirely new design paradigm that leverages new information, mining and energy technologies to maximize value. […] Approached in this way, innovation can drive more than cost reduction. It can help mining companies mitigate and manage risks, strengthen business models and foster more effective community and government relations. It can help mining services companies enhance their value to the industry by developing new products and services. Longer-term, it can even position organizations to move the needle on such endemic issues as corporate social responsibility, environmental performance and sustainability. (http://www2.deloitte.com/content/dam/Deloitte/ru/Document s/energy-resources/ru_er_tracking_the_trends_2015_eng.pdf) The fragment “To reap these rewards” (l. 17) means to:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: FGV Órgão: CODEMIG
Q1183041 Inglês
Innovation is the new key to survival […] At its most basic, innovation presents an optimal strategy for controlling costs. Companies that have invested in such technologies as remote mining, autonomous equipment and driverless trucks and trains have reduced expenses by orders of magnitude, while simultaneously driving up productivity. Yet, gazing towards the horizon, it is rapidly becoming clear that innovation can do much more than reduce capital intensity. Approached strategically, it also has the power to reduce people and energy intensity, while increasing mining intensity. Capturing the learnings The key is to think of innovation as much more than research and development (R&D) around particular processes or technologies. Companies can, in fact, innovate in multiple ways, such as leveraging supplier knowledge around specific operational challenges, redefining their participation in the energy value chain or finding new ways to engage and partner with major stakeholders and constituencies. To reap these rewards, however, mining companies must overcome their traditionally conservative tendencies. In many cases, miners struggle to adopt technologies proven to work at other mining companies, let alone those from other industries. As a result, innovation becomes less of a technology problem and more of an adoption problem. By breaking this mindset, mining companies can free themselves to adapt practical applications that already exist in other industries and apply them to fit their current needs. For instance, the tunnel boring machines used by civil engineers to excavate the Chunnel can vastly reduce miners’ reliance on explosives. Until recently, those machines were too large to apply in a mining setting. Some innovators, however, are now incorporating the underlying technology to build smaller machines—effectively adapting mature solutions from other industries to realize more rapid results. Re-imagining the future At the same time, innovation mandates companies to think in entirely new ways. Traditionally, for instance, miners have focused on extracting higher grades and achieving faster throughput by optimizing the pit, schedule, product mix and logistics. A truly innovative mindset, however, will see them adopt an entirely new design paradigm that leverages new information, mining and energy technologies to maximize value. […] Approached in this way, innovation can drive more than cost reduction. It can help mining companies mitigate and manage risks, strengthen business models and foster more effective community and government relations. It can help mining services companies enhance their value to the industry by developing new products and services. Longer-term, it can even position organizations to move the needle on such endemic issues as corporate social responsibility, environmental performance and sustainability. (http://www2.deloitte.com/content/dam/Deloitte/ru/Document s/energy-resources/ru_er_tracking_the_trends_2015_eng.pdf) “For instance” in “Traditionally, for instance, miners have focused on extracting” (l. 34-35) is used to:
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Q751942 Conhecimentos Bancários
O FINAME – Financiamento de máquinas e equipamentos – é uma importante fonte de financiamento de longo prazo (em torno de cinco anos). Dentre as modalidades de apoio, encontram-se:
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Q751941 História e Geografia de Estados e Municípios
O conjunto das obras da Linha Verde financiada pela Codemig estabelece as condições para que as regiões norte e nordeste de Belo Horizonte experimentem um novo ciclo de desenvolvimento. São três grupos de obras, entre os quais a Rodovia MG-010 na qual a Codemig investiu R$ 100 milhões. A Linha Verde propicia acesso rápido e seguro às regiões norte e nordeste de Belo Horizonte e ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves, e beneficia mais de 3,5 milhões de pessoas em 60 bairros da capital e 10 municípios. Esse é um importante projeto de planejamento governamental que, mais do que promover a mobilidade urbana, tem como objetivo promover a expansão nos setores do(a):
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Q751940 Conhecimentos Bancários
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é uma importante instituição federal de financiamento de longo prazo. O banco vem prestando, ao longo de mais de seis décadas, relevante serviço de apoio ao desenvolvimento nacional, marcadamente nos setores de infraestrutura e energia. Um recente exemplo no estado de Minas Gerais foi o apoio do BNDES à instalação da fábrica das Havaianas. Contudo, o banco vem sendo criticado pelos excessos na política de apoio aos “campeões nacionais”. De acordo com essa política, o BNDES apoia grandes empresas brasileiras a se tornarem grandes multinacionais. Ao apoiar essas empresas em suas atividades no mercado internacional, a alternativa abaixo que melhor descreve a atividade desempenhada pelo BNDES é:
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Q751939 Direito Empresarial (Comercial)

A Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) é uma empresa privada controlada pelo grupo Moreira Salles. No início dos anos 1970, por solicitação da CAMIG, atual Codemig, foi estabelecida uma nova forma de associação público-privada entre CBMM e Codemig para a exploração conjunta das jazidas de Araxá. A CBMM e o governo de Minas Gerais haviam recebido a concessão para a exploração dessas jazidas nos anos 1950. Na associação firmada em 1972 pelo prazo de 60 anos, a Codemig figura como sócio participante e a CBMM como sócio ostensivo. Como sócio participante, a Codemig pode fiscalizar a gestão da CBMM, mas não interfere nas relações desta com terceiros.

Em 2002, decorrido o prazo de 30 anos da celebração do contrato inicial, as partes não manifestaram interesse na rescisão que, portanto, teve sua duração mantida até o prazo original de 2032.

Com base nas informações acima, o instrumento público que suporta a parceria público-privada entre a Codemig e a CBMM é:

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Q751937 Administração Pública
A região de Montes Claros apresenta um importante incentivo federal para a instalação de projetos. Ao se instalar nessa região, o projeto poderia ainda pleitear financiamento de um agente público federal que atue somente em nível regional. Quanto à natureza desse incentivo e esse agente, é correto afirmar que:
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Q751936 Administração Geral
A análise da estratégia empresarial é fundamental para avaliação do sucesso de um projeto. A estratégia pode ser definida como planos da alta direção para atingir os resultados desejados pela organização a partir de sua missão e valores. Contudo, esses planos da alta direção, que representam a estratégia deliberada, são normalmente mediados na empresa por estratégias emergentes que surgem de outras áreas. Para o autor Henry Mintzberg, a empresa deve proporcionar condições para que as estratégias emergentes possam também ser apreendidas. Para Mintzberg, a estratégia definida como plano é, na prática, utilizada de outras maneiras pelas empresas. Dessa forma, segundo Mintzberg, é correto afirmar que a estratégia é também:
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Q751935 Administração Geral
Determinada indústria apresenta à Codemig um projeto para se instalar num dos polos industriais do estado. O “Modelo de 5 Forças de Porter” é uma das ferramentas de que o analista de projetos de investimentos dispõe para efetuar uma avaliação do projeto. A partir exclusivamente desse modelo de Porter, os seguintes fatores devem ser considerados na análise do projeto:
Alternativas
Q751934 Administração Geral
O processo orçamentário em empresas de grande porte costuma ter início no 2º semestre do ano anterior ao ano a ser orçado. Mais de uma abordagem metodológica existe desenvolvida por especialistas e pesquisadores, sendo a abordagem orçamentária conhecida como “Beyond Budgeting” uma das mais recentes. Tal abordagem:
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Q751925 Economia

Uma empresa está com bastante caixa disponível e planeja investi-lo na expansão de sua fábrica. A empresa não precisará substituir nenhum equipamento, apenas adicionar ao seu parque fabril novas máquinas de produção. O gestor geral da empresa, no entanto, estava preocupado, pois ele entende que tais aquisições reduzirão um dos indicadores pelo qual é avaliado, o “Retorno sobre os Ativos” ou ROA em inglês, mesmo com as expectativas reais de aumento imediato no lucro líquido da empresa após a realização do investimento.

Considerando tais expectativas, o gestor está:

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Q751924 Economia
Os gestores financeiros de uma empresa de capital aberto nunca estiveram satisfeitos com a estimativa de custo de capital de sua empresa, usada para diversas tomadas de decisão. Resolveram, portanto, reavaliar tal estimativa começando pelo custo de capital próprio da empresa. Para tanto, decidiram utilizar o modelo CAPM (Capital Asset Pricing Model ou Modelo de Precificação de Ativos de Capital), nunca antes usado na empresa. A partir de dados históricos de retorno de suas ações e de retorno da carteira de mercado, encontrou-se a medida de risco sistemático do modelo, igual a 1,1. A expectativa para os próximos anos é que o retorno da carteira de mercado fique em 19% a.a.; e o retorno do ativo livre de risco da economia fique em 13% a.a.. Dessa maneira, os gestores encontraram um custo de capital próprio da empresa igual a:
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Q751919 Economia
Uma grande empresa contratou uma equipe especializada para calcular seu ciclo financeiro e propor medidas gerenciais que alterassem tal resultado atual. Após oito meses de trabalho, o ciclo financeiro da empresa, que apresentava como resultado um número negativo, passou a apresentar um resultado igual a zero. Dessa maneira, é correto afirmar que a equipe especializada:
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Q751916 Matemática Financeira

Historicamente, a técnica de avaliação econômico-financeira de projetos de investimento conhecida como Taxa Interna de Retorno - TIR sempre foi muito utilizada por tomadores de decisão. Além dessa, a técnica conhecida como Valor Presente Líquido – VPL também é muito usada nesse tipo de análise.

Ao se avaliar o fluxo de caixa projetado de projetos de investimento, é correto afirmar que a técnica do(a):

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Ano: 2015 Banca: FGV Órgão: CODEMIG Prova: FGV - 2015 - CODEMIG - Analista de Negócios |
Q720377 Economia
As estruturas societárias têm se tornado cada vez mais complexas no capitalismo global, apesar de no Brasil ainda ser possível associar em muitas empresas o acionista controlador com os nomes das famílias fundadoras ou dos fundadores. Esse é o caso, por exemplo, da Gerdau, da Natura e da Marfrig. Contudo, mesmo no Brasil, algumas empresas apresentam estruturas societárias complexas em que o comando da empresa é compartilhado entre investidores com interesses díspares, como o de diferentes tipos de fundos de investimento e entidades controladas pelo governo. Esse é o caso, por exemplo, da Embraer, que pode ser considerada uma “empresa sem dono”, pois não há um bloco claro de controle acionário: a Previ detém 7,84% e o BNDES-Par 5,37% do capital da empresa, mas 64% estão em livre circulação no mercado de forma pulverizada. Portanto, a compreensão dos diferentes interesses que movem cada um dos investidores é fundamental para o bom desempenho do analista de negócios. A Previ e o BNDES-Par são, respectivamente, investidores do tipo:
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Ano: 2015 Banca: FGV Órgão: CODEMIG Prova: FGV - 2015 - CODEMIG - Analista de Negócios |
Q720376 Administração Pública
O Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), por meio da sua subsidiária BDMGTEC, mantém participação acionária na Biomm SA e na Unitec, que estão instaladas na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O apoio a esse setor representa um dos pilares da atuação do BDMG e é feito em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e com as linhas de financiamento da Finep. Essas empresas atuam no setor de:
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Ano: 2015 Banca: FGV Órgão: CODEMIG Prova: FGV - 2015 - CODEMIG - Analista de Negócios |
Q720375 História e Geografia de Estados e Municípios
Em tempos de crise econômica, o benefício fiscal para a instalação de um novo negócio é sempre bem-vindo pelo empresário. Contudo, o gestor público deve estar atento para o fato de que essa mesma crise abala a arrecadação do setor público, e que a concessão de benefícios estaduais pode prejudicar ainda mais as receitas. No estado de Minas Gerais, determinada região usufrui de um benefício fiscal federal, o que constitui um importante atrativo para a instalação de novos projetos, sem necessariamente onerar o estado. Foi ali que se instalou a nova fábrica das sandálias Havaianas. Trata-se da Região: 
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Ano: 2015 Banca: FGV Órgão: CODEMIG Prova: FGV - 2015 - CODEMIG - Analista de Negócios |
Q720373 Administração Geral
Para a avaliação do planejamento estratégico de uma empresa, o analista de negócios pode recorrer a uma matriz SWOT. Essa matriz permite avaliar as forças e fraquezas de uma empresa e suas oportunidades e ameaças no mercado. Dentre os principais itens que o analista de negócios deve considerar na análise do ambiente interno da empresa, destaca-se:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: FGV Órgão: CODEMIG Prova: FGV - 2015 - CODEMIG - Analista de Negócios |
Q720372 Administração Geral
Uma tradicional empresa do estado apresenta à Codemig um projeto para a entrada em um novo segmento do seu setor de atuação, ainda não atendido por nenhuma empresa. Na avaliação do plano de negócios, você deve efetuar uma análise para definir se a entrada da empresa nesse novo segmento é viável. Partindo do pressuposto de que a empresa tem capacidade produtiva, para avaliar se realmente há uma oportunidade para a empresa, você deverá analisar se esse segmento pode:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: FGV Órgão: CODEMIG Prova: FGV - 2015 - CODEMIG - Analista de Negócios |
Q720371 Administração Geral
O Balanced Scorecard (BSC) é utilizado nas empresas como uma forma de mitigar os hiatos que costumam acontecer entre as etapas de elaboração e implementação do planejamento estratégico. O BSC segue quatro perspectivas diferentes e é definido como:
Alternativas
Respostas
19641: C
19642: C
19643: E
19644: E
19645: C
19646: A
19647: D
19648: A
19649: C
19650: C
19651: D
19652: B
19653: A
19654: A
19655: A
19656: D
19657: B
19658: D
19659: E
19660: A