Homem de 33 anos, vítima de colisão automobilística
de alta energia, é admitido com fratura pélvica
instável, taquicardia persistente e pressão arterial de
78/46 mmHg, sem resposta sustentada à reposição
inicial. O FAST é negativo para líquido livre
intraperitoneal. Após aplicação de binder pélvico, o
paciente permanece instável, sem evidência clínica de
tamponamento cardíaco ou pneumotórax hipertensivo. Considerando a fisiopatologia do
choque nesse cenário e os princípios de controle de
danos, assinale a estratégia CORRETA para o
controle inicial da hemorragia: