Questões de Concurso Comentadas para analista de pessoal

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Q1783115 Português

Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.


“se tornarão” (linha 48) por tornarão-se

Alternativas
Q1783114 Português

Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.


“Quando vencida a pandemia” (linhas 47 e 48) por Vencida a pandemia

Alternativas
Q1783113 Português

Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.


“Apesar disso” (linha 17) por Porquanto

Alternativas
Q1783112 Português

Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.


“indubitavelmente” (linha 13) por incontestavelmente

Alternativas
Q1783111 Português

Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.


“sem prejuízo de” (linha 10) por à despeito de

Alternativas
Q1783110 Português

Considerando os mecanismos de coesão no texto, julgue o item, no que se refere à correta correspondência entre o termo destacado e o respectivo elemento de referência.


“o” (linha 33), em “o que permitiu” – “home office” e “isolamento social” (linha 33)

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Q1783107 Português

Com base na leitura do texto, julgue o item.


O emprego do acento indicativo de crase em “às atividades” (linhas 55 e 56) justifica-se pela regência do substantivo “retorno” (linha 55) e pela anteposição de artigo definido ao termo “atividades”.

Alternativas
Q1783106 Português

Com base na leitura do texto, julgue o item.


Em “Torna-se essencial o investimento em tecnologia e inovação” (linhas 36 e 37), o verbo está flexionado na terceira pessoa do singular porque concorda com o termo “essencial”, que funciona como sujeito da oração.

Alternativas
Q1783105 Português

Com base na leitura do texto, julgue o item.


A forma verbal “valorizem” (linha 16) está flexionada na terceira pessoa do plural porque concorda com o termo “ações” (linha 14).

Alternativas
Q1783103 Português

Com base na leitura do texto, julgue o item.


Entre os desafios a serem enfrentados por muitas organizações na realidade pós-pandemia, o mais importante é, segundo o texto, desenvolver a empatia com o ser humano.

Alternativas
Q1783102 Português

Com base na leitura do texto, julgue o item.


De acordo com o texto, a manutenção de uma empresa no mercado de forma segura e lucrativa é condição essencial para que ela atue de forma socialmente responsável para a formação de um mundo melhor.

Alternativas
Q1783101 Português

Com base na leitura do texto, julgue o item.


O texto, estruturado em forma narrativa, expõe a necessidade de as empresas reformularem sua concepção de ambiente físico e atividades presenciais e de investirem em tecnologia e inovação para enfrentarem o período pós-pandemia.

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Q2034409 Direito Administrativo
Segundo a disciplina legal aplicável, a alienação de bens por empresas públicas e por sociedades de economia mista depende, em regra, de avaliação formal do bem e da realização de licitação, ressalvada esta última na hipótese de:
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Q2034387 Português
A sociedade do medo

O filósofo Vladimir Safatle afirma que o medo se transformou em um elemento de coesão de uma sociedade refém de um discurso de crise permanente

[...]
No seu Quando as Ruas Queimam: Manifesto pela Emergência, você diz que nossa época vai passar para a história como o momento em que a crise virou uma forma de governo. Você está falando do medo que é gerado pela crise?

Sim, como efeito. É importante entender como o discurso da crise se transformou num modo de gestão social. As crises vêm para não passar. Por exemplo, nós vivemos numa crise global há oito anos. Isso do lado socioeconômico. No que diz respeito aos problemas de segurança, vivemos uma situação de emergência há quinze anos, desde 2001. Ou seja, são situações nas quais vários direitos vão sendo flexibilizados, em que os governos vão tendo a possibilidade de intervir na vida privada dos seus cidadãos em nome de sua própria segurança. É muito mais fácil você gerir uma sociedade em crise. Então, a sociedade em crise é uma sociedade, primeiro, amedrontada; segundo, é uma sociedade aberta a toda forma de intervenção do poder soberano, mesmo aqueles que quebram as regras, quebram as normas constitucionais. Como estamos em uma situação excepcional, essas quebras começam a virar coisa normal. Esses discursos a respeito da luta contra a crise são muito claros no sentido de impedir a sociedade de reagir. Não se reage porque “a situação é de crise”.

E aí entra o medo.

Exatamente. Aí entra um pouco essa maneira de transformar o medo num elemento fundamental da gestão social. Ou seja, o medo produzido, em larga medida, potencializado, administrado, gerenciado. É o gerenciamento do medo como única forma de construir coesão hoje em dia. Nós podemos construir coesão a partir da partilha de ideias; só que, quando a sociedade chega no ponto em que ela desconfia dos ideais que lhe foram apresentados como consensuais, quando desconfia das gramáticas sociais que são responsáveis pela mediação dos conflitos, não resta outra coisa a não ser um tipo de coesão negativa. Não coesão por algo que todos afirmam, mas uma coesão através de algo que todos negam.

Quando você fala da gestão da crise, quem são os agentes? O poder constituído do Estado, os agentes financeiros, o corpo social?

De fato, o discurso da maneira como eu estava colocando pode dar um pouco a impressão de que há uma espécie de grande sujeito por trás. Eu diria que o que acontece é: nós partilhamos de um modo de existência que, por não conseguir realizar as suas próprias promessas, e também por impedir uma abertura em direção a outros modos de existência, começa a funcionar numa chave de conservação. É importante falar de modos de existência porque isso tira um pouco a figura do sujeito que delibera. Então temos, sei lá, o poder do Estado, a burocracia que controla o poder do Estado, o capital financeiro. É inegável que haja de fato projetos de grupos nos modos de gestão social, mas para além disso há uma coisa muito mais brutal: uma forma de racionalidade que se transformou para nós em um elemento quase natural, que faz com que todos comecem a pensar dessa maneira. Essa forma de racionalidade, que acaba operando esses processos de dominação, deixa uma situação mais complexa. Não se trata simplesmente de subverter o poder, mas de pensar de outra maneira, o que é muito mais complicado do que pode parecer.

Quais são os instrumentos de que dispomos pra romper com essa racionalidade, com esse circuito baseado no medo? O que fazer?

Tenho duas colocações a fazer. A primeira é: muitos acreditam que a melhor maneira de se contrapor a circuitos de afetos vinculados ao medo seja constituir outros circuitos vinculados aos afetos que seriam o oposto ao medo – por exemplo, a esperança. Só que aí há uma reflexão muito interessante, de toda uma tradição filosófica, de insistir que o medo e a esperança não são afetos contraditórios – são complementares. O que é o medo a não ser a expectativa de um mal que pode ocorrer? O que é a esperança a não ser a expectativa de um bem que pode ocorrer? Quem tem a expectativa de que um mal ocorra, também espera que esse mal não ocorra. Da mesma maneira, quem tem a expectativa de que um bem ocorra, teme que esse bem não ocorra. Então, a reversão contínua de um polo a outro, da esperança ao medo, é uma constante, porque são dois tipos de afetos ligados a um mesmo modo de experiência temporal. São afetos ligados à projeção de um horizonte de expectativas. Nesse sentido, toda forma de pensar o tempo de maneira simétrica vai produzir resultados simétricos. Então, um outro afeto seria necessariamente um afeto que teria uma outra relação com a ideia de acontecimento.
[...]

Freitas, Almir. Disponível em: .
Acesso em: 27 set. 2017 [Fragmento adaptado].
Assinale a alternativa em que a ideia entre colchetes não está presente no respectivo trecho.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FDC Órgão: SEHAC - RJ
Q1238957 Direito Constitucional
O Art. 37 da Constituição Federal/88 determina a proibição da acumulação de acumulação remunerada de cargos públicos, exceto, quando houver compatibilidade de horário, na seguinte situação: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FDC Órgão: SEHAC - RJ
Q1238900 Direito Constitucional
Considere que um servidor público efetivo do cargo de analista de departamento pessoal, trabalha de 8h às 17h e foi eleito vereador em sua cidade, cujas sessões acorrem às terças-feiras à noite a partir das 19hs. De acordo com o Art. 38 da Constituição Federal o servidor deverá:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FDC Órgão: SEHAC - RJ
Q1238757 Direito Constitucional
De acordo com o Art. 7º da Constituição Federal/88, são direitos dos trabalhadores rurais e urbanos, dentre outros, EXCETO: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FDC Órgão: SEHAC - RJ
Q1238670 Direito do Trabalho
De acordo com a CLT, o contrato individual de trabalho é um ajuste de vontades entre uma pessoa física que se compromete a prestar serviços ao empregador. O contrato poderá ser realizado através de um acordo tácito ou expresso, verbal ou por escrito, tendo como elemento principais: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FDC Órgão: SEHAC - RJ
Q1181964 Gestão de Pessoas
Os procedimentos ou técnicas de avaliação de candidatos que exploram características individuais e proporcionam informações sobre o comportamento e a capacidade de integração em uma equipe, bem como as competências relacionais e o estilo gerencial, são denominados testes de: 
Alternativas
Respostas
101: E
102: C
103: E
104: C
105: E
106: E
107: C
108: E
109: C
110: C
111: E
112: E
113: B
114: C
115: A
116: A
117: B
118: E
119: C
120: A