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I.A aprendizagem significativa ocorre quando novas informações se relacionam de maneira substancial e não literal com o que o aluno já sabe, sendo necessária uma estrutura cognitiva relevante e estável.
II.Os organizadores prévios são recursos que apresentam o conteúdo novo em linguagem simplificada, buscando facilitar a memorização de conceitos.
III. Para Ausubel, a aprendizagem por descoberta é mais eficaz do que a aprendizagem por recepção, uma vez que promove maior autonomia e criatividade no processo educativo.
IV.A aprendizagem significativa exige uma disposição do aprendiz para relacionar o novo conteúdo com conceitos existentes, o que implica em fatores cognitivos e afetivos.
V.A subsunção é o processo por meio do qual um novo conceito é incorporado à estrutura cognitiva preexistente de forma integrativa, podendo ocorrer de maneira progressiva ou correlativa.
Assinale a alternativa correta.
I.A interdisciplinaridade pressupõe a eliminação das fronteiras disciplinares tradicionais.
II.O diálogo entre disciplinas deve preservar a identidade epistemológica de cada campo do conhecimento.
III.A contextualização é condição necessária mas não suficiente para a interdisciplinaridade.
IV.A interdisciplinaridade requer postura de abertura e parceria entre docentes.
Quantas proposições estão corretas?
(__)Cache L2 contém muito mais memória que a cache L1. É mais um caminho para que a informação requisitada não tenha de ser procurada na lenta memória principal.
(__)Cache L1 ainda é um tipo de cache raro em função da complexidade dos processadores atuais, com suas áreas chegando a milhões de transistores por micrômetros ou picômetros de área.
(__)Cache L3 é uma pequena porção de memória estática presente dentro do processador. Em alguns tipos de processador, é dividida em dois níveis: dados e instruções.
Assinale a sequência correta de cima para baixo.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por Que a Paciência É a Chave para o Seu Bem-Estar
Se você nasceu antes da avalanche digital e tecnológica − celulares, smartphones, internet, redes sociais, streamings, IA -, certamente vai se lembrar de como o mundo corria em um ritmo mais lento. A paciência era uma habilidade obrigatória: era preciso esperar uma semana para ver o novo capítulo da sua série favorita, ou buscar o orelhão mais próximo para combinar um programa. Caso contrário, poderíamos ser tomados pela ansiedade, ficando "malucos".
O problema é que o mundo digital virou tudo de cabeça para baixo, tornando-nos extremamente impacientes. Para se ter uma ideia, há quem desista de uma compra online em apenas 22 segundos, e mais da metade dos que buscam algo no Google abandonam a página encontrada se ela não carrega em 3 segundos. Três segundos! Nos acostumamos à velocidade da luz, e agora queremos que tudo aconteça no mesmo ritmo.
Mas aqui vai uma verdade que é possível que você não goste de saber: a impaciência não nos traz conforto algum. Primeiro, porque o mundo não vai acelerar só porque você deseja. Segundo, porque impõe uma dose extra e desnecessária de estresse. Se você lida com a ansiedade, manter esse senso de urgência ligado 24 horas por dia, sem uma válvula de escape, faz nosso motor interno começar a falhar: coração, respiração e mente ficam mais acelerados, e o cansaço toma conta. Em resumo: a impaciência sabota o nosso bem-estar
O Caminho para a Calma: Como Cultivar a Paciência
Como cultivar a paciência em um mundo que parece conspirar contra ela? Paciência diz respeito, essencialmente, ao controle das nossas emoções e à forma como respondemos às frustrações da vida: se de modo impulsivo, emocional e descontrolado (típico de quem é impaciente) ou de maneira mais refletida e racional.
Cultivar paciência não é algo que se faz da noite para o dia. Ao contrário, é uma competência vital que conquistamos dia após dia, incorporando pequenos (mas poderosos) gestos na nossa rotina.
1. Respire
Essa é das dicas das mais óbvias, mas com efeitos profundos. Pare por alguns minutos, feche os olhos e inspire e expire profundamente. A respiração lenta e consciente acalma a mente, permitindo que os pensamentos lógicos retornem ao primeiro plano, relegando as reações emocionais a um segundo plano.
2. Identifique a Raiz da Sua Impaciência
Pare por alguns segundos e faça a si mesmo essa pergunta: será que é realmente o trânsito parado que o está levando ao limite, a buzinar sem parar e a gritar pela janela? Ou, ao contrário, é possível que você tenha tantas entregas importantes a fazer que apenas alguns minutos parados na rua já foram suficientes para descontrolá-lo? Se a segunda opção for a resposta, que tal conversar com sua liderança para evitar que tantas tarefas não fiquem acumuladas em um único? dia
3. Aceite o Que Não Está em Suas Mãos
O trânsito é um exemplo clássico, assim como o atraso inevitável em uma consulta médica. Que tal virar o jogo e aproveitar esse momento em seu benefício? Escute um podcast, leia algo ou até adiante trabalho. Transforme o que seria uma fonte de estresse em uma oportunidade de relaxamento ou de produtividade.
Leia mais em: https://forbes.com.br/coluna/2025/07/por-que-a-paciencia-e-a-chave-para-o-seu-bem-estar
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por Que a Paciência É a Chave para o Seu Bem-Estar
Se você nasceu antes da avalanche digital e tecnológica − celulares, smartphones, internet, redes sociais, streamings, IA -, certamente vai se lembrar de como o mundo corria em um ritmo mais lento. A paciência era uma habilidade obrigatória: era preciso esperar uma semana para ver o novo capítulo da sua série favorita, ou buscar o orelhão mais próximo para combinar um programa. Caso contrário, poderíamos ser tomados pela ansiedade, ficando "malucos".
O problema é que o mundo digital virou tudo de cabeça para baixo, tornando-nos extremamente impacientes. Para se ter uma ideia, há quem desista de uma compra online em apenas 22 segundos, e mais da metade dos que buscam algo no Google abandonam a página encontrada se ela não carrega em 3 segundos. Três segundos! Nos acostumamos à velocidade da luz, e agora queremos que tudo aconteça no mesmo ritmo.
Mas aqui vai uma verdade que é possível que você não goste de saber: a impaciência não nos traz conforto algum. Primeiro, porque o mundo não vai acelerar só porque você deseja. Segundo, porque impõe uma dose extra e desnecessária de estresse. Se você lida com a ansiedade, manter esse senso de urgência ligado 24 horas por dia, sem uma válvula de escape, faz nosso motor interno começar a falhar: coração, respiração e mente ficam mais acelerados, e o cansaço toma conta. Em resumo: a impaciência sabota o nosso bem-estar
O Caminho para a Calma: Como Cultivar a Paciência
Como cultivar a paciência em um mundo que parece conspirar contra ela? Paciência diz respeito, essencialmente, ao controle das nossas emoções e à forma como respondemos às frustrações da vida: se de modo impulsivo, emocional e descontrolado (típico de quem é impaciente) ou de maneira mais refletida e racional.
Cultivar paciência não é algo que se faz da noite para o dia. Ao contrário, é uma competência vital que conquistamos dia após dia, incorporando pequenos (mas poderosos) gestos na nossa rotina.
1. Respire
Essa é das dicas das mais óbvias, mas com efeitos profundos. Pare por alguns minutos, feche os olhos e inspire e expire profundamente. A respiração lenta e consciente acalma a mente, permitindo que os pensamentos lógicos retornem ao primeiro plano, relegando as reações emocionais a um segundo plano.
2. Identifique a Raiz da Sua Impaciência
Pare por alguns segundos e faça a si mesmo essa pergunta: será que é realmente o trânsito parado que o está levando ao limite, a buzinar sem parar e a gritar pela janela? Ou, ao contrário, é possível que você tenha tantas entregas importantes a fazer que apenas alguns minutos parados na rua já foram suficientes para descontrolá-lo? Se a segunda opção for a resposta, que tal conversar com sua liderança para evitar que tantas tarefas não fiquem acumuladas em um único? dia
3. Aceite o Que Não Está em Suas Mãos
O trânsito é um exemplo clássico, assim como o atraso inevitável em uma consulta médica. Que tal virar o jogo e aproveitar esse momento em seu benefício? Escute um podcast, leia algo ou até adiante trabalho. Transforme o que seria uma fonte de estresse em uma oportunidade de relaxamento ou de produtividade.
Leia mais em: https://forbes.com.br/coluna/2025/07/por-que-a-paciencia-e-a-chave-para-o-seu-bem-estar
O trecho a seguir que apresenta a figura de linguagem correspondente de forma correta é:
Ao se fazer uma análise sobre a Lei No 10.861, de 14 de abril de 2004, a qual Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES. Observa-se claramente que o Art. 2º, traz em seu caput ou no seu enunciado que esta lei do SINAES, ao promover a avaliação de instituições, de cursos e de desempenho dos estudantes, deverá assegurar alguns itens. Para tanto, assinale V para VERDADEIRO e F para FALSO sobre os itens, os quais promovem a avaliação das instituições, dos cursos e do desempenho dos estudantes, em destaque abaixo, e em seguida marque a alternativa CORRETA:
( ) avaliação institucional, interna e externa, contemplando a análise global e integrada das dimensões, estruturas, relações, compromisso social, atividades, finalidades e responsabilidades sociais das instituições de educação superior e de seus cursos.
( ) o caráter público de todos os procedimentos, dados e resultados dos processos avaliativos.
( ) a responsabilidade social da instituição, considerada especialmente no que se refere à sua contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural.
( ) a comunicação com a sociedade.
A evolução do processo de inovação dos projetos educacionais comporta, por um lado, os aspectos básicos da inovação que são assumidos pelos professores, e, por outro, a sua implantação efetiva na sala de aula. Tudo isso quer dizer que a inovação por meio de projetos educacionais pode ser um passo significativo no replanejamento que a escola estabelece como meta, pois trabalhar diretamente com o currículo de uma escola pode ser considerado, em termos práticos, um fazer e um refazer das questões pedagógicas para se chegar aos objetivos desejados. Mas não se pode esquecer que o trabalho escolar desenvolvido a partir de projetos educacionais, permite a flexibilidade para possíveis modificações no decorrer de sua efetivação. Com isso, convém aqui destacar que a implantação de projetos educacionais só poderá ser possível no ambiente escolar quando houver o planejamento estratégico em que permita a vinculação entre a teoria com a prática daquilo que se ensina aos alunos, porém com a finalidade de alcançar os seguintes objetivos:
I. abordar elementos globais em que as relações entre as fontes de informação e os processos para compreendê-la e utilizá-las sejam levados adiante pelos alunos, e não pelos professores, como acontece nos enfoques interdisciplinares.
II. permitir a mudança de concepção do professor a ponto de fazer com que esse profissional compreenda o processo de reflexão e interpretação sobre a prática educativa, no sentido de desmistificar a relação entre o ensinar e o aprender.
III. gerar uma série de mudanças na organização dos conhecimentos escolares, tomando como ponto de partida algumas hipóteses, as quais transitam pela perspectiva de trabalhar qualquer tema em sala de aula, que cada tema seja proveniente de um problema que necessita de resposta, que se dê ênfase sobre relação ensino e aprendizagem, que os docentes não sejam os únicos responsáveis pelas atividades em sala de aula e que o trabalho seja desenvolvido por múltiplas possibilidades.
Qual das alternativas a seguir está CORRETA?
A educação escolar no período colonial teve três fases que, respectivamente, foram educação jesuítica, reforma pombalina e período de D. João VI. Dentes essas três fases, a partir de 1979, o Estado assumiu a educação no Brasil e em Portugal. No Brasil foi instituída as “aulas régias” com o desaparecimento do curso de humanidades, que nada mais eram aulas avulsas de:
I. latim.
II. Ratio Studiorum.
III. canto orfeônico.
IV. grego.
V. filosofia.
VI. retórica.
Qual das alternativas a seguir está CORRETA?
Sem dúvida alguma o professor tem a missão de ensinar seus alunos a pensar, obviamente que essa afirmativa é caracterizada como uma das várias missões do profissional docente, tendo em vista que o ato de ensinar o aluno a pensar acaba sendo fundamental para o seu desenvolvimento intelectual. Neste aspecto, seria pertinente afirmar que querer aprender e saber pensar consistem, justamente, com que o discente já sabe, com o grau em que pratica o recente aprendizado e as condições pessoais básicas que permitem aquisição desse novo conhecimento. Por essa razão, muitos profissionais docentes acabam tendo dúvida sobre a forma como acontece esse processo em que o aluno procura conhecer o querer saber e saber pensar. Assim, para que isso seja possível, é necessário o professor contar com alguns princípios assinalados, os quais são:
I – que as estratégias de pensamento sejam ensinadas de modo explícito, preferencialmente combinando o ensino direto e o modelado por um tempo satisfatório para o aluno.
II – que se ensine aos alunos quando, como e por que aplicar estratégias de pensamento, com a finalidade de que os próprios alunos possam autorregular sua utilização.
III – que o ensino a partir das estratégias de pensamento se realize em diferentes contextos para facilitar a generalização do novo.
Qual das alternativas a seguir está CORRETA?