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A população de Santa Catarina foi formada por diferentes grupos, sejam nativos ou imigrantes que chegaram ao longo do tempo. Apesar de apresentar uma forte influência alemã e italiana nos costumes e tradições, alguns lugares do estado também preservam a cultura de outros grupos étnicos que contribuíram para sua formação. Sobre este tema, analise as assertivas abaixo.
I. Japoneses e Chineses influenciaram de forma significativa a gastronomia típica catarinense.
II. A cidade de Treze Tílias, no Meio-Oeste, foi fundada por imigrantes austríacos vindos da região do Tirol e parece uma vila típica saída dos Alpes.
III. Poloneses e ucranianos merecem destaque quando se fala nas contribuições arquitetônicas.
IV. O Circuito das Festas de Outubro do estado de Santa Catarina é uma expressão da influência indígena na formação cultural do estado.
Está CORRETO o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Encanto ou Ilusão
Lá estava Luiza sentada em um banco da praça, numa linda manhã de domingo. Ela observava seus pequenos filhos brincando, correndo e fazendo bolinhas de sabão. Dentro de si, pensava a mãe, encantada com o sorriso das crianças: "Que colorido mágico! Que profusão de cores!
André corria e gritava:
— Olha mamãe, as minhas bolinhas são maiores que as de Ana.
Perto deles estava Teko, seu pequeno cachorro que latia sem parar, correndo de um lado para o outro. Ana soprava para ver se conseguia fazer bolinhas tão bonitas quantos as de seu irmão. Para a garota, estava acontecendo um lindo espetáculo no céu que era vislumbrado pelos seus lindos olhos azuis, isto é, ela admirava tantas bolinhas subirem e descerem e por fim, uma pura ilusão; elas estouram.
A mãe observava de perto a alegria que estava no ar, porém, Luiza não sabia se ria ou se lamentava ao ouvir os gritos enlouquecidos das crianças. Naquela singela manhã, a mãe notou que cada bolinha era como seus filhos, únicos, belos, encantadores, cheios de vida. A mãe podia entender que seu encanto em observar os filhos findava em cada bolinha estourada, pois sabia que aquela alegria tinha tempo determinado, tornando-se em ilusão quando a bolinha estourava em suas pequenas mãos tecendo um espetáculo de gotas coloridas.
ALMEIDA, Mariza Gregório de. Encanto ou Ilusão. In: CALICCHIO, Fátima Christina; CARNEIRO, Otávio Felipe (org.). Crônicas e Minicontos: histórias reflexivas de professores em formação [recurso eletrônico]. Maringá − PR: UniCV, 2024. Disponível em: https://unicv.edu.br/wp-content/uploads/2024/06/Livro-de-Cronicas-e-Mi nicontos-Projeto-GOPT-1-1.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Encanto ou Ilusão
Lá estava Luiza sentada em um banco da praça, numa linda manhã de domingo. Ela observava seus pequenos filhos brincando, correndo e fazendo bolinhas de sabão. Dentro de si, pensava a mãe, encantada com o sorriso das crianças: "Que colorido mágico! Que profusão de cores!
André corria e gritava:
— Olha mamãe, as minhas bolinhas são maiores que as de Ana.
Perto deles estava Teko, seu pequeno cachorro que latia sem parar, correndo de um lado para o outro. Ana soprava para ver se conseguia fazer bolinhas tão bonitas quantos as de seu irmão. Para a garota, estava acontecendo um lindo espetáculo no céu que era vislumbrado pelos seus lindos olhos azuis, isto é, ela admirava tantas bolinhas subirem e descerem e por fim, uma pura ilusão; elas estouram.
A mãe observava de perto a alegria que estava no ar, porém, Luiza não sabia se ria ou se lamentava ao ouvir os gritos enlouquecidos das crianças. Naquela singela manhã, a mãe notou que cada bolinha era como seus filhos, únicos, belos, encantadores, cheios de vida. A mãe podia entender que seu encanto em observar os filhos findava em cada bolinha estourada, pois sabia que aquela alegria tinha tempo determinado, tornando-se em ilusão quando a bolinha estourava em suas pequenas mãos tecendo um espetáculo de gotas coloridas.
ALMEIDA, Mariza Gregório de. Encanto ou Ilusão. In: CALICCHIO, Fátima Christina; CARNEIRO, Otávio Felipe (org.). Crônicas e Minicontos: histórias reflexivas de professores em formação [recurso eletrônico]. Maringá − PR: UniCV, 2024. Disponível em: https://unicv.edu.br/wp-content/uploads/2024/06/Livro-de-Cronicas-e-Mi nicontos-Projeto-GOPT-1-1.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Encanto ou Ilusão
Lá estava Luiza sentada em um banco da praça, numa linda manhã de domingo. Ela observava seus pequenos filhos brincando, correndo e fazendo bolinhas de sabão. Dentro de si, pensava a mãe, encantada com o sorriso das crianças: "Que colorido mágico! Que profusão de cores!
André corria e gritava:
— Olha mamãe, as minhas bolinhas são maiores que as de Ana.
Perto deles estava Teko, seu pequeno cachorro que latia sem parar, correndo de um lado para o outro. Ana soprava para ver se conseguia fazer bolinhas tão bonitas quantos as de seu irmão. Para a garota, estava acontecendo um lindo espetáculo no céu que era vislumbrado pelos seus lindos olhos azuis, isto é, ela admirava tantas bolinhas subirem e descerem e por fim, uma pura ilusão; elas estouram.
A mãe observava de perto a alegria que estava no ar, porém, Luiza não sabia se ria ou se lamentava ao ouvir os gritos enlouquecidos das crianças. Naquela singela manhã, a mãe notou que cada bolinha era como seus filhos, únicos, belos, encantadores, cheios de vida. A mãe podia entender que seu encanto em observar os filhos findava em cada bolinha estourada, pois sabia que aquela alegria tinha tempo determinado, tornando-se em ilusão quando a bolinha estourava em suas pequenas mãos tecendo um espetáculo de gotas coloridas.
ALMEIDA, Mariza Gregório de. Encanto ou Ilusão. In: CALICCHIO, Fátima Christina; CARNEIRO, Otávio Felipe (org.). Crônicas e Minicontos: histórias reflexivas de professores em formação [recurso eletrônico]. Maringá − PR: UniCV, 2024. Disponível em: https://unicv.edu.br/wp-content/uploads/2024/06/Livro-de-Cronicas-e-Mi nicontos-Projeto-GOPT-1-1.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
Leia o trecho do texto "Encanto ou Ilusão":
"A mãe podia entender que seu encanto em observar os filhos findava em cada bolinha estourada, pois sabia que aquela alegria tinha tempo determinado, tornando-se em ilusão quando a bolinha estourava em suas pequenas mãos tecendo um espetáculo de gotas coloridas."
Com base na leitura desse trecho e nos conceitos de denotação e conotação, assinale a alternativa que apresenta corretamente a predominância do sentido utilizado na expressão "bolinha estourada".
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Encanto ou Ilusão
Lá estava Luiza sentada em um banco da praça, numa linda manhã de domingo. Ela observava seus pequenos filhos brincando, correndo e fazendo bolinhas de sabão. Dentro de si, pensava a mãe, encantada com o sorriso das crianças: "Que colorido mágico! Que profusão de cores!
André corria e gritava:
— Olha mamãe, as minhas bolinhas são maiores que as de Ana.
Perto deles estava Teko, seu pequeno cachorro que latia sem parar, correndo de um lado para o outro. Ana soprava para ver se conseguia fazer bolinhas tão bonitas quantos as de seu irmão. Para a garota, estava acontecendo um lindo espetáculo no céu que era vislumbrado pelos seus lindos olhos azuis, isto é, ela admirava tantas bolinhas subirem e descerem e por fim, uma pura ilusão; elas estouram.
A mãe observava de perto a alegria que estava no ar, porém, Luiza não sabia se ria ou se lamentava ao ouvir os gritos enlouquecidos das crianças. Naquela singela manhã, a mãe notou que cada bolinha era como seus filhos, únicos, belos, encantadores, cheios de vida. A mãe podia entender que seu encanto em observar os filhos findava em cada bolinha estourada, pois sabia que aquela alegria tinha tempo determinado, tornando-se em ilusão quando a bolinha estourava em suas pequenas mãos tecendo um espetáculo de gotas coloridas.
ALMEIDA, Mariza Gregório de. Encanto ou Ilusão. In: CALICCHIO, Fátima Christina; CARNEIRO, Otávio Felipe (org.). Crônicas e Minicontos: histórias reflexivas de professores em formação [recurso eletrônico]. Maringá − PR: UniCV, 2024. Disponível em: https://unicv.edu.br/wp-content/uploads/2024/06/Livro-de-Cronicas-e-Mi nicontos-Projeto-GOPT-1-1.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
Observe o trecho extraído do texto "Encanto ou Ilusão":
"Para a garota, estava acontecendo um lindo espetáculo no céu que era vislumbrado pelos seus lindos olhos azuis, isto é, ela admirava tantas bolinhas subirem e descerem e, por fim, uma pura ilusão; elas estouram."
Com base na análise dos verbos "admirava" e "estouram", é correto afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Encanto ou Ilusão
Lá estava Luiza sentada em um banco da praça, numa linda manhã de domingo. Ela observava seus pequenos filhos brincando, correndo e fazendo bolinhas de sabão. Dentro de si, pensava a mãe, encantada com o sorriso das crianças: "Que colorido mágico! Que profusão de cores!
André corria e gritava:
— Olha mamãe, as minhas bolinhas são maiores que as de Ana.
Perto deles estava Teko, seu pequeno cachorro que latia sem parar, correndo de um lado para o outro. Ana soprava para ver se conseguia fazer bolinhas tão bonitas quantos as de seu irmão. Para a garota, estava acontecendo um lindo espetáculo no céu que era vislumbrado pelos seus lindos olhos azuis, isto é, ela admirava tantas bolinhas subirem e descerem e por fim, uma pura ilusão; elas estouram.
A mãe observava de perto a alegria que estava no ar, porém, Luiza não sabia se ria ou se lamentava ao ouvir os gritos enlouquecidos das crianças. Naquela singela manhã, a mãe notou que cada bolinha era como seus filhos, únicos, belos, encantadores, cheios de vida. A mãe podia entender que seu encanto em observar os filhos findava em cada bolinha estourada, pois sabia que aquela alegria tinha tempo determinado, tornando-se em ilusão quando a bolinha estourava em suas pequenas mãos tecendo um espetáculo de gotas coloridas.
ALMEIDA, Mariza Gregório de. Encanto ou Ilusão. In: CALICCHIO, Fátima Christina; CARNEIRO, Otávio Felipe (org.). Crônicas e Minicontos: histórias reflexivas de professores em formação [recurso eletrônico]. Maringá − PR: UniCV, 2024. Disponível em: https://unicv.edu.br/wp-content/uploads/2024/06/Livro-de-Cronicas-e-Mi nicontos-Projeto-GOPT-1-1.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
Leia as afirmativas sobre os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e marque V para verdadeiro e F para falso:
( ) Os EPIs devem ser fornecidos gratuitamente pelo empregador, de acordo com os riscos específicos de cada função.
( ) O uso dos EPIs pode ser dispensado caso o trabalhador opte por não utilizá-los, desde que assuma a responsabilidade pelos riscos.
( ) A fiscalização do uso adequado dos EPIs é uma obrigação tanto do empregador quanto do trabalhador.
( ) Todos os EPIs devem possuir Certificado de Aprovação (CA), emitido pelo órgão competente, garantindo sua eficácia e segurança.
A sequência correta é:
Sobre o uso adequado dos Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs) no ambiente de trabalho, analise as afirmativas:
I - Os EPCs são barreiras físicas ou tecnológicas que minimizam riscos no ambiente de trabalho, como sinalizações, exaustores e proteções em máquinas.
II - O uso de EPCs dispensa totalmente a necessidade do uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).
III - A instalação de dispositivos como corrimãos e guarda-corpos contribui para a redução de acidentes em locais com risco de queda.
IV - A responsabilidade pela adoção e manutenção dos EPCs é exclusivamente do trabalhador, sem envolvimento da empresa.
Estão corretas as afirmativas:
Leia as afirmativas sobre a Norma Regulamentadora NR-35, que trata do trabalho em altura, e marque V para verdadeiro e F para falso:
( ) Todo trabalhador que executa atividades acima de 2 metros do nível inferior, onde haja risco de queda, deve seguir as diretrizes da NR-35.
( ) O treinamento periódico para trabalho em altura não é obrigatório, podendo ser dispensado em empresas que já adotam medidas de segurança coletiva.
( ) Os equipamentos de proteção coletiva (EPCs) devem ser priorizados em relação aos EPIs sempre que possível, reduzindo a exposição ao risco.
( ) O uso do cinto de segurança tipo paraquedista com talabarte é um dos requisitos mínimos para trabalhos realizados em altura.
A sequência correta é: