Questões de Concurso Comentadas para enfermeiro

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Q3081423 Português

Com base na propaganda que se segue, marque a alternativa CORRETA.


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: <https://www.politize.com.br/propaganda-institucional-tse/>. Acesso em: 04 mai. 2024.

Alternativas
Q3081422 Português

A partir da análise da tira abaixo, no terceiro quadrinho ocorre um fenômeno linguístico chamado:


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: <https://questoes.grancursosonline.com.br/questoes-de-concursos/lingua-portuguesa-modalizacao>. Acesso em: 04 mai. 2024. 

Alternativas
Q3081419 Português
A reportagem a seguir refere-se à questão:

Eduardo Leite: “O RS vai precisar de muito apoio, uma espécie de Plano Marshall”

Eduardo Leite voltou a falar na noite deste sábado, 4, sobre os efeitos dos fortes temporais que atingem as cidades gaúchas desde o início da semana

ESTADÃO CONTEÚDO
04/05/2024 - 19:37

    O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, avalia que o Estado vai precisar de medidas extraordinárias de reconstrução após as fortes chuvas dos últimos dias, com apoio de todo tipo, sem diferenças políticas. “A gente vai precisar de uma espécie de Plano Marshall de reconstrução”, disse o governador, referindo-se ao plano de apoio capitaneado pelos Estados Unidos para reerguer a Europa ocidental ao término da Segunda Guerra Mundial.
     Leite reforçou que o momento “histórico” exige medidas “absolutamente extraordinárias, porque quem já foi vítima da tragédia não pode ser vítima depois da desassistência”, declarou a jornalistas no início desta noite de sábado.
    O governador gaúcho frisou que as diferenças políticas precisam ser colocadas de lado no momento em que o estado enfrenta fortes chuvas. “Temos que estar à altura do que a história nos exige, como lideranças públicas, colocando de lado qualquer diferença neste momento”, afirmou.
  Ao lado do ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Paulo Pimenta, e do ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, Eduardo Leite (PSDB/RS) disse que considera que a ida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Rio Grande do Sul neste domingo “será muito bem-vinda”.
   Logo em seguida, Pimenta emendou que “o presidente Lula disse que não há limites orçamentários” para a ajuda do governo federal ao Estado.
    Em seu perfil no X (ex-Twitter), Lula havia postado alguns minutos antes que iria ao Rio Grande do Sul no domingo. “Estou em contato permanente com os ministros e o comando militar que estão no Rio Grande do Sul. Amanhã retorno ao estado para acompanhar e reforçar o trabalho coordenado com o governo do estado e as prefeituras nesse momento tão difícil”, escreveu, na rede social.
   O Rio Grande do Sul tem 55 mortes registradas, sete óbitos em investigação e 107 pessoas desaparecidas até o momento, conforme os números apresentados pelo governador, lamentando a tragédia. “Serão dias ainda muito difíceis pela frente, quero dar esse alerta para a população. Mas estamos atuando em todas as frentes”, afirmou, agradecendo o apoio “de cada servidor”, bem como dos voluntários, além de ministérios, das Forças Armadas, prefeitos e prefeitas.

Disponível em: <https://istoe.com.br/eduardo-leite-o-rs-vai-precisar-de-muito-apoio-uma-especie-de-plano-marshall/>. Acesso em: 04 mai. 2024. 

Observe o seguinte trecho do parágrafo 3º:


O governador gaúcho frisou que as diferenças políticas precisam ser colocadas de lado no momento em que o estado enfrenta fortes chuvas. “Temos que estar à altura do que a história nos exige, como lideranças públicas, colocando de lado qualquer diferença neste momento”, afirmou. 


As expressões citadas são exemplos de um fenômeno semântico conhecido como:

Alternativas
Q3081416 Português
O artigo a seguir serve de base para a questão:

Se a radiação pode causar câncer, por que a radioterapia é usada contra o câncer?

O câncer surge devido a células “quebradas” – e o que a radioterapia faz é quebrá-las ainda mais

Por Bruno Vaiano
Atualizado em 25 jul 2022, 10h24 - Publicado em 18 fev 2022, 07h45

        Um tumor aparece quando as células de um tecido ou órgão do nosso próprio corpo começam a se multiplicar de maneira descontrolada. Elas invadem o espaço das células saudáveis, roubam seus insumos (como açúcar e oxigênio) e interferem no funcionamento do organismo.
       Isso é possível porque as células anômalas têm mutações no DNA que tiram suas rédeas. Essas mutações são, em princípio, aleatórias: todos estamos sujeitos a um bug genético. Mas é claro que, se você não se cuidar, suas chances pioram. Álcool, tabaco, exposição exagerada ao sol, e outros comportamentos nocivos aumentam as chances de se desenvolver um câncer (alguns cânceres, vale dizer, são mais suscetíveis a estilo de vida enquanto outros dependem mais dos genes que vêm de fábrica com você: herdabilidade também é importante).
      Acontece que há um limite para o quanto uma célula pode funcionar quando ela dá defeito. A maior parte das mutações é ruim e debilita ou mata a célula. A ideia da radioterapia é causar tantas mutações no DNA das células cancerígenas que elas simplesmente morrem. Em resumo: o câncer consiste em células quebradas, a radiografia continua quebrando as células até elas simplesmente pararem de funcionar.

Disponível em: <https://super.abril.com.br/coluna/oraculo/se-a-radiacao-pode-causar-cancer-por-que-a-radioterapia-e-usada-contra-o-cancer/>. Acesso em: 03 mai. 2024. 
Leia o período composto a seguir e sobre ele assinale a alternativa CORRETA:

“Isso é possível porque as céluas anômalas têm mutações no DNA que tiram suas rédeas”
Alternativas
Q3081415 Português
O artigo a seguir serve de base para a questão:

Se a radiação pode causar câncer, por que a radioterapia é usada contra o câncer?

O câncer surge devido a células “quebradas” – e o que a radioterapia faz é quebrá-las ainda mais

Por Bruno Vaiano
Atualizado em 25 jul 2022, 10h24 - Publicado em 18 fev 2022, 07h45

        Um tumor aparece quando as células de um tecido ou órgão do nosso próprio corpo começam a se multiplicar de maneira descontrolada. Elas invadem o espaço das células saudáveis, roubam seus insumos (como açúcar e oxigênio) e interferem no funcionamento do organismo.
       Isso é possível porque as células anômalas têm mutações no DNA que tiram suas rédeas. Essas mutações são, em princípio, aleatórias: todos estamos sujeitos a um bug genético. Mas é claro que, se você não se cuidar, suas chances pioram. Álcool, tabaco, exposição exagerada ao sol, e outros comportamentos nocivos aumentam as chances de se desenvolver um câncer (alguns cânceres, vale dizer, são mais suscetíveis a estilo de vida enquanto outros dependem mais dos genes que vêm de fábrica com você: herdabilidade também é importante).
      Acontece que há um limite para o quanto uma célula pode funcionar quando ela dá defeito. A maior parte das mutações é ruim e debilita ou mata a célula. A ideia da radioterapia é causar tantas mutações no DNA das células cancerígenas que elas simplesmente morrem. Em resumo: o câncer consiste em células quebradas, a radiografia continua quebrando as células até elas simplesmente pararem de funcionar.

Disponível em: <https://super.abril.com.br/coluna/oraculo/se-a-radiacao-pode-causar-cancer-por-que-a-radioterapia-e-usada-contra-o-cancer/>. Acesso em: 03 mai. 2024. 
A partir da leitura do texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3081410 Português
O artigo a seguir serve de base para a questão:

USP usa técnica da ovelha Dolly para fazer transplante de porcos em humanos

Esperança é de que, no futuro, abordagem diminua tempo de espera por um novo órgão.

Reinaldo José Lopes

SÃO CARLOS (SP)

    Pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) acabam de inaugurar um laboratório que, com alguma sorte, poderá viabilizar a prática dos xenotransplantes (transplantes de órgãos de animais para seres humanos) no Brasil.
    Médicos, geneticistas e veterinários, entre outros especialistas, usarão o espaço para abrigar porcas grávidas de filhotes geneticamente modificados. As alterações no DNA dos suínos servem para minimizar o risco de rejeição quando seus órgãos forem transferidos para pessoas que precisam de um transplante.
    Os primeiros testes bem-sucedidos já aparecem nos últimos anos em pacientes dos EUA, e a esperança é que, no futuro, a abordagem encurte o tempo de espera por um novo órgão, talvez dispensando, em alguns casos, a necessidade de um doador humano. Antes que isso se torne realidade, porém, é preciso vencer uma gama considerável de desafios técnicos, a começar pela reprodução dos próprios suínos.
   No papel, a abordagem parece simples. O material genético no núcleo de células fetais de porcos é alterado e, depois, transferido para óvulos suínos cujo DNA foi retirado.
   "Estamos usando a técnica que deu origem à ovelha Dolly", resume Mayana Zatz, geneticista do Centro de Estudos do Genoma Humano e de Células-Tronco da USP, uma das coordenadoras do projeto Xeno BR.
   O problema é que, mesmo quase 30 anos após o nascimento de Dolly, o primeiro mamífero clonado, produzir cópias genéticas de qualquer animal doméstico ainda é um processo complexo. A clonagem sempre envolve o uso de centenas ou até milhares de óvulos para, se tudo der certo, ocorrer o nascimento de um filhote viável.
   "Sabemos que a eficiência é baixa, mas estamos aprendendo que a qualidade das células a serem editadas geneticamente pode ter um papel importante no sucesso", diz Zatz. A equipe está sendo assessorada por Luiz Mauro Queiroz, brasileiro responsável pela criação dos porcos transgênicos (geneticamente modificados) da empresa eGenesis nos EUA. A equipe americana já realizou seus primeiros transplantes suíno-humanos.
    Também ainda não está totalmente claro quantas modificações no DNA são necessárias para que os órgãos de porcos sejam substitutos aceitáveis daqueles doados por pessoas.
[...]
   "Alguns grupos acreditam que seja suficiente silenciar três genes [grosso modo, regiões funcionais do DNA] dos porcos, o que tem sido a nossa proposta. Outros defendem que um só gene poderia ser suficiente ou que seja necessário introduzir genes humanos", diz a geneticista. "Somente com o seguimento dos pacientes a longo prazo será possível responder essa pergunta.
     "O cirurgião Silvano Raia, da Faculdade de Medicina da USP, coordena o trabalho ao lado de Zatz e diz que o objetivo inicial do trabalho é viabilizar um xenotransplante de rim, como já aconteceu nos EUA.
   "Na hipótese de insucesso, podemos retirar o xenoenxerto não funcionante e fazer com que o paciente volte a fazer hemodiálise até que esteja em condições de receber um alotransplante [de um doador humano], para o qual terá uma prioridade que não tinha antes do xenotransplante", explica Raia.
  Esse primeiro candidato a receptor precisará ter condições clínicas para receber o órgão do suíno geneticamente modificado e, ao mesmo tempo, não ter prioridade na lista de espera por um órgão humano. "Os xenotransplantes já realizados de coração e rim seguiram essa conduta.
  "De acordo com Raia, ainda é cedo para dizer se o avanço da técnica vai acabar equiparando os xenotransplantes, em termos de sucesso e riscos, aos feitos hoje com as técnicas convencionais, embora essa possibilidade exista.
   Ao menos por ora, os pacientes que receberem os órgãos suínos deverão ter de enfrentar um esquema imunossupressor mais potente e constante. Ou seja, eles farão um uso mais intenso de medicamentos que controlam o sistema de defesa de seu organismo, para que ele não rejeite o transplante como um corpo estranho.
   "Em consequência disso, a possiblidade de esse paciente se contaminar será maior, sem dúvida. Ele terá de seguir recomendações que evitem ao máximo o contato com fontes de infecção", observa o médico.
    Raia lembra ainda que pesquisas feitas anteriormente no Brasil com candidatos na fila por rim ou fígado que já tinham recebido novos órgãos mostram que 91% aceitariam um xenotransplante suíno caso fosse necessário, taxa superior à de países como a China (75%) e Turquia (43%).

Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/05/usp-se-prepara-para-fazer-transplantes-de-orgaos-de-porcos-para-humanos.shtml. Acesso em: 03 mai. 2024.

Considere o seguinte trecho do artigo em questão:


       "Alguns grupos acreditam que seja suficiente silenciar três genes [grosso modo, regiões funcionais do DNA] dos porcos, o que tem sido a nossa proposta. Outros defendem que um só gene poderia ser suficiente ou que seja necessário introduzir genes humanos", diz a geneticista. "Somente com o seguimento dos pacientes a longo prazo será possível responder essa pergunta."            O cirurgião Silvano Raia, da Faculdade de Medicina da USP, coordena o trabalho ao lado de Zatz e diz que o objetivo inicial do trabalho é viabilizar um xenotransplante de rim, como já aconteceu nos EUA.

    "Na hipótese de insucesso, podemos retirar o xenoenxerto não funcionante e fazer com que o paciente volte a fazer hemodiálise até que esteja em condições de receber um alotransplante [de um doador humano], para o qual terá uma prioridade que não tinha antes do xenotransplante", explica Raia.

      Esse primeiro candidato a receptor precisará ter condições clínicas para receber o órgão do suíno geneticamente modificado e, ao mesmo tempo, não ter prioridade na lista de espera por um órgão humano. "Os xenotransplantes já realizados de coração e rim seguiram essa conduta."


Assinale a alternativa CORRETA:



Alternativas
Q3081409 Português
O artigo a seguir serve de base para a questão:

USP usa técnica da ovelha Dolly para fazer transplante de porcos em humanos

Esperança é de que, no futuro, abordagem diminua tempo de espera por um novo órgão.

Reinaldo José Lopes

SÃO CARLOS (SP)

    Pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) acabam de inaugurar um laboratório que, com alguma sorte, poderá viabilizar a prática dos xenotransplantes (transplantes de órgãos de animais para seres humanos) no Brasil.
    Médicos, geneticistas e veterinários, entre outros especialistas, usarão o espaço para abrigar porcas grávidas de filhotes geneticamente modificados. As alterações no DNA dos suínos servem para minimizar o risco de rejeição quando seus órgãos forem transferidos para pessoas que precisam de um transplante.
    Os primeiros testes bem-sucedidos já aparecem nos últimos anos em pacientes dos EUA, e a esperança é que, no futuro, a abordagem encurte o tempo de espera por um novo órgão, talvez dispensando, em alguns casos, a necessidade de um doador humano. Antes que isso se torne realidade, porém, é preciso vencer uma gama considerável de desafios técnicos, a começar pela reprodução dos próprios suínos.
   No papel, a abordagem parece simples. O material genético no núcleo de células fetais de porcos é alterado e, depois, transferido para óvulos suínos cujo DNA foi retirado.
   "Estamos usando a técnica que deu origem à ovelha Dolly", resume Mayana Zatz, geneticista do Centro de Estudos do Genoma Humano e de Células-Tronco da USP, uma das coordenadoras do projeto Xeno BR.
   O problema é que, mesmo quase 30 anos após o nascimento de Dolly, o primeiro mamífero clonado, produzir cópias genéticas de qualquer animal doméstico ainda é um processo complexo. A clonagem sempre envolve o uso de centenas ou até milhares de óvulos para, se tudo der certo, ocorrer o nascimento de um filhote viável.
   "Sabemos que a eficiência é baixa, mas estamos aprendendo que a qualidade das células a serem editadas geneticamente pode ter um papel importante no sucesso", diz Zatz. A equipe está sendo assessorada por Luiz Mauro Queiroz, brasileiro responsável pela criação dos porcos transgênicos (geneticamente modificados) da empresa eGenesis nos EUA. A equipe americana já realizou seus primeiros transplantes suíno-humanos.
    Também ainda não está totalmente claro quantas modificações no DNA são necessárias para que os órgãos de porcos sejam substitutos aceitáveis daqueles doados por pessoas.
[...]
   "Alguns grupos acreditam que seja suficiente silenciar três genes [grosso modo, regiões funcionais do DNA] dos porcos, o que tem sido a nossa proposta. Outros defendem que um só gene poderia ser suficiente ou que seja necessário introduzir genes humanos", diz a geneticista. "Somente com o seguimento dos pacientes a longo prazo será possível responder essa pergunta.
     "O cirurgião Silvano Raia, da Faculdade de Medicina da USP, coordena o trabalho ao lado de Zatz e diz que o objetivo inicial do trabalho é viabilizar um xenotransplante de rim, como já aconteceu nos EUA.
   "Na hipótese de insucesso, podemos retirar o xenoenxerto não funcionante e fazer com que o paciente volte a fazer hemodiálise até que esteja em condições de receber um alotransplante [de um doador humano], para o qual terá uma prioridade que não tinha antes do xenotransplante", explica Raia.
  Esse primeiro candidato a receptor precisará ter condições clínicas para receber o órgão do suíno geneticamente modificado e, ao mesmo tempo, não ter prioridade na lista de espera por um órgão humano. "Os xenotransplantes já realizados de coração e rim seguiram essa conduta.
  "De acordo com Raia, ainda é cedo para dizer se o avanço da técnica vai acabar equiparando os xenotransplantes, em termos de sucesso e riscos, aos feitos hoje com as técnicas convencionais, embora essa possibilidade exista.
   Ao menos por ora, os pacientes que receberem os órgãos suínos deverão ter de enfrentar um esquema imunossupressor mais potente e constante. Ou seja, eles farão um uso mais intenso de medicamentos que controlam o sistema de defesa de seu organismo, para que ele não rejeite o transplante como um corpo estranho.
   "Em consequência disso, a possiblidade de esse paciente se contaminar será maior, sem dúvida. Ele terá de seguir recomendações que evitem ao máximo o contato com fontes de infecção", observa o médico.
    Raia lembra ainda que pesquisas feitas anteriormente no Brasil com candidatos na fila por rim ou fígado que já tinham recebido novos órgãos mostram que 91% aceitariam um xenotransplante suíno caso fosse necessário, taxa superior à de países como a China (75%) e Turquia (43%).

Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/05/usp-se-prepara-para-fazer-transplantes-de-orgaos-de-porcos-para-humanos.shtml. Acesso em: 03 mai. 2024.
De acordo com as informações presentes no texto, pode-se afirmar CORRETAMENTE que:
Alternativas
Q3081222 Enfermagem
As Teorias de Administração fazem parte integrante do gerenciamento influenciando na organização do trabalho, na divisão do trabalho, na integralidade e qualificação da assistência, evidenciando a complexidade do trabalho da equipe de enfermagem e da saúde de um modo geral.

Partindo dessa premissa, leia as afirmações abaixo e coloque V nas Verdadeiras e F nas Falsas.

( ) A Teoria Clássica surgiu com Henri Fayol, o qual classificou as atividades da empresa como: Funções Técnicas e Administrativas, dando ênfase à estrutura.

( ) A Teoria Estruturalista teve como destaque Levi-Strauss, Karl Marx e Max Weber, com abordagem na organização formal e informal, nas recompensas materiais e nas não materiais bem como na interação da organização com o meio ambiente.

( ) A Teoria Comportamentalista, resgatando a pirâmide das necessidades de Maslow e de Mc Gregor, tem três pressupostos a respeito do comportamento humano: 10 Teoria X; 20 Teoria W e 30 Teoria Y, com ênfase nas pessoas que estivessem em busca de serem contratadas. 

( ) A Teoria das relações Humanas preocupava-se com o homem no trabalho e com grupos em vez de preocupar-se com os métodos de trabalho, com as regras e com as normas a serem seguidas pelos executantes.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA. 
Alternativas
Q3081221 Enfermagem
Quanto à Política Nacional de Saúde Mental, álcool e outras drogas no Brasil e sua organização, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3081220 Enfermagem
Com relação à aplicação da epidemiologia pela enfermagem, analise as afirmativas abaixo e coloque V nas Verdadeiras e F nas Falsas.

( ) Para fins didáticos, a epidemiologia pode ser dividida em descritiva e analítica. A epidemiologia descritiva procura responder às perguntas: Quem adoece? Quando adoece? Onde ocorre a doença?

( ) A vigilância epidemiológica tem como atividades a notificação de casos; investigação epidemiológica; consolidação e análise dos dados; recomendação de medida de intervenção; divulgação de informação e avaliação da intervenção.

( ) O coeficiente de mortalidade infantil indica a quantidade de óbitos que ocorreram entre crianças menores de um ano, em um determinado período e local. Tem como fonte de dados o sistema de informação sobre mortalidade (SIM).

( ) Epidemia corresponde à ocorrência de aumento do número de casos de determinada doença, distribuídos em espaço delimitado, enquanto a pandemia é caracterizada pela larga distribuição dos casos atingindo várias nações.

( ) A mortalidade de uma população pode ser avaliada a partir da mortalidade proporcional por causa básica. A mortalidade proporcional por causa estima o risco de morte por uma doença ou grupo de doença.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
Alternativas
Q3081219 Enfermagem
Sobre o Processo de Enfermagem (PE), leia as afirmações abaixo e coloque V nas Verdadeiras e F nas Falsas.

( ) A Resolução COFEN 736/2024, no seu Art. 2º, diz que o Processo de Enfermagem (PE) deve estar fundamentado em Teorias e Modelos de Cuidado, Sistemas de Linguagens Padronizadas, instrumentos de avaliação validados e outros conhecimentos correlatos, como estruturas teóricas conceituais e operacionais que fornecem propriedades descritivas, explicativas, preditivas e prescritivas que lhe servem de base.

( ) O processo de enfermagem (PE) tem por diferença essencial do método de solução de problemas ser proativo, destacando-se pela necessidade de investigação contínua dos fatores de risco e de bem-estar, mesmo quando não houver problemas.

( ) O PE e a Sistematização da Assistência de Enfermagem são termos similares que tem como objetivo organizar o trabalho profissional da enfermagem quanto ao método, pessoal e instrumentos.

( ) O PE serve à atividade intelectual do enfermeiro, portanto se dá durante e depende da relação enfermeiropessoa/família/comunidade que está sob seus cuidados, embora não seja concebível defini-lo como a própria documentação.

( ) Para fins didáticos, as etapas do PE são descritas separadamente e em ordem sequencial. Mas vale destacar que elas são inter-relacionadas e, por isso, uma depende da outra. Ademais, essas etapas se sobrepõem, dado que o PE é contínuo.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA. 
Alternativas
Q3081218 Enfermagem
A urbanização da Leishmaniose visceral (LV), associada à grande mobilidade dos reservatórios e vetores, faz com que a doença exiba elevado potencial de expansão e maior dificuldade de controle.

Sobre a Leishmaniose Visceral (LV), assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3081217 Enfermagem
Os cuidados de enfermagem no perioperatório são fundamentais para uma assistência cirúrgica de qualidade, e para tal, o enfermeiro deve pautar o seu processo de trabalho em metodologias que sistematizam o cuidado assertivo e instrumentalizam a avaliação dos riscos em todas as etapas da experiência cirúrgica.

Sobre o processo de cuidar no período perioperatório, leia as afirmações abaixo e coloque V nas Verdadeiras e F nas Falsas.


( ) A abreviação do jejum pré-operatório é uma recomendação baseada em protocolos multimodais que buscam acelerar a recuperação do paciente e reduzir o estresse cirúrgico.

( ) A hipotermia intraoperatória é um evento que pode ocorrer entre os pacientes submetidos ao ato anestésico - cirúrgico, no entanto, o enfermeiro perioperatório deve se preocupar em estabelecer ações de prevenção da hipotermia e manutenção da normotermia em todos os períodos operatórios.

( ) A hipertermia maligna é uma síndrome hipermetabólica hereditária, resultante de mutações em genes ligados à dinâmica intracelular do cálcio e relacionada aos anestésicos inalatórios halogenados. A liberação excessiva de cálcio intracelular leva a sinais, como bradicardia, apneia, flacidez do músculo masseter, flacidez generalizada da musculatura entre outros sinais.

( ) A retenção urinária é uma complicação comum após cirurgias com o uso de anestesia geral ou de bloqueio espinhal. A sua identificação precoce não influencia na ocorrência de lesão no músculo detrusor, disfunção vesical e infecção do trato urinário.


Assinale a alternativa que indica a sequência CORRETA.
Alternativas
Q3081216 Enfermagem
A atuação do enfermeiro no Centro Cirúrgico é essencial para a promoção da segurança do paciente.

Sobre as boas práticas recomendadas no Protocolo de cirurgia segura, leia as assertivas abaixo:

I. A lista de verificação da segurança cirúrgica ou checklist de cirurgia segura deve ser aplicada em três momentos cirúrgicos: antes da indução anestésica, antes da incisão cirúrgica e antes da saída da sala de operação.

II. Para a implementação da lista de verificação da segurança cirúrgica ou checklist de cirurgia segura, é necessário que um único profissional seja responsável pela sua aplicação, e este não deve impedir que a equipe progrida para a próxima fase, independente de seu nível de atendimento satisfatório.

III. O protocolo de cirurgia segura recomenda a implementação de práticas seguras para a prevenção de retenção não intencional de objetos após a realização de procedimento cirúrgico em serviços de saúde.

IV. A confirmação da efetividade da esterilização de produtos para saúde (PPS) está incluída entre as condutas de segurança cirúrgica e, para tal, são obrigatórias, no rótulo de identificação da embalagem do pacote esterilizado, informações mínimas, como nome do produto, número do lote, data da esterilização, data limite de uso, método de esterilização.


Estão CORRETAS
Alternativas
Q3081215 Enfermagem
A atuação do enfermeiro no Centro de Material e Esterilização é essencial para a promoção da segurança do paciente.

Sobre as boas práticas necessárias para o cuidado cirúrgico com qualidade, analise as afirmativas abaixo:


I. A confirmação da efetividade da esterilização dos instrumentais é uma recomendação prevista na lista de verificação da segurança cirúrgica ou checklist de cirurgia segura.

II. O uso de instrumentais cirúrgicos devidamente esterilizados nos procedimentos cirúrgicos é considerado uma prática essencial, por se tratar de artigos semicríticos conforme a classificação de Spaulding.

III. A garantia da esterilização dos artigos críticos é confirmada pela avaliação e monitoramento dos indicadores dos processos de esterilização.

IV. A manutenção de registros de esterilização não parece ser útil para permitir o rastreamento da rotina de uso dos equipamentos e das manutenções preventivas e/ou corretivas, além de não permitir a verificação da esterilidade do item cirúrgico e controle de qualidade.


Estão CORRETAS
Alternativas
Q3081214 Enfermagem
Considerando as recomendações das Diretrizes Nacionais para Assistência ao Parto Normal no Brasil e o estado atual dos conhecimentos a respeito da evolução dos Períodos Clínicos do Parto, analise as afirmativas abaixo:

I. Gestantes de risco habitual, com membranas íntegras, frequência cardíaca fetal normal, dilatação cervical menor que 6cm, após cardiotocografia com padrão tranquilizador, poderão ser liberadas para casa após 2 horas de observação.

II. Durante o trabalho de parto ativo, diante da presença de eliminação de mecônio, deve-se utilizar o recurso de monitorização fetal contínua, se possível após a realização de cardiotocografia com padrão tranquilizador.

III. No terceiro estágio do trabalho de parto, recomenda-se o manejo ativo, com administração de agente uterotônico e tração controlada do cordão, pois reduz o risco de perda sanguínea grave e transfusão de sangue, em comparação com o manejo expectante.


Está CORRETO o que se afirma apenas em
Alternativas
Q3081213 Enfermagem
O Vírus Linfotrópico de Células T Humanas (HTLV) é um retrovírus humano oncogênico, causador de doenças infecciosas, capaz de infectar as células do sistema imunológico e impossibilitar o organismo de desenvolver mecanismos de defesa para debelar a infecção, considerando o potencial do HTLV em ser transmitido de mãe para filho.
Assinale a alternativa CORRETA sobre as recomendações estabelecidas pelo Ministério da Saúde do Brasil.
Alternativas
Q3081211 Enfermagem
O Cuidar de Enfermagem à Prevenção de quedas em pacientes pediátricos hospitalizados é um aspecto inerente à prática da Enfermagem.
Em pacientes pediátricos, a ocorrência de quedas se relaciona às habilidades motoras das crianças que variam de acordo: (coloque V nas Verdadeiras e F nas Falsas)

( ) com a sua faixa etária. ( ) pela incapacidade de avaliar os riscos relacionados a quedas pela equipe. ( ) pela curiosidade inata e comportamentos desafiadores das crianças. ( ) pela utilização incorreta de equipamentos.

Assinale a alternativa que indica a sequência CORRETA.

Alternativas
Q3081210 Enfermagem
A vacinação é a melhor maneira de proteger a criança contra doenças imunopreveníveis.
Sobre vacinas na criança, leia as afirmações abaixo:

I. Vacina meningocócica C (conjugada) - (Meningo C) (1ª dose) é administrada aos 3 meses. Doença evitada: doença invasiva causada pela Neisseria meningitidis do sorogrupo C.

II. Vacina rotavírus humano G1P1 [8] (atenuada) - (VRH) (1ª dose) é administrada aos 6 meses. Doença evitada: diarreia por rotavírus (Gastroenterites).

III. Vacina Febre Amarela (atenuada) - (FA) (1ª dose) é administrada aos 12 meses. Doença evitada: Febre Amarela.

IV. Vacina Sarampo, Caxumba, Rubéola (Tríplice viral) (1ª dose) é administrada aos 12 meses. Doenças evitadas: Sarampo, Caxumba e Rubéola.

Estão CORRETAS apenas 
Alternativas
Respostas
11821: A
11822: D
11823: B
11824: C
11825: B
11826: E
11827: A
11828: E
11829: D
11830: C
11831: C
11832: C
11833: A
11834: D
11835: D
11836: D
11837: B
11838: D
11839: D
11840: C