Questões de Concurso Comentadas para enfermeiro

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Q3803845 Enfermagem
No tratamento de feridas, o conhecimento sobre curativos é essencial para a cicatrização adequada. O tipo de curativo que mantém ambiente úmido e favorece o desbridamento autolítico é o de: 
Alternativas
Q3803844 Enfermagem
No contexto da assistência de enfermagem ao paciente acamado, a escolha da posição terapêutica adequada tem impacto direto na função respiratória, na circulação e na prevenção de complicações. Considerando esse cuidado, a posição indicada para favorecer a drenagem postural de secreções pulmonares é a:
Alternativas
Q3803842 Legislação Municipal
Conforme a Lei Orgânica Municipal, acerca das comissões da Câmara Municipal, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3803841 Legislação Municipal
Conforme a Lei Orgânica Municipal, no que se refere às vedações impostas ao Vereador, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3803840 Direito Administrativo
Conforme a Lei Orgânica Municipal, analise as assertivas a seguir, relativas ao controle interno exercido pela Administração Direta e Indireta do Município.
I. O controle interno abrange o acompanhamento da execução do orçamento municipal e dos contratos e atos jurídicos análogos.
II. O controle interno compreende a verificação da regularidade e da contabilização dos atos que resultem na arrecadação de receitas e na realização de despesas.
III. O controle interno inclui a verificação e o registro da fidelidade funcional dos agentes da Administração e dos responsáveis por bens e valores públicos.
Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3803684 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
No texto, aparece a forma “MEC” para designar um órgão da administração pública federal. Esse tipo de formação lexical é característico de um processo específico da língua portuguesa, utilizado para condensar nomes extensos em unidades gráficas autônomas. Do ponto de vista linguístico, a forma “MEC” enquadra-se corretamente como:
Alternativas
Q3803683 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
No trecho “defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa”, a palavra “sobretudo”, nesse contexto, classifica-se gramaticalmente como: 
Alternativas
Q3803682 Pedagogia
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
O texto destaca a importância da educação infantil, especialmente da creche, para o desenvolvimento das crianças em situação de vulnerabilidade social. A partir dessa abordagem, identifique a alternativa que melhor sintetiza o papel atribuído à creche no contexto apresentado. 
Alternativas
Q3803681 Pedagogia
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
Ao analisar os dados apresentados no texto, observa-se que o acesso à educação infantil no Brasil é profundamente influenciado por fatores socioeconômicos e regionais. Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa que expressa corretamente a relação entre desigualdade social e acesso à educação infantil discutida no texto. 
Alternativas
Q3803680 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
Com relação ao número de fonemas e dígrafos de palavras do texto, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3802716 Enfermagem
A ética e a bioética são fundamentais na prática da enfermagem, guiando as decisões e as ações dos profissionais no cuidado ao paciente. Princípios, como autonomia, beneficência, não maleficência e justiça, são a base para uma assistência humanizada e de qualidade. Em uma situação em que um paciente adulto, lúcido e orientado, recusa um procedimento invasivo que foi indicado pela equipe médica como essencial para seu tratamento, o enfermeiro, ao aplicar os princípios éticos, deve prioritariamente:
Alternativas
Q3802715 Enfermagem
A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é uma condição crônico-degenerativa progressiva, caracterizada por limitação do fluxo aéreo, geralmente causada pela exposição prolongada a irritantes, como fumaça de cigarro. O enfermeiro atua na educação, manejo de sintomas e prevenção de exacerbações. Em um paciente com DPOC, que apresenta dispneia e tosse produtiva, a intervenção de enfermagem prioritária para melhorar a ventilação e o conforto respiratório é: 
Alternativas
Q3802714 Enfermagem
O Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Brasil é reconhecido mundialmente pela sua abrangência e sucesso na erradicação e no controle de diversas doenças imunopreveníveis. A logística de armazenamento e de transporte de imunobiológicos, conhecida como Rede de Frio, é um componente crítico para a manutenção da potência e da eficácia das vacinas, exigindo rigoroso controle de temperatura em todas as etapas, desde o fabricante até a sala de vacinação. A falha em qualquer ponto dessa cadeia pode comprometer a imunogenicidade do produto e a segurança da população. Considerando as diretrizes do PNI para a Rede de Frio, a conduta mais adequada para o gerenciamento de uma vacina que foi acidentalmente exposta a uma temperatura fora da faixa recomendada por um período prolongado é: 
Alternativas
Q3802712 Enfermagem
O uso de adrenalina 1:10.000 em parada cardiorrespiratória (PCR) tem como objetivo primário: 
Alternativas
Q3802711 Saúde Pública
A Estratégia Saúde da Família (ESF) é reconhecida como a porta de entrada preferencial e ordenadora da Rede de Atenção à Saúde (RAS), atuando como centro de comunicação. Nesse contexto, a capacidade da ESF de coordenar o cuidado significa que ela: 
Alternativas
Q3802710 Enfermagem
A esterilização é um processo essencial no controle de infecções, visando à destruição de todas as formas de vida microbiana, incluindo esporos bacterianos. Dentre os métodos de esterilização mais utilizados em ambientes hospitalares, a esterilização por vapor saturado sob pressão (autoclave) é amplamente empregada devido à sua eficácia e às características, que incluem:
Alternativas
Q3802709 Nutrição
A Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) e a Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN) são instrumentos estratégicos para o enfrentamento das DANTs no Brasil, atuando na modificação de determinantes sociais e ambientais da saúde. No que tange à PNAN, uma de suas diretrizes mais desafiadoras e inovadoras para a prevenção das DANTs é: 
Alternativas
Q3802708 Enfermagem
A insuficiência cardíaca (IC) é uma síndrome clínica complexa, resultante de alterações estruturais ou funcionais do coração que comprometem sua capacidade de bombear sangue de forma eficaz. No manejo da IC com fração de ejeção reduzida (ICFEr), a terapia medicamentosa otimizada visa a modular sistemas neuro-hormonais e a melhorar o prognóstico. Dentre as classes de medicamentos que comprovadamente reduzem a morbimortalidade na ICFEr, uma combinação terapêutica de primeira linha, conforme as diretrizes atuais, inclui:
Alternativas
Q3802707 Enfermagem
A transição epidemiológica está intrinsecamente ligada à transição demográfica, que envolve mudanças na estrutura etária e nas taxas de natalidade e mortalidade. Um dos impactos diretos da transição demográfica no perfil epidemiológico de um país é o envelhecimento populacional, que, por sua vez, acarreta: 
Alternativas
Q3802706 Enfermagem
A Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) de 2017, que revogou a PNAB de 2012, trouxe importantes atualizações e flexibilizações para a organização da Atenção Primária à Saúde (APS) no Brasil. Dentre as inovações e diretrizes da PNAB 2017, destaca-se a possibilidade de: 
Alternativas
Respostas
3301: B
3302: C
3303: A
3304: D
3305: C
3306: A
3307: B
3308: B
3309: D
3310: A
3311: B
3312: A
3313: C
3314: C
3315: B
3316: A
3317: C
3318: A
3319: B
3320: D