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Q3985755 Português
Por que o trema foi abolido da língua portuguesa?

Por padronização: o Brasil era o único país lusófono
que ainda usava esse sinal, abandonado em Portugal
em 1945. Ele era útil, porém. E a saudade
permanece.


Bruno Vaiano

     Por padronização, de maneira muito resumida. Portugal abandonou esse sinal diacrítico em 1945 e ele não aparecia com frequência nos textos de nenhum país lusófono – com exceção do Brasil, é claro.
    Com o acordo ortográfico mais recente, ratificado em 2008, a maioria se impôs e ficamos sem “lingüiça”, “seqüestro” e “cinqüenta”. Era mais fácil nós pararmos de usar o “ü” do que os outros países se acostumarem a usá-lo.
    Antes de mais nada, vale explicar o trema para os mais novos, alfabetizados após a abolição do dito-cujo. Esse sinal avisava que o falante deveria pronunciar a letra “u” depois de um “q” ou “g”. Portanto, “agüentar”, “pingüim” e “tranqüilo” carregavam um casal de pontinhos em cima do “u”, mas “queijo”, “caiaque” e “enfoque”, não.
    Pode parecer uma minúcia, mas o trema era útil na hora de ler uma palavra que você nunca havia ouvido ninguém pronunciar. Por exemplo: o correto é dizer “quinquênio” com as duas letras “u”, algo que todo mundo saberia caso esse palavrão exótico ainda fosse escrito “qüinqüênio”, como era regra no Brasil até 2008. 
    O trema se tornou obrigatório aqui em Pindorama no chamado Formulário Ortográfico de 1943. Ou seja: nós abraçamos esse sinal diacrítico apenas dois anos antes de Portugal abandoná-lo para todo o sempre. Faltou comunicação transatlântica (na época, claro, o mundo estava passando pela 2ª Guerra, Brasil e Portugal eram ditaduras e os países africanos lusófonos ainda eram colônias).
    Na época, muitos linguistas brasileiros ficaram insatisfeitos com a abolição do trema (e com vários outros aspectos do acordo mais recente), argumentando que os pontinhos eram perfeitamente úteis e que sua ausência dificulta a leitura. 
    O gramático Gladstone Chaves de Melo, morto em 2001, já considerava a abolição do trema um “absurdo” desde muito antes do acordo entrar em vigor, já que as mudanças já estavam pautadas desde 1990.
    Edmílson Monteiro Lopes, da Universidade Federal do Ceará (UFCE), escreveu: “Queiram ou não os mentores da inoportuna reforma, o trema é útil, necessário para a pronúncia e conservação de grande número de palavras. Sem ele, com o tempo, muitas se deformariam.”
    Para Lúcia Fulgêncio e Mário A. Perini, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “A eliminação do trema representa um afastamento entre a escrita e a fala; não gera dificuldades para a escrita, mas sim para a pronúncia. (…) Temos que concluir que a ortografia de 1971 é superior à de 2009 neste particular”. 
    Eles admitem que o sinal é desnecessário para quem já sabe pronunciar as palavras. Mas explicam que, “Aqui, o inconveniente afeta mais os estrangeiros, que não conhecem a pronúncia, e os falantes do português apenas quando se trata de uma palavra desconhecida, ou uma daquelas que a gente só conhece pela escrita.”
    Ou seja: se você sente saudade do trema, você não está sozinho. Em nome da padronização internacional, o Brasil ficou sem seus pontinhos de estimação. 

Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/por-que-o-tremafoi-abolido-da-lingua-portugue-sa/. Acesso em: 15 out. 2025. 


Assinale a alternativa cuja função do termo destacado é a mesma do vocábulo sublinhado em: “Eles admitem que o sinal é desnecessário para quem já sabe pronunciar as palavras.”. 
Alternativas
Q3985754 Português
Por que o trema foi abolido da língua portuguesa?

Por padronização: o Brasil era o único país lusófono
que ainda usava esse sinal, abandonado em Portugal
em 1945. Ele era útil, porém. E a saudade
permanece.


Bruno Vaiano

     Por padronização, de maneira muito resumida. Portugal abandonou esse sinal diacrítico em 1945 e ele não aparecia com frequência nos textos de nenhum país lusófono – com exceção do Brasil, é claro.
    Com o acordo ortográfico mais recente, ratificado em 2008, a maioria se impôs e ficamos sem “lingüiça”, “seqüestro” e “cinqüenta”. Era mais fácil nós pararmos de usar o “ü” do que os outros países se acostumarem a usá-lo.
    Antes de mais nada, vale explicar o trema para os mais novos, alfabetizados após a abolição do dito-cujo. Esse sinal avisava que o falante deveria pronunciar a letra “u” depois de um “q” ou “g”. Portanto, “agüentar”, “pingüim” e “tranqüilo” carregavam um casal de pontinhos em cima do “u”, mas “queijo”, “caiaque” e “enfoque”, não.
    Pode parecer uma minúcia, mas o trema era útil na hora de ler uma palavra que você nunca havia ouvido ninguém pronunciar. Por exemplo: o correto é dizer “quinquênio” com as duas letras “u”, algo que todo mundo saberia caso esse palavrão exótico ainda fosse escrito “qüinqüênio”, como era regra no Brasil até 2008. 
    O trema se tornou obrigatório aqui em Pindorama no chamado Formulário Ortográfico de 1943. Ou seja: nós abraçamos esse sinal diacrítico apenas dois anos antes de Portugal abandoná-lo para todo o sempre. Faltou comunicação transatlântica (na época, claro, o mundo estava passando pela 2ª Guerra, Brasil e Portugal eram ditaduras e os países africanos lusófonos ainda eram colônias).
    Na época, muitos linguistas brasileiros ficaram insatisfeitos com a abolição do trema (e com vários outros aspectos do acordo mais recente), argumentando que os pontinhos eram perfeitamente úteis e que sua ausência dificulta a leitura. 
    O gramático Gladstone Chaves de Melo, morto em 2001, já considerava a abolição do trema um “absurdo” desde muito antes do acordo entrar em vigor, já que as mudanças já estavam pautadas desde 1990.
    Edmílson Monteiro Lopes, da Universidade Federal do Ceará (UFCE), escreveu: “Queiram ou não os mentores da inoportuna reforma, o trema é útil, necessário para a pronúncia e conservação de grande número de palavras. Sem ele, com o tempo, muitas se deformariam.”
    Para Lúcia Fulgêncio e Mário A. Perini, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “A eliminação do trema representa um afastamento entre a escrita e a fala; não gera dificuldades para a escrita, mas sim para a pronúncia. (…) Temos que concluir que a ortografia de 1971 é superior à de 2009 neste particular”. 
    Eles admitem que o sinal é desnecessário para quem já sabe pronunciar as palavras. Mas explicam que, “Aqui, o inconveniente afeta mais os estrangeiros, que não conhecem a pronúncia, e os falantes do português apenas quando se trata de uma palavra desconhecida, ou uma daquelas que a gente só conhece pela escrita.”
    Ou seja: se você sente saudade do trema, você não está sozinho. Em nome da padronização internacional, o Brasil ficou sem seus pontinhos de estimação. 

Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/por-que-o-tremafoi-abolido-da-lingua-portugue-sa/. Acesso em: 15 out. 2025. 


Assinale a alternativa correta a respeito de vocábulos do texto. 
Alternativas
Q3985753 Português
Por que o trema foi abolido da língua portuguesa?

Por padronização: o Brasil era o único país lusófono
que ainda usava esse sinal, abandonado em Portugal
em 1945. Ele era útil, porém. E a saudade
permanece.


Bruno Vaiano

     Por padronização, de maneira muito resumida. Portugal abandonou esse sinal diacrítico em 1945 e ele não aparecia com frequência nos textos de nenhum país lusófono – com exceção do Brasil, é claro.
    Com o acordo ortográfico mais recente, ratificado em 2008, a maioria se impôs e ficamos sem “lingüiça”, “seqüestro” e “cinqüenta”. Era mais fácil nós pararmos de usar o “ü” do que os outros países se acostumarem a usá-lo.
    Antes de mais nada, vale explicar o trema para os mais novos, alfabetizados após a abolição do dito-cujo. Esse sinal avisava que o falante deveria pronunciar a letra “u” depois de um “q” ou “g”. Portanto, “agüentar”, “pingüim” e “tranqüilo” carregavam um casal de pontinhos em cima do “u”, mas “queijo”, “caiaque” e “enfoque”, não.
    Pode parecer uma minúcia, mas o trema era útil na hora de ler uma palavra que você nunca havia ouvido ninguém pronunciar. Por exemplo: o correto é dizer “quinquênio” com as duas letras “u”, algo que todo mundo saberia caso esse palavrão exótico ainda fosse escrito “qüinqüênio”, como era regra no Brasil até 2008. 
    O trema se tornou obrigatório aqui em Pindorama no chamado Formulário Ortográfico de 1943. Ou seja: nós abraçamos esse sinal diacrítico apenas dois anos antes de Portugal abandoná-lo para todo o sempre. Faltou comunicação transatlântica (na época, claro, o mundo estava passando pela 2ª Guerra, Brasil e Portugal eram ditaduras e os países africanos lusófonos ainda eram colônias).
    Na época, muitos linguistas brasileiros ficaram insatisfeitos com a abolição do trema (e com vários outros aspectos do acordo mais recente), argumentando que os pontinhos eram perfeitamente úteis e que sua ausência dificulta a leitura. 
    O gramático Gladstone Chaves de Melo, morto em 2001, já considerava a abolição do trema um “absurdo” desde muito antes do acordo entrar em vigor, já que as mudanças já estavam pautadas desde 1990.
    Edmílson Monteiro Lopes, da Universidade Federal do Ceará (UFCE), escreveu: “Queiram ou não os mentores da inoportuna reforma, o trema é útil, necessário para a pronúncia e conservação de grande número de palavras. Sem ele, com o tempo, muitas se deformariam.”
    Para Lúcia Fulgêncio e Mário A. Perini, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “A eliminação do trema representa um afastamento entre a escrita e a fala; não gera dificuldades para a escrita, mas sim para a pronúncia. (…) Temos que concluir que a ortografia de 1971 é superior à de 2009 neste particular”. 
    Eles admitem que o sinal é desnecessário para quem já sabe pronunciar as palavras. Mas explicam que, “Aqui, o inconveniente afeta mais os estrangeiros, que não conhecem a pronúncia, e os falantes do português apenas quando se trata de uma palavra desconhecida, ou uma daquelas que a gente só conhece pela escrita.”
    Ou seja: se você sente saudade do trema, você não está sozinho. Em nome da padronização internacional, o Brasil ficou sem seus pontinhos de estimação. 

Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/por-que-o-tremafoi-abolido-da-lingua-portugue-sa/. Acesso em: 15 out. 2025. 


Assinale a alternativa correta em relação à colocação pronominal no texto. 
Alternativas
Q3985752 Português
Por que o trema foi abolido da língua portuguesa?

Por padronização: o Brasil era o único país lusófono
que ainda usava esse sinal, abandonado em Portugal
em 1945. Ele era útil, porém. E a saudade
permanece.


Bruno Vaiano

     Por padronização, de maneira muito resumida. Portugal abandonou esse sinal diacrítico em 1945 e ele não aparecia com frequência nos textos de nenhum país lusófono – com exceção do Brasil, é claro.
    Com o acordo ortográfico mais recente, ratificado em 2008, a maioria se impôs e ficamos sem “lingüiça”, “seqüestro” e “cinqüenta”. Era mais fácil nós pararmos de usar o “ü” do que os outros países se acostumarem a usá-lo.
    Antes de mais nada, vale explicar o trema para os mais novos, alfabetizados após a abolição do dito-cujo. Esse sinal avisava que o falante deveria pronunciar a letra “u” depois de um “q” ou “g”. Portanto, “agüentar”, “pingüim” e “tranqüilo” carregavam um casal de pontinhos em cima do “u”, mas “queijo”, “caiaque” e “enfoque”, não.
    Pode parecer uma minúcia, mas o trema era útil na hora de ler uma palavra que você nunca havia ouvido ninguém pronunciar. Por exemplo: o correto é dizer “quinquênio” com as duas letras “u”, algo que todo mundo saberia caso esse palavrão exótico ainda fosse escrito “qüinqüênio”, como era regra no Brasil até 2008. 
    O trema se tornou obrigatório aqui em Pindorama no chamado Formulário Ortográfico de 1943. Ou seja: nós abraçamos esse sinal diacrítico apenas dois anos antes de Portugal abandoná-lo para todo o sempre. Faltou comunicação transatlântica (na época, claro, o mundo estava passando pela 2ª Guerra, Brasil e Portugal eram ditaduras e os países africanos lusófonos ainda eram colônias).
    Na época, muitos linguistas brasileiros ficaram insatisfeitos com a abolição do trema (e com vários outros aspectos do acordo mais recente), argumentando que os pontinhos eram perfeitamente úteis e que sua ausência dificulta a leitura. 
    O gramático Gladstone Chaves de Melo, morto em 2001, já considerava a abolição do trema um “absurdo” desde muito antes do acordo entrar em vigor, já que as mudanças já estavam pautadas desde 1990.
    Edmílson Monteiro Lopes, da Universidade Federal do Ceará (UFCE), escreveu: “Queiram ou não os mentores da inoportuna reforma, o trema é útil, necessário para a pronúncia e conservação de grande número de palavras. Sem ele, com o tempo, muitas se deformariam.”
    Para Lúcia Fulgêncio e Mário A. Perini, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “A eliminação do trema representa um afastamento entre a escrita e a fala; não gera dificuldades para a escrita, mas sim para a pronúncia. (…) Temos que concluir que a ortografia de 1971 é superior à de 2009 neste particular”. 
    Eles admitem que o sinal é desnecessário para quem já sabe pronunciar as palavras. Mas explicam que, “Aqui, o inconveniente afeta mais os estrangeiros, que não conhecem a pronúncia, e os falantes do português apenas quando se trata de uma palavra desconhecida, ou uma daquelas que a gente só conhece pela escrita.”
    Ou seja: se você sente saudade do trema, você não está sozinho. Em nome da padronização internacional, o Brasil ficou sem seus pontinhos de estimação. 

Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/por-que-o-tremafoi-abolido-da-lingua-portugue-sa/. Acesso em: 15 out. 2025. 


Assinale a alternativa correta a respeito do texto de apoio. 
Alternativas
Q3980850 Enfermagem
A enfermeira Paula, ao receber o plantão foi orientada a usar máscara PFF2 ou N95 para que possa ter contato com pacientes cuja doença é transmitida por aerossóis e assim evitar que seja exposta. Assinale a alternativa que contenha doenças transmitidas por aerossóis respectivamente:
Alternativas
Q3980847 Enfermagem
De acordo com a RESOLUÇÃO COFEN Nº 678/202, O Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) é um serviço de saúde de caráter aberto e comunitário, voltado ao atendimento de pessoas e sua família com sofrimento ou transtorno mental grave, e ou com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas. Onde se trabalha na perspectiva interdisciplinar com equipe multiprofissional e realizam ações prioritariamente em sua área territorial, seja em situações de crise ou nos processos de reabilitação psicossocial.
Sobre as modalidades do CAPS analise as asserções e indique V para verdadeiro e F para falso:
( ) CAPS I: atendimento a todas as faixas etárias para transtornos mentais graves e persistentes, inclusive pelo uso de substâncias psicoativas, atende cidades e ou regiões com pelo menos 10 (dez) mil habitantes.
( ) CAPS II: atendimento a todas as faixas etárias para transtornos mentais graves e persistentes, inclusive pelo uso de substâncias psicoativas, atende cidades e ou regiões com pelo menos 70 (setenta) mil habitantes.
( ) CAPS III: atendimento para todas as faixas etárias com até 7 (sete) vagas de acolhimento noturno e observação para transtornos mentais graves e persistentes inclusive pelo uso de substâncias psicoativas, atende cidades e ou regiões com pelo menos 200 (duzentos) mil habitantes.
( ) CAPS i: atendimento a crianças e adolescentes, para transtornos mentais graves e persistentes, inclusive pelo uso de substâncias psicoativas, atende cidades e ou regiões com pelo menos 70 (setenta) mil habitantes.
( ) CAPS ad: atendimento a todas as faixas etárias, especializado em transtornos pelo uso de álcool e outras drogas, atende cidades e ou regiões com pelo menos 100 (cem) mil habitantes.
( ) CAPS ad III: atendimento a todas as faixas etárias com 8 (oito) a 12 (doze) vagas de acolhimento noturno e observação; funcionamento 24 (vinte e quatro) horas, transtornos pelo uso de álcool e outras drogas, atende cidades e ou regiões com pelo menos 250 (duzentos e cinquenta) mil habitantes.
Alternativas
Q3980846 Direito Sanitário
Sobre a Lei 8142/1990, a Conferência de Saúde reunir-se-á a cada _________ com a representação dos vários segmentos sociais, para avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde nos níveis correspondentes, convocada pelo Poder _________ ou, extraordinariamente, por esta ou pelo (a) _____________.
Alternativas
Q3980844 Enfermagem
Sobre as teorias de enfermagem, correlacione as colunas a seguir:
1 Madeleine Leininger
2 Hildegard Peplau
3 Jean Watson
4 Wanda Horta
( ) Teoria das Necessidades Humanas Básicas
( ) Teoria do Cuidado Transpessoal
( ) Teoria da Enfermagem Transcultural
( ) Relacionamento Interpessoal 
Alternativas
Q3980843 Enfermagem
A Teoria da Adaptação foi criada para promover a saúde, restaurar o cliente à condição de saúde e prevenir a doença. Esse modelo é baseado nos modos adaptativos fisiológicos, psicológicos, sociológicos e de dependência e independência, criada por: 
Alternativas
Q3980842 Enfermagem
Sobre a Incontinência Urinaria de Sobrefluxo, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3980839 Enfermagem
De acordo com o Manual do pé diabético, existem estratégias para o cuidado com a doença diabética. A avaliação neurológica tem como principal objetivo identificar a perda da sensibilidade protetora (PSP), que pode se estabelecer antes do surgimento de eventuais sintomas, umas das estratégias é o método de avaliação da sensibilidade vibratória utilizando o diapasão de 128 Hz.
No que se refere ao método acima registre V, para verdadeiro, F para falso e assinale a sequência correta.
( ) Esclarecer o paciente sobre o teste. Solicitá-lo que informe quando começar e quando deixar de sentir a vibração.
( ) Repetir a aplicação mais três vezes, em ambos os pés, mas alternando-as com pelo menos uma aplicação “simulada” em que o diapasão não esteja vibrando.
( ) A percepção da sensibilidade protetora está presente se duas respostas forem corretas das cinco aplicações
( ) A percepção da sensibilidade protetora está ausente se três respostas forem incorretas das cinco aplicações.
Alternativas
Q3980836 Saúde Pública
A PNAB é um documento oficial do Ministério da saúde do Brasil que estabelece diretrizes e orientações para a implementação da atenção básica em saúde no país. Segundo este documento assinale qual é a atribuição pertencente aos Estados e ao Distrito Federal na Atenção Básica (art.9), conforme estabelece a Portaria nº 2.436, DE SETEMBRO DE 2017:
Alternativas
Q3980835 Enfermagem
O aleitamento materno é a mais sábia estratégia natural de vínculo, afeto, proteção e nutrição para a criança e constitui a mais sensível, econômica e eficaz intervenção para redução da morbimortalidade infantil, o apoio dos serviços e profissionais de saúde são fundamentais para que a amamentação tenha sucesso. Numa perspectiva de aleitamento materno assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3980834 Enfermagem
Paciente C.S.M, 3 meses de idade, nascida a termo com peso adequado para idade gestacional. Ela está sendo amamentada exclusivamente e não apresenta nenhuma condição médica pré existente, está agendada para receber a primeira dose da vacina Meningocócica C, conforme recomendada pelo calendário Nacional de vacinação, sobre a vacina assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3980833 Enfermagem
A resolução COFEN Nº 564/2017 dispõe sobre Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, analise as afirmações a seguir e assinale (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as afirmativas falsas, e marque a sequência correta.
( ) Infração gravíssima é quando desencadea perigo de morte, de debilidade permanente de membro, sentido ou função a integridade física da pessoa.
( ) Infração moderada surge ao difamar organizações da categoria ou instituições ou ainda danos patrimoniais ou financeiros.
( ) Infração leve é quando gera debilidade temporária de membro, sentido ou função e ainda danos mentais a integridade física da pessoa.
( ) Infração Graves surge ao causar dano moral irremediável na pessoa, mentais, morais, financeiros, patrimoniais ou financeiros.
Alternativas
Q3980832 Enfermagem
De acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial (2020), marque a alternativa que contenha corretamente um efeito colateral associado ao seu respectivo grupo farmacológico.
Alternativas
Q3980831 Enfermagem
De acordo com a portaria GM/MS Nº 635, DE 22 DE MAIO DE 2023, que define e cria incentivo financeiro federal de implantação, custeio e desempenho para as modalidades de equipes Multiprofissionais na Atenção Primária à Saúde. São diretrizes e objetivos do processo de trabalho das eMulti, para atender a demanda em saúde da pessoa, da população e do território, EXCETO: 
Alternativas
Q3978889 Noções de Informática
O que significa a sigla URL?
Alternativas
Q3978888 Redes de Computadores
Qual das seguintes opções NÃO é um protocolo de comunicação utilizado nos emails?
Alternativas
Q3978887 Segurança da Informação
Dentre as práticas de tentativa de obtenção de vantagens online, o “Whaling” caracteriza:
Alternativas
Respostas
3001: C
3002: B
3003: C
3004: C
3005: C
3006: A
3007: C
3008: D
3009: A
3010: C
3011: A
3012: B
3013: C
3014: A
3015: D
3016: A
3017: D
3018: B
3019: D
3020: D