Questões de Concurso Comentadas para técnico de segurança do trabalho

Foram encontradas 4.852 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3664773 Segurança e Saúde no Trabalho

Analise os itens a seguir de acordo com as condições de conforto no ambiente de trabalho e assinale a alternativa correta.


I – Em todos os locais e situações de trabalho deve haver iluminação, natural ou artificial, geral ou suplementar, apropriada à natureza da atividade.


II - A organização não precisa adotar medidas de controle do ruído nos ambientes internos, pois isso não afeta o conforto acústico nas situações de trabalho.

Alternativas
Q3664772 Segurança e Saúde no Trabalho

De acordo com a NR-17 do Ministério do Trabalho trata sobre Ergonomia no ambiente de trabalho. Analise as afirmativas abaixo atribuindo (V) para Verdadeira e (F) para Falsa, em seguida assinale a alternativa com a sequência correta.


As medidas de prevenção devem incluir duas ou mais das seguintes alternativas:


( ) pausas para propiciar a recuperação psicofisiológica dos trabalhadores, que devem ser computadas como tempo de trabalho efetivo.

( ) alternância de atividades com outras tarefas que permitam variar as posturas, os grupos musculares utilizados ou o ritmo de trabalho.

( ) que não haja alteração da forma de execução ou organização da tarefa.

Alternativas
Q3664771 Segurança e Saúde no Trabalho
Nos termos da NR-06, são Equipamentos Individuais para proteção para proteção dos olhos e face, exceto:
Alternativas
Q3664770 Segurança e Saúde no Trabalho

Analise os itens a seguir de acordo com a NR-17 que trata sobre Ergonomia no ambiente de trabalho. Para que as pausas possam propiciar descanso e recuperação psicofisiológica dos trabalhadores, devem ser observados os requisitos mínimos:


I – a introdução das pausas não pode ser acompanhada de aumento da cadência individual;


II - as pausas devem ser usufruídas dentro dos postos de trabalho. 

Alternativas
Q3664769 Segurança e Saúde no Trabalho

Em relação as responsabilidades do trabalhador em relação ao Equipamento de Proteção Individual (EPI), assinale a alternativa correta de acordo com a NBR 06.


Cabe ao trabalhador, quanto ao EPI:

Alternativas
Q3664768 Segurança e Saúde no Trabalho
Qual das seguintes medidas é essencial para promover a segurança no local de trabalho e prevenir acidentes?
Alternativas
Q3664767 Segurança e Saúde no Trabalho

Sobre a Segurança do trabalho assinale a alternativa correta.


I – Serão consideradas atividades ou operações insalubres aquelas que, por sua natureza, condições ou métodos de trabalho, exponham os empregados a agentes nocivos à saúde, acima dos limites de tolerância fixados em razão da natureza e da intensidade do agente e do tempo de exposição aos seus efeitos.

II - O uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) é sempre opcional, e os empregados podem decidir quando usá-los, independentemente das condições de trabalho.

Alternativas
Q3664766 Segurança e Saúde no Trabalho
De acordo com as regulamentações de segurança do trabalho, qual é o requisito essencial para que um estabelecimento possa iniciar suas atividades?
Alternativas
Q3664765 Segurança e Saúde no Trabalho
De acordo com a Legislação sobre segurança do trabalho com base nas disposições da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Cabe às empresas: 
Alternativas
Q3664764 Noções de Informática
Acerca do uso do Correio Eletrônico, é correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3664762 Noções de Informática

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do seguinte trecho:


“As _______ no Microsoft Excel são um dos recursos mais poderosos e versáteis da ferramenta, permitindo realizar cálculos, análises e manipulações complexas de dados de maneira automatizada. Elas são expressões matemáticas ou lógicas que você cria para executar operações sobre os valores presentes nas células da planilha.” 

Alternativas
Q3664761 Noções de Informática
Um menu intrínseco ao sistema operacional Windows se revela como uma representação visual que desvela um conjunto de opções ou diretrizes acessíveis aos usuários. A sua finalidade essencial consiste em operar como um recurso hábil para prontamente alcançar uma diversidade de funcionalidades, programas, ajustes e atributos do sistema, todos criteriosamente organizados de maneira hierárquica, com vistas a simplificar a exploração e otimizar a eficácia na execução de tarefas. Podem ser considerados menus do Windows, exceto:
Alternativas
Q3664760 Noções de Informática

Acerca do MS - PowerPoint 2016, analise o trecho a seguir:


“Exibe o slide atual acompanhado de uma área para observações do apresentador. Isso é especialmente útil durante a apresentação, pois permite que o apresentador visualize suas anotações enquanto os slides são exibidos na tela para a audiência. Essas anotações podem conter informações adicionais, dicas de apresentação ou lembretes.”


Diante da análise, assinale a alternativa que trata corretamente sobre o conceito mencionado.

Alternativas
Q3664754 Português
Tanta mansidão

Pois a hora escura, talvez a mais escura, em pleno dia, precedeu essa coisa que não quero sequer tentar definir. Em pleno dia era noite, e essa coisa que não quero ainda definir é uma luz tranquila dentro de mim, e a ela chamariam de alegria, alegria mansa. Estou um pouco desnorteada como se um coração me tivesse sido tirado, e em lugar dele estivesse agora a súbita ausência, uma ausência quase palpável do que era antes um órgão banhado da escuridão da dor. Não estou sentindo nada. Mas é o contrário de um torpor. É um modo mais leve e mais silencioso de existir. Mas estou também inquieta. Eu estava organizada para me consolar da angústia e da dor. Mas como é que me arrumo com essa simples e tranquila alegria. É que não estou habituada a não precisar de meu próprio consolo. A palavra consolo aconteceu sem eu sentir, e eu não notei, e quando fui procurá-la, ela já se havia transformado em carne e espírito, já não existia mais como pensamento. Vou então à janela, está chovendo muito. Por hábito estou procurando na chuva o que em outro momento me serviria de consolo. Mas não tenho dor a consolar. Ah, eu sei. Estou agora procurando na chuva uma alegria tão grande que se torne aguda, e que me ponha em contato com uma agudez que se pareça a agudez da dor. Mas é inútil a procura. Estou à janela e só acontece isto: vejo com olhos benéficos a chuva, e a chuva me vê de acordo comigo. Estamos ocupadas ambas em fluir. Quanto durará esse meu estado? Percebo que, com esta pergunta, estou apalpando meu pulso para sentir onde estará o latejar dolorido de antes. E vejo que não há o latejar da dor. Apenas isso: chove e estou vendo a chuva. Que simplicidade. Nunca pensei que o mundo e eu chegássemos a esse ponto de trigo. A chuva cai não porque está precisando de mim, e eu olho a chuva não porque preciso dela. Mas nós estamos tão juntas como a água da chuva está ligada à chuva. E eu não estou agradecendo nada. Não tivesse eu, logo depois de nascer, tomado involuntária e forçadamente o caminho que tomei – e teria sido sempre o que realmente estou sendo: uma camponesa que está num campo onde chove. Nem sequer agradecendo ao Deus ou à natureza. A chuva também não agradece nada. Não sou uma coisa que agradece ter se transformado em outra. Sou uma mulher, sou uma pessoa, sou uma atenção, sou um corpo olhando pela janela. Assim como a chuva não é grata por não ser uma pedra. Ela é uma chuva. Talvez seja isso ao que se poderia chamar de estar vivo. Não mais que isto, mas isto: vivo. E apenas vivo de uma alegria mansa.


Clarice Lispector. Onde estivestes de noite. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. 

Considere as seguintes sentenças:


I. Fui à assembleia da universidade ontem. II. Ela entregou a carta à Pedro. III. Não sei por que ela disse àquilo ao pai. O emprego da crase está correto apenas na(s) sentença(s):

Alternativas
Q3664753 Português
Tanta mansidão

Pois a hora escura, talvez a mais escura, em pleno dia, precedeu essa coisa que não quero sequer tentar definir. Em pleno dia era noite, e essa coisa que não quero ainda definir é uma luz tranquila dentro de mim, e a ela chamariam de alegria, alegria mansa. Estou um pouco desnorteada como se um coração me tivesse sido tirado, e em lugar dele estivesse agora a súbita ausência, uma ausência quase palpável do que era antes um órgão banhado da escuridão da dor. Não estou sentindo nada. Mas é o contrário de um torpor. É um modo mais leve e mais silencioso de existir. Mas estou também inquieta. Eu estava organizada para me consolar da angústia e da dor. Mas como é que me arrumo com essa simples e tranquila alegria. É que não estou habituada a não precisar de meu próprio consolo. A palavra consolo aconteceu sem eu sentir, e eu não notei, e quando fui procurá-la, ela já se havia transformado em carne e espírito, já não existia mais como pensamento. Vou então à janela, está chovendo muito. Por hábito estou procurando na chuva o que em outro momento me serviria de consolo. Mas não tenho dor a consolar. Ah, eu sei. Estou agora procurando na chuva uma alegria tão grande que se torne aguda, e que me ponha em contato com uma agudez que se pareça a agudez da dor. Mas é inútil a procura. Estou à janela e só acontece isto: vejo com olhos benéficos a chuva, e a chuva me vê de acordo comigo. Estamos ocupadas ambas em fluir. Quanto durará esse meu estado? Percebo que, com esta pergunta, estou apalpando meu pulso para sentir onde estará o latejar dolorido de antes. E vejo que não há o latejar da dor. Apenas isso: chove e estou vendo a chuva. Que simplicidade. Nunca pensei que o mundo e eu chegássemos a esse ponto de trigo. A chuva cai não porque está precisando de mim, e eu olho a chuva não porque preciso dela. Mas nós estamos tão juntas como a água da chuva está ligada à chuva. E eu não estou agradecendo nada. Não tivesse eu, logo depois de nascer, tomado involuntária e forçadamente o caminho que tomei – e teria sido sempre o que realmente estou sendo: uma camponesa que está num campo onde chove. Nem sequer agradecendo ao Deus ou à natureza. A chuva também não agradece nada. Não sou uma coisa que agradece ter se transformado em outra. Sou uma mulher, sou uma pessoa, sou uma atenção, sou um corpo olhando pela janela. Assim como a chuva não é grata por não ser uma pedra. Ela é uma chuva. Talvez seja isso ao que se poderia chamar de estar vivo. Não mais que isto, mas isto: vivo. E apenas vivo de uma alegria mansa.


Clarice Lispector. Onde estivestes de noite. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. 
Assinale a alternativa que apresenta a palavra acentuada corretamente.
Alternativas
Q3664750 Português
Tanta mansidão

Pois a hora escura, talvez a mais escura, em pleno dia, precedeu essa coisa que não quero sequer tentar definir. Em pleno dia era noite, e essa coisa que não quero ainda definir é uma luz tranquila dentro de mim, e a ela chamariam de alegria, alegria mansa. Estou um pouco desnorteada como se um coração me tivesse sido tirado, e em lugar dele estivesse agora a súbita ausência, uma ausência quase palpável do que era antes um órgão banhado da escuridão da dor. Não estou sentindo nada. Mas é o contrário de um torpor. É um modo mais leve e mais silencioso de existir. Mas estou também inquieta. Eu estava organizada para me consolar da angústia e da dor. Mas como é que me arrumo com essa simples e tranquila alegria. É que não estou habituada a não precisar de meu próprio consolo. A palavra consolo aconteceu sem eu sentir, e eu não notei, e quando fui procurá-la, ela já se havia transformado em carne e espírito, já não existia mais como pensamento. Vou então à janela, está chovendo muito. Por hábito estou procurando na chuva o que em outro momento me serviria de consolo. Mas não tenho dor a consolar. Ah, eu sei. Estou agora procurando na chuva uma alegria tão grande que se torne aguda, e que me ponha em contato com uma agudez que se pareça a agudez da dor. Mas é inútil a procura. Estou à janela e só acontece isto: vejo com olhos benéficos a chuva, e a chuva me vê de acordo comigo. Estamos ocupadas ambas em fluir. Quanto durará esse meu estado? Percebo que, com esta pergunta, estou apalpando meu pulso para sentir onde estará o latejar dolorido de antes. E vejo que não há o latejar da dor. Apenas isso: chove e estou vendo a chuva. Que simplicidade. Nunca pensei que o mundo e eu chegássemos a esse ponto de trigo. A chuva cai não porque está precisando de mim, e eu olho a chuva não porque preciso dela. Mas nós estamos tão juntas como a água da chuva está ligada à chuva. E eu não estou agradecendo nada. Não tivesse eu, logo depois de nascer, tomado involuntária e forçadamente o caminho que tomei – e teria sido sempre o que realmente estou sendo: uma camponesa que está num campo onde chove. Nem sequer agradecendo ao Deus ou à natureza. A chuva também não agradece nada. Não sou uma coisa que agradece ter se transformado em outra. Sou uma mulher, sou uma pessoa, sou uma atenção, sou um corpo olhando pela janela. Assim como a chuva não é grata por não ser uma pedra. Ela é uma chuva. Talvez seja isso ao que se poderia chamar de estar vivo. Não mais que isto, mas isto: vivo. E apenas vivo de uma alegria mansa.


Clarice Lispector. Onde estivestes de noite. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. 

Considere as seguintes sentenças, retiradas do texto:


I. “A palavra consolo aconteceu sem eu sentir.”

II. “Em pleno dia era noite.”


Em relação à regência, os verbos “aconteceu” e “era”, nas sentenças dadas, são, respectivamente:

Alternativas
Q3664746 Português
Tanta mansidão

Pois a hora escura, talvez a mais escura, em pleno dia, precedeu essa coisa que não quero sequer tentar definir. Em pleno dia era noite, e essa coisa que não quero ainda definir é uma luz tranquila dentro de mim, e a ela chamariam de alegria, alegria mansa. Estou um pouco desnorteada como se um coração me tivesse sido tirado, e em lugar dele estivesse agora a súbita ausência, uma ausência quase palpável do que era antes um órgão banhado da escuridão da dor. Não estou sentindo nada. Mas é o contrário de um torpor. É um modo mais leve e mais silencioso de existir. Mas estou também inquieta. Eu estava organizada para me consolar da angústia e da dor. Mas como é que me arrumo com essa simples e tranquila alegria. É que não estou habituada a não precisar de meu próprio consolo. A palavra consolo aconteceu sem eu sentir, e eu não notei, e quando fui procurá-la, ela já se havia transformado em carne e espírito, já não existia mais como pensamento. Vou então à janela, está chovendo muito. Por hábito estou procurando na chuva o que em outro momento me serviria de consolo. Mas não tenho dor a consolar. Ah, eu sei. Estou agora procurando na chuva uma alegria tão grande que se torne aguda, e que me ponha em contato com uma agudez que se pareça a agudez da dor. Mas é inútil a procura. Estou à janela e só acontece isto: vejo com olhos benéficos a chuva, e a chuva me vê de acordo comigo. Estamos ocupadas ambas em fluir. Quanto durará esse meu estado? Percebo que, com esta pergunta, estou apalpando meu pulso para sentir onde estará o latejar dolorido de antes. E vejo que não há o latejar da dor. Apenas isso: chove e estou vendo a chuva. Que simplicidade. Nunca pensei que o mundo e eu chegássemos a esse ponto de trigo. A chuva cai não porque está precisando de mim, e eu olho a chuva não porque preciso dela. Mas nós estamos tão juntas como a água da chuva está ligada à chuva. E eu não estou agradecendo nada. Não tivesse eu, logo depois de nascer, tomado involuntária e forçadamente o caminho que tomei – e teria sido sempre o que realmente estou sendo: uma camponesa que está num campo onde chove. Nem sequer agradecendo ao Deus ou à natureza. A chuva também não agradece nada. Não sou uma coisa que agradece ter se transformado em outra. Sou uma mulher, sou uma pessoa, sou uma atenção, sou um corpo olhando pela janela. Assim como a chuva não é grata por não ser uma pedra. Ela é uma chuva. Talvez seja isso ao que se poderia chamar de estar vivo. Não mais que isto, mas isto: vivo. E apenas vivo de uma alegria mansa.


Clarice Lispector. Onde estivestes de noite. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. 
Considere o seguinte excerto: “Não estou sentindo nada. Mas é o contrário de um torpor.” Neste contexto, a palavra “torpor” significa: 
Alternativas
Q3664745 Português
Tanta mansidão

Pois a hora escura, talvez a mais escura, em pleno dia, precedeu essa coisa que não quero sequer tentar definir. Em pleno dia era noite, e essa coisa que não quero ainda definir é uma luz tranquila dentro de mim, e a ela chamariam de alegria, alegria mansa. Estou um pouco desnorteada como se um coração me tivesse sido tirado, e em lugar dele estivesse agora a súbita ausência, uma ausência quase palpável do que era antes um órgão banhado da escuridão da dor. Não estou sentindo nada. Mas é o contrário de um torpor. É um modo mais leve e mais silencioso de existir. Mas estou também inquieta. Eu estava organizada para me consolar da angústia e da dor. Mas como é que me arrumo com essa simples e tranquila alegria. É que não estou habituada a não precisar de meu próprio consolo. A palavra consolo aconteceu sem eu sentir, e eu não notei, e quando fui procurá-la, ela já se havia transformado em carne e espírito, já não existia mais como pensamento. Vou então à janela, está chovendo muito. Por hábito estou procurando na chuva o que em outro momento me serviria de consolo. Mas não tenho dor a consolar. Ah, eu sei. Estou agora procurando na chuva uma alegria tão grande que se torne aguda, e que me ponha em contato com uma agudez que se pareça a agudez da dor. Mas é inútil a procura. Estou à janela e só acontece isto: vejo com olhos benéficos a chuva, e a chuva me vê de acordo comigo. Estamos ocupadas ambas em fluir. Quanto durará esse meu estado? Percebo que, com esta pergunta, estou apalpando meu pulso para sentir onde estará o latejar dolorido de antes. E vejo que não há o latejar da dor. Apenas isso: chove e estou vendo a chuva. Que simplicidade. Nunca pensei que o mundo e eu chegássemos a esse ponto de trigo. A chuva cai não porque está precisando de mim, e eu olho a chuva não porque preciso dela. Mas nós estamos tão juntas como a água da chuva está ligada à chuva. E eu não estou agradecendo nada. Não tivesse eu, logo depois de nascer, tomado involuntária e forçadamente o caminho que tomei – e teria sido sempre o que realmente estou sendo: uma camponesa que está num campo onde chove. Nem sequer agradecendo ao Deus ou à natureza. A chuva também não agradece nada. Não sou uma coisa que agradece ter se transformado em outra. Sou uma mulher, sou uma pessoa, sou uma atenção, sou um corpo olhando pela janela. Assim como a chuva não é grata por não ser uma pedra. Ela é uma chuva. Talvez seja isso ao que se poderia chamar de estar vivo. Não mais que isto, mas isto: vivo. E apenas vivo de uma alegria mansa.


Clarice Lispector. Onde estivestes de noite. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. 
No texto, a narradora estabelece um paralelo entre seu estado de espírito, de mansidão, e a chuva que observa pela janela. Esse paralelo é evidente no trecho
Alternativas
Q2638816 Segurança e Saúde no Trabalho

Considerando a Resolução Técnica do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul (CBMRS) Nº 15 – Parte 01 – Brigada de Incêndio (2022), que estabelece as condições mínimas necessárias para o dimensionamento e execução da Brigada de Incêndio nas edificações e áreas de risco de incêndio, atendendo ao previsto na Lei Complementar nº 14.376/2013, e suas alterações e Decreto Estadual nº 51.803/2014, e suas alterações, analise as assertivas abaixo:


I. Brigadista de incêndio é a pessoa treinada e capacitada, integrante da brigada de incêndio.

II. O brigadista deverá utilizar identificação para que o reconheçam como membro da brigada de incêndio, em local visível.

III. É permitido ao brigadista o uso de uniformes, Equipamentos de Proteção Individual (EPI) ou distintivos iguais ou semelhantes aos utilizados pelo Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q2638815 Segurança e Saúde no Trabalho

Segundo a ABNT 14280 – Cadastro de Acidentes do Trabalho – Procedimento e Classificação (Fevereiro 2001), o “número de acidentes por milhão de horas-homem de exposição ao risco, em determinado período” e o “tempo computado por milhão de horas-homem de exposição ao risco, em determinado período” são, respectivamente, definidas como taxa de:

Alternativas
Respostas
1301: C
1302: D
1303: C
1304: C
1305: D
1306: D
1307: C
1308: E
1309: A
1310: A
1311: A
1312: C
1313: C
1314: C
1315: E
1316: B
1317: A
1318: A
1319: D
1320: C