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Considerando os múltiplos aspectos que envolvem o tema
abordado no texto acima, julgue os itens seguintes.

Considerando a figura acima, que ilustra uma janela do Internet
Explorer 6.0 (IE6) com uma página web, julgue os itens
subsequentes acerca de Internet.
, abrir um novo documento do Word; e pressionar simultaneamente as teclas

Considerando a figura acima, que ilustra uma janela do software
Excel 2003, contendo uma planilha com informações acerca de
vagas em quatro departamentos de uma universidade, julgue os
próximos itens.
julgue os itens a seguir.

Considerando a figura acima, que ilustra uma janela do software
BrOffice Writer 3.0, contendo um documento em processo de
edição, julgue os itens a seguir.
. Com relação à NR-6 – Equipamentos de Proteção Individual (EPI), pode-se afirmar que:
I. O EPI só é de uso obrigatório enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas.
II. O EPI é entregue aos funcionários gratuitamente, em perfeito estado de conservação e contendo CA.
III. Todo EPI deverá apresentar em caracteres indeléveis e bem visíveis, o nome comercial da empresa, fabricante ou importador e o número do CA.
IV. A fiscalização para o controle de qualidade de qualquer EPI deverá ser feita pela gerência da empresa.
Estão corretas apenas as afirmativas:
Os riscos ambientais ocupacionais são classificados em grupos de acordo com sua natureza e concentração e diferenciados por cores, de acordo com as Normas Regulamentadoras do Mtb. Assim, numere a 2ª coluna de acordo com os riscos listados na 1ª coluna:
1. Riscos físicos.
2. Riscos químicos.
3. Riscos biológicos.
4. Riscos ergonômicos.
5. Riscos de acidentes.
( ) cor marrom
( ) cor azul
( ) cor amarela
( ) cor vermelha
( ) cor verde
A seqüência está correta em:
TEXTO:
Alguém paga
Trinta anos após a Declaração de Alma-Ata, aprovada na Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde, cuja meta era levar “Saúde para Todos no Ano 2000”, um terço da população mundial continua sem acesso a serviços básicos de saúde. Em todo o mundo, centenas de milhões de pessoas sofrem com a falta de alimentos, água potável, moradia, saneamento básico e educação.
A situação persiste e desafia a liderança e a capacidade de ação de autoridades e especialistas porque lida com uma complexa conjunção de fatores políticos, sociais, econômicos e científico-tecnológicos. Problemas globais demandam soluções globais. Nesta categoria está a ampliação do acesso das populações aos medicamentos.
E o ponto central quando se aborda a questão da oferta de medicamentos a “preços acessíveis” são as fontes de financiamento para a pesquisa e o desenvolvimento (P&D) de substâncias para o tratamento de doenças de larga incidência em países pobres e ricos.
Pois os custos envolvidos nas diversas etapas de P&D de um medicamento são estimados em centenas de milhões de dólares. E o dinheiro precisa vir de algum lugar: Poder Público (isto é, a população), empresas (acionistas e investidores), etc.
Recentemente, um laboratório público anunciou a venda de um novo medicamento a “preço de custo”. Na verdade, a pesquisa do produto foi paga por um consórcio de países e organizações não-governamentais. O tal preço de custo referia-se apenas aos gastos de fabricação. Se o medicamento tivesse de ser desenvolvido integralmente – da pesquisa básica à última fase da pesquisa clínica –, seu preço seria muito maior.
Para o economista Jeffrey Sachs, assessor especial do secretário-geral da ONU para as Metas de Desenvolvimento do Milênio, doenças como a malária poderiam ser superadas por meio de investimentos coordenados mundialmente. Ele reconhece, no entanto, que faltam fundos globais para que este objetivo seja alcançado.
Enquanto a comunidade internacional não chega a um consenso sobre um grande pacto que defina fontes de financiamento, a indústria farmacêutica realiza os elevados investimentos necessários ao desenvolvimento de moléculas inovadoras, que serão mais tarde recuperados no preço de venda desses produtos.
Sem a decisiva contribuição da indústria, a mobilização para o controle da epidemia de Aids não teria tido o sucesso que alcançou, no bojo de um processo que levou à criação de 88 medicamentos e atualmente financia o teste de 92 novas substâncias.
Em 2006, a indústria farmacêutica mundial investiu mais de US$ 75 bilhões na pesquisa de moléculas para o tratamento de milhares de doenças, como tuberculose (19 substâncias), malária (20), doenças materno-infantis (219), doenças predominantes entre as mulheres (mais de 700), etc.
Para além da retórica e de projetos ainda incipientes, o fato é que os principais avanços das últimas décadas na síntese de medicamentos resultaram da iniciativa da indústria farmacêutica e não de governos, organismos internacionais ou ONGs.
(Ciro Mortella, O Globo, 25/08/2008)