Questões de Concurso
Comentadas para engenheiro de segurança do trabalho
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Em ambientes de trabalho devem ser adotados procedimentos que visem à proteção das pessoas e atribuir, a todos os integrantes, obrigações definidas.
A respeito da proteção contra incêndios, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) O empregado é responsável por se informar a respeito da utilização dos equipamentos de combate ao incêndio.
( ) O empregador deve providenciar as informações sobre procedimentos para evacuação dos locais de trabalho com segurança.
( ) As vias de passagem devem ser balizadas por sinalização ou indicadas por meio de croquis.
As afirmativas são respectivamente:
Para a utilização de máquinas e equipamentos em um ambiente de trabalho devem ser adotadas medidas de proteção que garantam a segurança do trabalhador.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de aplicação das medidas de controle.
As atividades desenvolvidas em uma instalação elétrica devem obedecer a critérios que garantam a segurança e a saúde dos trabalhadores que nela atuam. Relacione os elementos de segurança para o trabalhador em instalações elétricas com os exemplos apresentados:
Elementos de Segurança:
1. Medidas de controle.
2. Segurança em projetos.
3. Medida de proteção coletiva.
4. Medida de segurança individual.
Exemplos:
( ) Itens de segurança previstos no memorial descritvos.
( ) Diagramas unifilares atualizados.
( ) Desenergização elétrica.
Assinale a alternativa que mostra a relação correta, de cima para baixo
O controle dos riscos, de acordo com a segurança e a higiene do trabalho, estabelece a necessidade de contemplar ações que visem eliminar, reduzir, neutralizar ou controlar o agente nocivo que existe no ambiente de trabalho.
Esse controle deve seguir, prioritariamente, ações sobre
Os equipamentos elétricos possuem um grau de proteção inerente à sua aplicação. Esse grau de proteção tem por objetivo proteger o próprio equipamento e também o operador. Sob o ponto de vista do operador, o grau de proteção configura‐se como
Ergonomia é o estudo da adaptação do trabalho às características fisiológicas e psicológicas do ser humano. A respeito da ergonomia, analise as afirmativas a seguir.
I. A implantação da ergonomia envolve um acompanhamento dos indicadores e melhoria contínua dos processos de trabalho.
II. A norma relativa à ergonomia visa estabelecer os parâmetros que minimizam os custos dos processos produtivos de uma empresa, por meio da melhor adequação dos trabalhadores.
III. A ergonomia visa diminuir a incidência de doenças relativas ao trabalho.
Assinale
Em relação aos aspectos psicológicos da segurança do trabalho, analise as afirmativas a seguir.
I. Para se ter uma progressão na segurança em um ambiente de trabalho, é fundamental descartar as ações erradas e valorizar as ações certas.
II. Em um ambiente de trabalho, as atividades que implicam uma exposição a estímulos de forma contínua e de longa duração diminuem a incidência de acidentes.
III. Na seleção de um candidato devem ser consideradas as características psicológicas que podem potencializar os riscos das atividades envolvidas.
Assinale:
(http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=53065)
Com base no mapa acima, assinale a alternativa que identifica corretamente as motivações dos fluxos migratórios, no território brasileiro, na segunda metade do século XX.
A imagem acima retrata um ato de protesto contra as alterações do Código Florestal realizado por estudantes, em 2011, nas ruas de Cuiabá. Em um dos cartazes dos manifestantes, lê-se: "Novo Código? Vôte!", indicando o desgosto dos cuiabanos com a votação das alterações do Código Florestal. A expressão "vôte" é uma gíria local, que significa algo como "cruzes!" ou "nossa!".
(Adaptado de: http://www.oeco.org.br/salada-verde/25167-culaba-val-as-ruas-contra-alteracoes-no-codigo-florestal)
Com relação ao conteúdo desses protestos, analise as afirmativas a seguir.
I. Os manifestantes criticam o projeto votado, que possibilita a redução da área de Reserva Legal, ou seja, da área de mata nativa que deve ser preservada dentro das propriedades.
II. Os manifestantes criticam a redução das Áreas de Preservação Permanente, como beira de rios, topo de morros e encostas.
III. Os manifestantes se opõem à conversão das multas por desmatamento ilegal em reflorestamento, inclusive para os grandes proprietários.
Assinale:
Dante de Oliveira (1952-2006) foi deputado federal, prefeito de Cuiabá, governador de Mato Grosso e ministro da Reforma Agrária. Apesar de sua intensa atuação política por Mato Grosso, teve seu nome nacionalmente associado à Emenda Constitucional Dante de Oliveira (1983), que propunha
(Fonte: http://www.vgnoticias.eom.br/noticia.php?codigo=12789)
Na imagem acima, manifestantes apresentam faixas com os seguintes dizeres: "Não corte o coração do Brasil. Nós confiamos no Pres. Geisel" e "Mato Grosso inteiro chora: não queremos divisão!". Esta imagem é um testemunho de um momento importante na história recente do território matogrossense e se refere
(http://www.lbge.gov.br/home/presidencia/noticias/21052004biomashtml.shtml)
Com relação aos biomas brasileiros representados no mapa acima, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) O Bioma Amazônia e o Bioma Pantanal ocupam, juntos, mais de metade do território brasileiro.
( ) O Bioma Pantanal é o de menor extensão territorial.
( ) O Bioma Cerrado constitui a maior superfície inundável interiorana do mundo.
As afirmativas são, respectivamente,
Analise o mapa a seguir.
Tratados de Limites
RESENDE, Maria Efigênia Lage: MORAES, Ana Maria.
Atlas Histórico do Brasil. Belo Horizonte: Vigília, 1987, p. 35 (Adaptado)
Assinale a alternativa que descreve corretamente a consolidação do território português na América, de acordo com os tratados assinalados no mapa acima.
Texto
Fora de foco
Deve‐se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.
Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.
A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá‐los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.
É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.
(O Globo, 21/11/2013)
O texto lido é, quanto ao gênero textual, classificado como
Texto
Fora de foco
Deve‐se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.
Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.
A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá‐los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.
É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.
(O Globo, 21/11/2013)
Pode‐se deduzir da leitura do texto que os que combatem as experiências com animais em laboratórios apoiam‐se, entre outros, no seguinte argumento:
Durante o levantamento de riscos ambientais realizado na empresa SEGTRAB-1, para elaboração do PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais), foram utilizados tubos amostradores para monitorar exposição entre alguns trabalhadores de setores diversos, que utilizam álcool etílico (também conhecido como etanol) com teor alcoólico de 93,8° utilizado para processos de limpeza. Foi adotado entre esses trabalhadores o conceito de Grupo Homogêneo de Exposição (GHE), de tal forma que o resultado obtido na avaliação quantitativa foi de 500 ppm (quinhentas partes por milhão). Considerando que todos experimentaram exposição semelhante e comparando com a tabela de agentes químicos do Anexo 11 da NR-15, que apresenta valor referência de 780 ppm (setecentos e oitenta partes por milhão), ficou definido pelo SESMT que deve ser adotado imediatamente um referencial preventivo importante, também conhecido por:
O gerente de manutenção da empresa PLATAFORMA AZUL S/A. após aquisição de uma empilhadeira movida a GNv (Gás Natural veicular) decidiu contratar um profissional para operar o equipamento, porém surgiu uma dúvida quanto a troca dos cilindros de GNv, que deveria ser uma das tarefas do novo funcionário a ser realizada de modo habitual e permanente dentro da empresa. Sendo assim consultou o gerente de Recursos Humanos sobre a implicação de pagar ou não pagar insalubridade a esse profissional, em razão do risco envolvido nessa atividade. O gerente de RH respondeu que:
Um ex-colaborador após 24 meses do seu desligamento da empresa SEGTRAB-1, que exerceu suas atividades por mais de 5 (cinco) anos em uma sala no setor de Tecnologia da Informação, entrou com uma ação trabalhista de insalubridade contra a empresa sob a alegação de ter exercido suas atividades, numa sala com temperatura efetiva entre 18 e 20°C e controlada por dutos de ar condicionado contaminado. A demanda trabalhista referente ao período laboral, está fundamentada na exposição a agentes biológicos, provenientes do sistema de ar condicionado central e na ausência da evidência objetiva de um Plano de Manutenção, Operação e Controle (PMOC). De acordo com esse contexto a petição inicial trabalhista pede que:
Ainda dentro da notificação citada na questão anterior, para corrigir irregularidades formalizada à empresa PLATAFORMA AZUL S/A., foi considerado adequação de uma das máquinas operatrizes quanto ao risco de queda do operador por ocasião do acesso na parte superior da máquina para lubrificação e ajustes. Ficou estabelecido entre outros requisitos mínimos relacionados a adequação do meio de acesso a parte superior da máquina, deve ser considerado:
A empresa PLATAFORMA AZUL S/A. recebeu a visita de um Auditor Fiscal do Trabalho que notificou a empresa para corrigir irregularidades, referente adequação de algumas máquinas operatrizes quanto ao risco de prensamento de mãos e dedos dos operadores na zona de perigo da máquina. Ficou estabelecido na notificação um prazo de 30 (trinta) dias para implementar dispositivos de acionamento do tipo “comando bimanual”, visando manter as mãos do operador fora da zona de perigo. Entre outros requisitos mínimos relacionados a esse dispositivo de segurança, deve ser considerado: