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Q391378 Português
De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, a concordância verbal está correta em:
Alternativas
Q391377 Português
Entre os trechos que completam a frase a seguir, assinale o que traz o sinal indicativo de crase empregado corretamente.

O taxista...
Alternativas
Q391376 Português

A solidão do taxista

        Tive um tio taxista. Por incrível que pareça, de vez em quando, tio Fausto me levava para trabalhar junto com ele.
        Eram outros tempos. Eu tinha lá meus oito, nove anos e, quando o passageiro se surpreendia com a presença da menininha no banco de trás do carro, meu tio falava: “Se o senhor não se importa, vou levar minha sobrinha ao dentista, mas posso quebrar o galho e fazer sua corrida”.
        Ninguém se importava, ele nunca me levou ao dentista e ganhamos muitas histórias no fusquinha verde-água zanzando pelo Rio de Janeiro.
        Eu escutava as conversas, as notícias do rádio, dormia, acordava, ganhava balas dos passageiros e via a vida correndo pela janela. Era fã do meu tio e de seu jeito de flanar pela vida. Ele achava tudo divertido, adorava um bom papo.
        Meu tio me fez crer que uma das melhores profissões do mundo é taxista. Virei atriz. Mas, se há coisa de que gosto, é andar de táxi.        Sento no banco de trás, abro a janela e, mesmo quando não rola conversa, o simples fato de ficar sacolejando no trânsito olhando pela janela é para mim algo de extremo prazer. É um descanso sem igual.
        Acontece que comprei um iPhone e, pouco a pouco, fui pedindo licença a meu amigo taxista para um telefonema aqui, um e-mail acolá e passei a interromper meu precioso flanar nos táxis com coisas que acho que precisam ser feitas naquela hora.
        Em dias mais corridos, entro dizendo o destino entre uma fala e outra ao telefone, pago a corrida com o troço no ombro e saio do carro com meu tio balançando a cabeça lá em cima. Que desperdício!
        Meu celular me abriu infinitas janelas, mas me roubou a mais preciosa de todas. Nossos eletrônicos vão sorrateiramente nos roubando a plenitude, ou seja, a simples sensação de estar em um lugar, sem achar que deveria estar em outro.
        Penso no meu tio e imagino o quanto se divertiria ouvindo os absurdos que falamos ao celular ao ignorar o solitário taxista. Eles devem ter muitas histórias para contar quando chegam para jantar. Se as esposas não estiverem no Facebook...  
(Denise Fraga. Folha de S.Paulo, 12.06.2012. Adaptado)


Para atender à norma-padrão da língua portuguesa e manter o sentido do texto, o trecho em destaque deve ser corretamente substituído por pronome como indicado na alternativa:
Alternativas
Q391375 Português

A solidão do taxista

        Tive um tio taxista. Por incrível que pareça, de vez em quando, tio Fausto me levava para trabalhar junto com ele.
        Eram outros tempos. Eu tinha lá meus oito, nove anos e, quando o passageiro se surpreendia com a presença da menininha no banco de trás do carro, meu tio falava: “Se o senhor não se importa, vou levar minha sobrinha ao dentista, mas posso quebrar o galho e fazer sua corrida”.
        Ninguém se importava, ele nunca me levou ao dentista e ganhamos muitas histórias no fusquinha verde-água zanzando pelo Rio de Janeiro.
        Eu escutava as conversas, as notícias do rádio, dormia, acordava, ganhava balas dos passageiros e via a vida correndo pela janela. Era fã do meu tio e de seu jeito de flanar pela vida. Ele achava tudo divertido, adorava um bom papo.
        Meu tio me fez crer que uma das melhores profissões do mundo é taxista. Virei atriz. Mas, se há coisa de que gosto, é andar de táxi.        Sento no banco de trás, abro a janela e, mesmo quando não rola conversa, o simples fato de ficar sacolejando no trânsito olhando pela janela é para mim algo de extremo prazer. É um descanso sem igual.
        Acontece que comprei um iPhone e, pouco a pouco, fui pedindo licença a meu amigo taxista para um telefonema aqui, um e-mail acolá e passei a interromper meu precioso flanar nos táxis com coisas que acho que precisam ser feitas naquela hora.
        Em dias mais corridos, entro dizendo o destino entre uma fala e outra ao telefone, pago a corrida com o troço no ombro e saio do carro com meu tio balançando a cabeça lá em cima. Que desperdício!
        Meu celular me abriu infinitas janelas, mas me roubou a mais preciosa de todas. Nossos eletrônicos vão sorrateiramente nos roubando a plenitude, ou seja, a simples sensação de estar em um lugar, sem achar que deveria estar em outro.
        Penso no meu tio e imagino o quanto se divertiria ouvindo os absurdos que falamos ao celular ao ignorar o solitário taxista. Eles devem ter muitas histórias para contar quando chegam para jantar. Se as esposas não estiverem no Facebook...  
(Denise Fraga. Folha de S.Paulo, 12.06.2012. Adaptado)


Considere o trecho do primeiro parágrafo.

“Se o senhor não se importa, vou levar minha sobrinha ao dentista, mas posso quebrar o galho e fazer sua corrida”.

Esse trecho está corretamente reescrito e mantém o sentido do texto em:
Alternativas
Q391374 Português

A solidão do taxista

        Tive um tio taxista. Por incrível que pareça, de vez em quando, tio Fausto me levava para trabalhar junto com ele.
        Eram outros tempos. Eu tinha lá meus oito, nove anos e, quando o passageiro se surpreendia com a presença da menininha no banco de trás do carro, meu tio falava: “Se o senhor não se importa, vou levar minha sobrinha ao dentista, mas posso quebrar o galho e fazer sua corrida”.
        Ninguém se importava, ele nunca me levou ao dentista e ganhamos muitas histórias no fusquinha verde-água zanzando pelo Rio de Janeiro.
        Eu escutava as conversas, as notícias do rádio, dormia, acordava, ganhava balas dos passageiros e via a vida correndo pela janela. Era fã do meu tio e de seu jeito de flanar pela vida. Ele achava tudo divertido, adorava um bom papo.
        Meu tio me fez crer que uma das melhores profissões do mundo é taxista. Virei atriz. Mas, se há coisa de que gosto, é andar de táxi.        Sento no banco de trás, abro a janela e, mesmo quando não rola conversa, o simples fato de ficar sacolejando no trânsito olhando pela janela é para mim algo de extremo prazer. É um descanso sem igual.
        Acontece que comprei um iPhone e, pouco a pouco, fui pedindo licença a meu amigo taxista para um telefonema aqui, um e-mail acolá e passei a interromper meu precioso flanar nos táxis com coisas que acho que precisam ser feitas naquela hora.
        Em dias mais corridos, entro dizendo o destino entre uma fala e outra ao telefone, pago a corrida com o troço no ombro e saio do carro com meu tio balançando a cabeça lá em cima. Que desperdício!
        Meu celular me abriu infinitas janelas, mas me roubou a mais preciosa de todas. Nossos eletrônicos vão sorrateiramente nos roubando a plenitude, ou seja, a simples sensação de estar em um lugar, sem achar que deveria estar em outro.
        Penso no meu tio e imagino o quanto se divertiria ouvindo os absurdos que falamos ao celular ao ignorar o solitário taxista. Eles devem ter muitas histórias para contar quando chegam para jantar. Se as esposas não estiverem no Facebook...  
(Denise Fraga. Folha de S.Paulo, 12.06.2012. Adaptado)


Nessa crônica, a autora faz uma reflexão a respeito
Alternativas
Q391373 Português

A solidão do taxista

        Tive um tio taxista. Por incrível que pareça, de vez em quando, tio Fausto me levava para trabalhar junto com ele.
        Eram outros tempos. Eu tinha lá meus oito, nove anos e, quando o passageiro se surpreendia com a presença da menininha no banco de trás do carro, meu tio falava: “Se o senhor não se importa, vou levar minha sobrinha ao dentista, mas posso quebrar o galho e fazer sua corrida”.
        Ninguém se importava, ele nunca me levou ao dentista e ganhamos muitas histórias no fusquinha verde-água zanzando pelo Rio de Janeiro.
        Eu escutava as conversas, as notícias do rádio, dormia, acordava, ganhava balas dos passageiros e via a vida correndo pela janela. Era fã do meu tio e de seu jeito de flanar pela vida. Ele achava tudo divertido, adorava um bom papo.
        Meu tio me fez crer que uma das melhores profissões do mundo é taxista. Virei atriz. Mas, se há coisa de que gosto, é andar de táxi.        Sento no banco de trás, abro a janela e, mesmo quando não rola conversa, o simples fato de ficar sacolejando no trânsito olhando pela janela é para mim algo de extremo prazer. É um descanso sem igual.
        Acontece que comprei um iPhone e, pouco a pouco, fui pedindo licença a meu amigo taxista para um telefonema aqui, um e-mail acolá e passei a interromper meu precioso flanar nos táxis com coisas que acho que precisam ser feitas naquela hora.
        Em dias mais corridos, entro dizendo o destino entre uma fala e outra ao telefone, pago a corrida com o troço no ombro e saio do carro com meu tio balançando a cabeça lá em cima. Que desperdício!
        Meu celular me abriu infinitas janelas, mas me roubou a mais preciosa de todas. Nossos eletrônicos vão sorrateiramente nos roubando a plenitude, ou seja, a simples sensação de estar em um lugar, sem achar que deveria estar em outro.
        Penso no meu tio e imagino o quanto se divertiria ouvindo os absurdos que falamos ao celular ao ignorar o solitário taxista. Eles devem ter muitas histórias para contar quando chegam para jantar. Se as esposas não estiverem no Facebook...  
(Denise Fraga. Folha de S.Paulo, 12.06.2012. Adaptado)


De acordo com a leitura do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q391345 Direito Administrativo
São exemplos de prerrogativas decorrentes do princípio da supremacia do interesse público sobre os interesses particulares:
Alternativas
Q391344 Administração Pública
Dadas as afirmativas a seguir sobre o princípio da publicidade,

I. Os atos internos da Administração precisam ser publicados no Diário Oficial para poder produzir os efeitos que lhes são próprios.
II. São exceções ou relativizações do princípio o sigilo imprescindível à segurança da sociedade e do Estado e a preservação da intimidade dos envolvidos.
III. A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos.

verifica-se que está(ão) correta(s)
Alternativas
Q391338 Ética na Administração Pública
Dadas a seguir as regras deontológicas previstas no Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal,

I. Toda ausência injustificada do servidor de seu local de trabalho é fator de desmoralização do serviço público, o que quase sempre conduz à desordem nas relações humanas.
II. Ao servidor não basta ser honesto; ele tem ainda que parecer honesto, evitando qualquer local ou conduta que possa levantar dúvidas quanto à sua probidade, mesmo que internamente saiba que não está fazendo algo errado.
III. A função pública deve ser tida como exercício profissional e, portanto, integra-se na vida particular de cada servidor público. Assim, os fatos e atos verificados na conduta do dia a dia em sua vida privada poderão acrescer ou diminuir o seu bom conceito na vida funcional.

verifica-se que está(ao) correta(s)
Alternativas
Q391337 Raciocínio Lógico
Se a soma de dois números reais é igual ao dobro da diferença entre eles, então o quadrado do maior deles é
Alternativas
Q391336 Raciocínio Lógico
Se observarmos que

2 + 4 = 6,
2 + 4 + 6 = 12,
2 + 4 + 6 + 8 = 20,
2 + 4 + 6 + 8 + 10 = 30,

e soubermos que esse padrão se mantém indefinidamente, o valor da soma 2 + 4 + 6 + 8 + 10 + ... + 100 é
Alternativas
Q391334 Raciocínio Lógico
Mensalmente, o Sr. Cardoso dá mesada aos seus três netos. O valor da mesada não é fixo e nem a distribuição é uniforme. Na verdade, e para que cada um fizesse jus ao dinheiro recebido, era exigida dos netos a solução de um problema (quem resolvesse primeiro ganhava o maior quinhão e, assim, sucessivamente). No mês passado, o Sr. Cardoso anunciou:

1. O total a ser distribuído é de R$ 140,00.
2. A diferença entre o maior valor e o intermediário é a metade da diferença entre este e o menor valor.
3. O maior valor é o dobro do menor.

Nestas condições, o neto que resolveu o problema por último recebeu
Alternativas
Q391329 Raciocínio Lógico
Mensalmente, Dona Mariana reserva 10% de sua remuneração para a mesada dos seus três netos, cujas idades são 12, 8 e 6 anos. Se o quinhão de cada neto é proporcional a sua idade, num mês em que a remuneração de Dona Mariana foi R$ 1 560,00, o neto mais velho recebeu uma mesada de
Alternativas
Q391328 Raciocínio Lógico
Se a afirmação “ela é alagoana ou pernambucana" é VERDADEIRA para Sra. Diana, qual das afirmações em relação a ela é necessariamente FALSA?
Alternativas
Q391327 Português
imagem-002.jpg

Dada as seguintes afirmativas acerca do texto dos quadrinhos,

I. Os vocábulos “tão" (1º quadrinho) e “talvez" (3º quadrinho) exercem a mesma função sintática.
II. No segundo quadrinho, a colocação pronominal aparece em desacordo com a norma culta.
III. Os pronomes “disso" (2º quadrinho) e “essa" (4º quadrinho) são mecanismos de coesão gramatical, palavras fóricas cujas referências são catafóricas.
IV. O vocábulo “que" em: “que exista uma solução..." (4º quadrinho) introduz uma oração subordinada adjetiva.

verifica-se que está(ão) correta(s)
Alternativas
Q391320 Português
         O que há entre a vida e a morte? Uma curva ponte. Não obstante, se eu não compusesse este capítulo, padeceria o leitor um forte abalo, assaz danoso ao efeito do livro. Saltar de um retrato a um epitáfio pode ser real e comum: ao leitor, entretanto, não se refugia no livro, senão para escapar à vida.

ASSIS, Machado de. Memórias póstumas de Brás Cubas. Em Obra completa. Rio de Janeiro: J. Aguilar, 1959.

A relação semântica do elemento articulador “não obstante” coincide com a que aparece em qual das orações abaixo?
Alternativas
Q391317 Português
Considere o trecho sublinhado em: “Apenas trinta e cinco pessoas assistiram à projeção de dez filmes de dois minutos de duração cada um, no dia 28/12/1895" (História Viva, janeiro/2005). Nas reescritas abaixo, em qual alternativa ocorreu danos à norma culta?
Alternativas
Q391315 Português
          A felicidade do mancebo é a esposa e o amigo; a primeira dá alegria, o segundo dá força. O guerreiro sem a esposa é como a árvore sem folhas nem flores: nunca ela verá o fruto. O guerreiro sem amigo é como a árvore solitária que o vento açouta no meio do campo: o fruto dela nunca amadurece. A felicidade do varão é a prole, que nasce dele e faz seu orgulho [...]. Amado de Tupã é o guerreiro que tem uma esposa, um amigo e muitos filhos; ele nada mais deseja senão a morte gloriosa. [...]

                    ALENCAR, José de. Iracema. Rio de Janeiro: Melhoramentos, s. d, p. 149.

No texto acima, há orações que se iniciam com o conectivo “que”. Essas orações têm valor de
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNDEPES Órgão: CAU-MG
Q1239480 Engenharia de Software
Assinale a alternativa que NÃO compõe uma das fases do processo unificado para engenharia de software.   
Alternativas
Q877226 Arquitetura de Computadores
Com relação aos principais diretórios existentes na instalação padrão de um sistema operacional GNU/Linux, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
2821: C
2822: A
2823: B
2824: D
2825: D
2826: E
2827: A
2828: D
2829: C
2830: D
2831: C
2832: B
2833: D
2834: C
2835: B
2836: C
2837: A
2838: D
2839: D
2840: A