Questões de Concurso
Comentadas para assistente - apoio administrativo
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Bons Dias
Pego na pena com bastante medo. Estarei falando francês ou português? O Sr. Dr. Castro Lopes, ilustre latinista brasileiro, começou uma série de neologismos, que lhe parecem indispensáveis para acabar com palavras e frases francesas. Ora, eu não tenho outro desejo senão falar e escrever corretamente a minha língua; e se descubro que muita coisa que dizia até aqui, não tem foros de cidade, mando este ofício à fava, e passo a falar por gestos.[...]
Machado de Assis
(Obra completa, vol. III, Rio de Janeiro: José Aguilar Editora, 1973)
Com base no texto lido, analise as afirmativas:
I – O narrador defende a língua portuguesa.
II – O latinista brasileiro cria neologismos.
III – O narrador pretende falar e escrever a própria língua.
IV – O Sr. Castro Lopes quer acabar com frases portuguesas.
Marque a opção que apresenta apenas afirmativas corretas:

Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/120612096256724555/
De acordo com a resposta do personagem Armando no
primeiro quadrinho, ele:
Violência contra a juventude negra no Brasil- 2012
A maioria dos homicídios que ocorrem no Brasil atinge pessoas jovens: do total de vítimas em 2010, cerca de 50% tinham entre 15 e 29 anos. Desses, 75% são negros. As respostas governamentais e não-governamentais ao processo de agravamento deste fenômeno em muito se beneficiaram de estudos e diagnósticos elaborados a partir dos dados do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde. No entanto, pouco ainda se sabe sobre as percepções da sociedade acerca de tão importante tema. Por isso, o DataSenado realizou a inédita pesquisa de opinião pública Violência contra a juventude negra no Brasil. Ela é parte do Protocolo de Intenções firmado entre o Senado Federal e a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir/PR), no âmbito da campanha Igualdade Racial é Pra Valer.
Dentre os resultados da pesquisa, cabe destacar que a maioria considera que as mulheres sofrem mais com a violência (67,1%) e que os negros são as principais vítimas (66,9%). Pouco mais de um terço (35,8%) acredita que a violência atinge mais os jovens na faixa de 19 a 29 anos. Perguntados sobre as causas, 63,0% atribuíram a violência contra a juventude a aspectos sociais, enquanto 34,8% disseram ser fatores comumente associados ao comportamento juvenil de risco. Quando inquiridos especificamente sobre a principal causa de morte entre os jovens, a maioria indicou o uso de drogas (56,2%), os acidentes de trânsito (22,4%) e os assassinatos (19,8%).
A maior parte dos entrevistados (62,3%) disse que jovens brancos e negros são mortos na mesma quantidade e 31,4% concordaram que jovens negros são mortos em maior quantidade que os brancos. Para 26,3% dos respondentes, a cor dos jovens tem influência na quantidade de mortes. A noção de que no Brasil a violência mata mais pobres do que ricos é compartilhada por 90,4% dos respondentes. Também é alta a concordância (80,9%) com a afirmativa de que os jovens brasileiros são vítimas da violência independentemente da cor ou raça. Entretanto, diante da frase “homicídio é a principal causa de morte dos jovens negros” 56,6% dos entrevistados se manifestaram favoravelmente. Percentual semelhante (55,8%) foi registrado para os que concordaram com a afirmação de que “a morte violenta de um jovem negro choca menos a sociedade do que a morte violenta de um jovem branco”. Para 55,1% dos respondentes, é correto afirmar que “a principal causa de homicídios de jovens negros é o racismo”. (...)
Disponível em: (https://www12.senado.leg.br/institucional/datasenado/materias/pesqui sas/pesquisa-sobre-a-violencia-contra-a-juventude-negra-no-brasil
Acesso em 15 jun 2022)
Violência contra a juventude negra no Brasil- 2012
A maioria dos homicídios que ocorrem no Brasil atinge pessoas jovens: do total de vítimas em 2010, cerca de 50% tinham entre 15 e 29 anos. Desses, 75% são negros. As respostas governamentais e não-governamentais ao processo de agravamento deste fenômeno em muito se beneficiaram de estudos e diagnósticos elaborados a partir dos dados do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde. No entanto, pouco ainda se sabe sobre as percepções da sociedade acerca de tão importante tema. Por isso, o DataSenado realizou a inédita pesquisa de opinião pública Violência contra a juventude negra no Brasil. Ela é parte do Protocolo de Intenções firmado entre o Senado Federal e a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir/PR), no âmbito da campanha Igualdade Racial é Pra Valer.
Dentre os resultados da pesquisa, cabe destacar que a maioria considera que as mulheres sofrem mais com a violência (67,1%) e que os negros são as principais vítimas (66,9%). Pouco mais de um terço (35,8%) acredita que a violência atinge mais os jovens na faixa de 19 a 29 anos. Perguntados sobre as causas, 63,0% atribuíram a violência contra a juventude a aspectos sociais, enquanto 34,8% disseram ser fatores comumente associados ao comportamento juvenil de risco. Quando inquiridos especificamente sobre a principal causa de morte entre os jovens, a maioria indicou o uso de drogas (56,2%), os acidentes de trânsito (22,4%) e os assassinatos (19,8%).
A maior parte dos entrevistados (62,3%) disse que jovens brancos e negros são mortos na mesma quantidade e 31,4% concordaram que jovens negros são mortos em maior quantidade que os brancos. Para 26,3% dos respondentes, a cor dos jovens tem influência na quantidade de mortes. A noção de que no Brasil a violência mata mais pobres do que ricos é compartilhada por 90,4% dos respondentes. Também é alta a concordância (80,9%) com a afirmativa de que os jovens brasileiros são vítimas da violência independentemente da cor ou raça. Entretanto, diante da frase “homicídio é a principal causa de morte dos jovens negros” 56,6% dos entrevistados se manifestaram favoravelmente. Percentual semelhante (55,8%) foi registrado para os que concordaram com a afirmação de que “a morte violenta de um jovem negro choca menos a sociedade do que a morte violenta de um jovem branco”. Para 55,1% dos respondentes, é correto afirmar que “a principal causa de homicídios de jovens negros é o racismo”. (...)
Disponível em: (https://www12.senado.leg.br/institucional/datasenado/materias/pesqui sas/pesquisa-sobre-a-violencia-contra-a-juventude-negra-no-brasil
Acesso em 15 jun 2022)
Os membros do Conselho Regional de Psicologia da 11.ª Região são eleitos por maioria de votos, em escrutínio secreto.
A Comissão de Orientação e Fiscalização possui o objetivo de coordenar e executar, em sua jurisdição, as atividades de orientação e fiscalização profissional da entidade e assistir o plenário do Conselho Regional de Psicologia da 11.ª Região nos assuntos de sua competência.
A Comissão de Ética — órgão especial de assessoramento ao plenário e à diretoria do Conselho Regional de Psicologia da 11.ª Região, para aplicação do Código de Ética Profissional e desenvolvimento de programas para a qualificação ética do exercício da profissão — é constituída por seu presidente, que deverá ser um conselheiro efetivo que não seja membro da diretoria, e por, pelo menos, mais cinco membros, que devem ser indicados pelo plenário e podem ser conselheiros efetivos ou suplentes ou psicólogos convidados.
O Conselho Regional de Psicologia da 11.ª Região poderá criar comissões e grupos de trabalho, além das permanentes, para a execução de atividades específicas de caráter transitório ou eventual, assim como para atender à necessidade e à importância de determinadas áreas.
O Conselho Regional de Psicologia da 11.ª Região será representado, ativa e passivamente, em juízo ou fora dele, por seu presidente.
O Conselho Regional de Psicologia da 11.ª Região é composto pelo plenário, pela diretoria, pelas comissões de trabalho, pela tesouraria e pelo conselho fiscal.
O mandato do conselheiro regional é de cinco anos, sendo vedada a reeleição.
O Conselho Regional de Psicologia da 11.ª Região é constituído por 21 conselheiros efetivos e sete conselheiros suplentes.
Compete ao Conselho Regional de Psicologia da 11.ª Região funcionar como tribunal regional de ética profissional.
O Conselho Regional de Psicologia da 11.ª Região, entidade dotada de personalidade jurídica de direito privado, com autonomia administrativa e financeira, tem como finalidade fiscalizar o exercício da profissão de psicólogo, competindo-lhe orientar, disciplinar e zelar pela fiel observância dos princípios ético-profissionais, bem como contribuir para o desenvolvimento da psicologia enquanto ciência e profissão.
O Poder Executivo é exercido pelo presidente da República, auxiliado pelos ministros de Estado.
Junto dos territórios invadidos das províncias ucranianas, a Rússia tomou o controle de usinas nucleares, inclusive a de Chernobyl, maior usina nuclear em funcionamento da Ucrânia.