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Q2279107 Português
Leia este fragmento de uma notícia:

Uma adolescente ganhou de presente neste Natal um animal de estimação nada convencional em Juiz de Fora. Letícia Matos, de 15 anos, pediu aos pais uma cobra de estimação e teve o pedido atendido — ganhou uma jiboia nesta segunda-feira (25).
Ao G1, ela destacou que pesquisou bastante antes de pedir o animal e que está preparada para cuidar da jiboia, que ainda é filhote. “Tenho certeza que vou gostar muito do animal e vou dar toda a atenção que ela precisa, cuidando bem da alimentação dela e realizando a limpeza adequada no terrário”, garantiu.
ALBERTO, Fellype. Disponível em: https://g1.globo.com/mg/ zona-da-mata/noticia/adolescente-ganha-jiboia-como-presentede-natal-dos-pais-em-mg.ghtml?utm_source=facebook&utm_ medium=social&utm_campaign=g1. Acesso em: 15 jun. 2023. [Fragmento]

Considerando a norma-padrão, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2279106 Português
Leia estes versos de um poema:
Deixo aqui meu corpo, entre o sol e a terra. (Beijo-te, corpo meu, todo desilusão! Estandarte triste de uma estranha guerra…)
MEIRELES, Cecília. Despedida. Disponível em: https://www.portalamazonida.com.br /cecilia-meireles-obra-despedida/. Acesso em: 15 jun. 2023. [Fragmento]

Considerando a norma-padrão, no trecho “Beijo-te”, a colocação do pronome oblíquo átono é justificada pela
Alternativas
Q2279105 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à quesão.


A utilidade da ciência inútil

“A arte é inútil”. Com esta frase, Chico Buarque inicia o DVD Romance. A explicação vem logo em seguida: uma música não é composta pensando-se em para que serve. Porém, através das letras e canções as pessoas que não falam português podem aprender a língua, e a melodia pode servir de fundo musical para um namoro.

Recentemente, um texto publicado na Folha de S. Paulo se contrapôs à utilização de verba pública para o financiamento do telescópio James Webb. O cerne da argumentação baseou-se na relação custo / benefício para a sociedade, tendo como foco a utilidade da pesquisa básica. É a famosa questão: “para que serve isso?”. O questionamento, feito normalmente por estudantes de primeiros anos, é ouvido com frequência por professores de disciplinas básicas.

A máxima irônica “Para que serve um recém-nascido?”, proferida por cientistas como Benjamin Franklin e Michael Faraday, [...] revela a miopia de quem exige que, para justificar o estudo e o investimento em pesquisa básica, alguma utilidade imediata deve estar prevista.

De acordo com a lógica da serventia, a pesquisa básica de Max Planck, um dos precursores da mecânica quântica lá no início do século 20, nunca teria sido fomentada. Vários conceitos estudados lá atrás, sem nenhuma aplicação naquele momento, hoje dão suporte para o desenvolvimento de lasers e aparelhos de ressonância magnética para a medicina, por exemplo.

Exemplos de descobertas científicas feitas por mero acaso, durante o desenvolvimento de algum projeto, são tão frequentes que trouxeram para o universo da ciência o termo “serendipidade”. A palavra consta no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa. De acordo com o dicionário Priberam, o termo significa “a faculdade ou o ato de descobrir coisas agradáveis por acaso”.

É claro que nem todo projeto dará início a uma revolução científica. Assim como a maioria da população não dará uma contribuição para a Humanidade como Marie Curie ou Isaac Newton. A dificuldade é saber quando será produzida alguma descoberta que dará uma grande contribuição para a Humanidade.

Nesse raciocínio, é importante que as agências de fomento reservem parte da verba disponível para assumir, inclusive, o custo de uma pesquisa básica mal-sucedida.

YAMASHITA, Marcelo Takeshi. A utilidade da ciência inútil. Jornal da Unesp, 2022. Disponível em: https://jornal.unesp. br/2022/10/20/a-utilidade-da-ciencia-inutil/. Acesso em: 16 jun. 2023. [Fragmento]
A respeito da argumentação observada no texto sobre a utilidade da ciência, analise as afirmativas a seguir.

I. O autor defende que investimentos financeiros na ciência não devem ser debatidos por pessoas que não estejam engajadas na área.

II. O autor não acredita que a ciência deve ser útil, pois não é papel dos cientistas encontrarem aplicações práticas para suas descobertas.

III. O autor entende que nem todo projeto científico será bem-sucedido, mas acredita que, ainda assim, o investimento na ciência é necessário.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q2279104 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à quesão.


A utilidade da ciência inútil

“A arte é inútil”. Com esta frase, Chico Buarque inicia o DVD Romance. A explicação vem logo em seguida: uma música não é composta pensando-se em para que serve. Porém, através das letras e canções as pessoas que não falam português podem aprender a língua, e a melodia pode servir de fundo musical para um namoro.

Recentemente, um texto publicado na Folha de S. Paulo se contrapôs à utilização de verba pública para o financiamento do telescópio James Webb. O cerne da argumentação baseou-se na relação custo / benefício para a sociedade, tendo como foco a utilidade da pesquisa básica. É a famosa questão: “para que serve isso?”. O questionamento, feito normalmente por estudantes de primeiros anos, é ouvido com frequência por professores de disciplinas básicas.

A máxima irônica “Para que serve um recém-nascido?”, proferida por cientistas como Benjamin Franklin e Michael Faraday, [...] revela a miopia de quem exige que, para justificar o estudo e o investimento em pesquisa básica, alguma utilidade imediata deve estar prevista.

De acordo com a lógica da serventia, a pesquisa básica de Max Planck, um dos precursores da mecânica quântica lá no início do século 20, nunca teria sido fomentada. Vários conceitos estudados lá atrás, sem nenhuma aplicação naquele momento, hoje dão suporte para o desenvolvimento de lasers e aparelhos de ressonância magnética para a medicina, por exemplo.

Exemplos de descobertas científicas feitas por mero acaso, durante o desenvolvimento de algum projeto, são tão frequentes que trouxeram para o universo da ciência o termo “serendipidade”. A palavra consta no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa. De acordo com o dicionário Priberam, o termo significa “a faculdade ou o ato de descobrir coisas agradáveis por acaso”.

É claro que nem todo projeto dará início a uma revolução científica. Assim como a maioria da população não dará uma contribuição para a Humanidade como Marie Curie ou Isaac Newton. A dificuldade é saber quando será produzida alguma descoberta que dará uma grande contribuição para a Humanidade.

Nesse raciocínio, é importante que as agências de fomento reservem parte da verba disponível para assumir, inclusive, o custo de uma pesquisa básica mal-sucedida.

YAMASHITA, Marcelo Takeshi. A utilidade da ciência inútil. Jornal da Unesp, 2022. Disponível em: https://jornal.unesp. br/2022/10/20/a-utilidade-da-ciencia-inutil/. Acesso em: 16 jun. 2023. [Fragmento]
Analise os trechos a seguir:

I. “‘A arte é inútil’. Com esta frase, Chico Buarque inicia o DVD Romance. A explicação vem logo em seguida: uma música não é composta pensando-se em para que serve.”

II. “O cerne da argumentação baseou-se na relação custo / benefício para a sociedade, tendo como foco a utilidade da pesquisa básica. É a famosa questão: ‘para que serve isso?’.”

Considerando o emprego dos dois-pontos nas frases, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2279103 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à quesão.


A utilidade da ciência inútil

“A arte é inútil”. Com esta frase, Chico Buarque inicia o DVD Romance. A explicação vem logo em seguida: uma música não é composta pensando-se em para que serve. Porém, através das letras e canções as pessoas que não falam português podem aprender a língua, e a melodia pode servir de fundo musical para um namoro.

Recentemente, um texto publicado na Folha de S. Paulo se contrapôs à utilização de verba pública para o financiamento do telescópio James Webb. O cerne da argumentação baseou-se na relação custo / benefício para a sociedade, tendo como foco a utilidade da pesquisa básica. É a famosa questão: “para que serve isso?”. O questionamento, feito normalmente por estudantes de primeiros anos, é ouvido com frequência por professores de disciplinas básicas.

A máxima irônica “Para que serve um recém-nascido?”, proferida por cientistas como Benjamin Franklin e Michael Faraday, [...] revela a miopia de quem exige que, para justificar o estudo e o investimento em pesquisa básica, alguma utilidade imediata deve estar prevista.

De acordo com a lógica da serventia, a pesquisa básica de Max Planck, um dos precursores da mecânica quântica lá no início do século 20, nunca teria sido fomentada. Vários conceitos estudados lá atrás, sem nenhuma aplicação naquele momento, hoje dão suporte para o desenvolvimento de lasers e aparelhos de ressonância magnética para a medicina, por exemplo.

Exemplos de descobertas científicas feitas por mero acaso, durante o desenvolvimento de algum projeto, são tão frequentes que trouxeram para o universo da ciência o termo “serendipidade”. A palavra consta no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa. De acordo com o dicionário Priberam, o termo significa “a faculdade ou o ato de descobrir coisas agradáveis por acaso”.

É claro que nem todo projeto dará início a uma revolução científica. Assim como a maioria da população não dará uma contribuição para a Humanidade como Marie Curie ou Isaac Newton. A dificuldade é saber quando será produzida alguma descoberta que dará uma grande contribuição para a Humanidade.

Nesse raciocínio, é importante que as agências de fomento reservem parte da verba disponível para assumir, inclusive, o custo de uma pesquisa básica mal-sucedida.

YAMASHITA, Marcelo Takeshi. A utilidade da ciência inútil. Jornal da Unesp, 2022. Disponível em: https://jornal.unesp. br/2022/10/20/a-utilidade-da-ciencia-inutil/. Acesso em: 16 jun. 2023. [Fragmento]
Releia este trecho:

“O cerne da argumentação baseou-se na relação custo / benefício para a sociedade, tendo como foco a utilidade da pesquisa básica.”

O vocábulo em destaque pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, por
Alternativas
Q2279102 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à quesão.


A utilidade da ciência inútil

“A arte é inútil”. Com esta frase, Chico Buarque inicia o DVD Romance. A explicação vem logo em seguida: uma música não é composta pensando-se em para que serve. Porém, através das letras e canções as pessoas que não falam português podem aprender a língua, e a melodia pode servir de fundo musical para um namoro.

Recentemente, um texto publicado na Folha de S. Paulo se contrapôs à utilização de verba pública para o financiamento do telescópio James Webb. O cerne da argumentação baseou-se na relação custo / benefício para a sociedade, tendo como foco a utilidade da pesquisa básica. É a famosa questão: “para que serve isso?”. O questionamento, feito normalmente por estudantes de primeiros anos, é ouvido com frequência por professores de disciplinas básicas.

A máxima irônica “Para que serve um recém-nascido?”, proferida por cientistas como Benjamin Franklin e Michael Faraday, [...] revela a miopia de quem exige que, para justificar o estudo e o investimento em pesquisa básica, alguma utilidade imediata deve estar prevista.

De acordo com a lógica da serventia, a pesquisa básica de Max Planck, um dos precursores da mecânica quântica lá no início do século 20, nunca teria sido fomentada. Vários conceitos estudados lá atrás, sem nenhuma aplicação naquele momento, hoje dão suporte para o desenvolvimento de lasers e aparelhos de ressonância magnética para a medicina, por exemplo.

Exemplos de descobertas científicas feitas por mero acaso, durante o desenvolvimento de algum projeto, são tão frequentes que trouxeram para o universo da ciência o termo “serendipidade”. A palavra consta no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa. De acordo com o dicionário Priberam, o termo significa “a faculdade ou o ato de descobrir coisas agradáveis por acaso”.

É claro que nem todo projeto dará início a uma revolução científica. Assim como a maioria da população não dará uma contribuição para a Humanidade como Marie Curie ou Isaac Newton. A dificuldade é saber quando será produzida alguma descoberta que dará uma grande contribuição para a Humanidade.

Nesse raciocínio, é importante que as agências de fomento reservem parte da verba disponível para assumir, inclusive, o custo de uma pesquisa básica mal-sucedida.

YAMASHITA, Marcelo Takeshi. A utilidade da ciência inútil. Jornal da Unesp, 2022. Disponível em: https://jornal.unesp. br/2022/10/20/a-utilidade-da-ciencia-inutil/. Acesso em: 16 jun. 2023. [Fragmento]
Releia este trecho:

“A máxima irônica ‘Para que serve um recém-nascido?’, proferida por cientistas como Benjamin Franklin e Michael Faraday, [...] revela a miopia de quem exige que, para justificar o estudo e o investimento em pesquisa básica, alguma utilidade imediata deve estar prevista.”

No contexto exposto, o termo em destaque assume sentido
Alternativas
Q2279101 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à quesão.


A utilidade da ciência inútil

“A arte é inútil”. Com esta frase, Chico Buarque inicia o DVD Romance. A explicação vem logo em seguida: uma música não é composta pensando-se em para que serve. Porém, através das letras e canções as pessoas que não falam português podem aprender a língua, e a melodia pode servir de fundo musical para um namoro.

Recentemente, um texto publicado na Folha de S. Paulo se contrapôs à utilização de verba pública para o financiamento do telescópio James Webb. O cerne da argumentação baseou-se na relação custo / benefício para a sociedade, tendo como foco a utilidade da pesquisa básica. É a famosa questão: “para que serve isso?”. O questionamento, feito normalmente por estudantes de primeiros anos, é ouvido com frequência por professores de disciplinas básicas.

A máxima irônica “Para que serve um recém-nascido?”, proferida por cientistas como Benjamin Franklin e Michael Faraday, [...] revela a miopia de quem exige que, para justificar o estudo e o investimento em pesquisa básica, alguma utilidade imediata deve estar prevista.

De acordo com a lógica da serventia, a pesquisa básica de Max Planck, um dos precursores da mecânica quântica lá no início do século 20, nunca teria sido fomentada. Vários conceitos estudados lá atrás, sem nenhuma aplicação naquele momento, hoje dão suporte para o desenvolvimento de lasers e aparelhos de ressonância magnética para a medicina, por exemplo.

Exemplos de descobertas científicas feitas por mero acaso, durante o desenvolvimento de algum projeto, são tão frequentes que trouxeram para o universo da ciência o termo “serendipidade”. A palavra consta no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa. De acordo com o dicionário Priberam, o termo significa “a faculdade ou o ato de descobrir coisas agradáveis por acaso”.

É claro que nem todo projeto dará início a uma revolução científica. Assim como a maioria da população não dará uma contribuição para a Humanidade como Marie Curie ou Isaac Newton. A dificuldade é saber quando será produzida alguma descoberta que dará uma grande contribuição para a Humanidade.

Nesse raciocínio, é importante que as agências de fomento reservem parte da verba disponível para assumir, inclusive, o custo de uma pesquisa básica mal-sucedida.

YAMASHITA, Marcelo Takeshi. A utilidade da ciência inútil. Jornal da Unesp, 2022. Disponível em: https://jornal.unesp. br/2022/10/20/a-utilidade-da-ciencia-inutil/. Acesso em: 16 jun. 2023. [Fragmento]
Releia este trecho:

“Vários conceitos estudados lá atrás, sem nenhuma aplicação naquele momento, hoje dão suporte para o desenvolvimento de lasers e aparelhos de ressonância magnética para a medicina, por exemplo.”

É correto afirmar que a estratégia argumentativa utilizada nesse trecho é a
Alternativas
Q2279100 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à quesão.


A utilidade da ciência inútil

“A arte é inútil”. Com esta frase, Chico Buarque inicia o DVD Romance. A explicação vem logo em seguida: uma música não é composta pensando-se em para que serve. Porém, através das letras e canções as pessoas que não falam português podem aprender a língua, e a melodia pode servir de fundo musical para um namoro.

Recentemente, um texto publicado na Folha de S. Paulo se contrapôs à utilização de verba pública para o financiamento do telescópio James Webb. O cerne da argumentação baseou-se na relação custo / benefício para a sociedade, tendo como foco a utilidade da pesquisa básica. É a famosa questão: “para que serve isso?”. O questionamento, feito normalmente por estudantes de primeiros anos, é ouvido com frequência por professores de disciplinas básicas.

A máxima irônica “Para que serve um recém-nascido?”, proferida por cientistas como Benjamin Franklin e Michael Faraday, [...] revela a miopia de quem exige que, para justificar o estudo e o investimento em pesquisa básica, alguma utilidade imediata deve estar prevista.

De acordo com a lógica da serventia, a pesquisa básica de Max Planck, um dos precursores da mecânica quântica lá no início do século 20, nunca teria sido fomentada. Vários conceitos estudados lá atrás, sem nenhuma aplicação naquele momento, hoje dão suporte para o desenvolvimento de lasers e aparelhos de ressonância magnética para a medicina, por exemplo.

Exemplos de descobertas científicas feitas por mero acaso, durante o desenvolvimento de algum projeto, são tão frequentes que trouxeram para o universo da ciência o termo “serendipidade”. A palavra consta no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa. De acordo com o dicionário Priberam, o termo significa “a faculdade ou o ato de descobrir coisas agradáveis por acaso”.

É claro que nem todo projeto dará início a uma revolução científica. Assim como a maioria da população não dará uma contribuição para a Humanidade como Marie Curie ou Isaac Newton. A dificuldade é saber quando será produzida alguma descoberta que dará uma grande contribuição para a Humanidade.

Nesse raciocínio, é importante que as agências de fomento reservem parte da verba disponível para assumir, inclusive, o custo de uma pesquisa básica mal-sucedida.

YAMASHITA, Marcelo Takeshi. A utilidade da ciência inútil. Jornal da Unesp, 2022. Disponível em: https://jornal.unesp. br/2022/10/20/a-utilidade-da-ciencia-inutil/. Acesso em: 16 jun. 2023. [Fragmento]
O tema abordado pelo texto diz respeito à exigência de utilidade da ciência para justificar o investimento nessa área.

Assinale a alternativa que resume corretamente a ideia exposta no artigo.
Alternativas
Q2208569 Turismo
Um provável impacto negativo, no que diz respeito às comunidades receptoras de turistas, é: 
Alternativas
Q2208568 Conhecimentos Gerais
As Bienais de Arte, como a Bienal de São Paulo, a Bienal de Sidney, a Bienal de Veneza ou de Berlim, servem ao turismo cultural sendo promovidas e promovendo as instâncias administrativas governamentais em nível
Alternativas
Q2208567 Conhecimentos Gerais
Considera-se setor da economia criativa:
Alternativas
Q2208566 Conhecimentos Gerais
Os primeiros marcos relacionados ao tema da economia criativa ocorreram no sentido de combater efeitos da globalização na economia e consequente homogeneização cultural no território
Alternativas
Q2208565 Artes Visuais
A Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) elaborou um modelo que classifica as indústrias criativas em quatro eixos, que são:
Alternativas
Q2208564 Legislação Federal
A Política Nacional de Cultura Viva (PNCV), instituída pela Lei nº 13.018/2014, é uma parceria entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios com a sociedade civil.
É instrumento da PNCV:
Alternativas
Q2208563 Conhecimentos Gerais
O benefício (solicitado por empregadores e concedido a trabalhadores) por meio de cartão magnético pré-pago, válido em todo o território nacional, para aquisição de produtos culturais selecionados em estabelecimentos previamente cadastrados, no valor de R$ 50,00 mensais, sem prazo de validade, prioritariamente para aqueles que recebem até cinco salários mínimos é denominado
Alternativas
Q2208562 Comunicação Social
Os bancos públicos devem disponibilizar às pessoas físicas que comprovem ser trabalhadores da cultura e às microempresas do setor, linhas de crédito especiais. Além de linhas de crédito para fomento de atividades e aquisição de equipamentos, os bancos também devem oferecer condições especiais para renegociação de débitos. As linhas de crédito deverão ser pagas em 36 meses, seis meses após o fim do estado de calamidade pública. O acesso aos empréstimos ficará condicionado à manutenção dos níveis de emprego existentes antes da pandemia.
(https://www.camara.leg.br/. Adaptado)

A autorização que regulamentou a Lei Aldir Blanc, de ajuda ao setor cultural aprovada pelo Congresso, é a do Decreto 
Alternativas
Q2208561 Conhecimentos Gerais
Premiação, mediante processo seletivo, de abrangência nacional, de 100 (cem) projetos, distribuídos em 10 (dez) categorias, como reconhecimento à produção artística e cultural de novos talentos no meio acadêmico.
(https://www.gov.br/funarte. Adaptado)

Realizada no âmbito da FUNARTE, a premiação que focou em categorias como Arquitetura, Arte Digital, Design de Moda, entre outras, é denominada Prêmio Funarte
Alternativas
Q2208560 Legislação Estadual
Há uma modalidade do programa de fomento paulista que funciona por meio de patrocínios incentivados e renúncia fiscal. Com o projeto aprovado, o proponente pode solicitar patrocínio a empresas sediadas em São Paulo. Estas, por sua vez, recebem descontos no imposto devido, como forma de estímulo ao patrocínio.
(https://www.proac.sp.gov.br/. Adaptado)

Essa modalidade é
Alternativas
Q2208559 Legislação Federal
No âmbito do BNDES Fundo Cultural – Apoio à Cultura, os projetos são apreciados
Alternativas
Q2208558 Legislação Federal
O BNDES Fundo Cultural – Apoio à Cultura destina recursos
Alternativas
Respostas
41: A
42: D
43: C
44: A
45: B
46: D
47: A
48: C
49: C
50: E
51: A
52: E
53: C
54: D
55: A
56: A
57: C
58: C
59: E
60: B