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Q3026140 Português

Leia o texto e responda a questão.


    Dança popular no Brasil, quadrilha junina é oficializada como manifestação da cultura nacional


    Um dos mais tradicionais e característicos estilos de dança do Brasil, a quadrilha junina junta-se a outros marcos, como as escolas de samba, o forró e as próprias festas juninas e, a partir desta segunda-feira (24/6), passa a ser reconhecida como manifestação da cultura nacional. A Lei Nº 14.900, que oficializa a decisão, foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela ministra Margareth Menezes (Cultura) e publicada no Diário Oficial da União.

     As raízes das quadrilhas juninas têm origem nas danças de salão europeias, que chegaram ao Brasil pela corte portuguesa no início do século XIX. A “quadrille” surgiu em Paris, no século XVIII, como dança de salão composta por quatro casais. Era dançada pela elite europeia e veio para o Brasil durante o período da Regência, por volta de 1830, onde tornou-se febre no ambiente aristocrático.

    A partir da corte carioca, a quadrilha foi ganhando muito espaço junto ao povo e passou a incorporar elementos culturais, religiosos e folclóricos nacionais. Nesse processo de adaptação, ampliou o número de pares dançantes, abandonou os passos e ritmos franceses, e, ao longo do tempo, as músicas e o casamento caipira, que antecede a dança, foram sendo incorporadas. 

Em “[...] a quadrilha foi ganhando muito espaço junto ao povo”, os termos destacados são, respectivamente:
Alternativas
Q3026139 Português

Leia o texto e responda a questão.


    Dança popular no Brasil, quadrilha junina é oficializada como manifestação da cultura nacional


    Um dos mais tradicionais e característicos estilos de dança do Brasil, a quadrilha junina junta-se a outros marcos, como as escolas de samba, o forró e as próprias festas juninas e, a partir desta segunda-feira (24/6), passa a ser reconhecida como manifestação da cultura nacional. A Lei Nº 14.900, que oficializa a decisão, foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela ministra Margareth Menezes (Cultura) e publicada no Diário Oficial da União.

     As raízes das quadrilhas juninas têm origem nas danças de salão europeias, que chegaram ao Brasil pela corte portuguesa no início do século XIX. A “quadrille” surgiu em Paris, no século XVIII, como dança de salão composta por quatro casais. Era dançada pela elite europeia e veio para o Brasil durante o período da Regência, por volta de 1830, onde tornou-se febre no ambiente aristocrático.

    A partir da corte carioca, a quadrilha foi ganhando muito espaço junto ao povo e passou a incorporar elementos culturais, religiosos e folclóricos nacionais. Nesse processo de adaptação, ampliou o número de pares dançantes, abandonou os passos e ritmos franceses, e, ao longo do tempo, as músicas e o casamento caipira, que antecede a dança, foram sendo incorporadas. 

De acordo com o texto, a quadrilha junina foi reconhecida como manifestação da cultural nacional, assim como:
Alternativas
Q2657409 Direito Constitucional
Segundo a Constituição Federal, proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas é de competência
Alternativas
Q2657408 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Segundo o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Joaçaba, o servidor estável só perderá o cargo
Alternativas
Q2657407 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Segundo o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Joaçaba, o retorno à atividade de servidor aposentado por invalidez, quando, por junta médica oficial, forem declarados insubsistentes os motivos da aposentadoria, trata-se de
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Q2657406 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
No Plano de Cargos e Salários do Município de Joaçaba foram previstas as seguintes formas de progressão do Servidor na Carreira:
Alternativas
Q2657405 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Segundo Lei Orgânica do Município de Joaçaba, compete ao Município instituir alguns tributos, entre os quais está previsto o
Alternativas
Q2657402 Matemática
A tabela a seguir apresenta o desempenho de quatro alunos em duas disciplinas, Matemática e Português, ao longo do trimestre.

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Com base na tabela, o aluno que teve a maior média de desempenho entre as duas disciplinas foi
Alternativas
Q2657399 Português
Analise os períodos a seguir e identifique quais estão de acordo com os preceitos gramaticais da Língua Portuguesa do Brasil, no que se refere ao uso de próclise, mesóclise e ênclise.

I. Hoje, pode-se corrigir o erro de ontem.
II. Dever-se-ia evitar erros, quando já se sabe como os corrigir.
III. Deveria -se evitar erros, quando já sabe-se como corrigi-los. IV. Se deveria evitar erros, quando já se sabe como os corrigi-los.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q2657398 Português
Observe os períodos a seguir, quanto à concordância verbal e nominal e identifique o único que respeita os preceitos de norma culta.
Alternativas
Q2657397 Português
“Nós aprendemos com os erros?”
Erro não é para ser punido, é para ser corrigido. O que deve ser punido é a negligência, a desatenção e o descuido. O erro faz parte do processo de acerto, da tentativa de inovação, da procura de construir algo melhor. Ninguém é imune ao erro. A frase clássica “errar é humano” não é uma justificativa, é uma explicação. Ela significa, entre outras coisas, que nós somos, sim, passíveis de errar, mas insisto: o erro não é para ser punido, é para ser corrigido. Corrige-se o erro de modo que quem errou faça direito da próxima vez.
Não haveria inovação na vida humana se o erro não tivesse o seu lugar. Aí se diria: “nós aprendemos com os erros?” Não, aprendemos com a correção dos erros. Se aprendêssemos com os erros, o melhor método pedagógico seria errar bastante, e há erros que são fatais, terminais. Na escola, com frequência colocavam no acerto um “C” pequenininho em azul no meu trabalho, e quando errava, não é que eles colocavam um “E” em vermelho, grandão, valorizando algo que deve ser corrigido, e não punido?
O físico Albert Einstein dizia algo que nos ajuda a refletir: “Tolo é aquele que faz as coisas sempre do mesmo jeito e espera resultados diferentes”. Algumas pessoas rejeitam o lugar do erro. Urge relativizar essa postura, e isso não é querer elogiar o erro, mas admiti-lo no dia a dia.
Texto de Mario Sergio Cortella, retirado do livro “Pensar bem nos faz bem – filosofia, religião, ciência e educação. Título original: Erro.
“Na escola, com frequência colocavam no acerto um “C” pequenininho em azul no meu trabalho, e quando errava, não é que eles colocavam um “E” em vermelho, grandão, valorizando algo que deve ser corrigido, e não punido?”
Ao se considerar o excerto citado, analise as palavras (ou termos) nas alternativas, sob o viés morfológico e semântico, identificando a que esteja com a classificação correta, na íntegra.
Alternativas
Q2657396 Português
“Nós aprendemos com os erros?”
Erro não é para ser punido, é para ser corrigido. O que deve ser punido é a negligência, a desatenção e o descuido. O erro faz parte do processo de acerto, da tentativa de inovação, da procura de construir algo melhor. Ninguém é imune ao erro. A frase clássica “errar é humano” não é uma justificativa, é uma explicação. Ela significa, entre outras coisas, que nós somos, sim, passíveis de errar, mas insisto: o erro não é para ser punido, é para ser corrigido. Corrige-se o erro de modo que quem errou faça direito da próxima vez.
Não haveria inovação na vida humana se o erro não tivesse o seu lugar. Aí se diria: “nós aprendemos com os erros?” Não, aprendemos com a correção dos erros. Se aprendêssemos com os erros, o melhor método pedagógico seria errar bastante, e há erros que são fatais, terminais. Na escola, com frequência colocavam no acerto um “C” pequenininho em azul no meu trabalho, e quando errava, não é que eles colocavam um “E” em vermelho, grandão, valorizando algo que deve ser corrigido, e não punido?
O físico Albert Einstein dizia algo que nos ajuda a refletir: “Tolo é aquele que faz as coisas sempre do mesmo jeito e espera resultados diferentes”. Algumas pessoas rejeitam o lugar do erro. Urge relativizar essa postura, e isso não é querer elogiar o erro, mas admiti-lo no dia a dia.
Texto de Mario Sergio Cortella, retirado do livro “Pensar bem nos faz bem – filosofia, religião, ciência e educação. Título original: Erro.
  Imagem associada para resolução da questão

Identifique a alternativa em que a sequência de palavras segue, respectivamente, esta ordem: oxítona, paroxítona, proparoxítona.
Alternativas
Q2657395 Português
“Nós aprendemos com os erros?”
Erro não é para ser punido, é para ser corrigido. O que deve ser punido é a negligência, a desatenção e o descuido. O erro faz parte do processo de acerto, da tentativa de inovação, da procura de construir algo melhor. Ninguém é imune ao erro. A frase clássica “errar é humano” não é uma justificativa, é uma explicação. Ela significa, entre outras coisas, que nós somos, sim, passíveis de errar, mas insisto: o erro não é para ser punido, é para ser corrigido. Corrige-se o erro de modo que quem errou faça direito da próxima vez.
Não haveria inovação na vida humana se o erro não tivesse o seu lugar. Aí se diria: “nós aprendemos com os erros?” Não, aprendemos com a correção dos erros. Se aprendêssemos com os erros, o melhor método pedagógico seria errar bastante, e há erros que são fatais, terminais. Na escola, com frequência colocavam no acerto um “C” pequenininho em azul no meu trabalho, e quando errava, não é que eles colocavam um “E” em vermelho, grandão, valorizando algo que deve ser corrigido, e não punido?
O físico Albert Einstein dizia algo que nos ajuda a refletir: “Tolo é aquele que faz as coisas sempre do mesmo jeito e espera resultados diferentes”. Algumas pessoas rejeitam o lugar do erro. Urge relativizar essa postura, e isso não é querer elogiar o erro, mas admiti-lo no dia a dia.
Texto de Mario Sergio Cortella, retirado do livro “Pensar bem nos faz bem – filosofia, religião, ciência e educação. Título original: Erro.
De acordo com as informações do texto, analise as proposições a seguir.

I. O texto, em análise, é de autoria do físico Albert Einstein.
II. A frase clássica “errar é humano” serve de justificativa para os erros cometidos pelos indivíduos.
III. Segundo Cortella, não haveria inovação na vida humana se o erro não tivesse o seu lugar.
IV. Em suma, a resposta ao título, segundo o autor, é que não aprendemos com os erros, mas sim com a correção deles.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q2543587 Matemática

Leia o texto abaixo atentamente:


“A título de comparação, em relação aos aeroportos europeus com o mesmo porte, o desempenho e recuperação no que concerne ao período pré-pandemia e ao cenário atual na movimentação de passageiros, o Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos está com uma performance equivalente a esses pares selecionados. Esse desempenho pode ser observado nos dados abaixo: ” 


Q20.png (432×272)



Com base nas informações acima, qual aeroporto obteve maior queda do número total de passageiros em 2022 em relação ao número total de passageiros em 2019?

Alternativas
Q2543581 Matemática
Estudando para as provas finais de matemática de sua escola, Luzia se deparou com a seguinte expressão algébrica: 
Q14.png (201×70)


Ao resolver a expressão, ela concluiu que A se encontra na reta numérica entre os números:
Alternativas
Q2543577 Português
Leia a oração a seguir e marque a alternativa correta quanto ao sentido que a interjeição em destaque expressa.
Uau! Que lugar bonito.
Alternativas
Q2543575 Português
Marque a alternativa em que o artigo feminino “a” pode ser usado com todas as palavras.
Alternativas
Q2543574 Português

Leia as orações a seguir.


Ela veio de Pernambuco para a festa.

Após alguns dias de festa, ela foi embora.


As preposições destacadas possuem respectivamente sentido de:

Alternativas
Q2543573 Português
Marque a alternativa cuja palavra é formada por derivação parassintética.
Alternativas
Q2543572 Português

Leia o trecho do artigo abaixo e responda a questão.


Inclusão de pessoas com deficiência exige conhecimento e reconhecimento social


Tabita Said


Especial, limitado, incapaz, inferior. Estas foram algumas das acepções que a palavra deficiente já recebeu. Os termos mudaram, a legislação evoluiu, mas o preconceito e a discriminação sobre a Pessoa Com Deficiência (PCD) continuam obstruindo o caminho delas rumo à inclusão. Como consequência, além dos impedimentos de natureza física, sensorial, mental ou intelectual que enfrentam, as pessoas com deficiência têm, ainda, que lidar com o estereótipo e o capacitismo. Baseado na ideia de que a deficiência é apenas parte da condição e da identidade da pessoa, o movimento anticapacitista vem buscando engajar mais adeptos para mostrar que é a falta de acessibilidade que impede uma transformação social que alcance a todos.

[...] 



Leia atentamente o trecho: “Os termos mudaram, a legislação evoluiu, mas o preconceito e a discriminação sobre a Pessoa Com Deficiência (PCD) continuam obstruindo o caminho delas rumo à inclusão”. Qual relação a conjunção “mas” estabelece entre as duas orações?
Alternativas
Respostas
721: D
722: B
723: D
724: B
725: D
726: C
727: A
728: D
729: C
730: A
731: B
732: D
733: D
734: B
735: A
736: A
737: C
738: D
739: C
740: B