Questões de Concurso
Comentadas para professor - educação básica i
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Em conformidade com a autora, assinale a alternativa que apresenta os três princípios fundamentais.
Considerando os escritos da autora, assinale a alternativa que apresenta os dois tipos de relação a que ela se refere.
I. A resolução de problemas não é uma atividade para ser desenvolvida em paralelo ou como aplicação da aprendizagem, mas uma orientação para a aprendizagem. II. O ponto de partida da atividade matemática não é o problema, mas a definição. III. O problema certamente é um exercício em que o aluno aplica, de forma quase mecânica, uma fórmula ou um processo operatório. IV. O aluno não constrói um conceito em resposta a um problema, mas constrói um campo de conceitos que tomam sentido num campo de problemas.
De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, ao colocar o foco na resolução de problemas, o que se defende é uma proposta que poderia ser resumida em alguns princípios.
Em conformidade com tais princípios, estão CORRETAS as seguintes afirmativas:
Considerando o papel da escola na prática de linguagem oral, leitura e produção de texto dos alunos, analise as afirmativas a seguir assinalando com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Não é papel da escola ensinar o aluno a falar: isso é algo que a criança aprende muito antes da idade escolar. ( ) O desenvolvimento da capacidade de expressão oral do aluno depende consideravelmente de a escola constituir-se num ambiente que respeite e acolha a vez e a voz, a diferença e a diversidade. ( ) Para desenvolver, o gosto e o compromisso com a leitura, a escola deverá mobilizar os alunos internamente.
( ) Se o objetivo é formar cidadãos capazes de utilizar a escrita com eficácia, que tenham condições de assumir a palavra – também por escrito – para produzir textos adequados, é preciso organizar o trabalho educativo para que experimentem e aprendam isso na escola.
Assinale a sequência CORRETA.
Considerando esse contexto, é INCORRETO afirmar:
I. A criança precisa compreender não só o que a escrita representa, mas também de que forma ela representa graficamente a linguagem. II. A alfabetização é o desenvolvimento de capacidades relacionadas à percepção, à memorização e ao treino de um conjunto de habilidades sensório-motoras. III. A alfabetização é um processo no qual as crianças precisam resolver problemas de natureza lógica até chegarem a compreender de que forma a escrita alfabética em português representa a linguagem, e assim poderem escrever e ler por si mesmas.
Ao considerar as crianças ativas na construção de conhecimentos e não receptoras passivas de informações, há uma transformação substancial na forma de compreender como elas aprendem a falar, a ler e a escrever.
Estão CORRETAS as seguintes afirmativas:
I. Os sujeitos históricos podem ser entendidos como sendo agentes de ação social, que se tornam significativos para estudos históricos escolhidos com fins didáticos, sendo eles indivíduos, grupos ou classes sociais. II. Os sujeitos históricos podem ser todos aqueles que exprimem suas especificidades e características, sendo líderes de lutas para transformações mais amplas ou de situações mais cotidianas, independentemente do contexto histórico. III. Os sujeitos históricos podem ser trabalhadores, patrões, escravos, reis, camponeses, políticos, prisioneiros, crianças, mulheres, religiosos, velhos, partidos políticos, etc.
Considerando as definições de “sujeito histórico” contidas nos Parâmetros Curriculares Nacionais de História e Geografia está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s):
( ) As Matrizes Curriculares da Rede Municipal de Ensino de Uberaba deverão ser utilizadas nas diferentes situações de aprendizagem, cabendo à equipe escolar observar as dificuldades e as semelhanças entre a modalidade de ensino proposta em diferentes tipos de aulas e a modalidade de aprendizagem mais evidenciada durante as atividades. ( ) As Matrizes Curriculares da Rede Municipal de Ensino de Uberaba possuem o propósito de engessar a autonomia dos professores e surgem como obstáculo para esses profissionais, que são mediadores entre o aluno e o conhecimento. ( ) As Matrizes Curriculares da Rede Municipal de Ensino de Uberaba foram estabelecidas não só para possibilitar aos alunos o direito de aprender, mas também para dotar os profissionais do magistério municipal de instrumentos que norteiam seu fazer pedagógico com efetividade e sucesso. ( ) As Matrizes Curriculares da Rede Municipal de Ensino de Uberaba impõem condições didáticas que podem e devem ser aplicadas de acordo com a criatividade do professor, independente das necessidades de cada turma ou educando e com as possibilidades de cada escola.
Assinale a sequência CORRETA.
I. Deve-se, no percurso da Educação Infantil, proporcionar às crianças diferentes experiências de interações que lhes possibilitem construir saberes, fazer amigos, aprender a cuidar de si e a conhecer suas próprias preferências e características. II. Em relação a qualquer experiência de aprendizagem que seja trabalhada pelas crianças, devem ser abolidos os procedimentos que não reconhecem a atividade criadora e o protagonismo da criança pequena, que promovam atividades mecânicas e não significativas para as crianças. III. Cabe à professora e ao professor criar oportunidade para que a criança, no processo de elaborar sentidos pessoais, se aproprie de elementos significativos de sua cultura não como verdades absolutas, mas como elaborações dinâmicas e provisórias. IV. As experiências promotoras de aprendizagem e o consequente desenvolvimento das crianças devem ser propiciados em uma frequência regular e serem, ao mesmo tempo, imprevistas, abertas a surpresas e a novas descobertas.
De acordo com o documento de Revisão das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil / Secretaria de Educação Básica. Brasília: MEC, SEB, DICEI, 2013, estão CORRETAS as seguintes afirmativas:
Nessa perspectiva, analise as afirmativas a seguir assinalando com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) O professor deve considerar que a criança, depois que se apropria da escrita alfabética, enfrenta inúmeros problemas ortográficos e morfossintáticos considerados normais para a fase em que se encontra, cabendo a ele fazer intervenções significativas para que ela se aproprie da escrita ortográfica. ( ) O professor deve considerar as hipóteses conceituais provisórias que as crianças fazem sobre a escrita, como erros, já que o professor está elaborando hipóteses e alargando seu campo de conhecimento linguístico. ( ) O professor deve considerar que o reconhecimento das hipóteses de escrita deve se transformar em recurso para categorizar as crianças. ( ) O professor deve considerar que a questão dos diferentes níveis, nas salas de aula de alfabetização, deixa de ser característica negativa para assumir papel de importância no processo ensino-aprendizagem, no qual a interação entre os alunos é fator imprescindível.
Assinale a sequência CORRETA.
I. A alfabetização só tem sentido quando desenvolvida no contexto de práticas sociais de leitura e de escrita e por meio dessas práticas, em um contexto de letramento e por meio de atividades de letramento. II. A alfabetização só tem sentido no contexto de práticas de leitura e de escrita, na dependência da e por meio da aprendizagem do sistema de escrita. III. O letramento só pode desenvolver-se na dependência da e por meio da aprendizagem do sistema de escrita.
Considerando que “A alfabetização distingue-se de letramento tanto em relação aos objetos de conhecimento quanto em relação aos processos cognitivos e linguísticos de aprendizagem e, portanto, também de ensino desses diferentes objetos. Por outro lado, ainda que distintos, faz-se necessário que os dois processos sejam reconhecidos como indissociáveis e interdependentes.” (SOARES,2004), estão CORRETAS as afirmativas:
Sobre o papel do professor ao desenvolver os jogos e brincadeiras infantis, é INCORRETO afirmar que ele deve:
Nessa perspectiva, pode-se afirmar que a melhor forma de iniciar esse trabalho seria:
COLUNA I
1. Grupo 2. Espaço 3. Tempo
COLUNA II
( ) É uma abstração da realidade, construído a partir da realidade em si, na compreensão do lugar concreto, do qual extraímos os elementos para pensar o mundo. A construção desse conceito tem início com a vida, supõe sair de si próprio para perceber o que existe além. ( ) Fundamental na nossa vida e no nosso cotidiano, esse conceito é permanentemente vivido no confronto cotidiano com os outros, do qual aprendemos e constituímos o nosso pensamento, o nosso conhecimento. É nesse processo de socialização que está embutida toda a riqueza da aprendizagem, permitindo que se encaminhem discussões das regras sociais, da boa convivência na sala de aula, na realização de tarefas, nos recreios, no início e no final da aula. ( ) Constitui-se das mudanças e continuidades de processos que são a própria vida, seja do indivíduo, seja da sociedade e pode ser diferenciado entre físico, astronômico e social. Na escola, é necessário que se oportunize o desenvolvimento da ideia do suceder: ( ) Esse conceito é produzido e organizado a partir de interesses não muito explicitados a todos nós, mas que se expressam concretamente nas paisagens e na história que vão, também, sendo construídas, dando-nos elementos para levar os alunos a compreender o mundo e a se situarem melhor na sociedade em que vivem.
Assinale a sequência CORRETA.
O faraó da intolerância
Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável.
Até hoje, os judeus estão celebrando a festa de Pessach e relembrando os épicos acontecimentos que resultaram no Êxodo do Egito. Apesar de terem ocorrido há mais de 3.500 anos, manda a tradição judaica que devemos nos lembrar dos tempos de escravidão como se nós mesmos tivéssemos sido libertados.
Um costume nesta época é cada um perguntar-se: qual é o meu faraó? Ao fazermos esta reflexão, buscamos identificar quem ou o que está nos mantendo presos e estagnados e nos impedindo de avançar e progredir.
Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável. A dependência de drogas e do álcool e o medo do sucesso e do fracasso também nos mantêm cativos. Coletivamente, empresas, comunidades e sociedades inteiras podem igualmente estar sob jugo de faraós que não os deixam alcançar seu potencial.
Atualmente, os brasileiros são vítimas de um déspota mais cruel que o próprio Ramsés, o faraó da intolerância. Éramos livres e, aos poucos, tornamo-nos seus escravos. Deixamos que ele ditasse a forma como nos relacionamos com pessoas de diferentes etnias, religiões, orientações e posições políticas.
Nós, judeus, sabemos bem aonde a intolerância pode levar uma sociedade. Fomos e continuamos a ser uma de suas maiores vítimas e estaremos sempre engajados no seu combate. É perturbador notar como ela passa a dominar as emoções, palavras e ações de pessoas à nossa volta. É triste ver como ela impede a união de que o Brasil tanto precisa para vencer seus imensos desafios.
Estamos vivendo no cativeiro da intolerância. Precisamos nos libertar. Assim como fez Moisés em Êxodo 9-1, chegou a hora de encararmos esse faraó de frente e exigir: “Deixe meu povo ir!”
Esta não será uma luta fácil, nem rápida. O faraó da intolerância fará de tudo para nos manter sob seu domínio. Como os hebreus no Egito, temos de perseverar. Uma, duas, dez vezes se necessário, vamos mostrar a ele nossa determinação de voltar a ser o que sempre fomos: um povo gentil, cordial e, acima de tudo, tolerante.
(Paulo Maltz. Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/o-farao-da-intolerancia-19200936#ixzz47PW1LYXI.)
O faraó da intolerância
Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável.
Até hoje, os judeus estão celebrando a festa de Pessach e relembrando os épicos acontecimentos que resultaram no Êxodo do Egito. Apesar de terem ocorrido há mais de 3.500 anos, manda a tradição judaica que devemos nos lembrar dos tempos de escravidão como se nós mesmos tivéssemos sido libertados.
Um costume nesta época é cada um perguntar-se: qual é o meu faraó? Ao fazermos esta reflexão, buscamos identificar quem ou o que está nos mantendo presos e estagnados e nos impedindo de avançar e progredir.
Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável. A dependência de drogas e do álcool e o medo do sucesso e do fracasso também nos mantêm cativos. Coletivamente, empresas, comunidades e sociedades inteiras podem igualmente estar sob jugo de faraós que não os deixam alcançar seu potencial.
Atualmente, os brasileiros são vítimas de um déspota mais cruel que o próprio Ramsés, o faraó da intolerância. Éramos livres e, aos poucos, tornamo-nos seus escravos. Deixamos que ele ditasse a forma como nos relacionamos com pessoas de diferentes etnias, religiões, orientações e posições políticas.
Nós, judeus, sabemos bem aonde a intolerância pode levar uma sociedade. Fomos e continuamos a ser uma de suas maiores vítimas e estaremos sempre engajados no seu combate. É perturbador notar como ela passa a dominar as emoções, palavras e ações de pessoas à nossa volta. É triste ver como ela impede a união de que o Brasil tanto precisa para vencer seus imensos desafios.
Estamos vivendo no cativeiro da intolerância. Precisamos nos libertar. Assim como fez Moisés em Êxodo 9-1, chegou a hora de encararmos esse faraó de frente e exigir: “Deixe meu povo ir!”
Esta não será uma luta fácil, nem rápida. O faraó da intolerância fará de tudo para nos manter sob seu domínio. Como os hebreus no Egito, temos de perseverar. Uma, duas, dez vezes se necessário, vamos mostrar a ele nossa determinação de voltar a ser o que sempre fomos: um povo gentil, cordial e, acima de tudo, tolerante.
(Paulo Maltz. Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/o-farao-da-intolerancia-19200936#ixzz47PW1LYXI.)
O faraó da intolerância
Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável.
Até hoje, os judeus estão celebrando a festa de Pessach e relembrando os épicos acontecimentos que resultaram no Êxodo do Egito. Apesar de terem ocorrido há mais de 3.500 anos, manda a tradição judaica que devemos nos lembrar dos tempos de escravidão como se nós mesmos tivéssemos sido libertados.
Um costume nesta época é cada um perguntar-se: qual é o meu faraó? Ao fazermos esta reflexão, buscamos identificar quem ou o que está nos mantendo presos e estagnados e nos impedindo de avançar e progredir.
Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável. A dependência de drogas e do álcool e o medo do sucesso e do fracasso também nos mantêm cativos. Coletivamente, empresas, comunidades e sociedades inteiras podem igualmente estar sob jugo de faraós que não os deixam alcançar seu potencial.
Atualmente, os brasileiros são vítimas de um déspota mais cruel que o próprio Ramsés, o faraó da intolerância. Éramos livres e, aos poucos, tornamo-nos seus escravos. Deixamos que ele ditasse a forma como nos relacionamos com pessoas de diferentes etnias, religiões, orientações e posições políticas.
Nós, judeus, sabemos bem aonde a intolerância pode levar uma sociedade. Fomos e continuamos a ser uma de suas maiores vítimas e estaremos sempre engajados no seu combate. É perturbador notar como ela passa a dominar as emoções, palavras e ações de pessoas à nossa volta. É triste ver como ela impede a união de que o Brasil tanto precisa para vencer seus imensos desafios.
Estamos vivendo no cativeiro da intolerância. Precisamos nos libertar. Assim como fez Moisés em Êxodo 9-1, chegou a hora de encararmos esse faraó de frente e exigir: “Deixe meu povo ir!”
Esta não será uma luta fácil, nem rápida. O faraó da intolerância fará de tudo para nos manter sob seu domínio. Como os hebreus no Egito, temos de perseverar. Uma, duas, dez vezes se necessário, vamos mostrar a ele nossa determinação de voltar a ser o que sempre fomos: um povo gentil, cordial e, acima de tudo, tolerante.
(Paulo Maltz. Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/o-farao-da-intolerancia-19200936#ixzz47PW1LYXI.)