Questões de Concurso Comentadas para nível fundamental

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Q3786430 Português
O Leão e o Ratinho 



Um leão, cansado de tanto caçar, dormia espichado debaixo da sombra de uma árvore. Vieram uns ratinhos passear por cima dele e ele acordou. Todos conseguiram fugir, menos um, que o leão prendeu debaixo da pata. Tanto o ratinho pediu e implorou que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora. Algum tempo depois, o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Não conseguindo se soltar, fazia a floresta tremer com seus urros de raiva. Nisso, apareceu o ratinho. Com seus dentes afiados, roeu as cordas e soltou o leão.


De acordo com o texto, o leão conseguiu se salvar da rede dos caçadores porque: 
Alternativas
Q3782804 Geografia
Em relação à hidrografia brasileira, a bacia hidrográfica do Rio São Francisco desempenha papel estratégico para o país, pois: 
Alternativas
Q3782655 Geografia
O território brasileiro apresenta grande diversidade climática, condicionada principalmente pela extensão latitudinal e por fatores naturais. Nesse contexto, o clima predominante na maior parte da Região Norte do Brasil caracteriza-se por:
Alternativas
Q3782653 Sociologia
A cultura, do ponto de vista sociológico e antropológico, pode ser compreendida como um conjunto de: 
Alternativas
Q3782652 Pedagogia
O método científico é um dos principais pilares da produção do conhecimento científico moderno. Entre suas etapas fundamentais, destaca-se aquela relacionada à formulação de explicações provisórias para os fenômenos observados, denominada: 
Alternativas
Q3782651 Legislação Municipal

A questão se refere à Lei Orgânica Municipal. 

A Câmara terá comissões permanentes e temporárias. As Comissões Permanentes são aquelas previstas no Regimento Interno. As Comissões Temporárias serão as: I. Especiais; II. Parlamentares de inquérito; III. Processantes.
Está(ão) CORRETA(S): 
Alternativas
Q3782650 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina

A questão se refere à Lei Orgânica Municipal. 

No contexto da Câmara Municipal de Vereadores, cada legislatura tem a duração de:  
Alternativas
Q3782649 Legislação Municipal

A questão se refere à Lei Orgânica Municipal. 

São poderes do Município, independentes e harmônicos entre si:
Alternativas
Q3782648 Legislação Municipal

A questão se refere à Lei Orgânica Municipal. 

Um dos requisitos para criação de distritos é a existência, na sede, de pelo menos: 
Alternativas
Q3782647 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina

A questão se refere à Lei Orgânica Municipal. 

O Município de Faxinal dos Guedes, Estado de Santa Catarina, integra a união indissolúvel da República Federativa do Brasil e do Estado de Santa Catarina e tem como fundamentos, EXCETO: 
Alternativas
Q3782636 Português
Considerando o emprego preciso do léxico na norma culta da Língua Portuguesa, analise as assertivas a seguir sobre relações de antonímia:
I. Parcimonioso opõe-se semanticamente a dissipador, pois indicam, respectivamente, economia excessiva e gasto desmedido.
II. Prolixo estabelece relação de antonímia com lacônico, uma vez que expressam excesso e concisão no uso da linguagem.
III. Efêmero é antônimo de precário, já que o primeiro remete à ideia de instabilidade e curta duração, e o segundo à tempo exato, preciso.
Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3782635 Português
Considerando as normas ortográficas vigentes da Língua Portuguesa, assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente: 
Alternativas
Q3782634 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


O que fica


    Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.


    As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.


    No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.


    Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.


    Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

Considerando o número de fonemas e dígrafos, enquanto passado possui ________, presença possui _______. No entanto, ambas as palavras __________.
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?
Alternativas
Q3782633 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


O que fica


    Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.


    As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.


    No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.


    Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.


    Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

As palavras da Língua Portuguesa podem ser classificadas, quanto à posição da sílaba tônica, em oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas. Considerando palavras retiradas do texto, assinale a alternativa em que a palavra é proparoxítona. 
Alternativas
Q3782632 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


O que fica


    Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.


    As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.


    No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.


    Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.


    Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

No trecho “lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo”, a substituição que preserva o sentido do termo “devolvem” no contexto é: 
Alternativas
Q3782631 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


O que fica


    Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.


    As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.


    No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.


    Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.


    Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

Observe o emprego da palavra “teimoso” no trecho “Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções”. Considerando o contexto, analise as assertivas:
I. O termo “teimoso” expressa insistência persistente diante da resistência do tempo.
II. A palavra poderia ser substituída por “obstinado”, sem prejuízo relevante de sentido.
III. No contexto, “teimoso” assume conotação negativa, associada à irracionalidade.
Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3782630 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


O que fica


    Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.


    As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.


    No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.


    Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.


    Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

No trecho “as ruínas respiram”, a palavra “respiram” não é utilizada em sentido literal. No contexto do texto, esse verbo expressa a ideia de que as ruínas: 
Alternativas
Q3782629 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


O que fica


    Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.


    As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.


    No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.


    Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.


    Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

No último parágrafo, o texto problematiza o conceito de ruína e propõe uma reinterpretação desse termo. Nesse contexto, as ruínas passam a ser entendidas como: 
Alternativas
Q3782628 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


O que fica


    Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.


    As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.


    No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.


    Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.


    Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

A afirmação “memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro” revela uma concepção ampliada de espaço e pertencimento. A partir dessa ideia, infere-se que a autora compreende a moradia como: 
Alternativas
Q3782627 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


O que fica


    Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.


    As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.


    No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.


    Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.


    Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

Ao longo do texto, a autora atribui ações, desejos e sensações a casas, paredes e ruínas, como em “as ruínas respiram” e “se parede sonhasse”. Esse recurso expressivo contribui, sobretudo, para: 
Alternativas
Respostas
1141: B
1142: C
1143: D
1144: B
1145: C
1146: A
1147: D
1148: B
1149: C
1150: A
1151: B
1152: A
1153: B
1154: D
1155: C
1156: B
1157: A
1158: D
1159: B
1160: C